Sobre o blog:

“A humanização do nascimento não representa um retorno romântico ao passado, nem uma desvalorização da tecnologia. Em vez disso, oferece uma via ecológica e sustentável para o futuro” Ricardo H. Jones
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Parto vaginal depois de uma cesariana?



Espreitem este artigo de  Gina Lowdon y Debbie Chippington Derrick explora as razões das baixas taxas de PVDC, e o que podem fazer as mulheres para terem o se Parto Vaginal depois de uma cesariana.



segunda-feira, 6 de setembro de 2010

E depois de duas cesarianas?

Nos Estados Unidos acabou-se com o mito de que depois de duas cesarianas seguidas, o mesmo deve repetir-se à terceira gravidez. O Colégio Americano de Ginecologia e Obstetrícia deu este mês novas orientações aos médicos: a partir de agora, os clínicos têm de tomar em consideração que um parto vaginal depois de uma ou mais cesarianas é a opção segura e mais adequada na maioria dos casos.

Leiam aqui a noticia toda

E em Portugal? Se conseguiste o teu Parto vaginal depois de 1 ou mais cesarianas deixa aqui o teu testemunho.

Deixo-vos um vídeo de um relato de um parto vaginal após 4 cesarianas

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Parto vaginal depois de cesariana

Fonte: IOL Mãe
Não tem riscos acrescidos de ruptura uterina. Mesmo para quem já fez três cesarianas.


O potencial risco de ruptura uterina leva a que as mulheres que já tiveram um parto por cesariana sejam ainda aconselhadas a fazer nova cesariana em gravidezes posteriores.

Nos últimos anos, essa prática foi-se alterando. Em 2004, um estudo em larga escala revelou que o risco de ruptura era para mulheres com cesariana prévia de 0,7 por cento.

Um novo estudo sugere agora que esse risco é ainda inferior, não sendo, por isso, significativo. Assim sendo, os investigadores afirmam que é seguro para grávidas com cesariana ou cesarianas anteriores, optar pelo parto vaginal. Mulheres já com três cesarianas na história médica não mostraram riscos acrescidos ao optarem por um parto vaginal.

O estudo fez uma revisão dos registos de 25 mil mulheres, com cesarianas anteriores, que deram à luz em 17 hospitais americanos. 860 destas grávidas já tinham sido submetidas a três cesarianas anteriormente; destas, 89 mulheres tentaram o parto vaginal, enquanto 771 marcaram nova cirurgia para retirar o bebé.

Não houve registo de rupturas uterinas em nenhum dos grupos. As 89 mulheres que optaram pelo parto vaginal após três cesarianas não revelaram também maior incidência de outras lesões, nomeadamente ao nível do aparelho urinário ou lacerações da artéria uterina (outras complicações tradicionalmente associadas a partos vaginais após cesarianas).

As probabilidades de conseguir o parto vaginal revelaram-se semelhantes, fosse qual fosse o número de cesarianas anteriores. 13600 mulheres com uma ou duas cirurgias no «currículo» optaram pelo parto vaginal - 75 por cento conseguiu-o. No gurupo das que já tinham passado por três cesarianas a percentagem foi até supeiror: 80 por cento. Todas elas tinham tido incisão transversal baixa - o que diminui os riscos de ruptura uterina, em relação à incisão vertical antigamente usada.

Outro ponto a referir é que se houve também um parto vaginal anterior, as probabilidades de sucesso na opção pelo parto vaginal são ainda superiores.

Os resultados do estudo foram publicados no British Journal of Obstetrics and Gynaecology (BJOG).

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

VBAC & Cytotec, uma Perigosa e Mortal Combinação

No site http://www.beyondfertility.com/art112.htm há um artigo
intitulado "VBAC & Cytotec: A Dangerous & Deadly Combination", ou,
"VBAC & Cytotec, uma Perigosa e Mortal Combinação", no qual se alerta
que
"até hoje o Citotec não foi aprovado pela FDA como uma droga para
induzir o aborto ou o parto, mas o seu uso se tornou alarmantemente
disseminado. Os médicos, crendo que é muito mais barato e rápico
induzir o parto por meio desta droga, administram a droga com
freqüência. As histórias dos riscos e das mortes associadas com esta
droga se tornaram clamorosas e assustadoras. O citotec está associado
com um maior número de casos de rompimento uterino. Em alguns casos a
ruptura uterina não ocorre imediatamente. As mulheres continuam o
parto normalmente até experimentarem um dos conhecidos sintomas de
rompimento uterino. Em outros casos as contrações uterinas violentas
podem ocorrer logo após a primeira dose, e podem resultar em
rompimento do útero. Se o citotec é administrado fora de um
estabelecimento hospitalar, ou quando um médico não estiver presente,
o resultado poderá ser fatal. Infelizmente os riscos associados com o
Citotec não são amplamente conhecidos e a maioria das mulheres, ao
usarem a droga, são as últimas a saberem. Esta droga, com seus efeitos
colaterais mortais, é ainda usada em centenas de hospitais, sem
consideração por seus riscos potenciais".

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Parto Normal depois de uma Cesariana?

SIM!!!!
O parto normal sempre é mais seguro que a cesariana.
A cesariana tem quatro vezes mais risco de morte materna e dez vezes mais risco de morte neonatal.No caso do parto normal após cesariana (VBAC), o principal risco é o de ruptura uterina. A taxade ruptura uterina nos VBAC é de 0,2 a 0,6%.A taxa de complicação de cesariana varia de 0,6% a 1%.
Se a cesariana foi feita com corte baixo, na linha do biquini, então os riscos são de fato muito baixos (corte segmentar transversal). O corte vertical (corte corporal ou segmento-corporal), pode trazer um aumento do risco de ruptura considerável.
Não há estudos conclusivos que mostrem que mulheres com mais de uma cesariana corram um risco de ruptura significativamente maior que aquelas com uma só cesariana.
Se quer um Parto Normal após Cesariana, o mais importante é evitar o uso dos indutores e aceleradores de parto tipo prostaglandina e misoprostol (citotec), que aumentam a força das contrações fazendo aumentar o risco de ruptura. A ocitocina também deve ser evitada pois, embora seja menos prejudicial que os dois primeiros medicamentos, também aumenta a força das contrações uterinas.
Nas raríssimas vezes em que ocorre uma ruptura, a mulher percebe,especialmente se não estiver sob efeito de anestesia.
Geralmente os batimentos cardíacos do bebé ficam diferentes, e as mulheres reportam uma dor contínua, que ultrapassa o tempo da contração.
Bibliografia:
Sebenta do curso GAMA
Catarina Pardal