Sobre o blog:

“A humanização do nascimento não representa um retorno romântico ao passado, nem uma desvalorização da tecnologia. Em vez disso, oferece uma via ecológica e sustentável para o futuro” Ricardo H. Jones

sábado, 8 de maio de 2010

Bolsas abertas para famílias de acolhimento

O Serviço de Acolhimento Familiar da Santa Casa da Misericórdia (SCML) está a aceitar candidaturas para o programa de Famílias de Acolhimento para receber crianças em risco.

O programa pretende dar um ambiente de segurança e tranquilidade aos menores que estão em sofrimento emocional por terem sido vítimas de maus tratos, abandono ou algum tipo de negligência.

Os candidatos a receber uma criança podem ser solteiros ou casados, ter entre 25 e 65 anos e serem residentes em Lisboa. São depois selecionados e avaliados a nível da motivação e estrutura emocional pelos técnicos da Misericórdia que determinam se estão aptos, ou não, para cuidar e dar afeto à criança que irão receber.

Os potenciais acolhedores não podem ser candidatos à adoção para que não haja risco de expectativas em ficarem com a guarda definitiva da criança. O objetivo é sempre que a família biológica possa ter tempo para reunir as condições necessárias para receber o filho de volta.

"O objetivo é que, durante este tempo, ao viver com estas pessoas, as crianças se reabilitem num novo contexto familiar, sejam saudáveis e felizes. Mas também que a família de acolhimento seja modelo de interação com a família biológica", explica ao DN Rosa Macedo, responsável do Departamento de Acolhimento, Juventude e Infância da SCML.

As famílias de acolhimento recebem uma bolsa no valor de 330 euros. Pode saber mais como se candidatar a família de acolhimento no site da SCML.

Fonte: http://www.boasnoticias.pt/

1 comentário:

Mãos de Lótus disse...

Adorada Cat
é curioso ter visto este teu post pq ainda ontem pensei neste assunto. eu e família gostávamos de dar uma outra visão de vida a crinças que necessitam de afecto, amor, um novo sentido de 'família'. tenho uma conhecida, solteira, que conviveu com uma criança em fase terminal, neste regime de família de acolhimento, e achei de uma generosidade, de um amor sem dimensão. a criança já partiu, e foi incrível a emoção que eu, de longe, senti! sei que aquele lindo Ser foi muito amado! não podemos olhar só para o nosso 'umbigo'... se podermos dar algo de nós a quem precisa... porque não? o que temos a perder??? acho que vou entrar nesta bolsa sim... grata pelo 'sinal' ;)