Sobre o blog:

“A humanização do nascimento não representa um retorno romântico ao passado, nem uma desvalorização da tecnologia. Em vez disso, oferece uma via ecológica e sustentável para o futuro” Ricardo H. Jones

domingo, 9 de maio de 2010

Portugal entre 20 melhores países para ser mãe

O relatório anual da organização Save The Children - intitulado "Estado das mães do mundo 2010" - coloca Portugal no 19º posto da lista dos melhores países para se ser mãe. Atrás ficam os Estados Unidos, a Áustria e até o Luxemburgo. A liderança da tabela, constituída por 160 nações, foi atribuída à Noruega.

São dez os critérios que determinam os resultados desta lista. Entre eles contam-se a educação, a economia, a esperança média de vida de mães e bebés, a taxa de mortalidade infantil e ainda a intervenção política das mulheres.

A tabela agrupa, no entanto, estados ricos (43) e estados pobres (117), fazendo obviamente com que países do terceiro mundo como a Nigéria, o Chade, o Mali, o Sudão e a Eritreia fiquem no fundo da lista.

Portugal estabelece-se a meio da tabela no grupo de países com melhor nível de vida. Segundo o estudo "Taxing Wages 2007-2008", realizado pela OCDE a 30 países, Portugal é o país que menos incentivos fiscais oferece às famílias.

No entanto, a aplicação recente de medidas como subsídios para grávidas com baixos rendimentos, abonos de família majorados para agregados mais numerosos e famílias monoparentais explica o bom posicionamento de Portugal na lista da organização Save the Children.

A diferença de rendimentos entre ricos e pobres é um dos pontos de enfoque do estudo que, desta forma, expõe algumas das desigualdades sociais e económicas que assolam todo o mundo. Um dos exemplos dados no relatório é elucidativo: "Na Etiópia, apenas seis por cento dos nascimentos são medicamente assistidos, enquanto que na Noruega todos os nascimentos contam com a presença de profissionais".

Comparem-se ainda os dados da Noruega aos do Afeganistão, o último país do ranking: uma mãe norueguesa tem, em média, 18 anos de escolaridade e uma esperança de vida que se estende até aos 83 anos. Apenas uma em 132 mães corre o risco de perder o seu filho antes dos cinco anos. As mães afegãs têm, em média, a escolaridade primária, uma esperança de vida de 44 anos - a probabilidade dos seus filhos morrerem antes dos cinco anos é superior a 25 por cento.

Fonte: http://www.boasnoticias.pt/


Para quando um estudo sobre a satisfação em relação ao parto?

sábado, 8 de maio de 2010

MUITO BOM!!

 
 
Grata Carina pela partilha!

Divulgo: 1º Retiro Parto Suave

A Doula Sofia está a organizar o 1º Retiro Parto Suave.

Um fim de semana diferente e relaxante para casais grávidos, onde vamos nutrir e fortalecer a relação entre casal, conhecer o corpo e ventre da mulher, recuperar a nossa capacidade de parir, enquanto nos preparamos para um parto suave e terno, no meio da natureza. Vamos abordar integralmente a maternidade plena e natural!

A não perder!
Mais informações:
retiro.parto.suave@gmail.com
doulasofia@gmail.com
http://maternidadenatural.blogspot.com/

Bolsas abertas para famílias de acolhimento

O Serviço de Acolhimento Familiar da Santa Casa da Misericórdia (SCML) está a aceitar candidaturas para o programa de Famílias de Acolhimento para receber crianças em risco.

O programa pretende dar um ambiente de segurança e tranquilidade aos menores que estão em sofrimento emocional por terem sido vítimas de maus tratos, abandono ou algum tipo de negligência.

Os candidatos a receber uma criança podem ser solteiros ou casados, ter entre 25 e 65 anos e serem residentes em Lisboa. São depois selecionados e avaliados a nível da motivação e estrutura emocional pelos técnicos da Misericórdia que determinam se estão aptos, ou não, para cuidar e dar afeto à criança que irão receber.

Os potenciais acolhedores não podem ser candidatos à adoção para que não haja risco de expectativas em ficarem com a guarda definitiva da criança. O objetivo é sempre que a família biológica possa ter tempo para reunir as condições necessárias para receber o filho de volta.

"O objetivo é que, durante este tempo, ao viver com estas pessoas, as crianças se reabilitem num novo contexto familiar, sejam saudáveis e felizes. Mas também que a família de acolhimento seja modelo de interação com a família biológica", explica ao DN Rosa Macedo, responsável do Departamento de Acolhimento, Juventude e Infância da SCML.

As famílias de acolhimento recebem uma bolsa no valor de 330 euros. Pode saber mais como se candidatar a família de acolhimento no site da SCML.

Fonte: http://www.boasnoticias.pt/

O porquê da dor (no parto)

fonte: http://www.partodoprincipio.com.br/conteudo.php?src=prazer&ext=html



A gente pode dissecar a questão da dor (do parto) de infinitos modos, pois
não se trata de uma grandeza absoluta, não mede xis unidades de qualquer
coisa. Ela é relativa, e a múltiplos fatores combinados entre si, físicos e
psíquicos, conscientes e inconscientes, e a combinação de todos eles produz
a percepção psico-física dentro de limiares individuais.

Na nossa cultura, o parto é na grande maior parte das vezes vivenciado e
relatado como um evento em que está presente uma dor que beira o
insuportável. Será necessário que seja assim? Vejamos...

Primeiramente há o aspecto evolutivo. O parto humano é o que apresenta a
relação céfalo- pélvica mais estreita da natureza. Um dia resolvemos descer
das árvores e caminhar sobre duas pernas. Outro dia resolvemos engrossar
nossa camada de neo-córtex cerebral: resultamos bípedes e cabeçudos, porque
somos metidos a não ser bestas. E na hora de parir nossos filhotes, os
processos musculares de contração das paredes e dilatação do colo uterino,
mais os movimentos do bebê empurrando-se para fora ocorrem sem folga de
espaço, e as sensações fortes* que esses processos produzem podem ser
interpretados como “dor”, e potencializados em sensações ainda mais
dolorosas se houver medo, insegurança, ou ação de hormônios artificiais como
se costuma aplicar através de soro às mulheres em trabalho de parto com o
objetivo de acelerar o processo, atingindo níveis de fato insuportáveis. Em
"Correntes da Vida", o psicoterapeuta inglês David Boadella** descreve o
comportamento uterino em trabalho de parto quando a mãe sente qualquer tipo
de medo – consciente ou inconsciente:

“(...) o útero tenta fazer duas coisas antagônicas ao mesmo tempo: tenta
abrir-se, sob a influência do relógio biológico que atua através do hormônio
que prepara o caminho para o bebê nascer; e, simultaneamente, tenta
manter-se fechado, sob a influência dos nervos simpáticos, trazidos à ação
pelo medo. É como se alguém quisesse dobrar e esticar o braço ao mesmo
tempo; o braço teria um espasmo, que causaria dor. isso é exatamente o que
acontece com o útero de uma mãe que é incapaz de relaxar e que está
condicionada a sentir dor.”

Mas por que a mulher está condicionada a sentir dor? Um dos motivos é o
arquétipo do parto doloroso em conseqüência do pecado original, como reza
nossa cultura judaico-cristã. Ao expulsar Adão e Eva do Paraíso por terem
provado do fruto do Conhecimento, o Criador lhes diz: “Multiplicarei
sobremodo os sofrimentos da tua gravidez; em meio de dores darás à luz
filhos” (Gênesis 3:16). Ora, como não sentir dor se o próprio Deus a
determina? O arquétipo do parto como sofrimento foi literalmente
in-corporado baixo a quase 6.000 anos de crença.

Outro aspecto importante, é o caráter fisiológico do parto. Esta noção não
faz parte do senso comum: de que o ato de parir (assim como gestar e
amamentar) é tão fisiológico e saudável quanto respirar, digerir, filtrar o
sangue, pensar, absorver nutrientes, excretar, chorar, ouvir, enxergar,
fazer sexo, fazer amor. Mas na nossa cultura, uma mulher grávida é vista
como alguém sob risco potencial e iminente, o parto é visto como um evento
necessariamente hospitalar e na maioria das vezes, cirúrgico. Ao transformar
um evento potencialmente saudável em necessariamente patológico, a dor
encontra campo fértil para ser identificada como tal. Está aí um dos fatores
que levam tantas mulheres a sentir pavor pelo parto normal.

A dor tida por alucinante pode ser percebida como lidável quando a mulher,
em primeiro lugar subtrai-lhe a parcela da dor propriamente dita, advinda do
medo e da insegurança; o restante das sensações, ela pode converter em
sensações lidáveis ao aceitar a natureza do seu corpo, aceitar as sensações
do trabalho de parto não como alguma coisa a vencer, contra as quais se deve
lutar - porque elas não resultam de uma patologia, não sinalizam alguma
coisa que está errada, como uma fratura ou queimadura, por exemplo. Não.
Essa sensação é uma aliada que sinaliza o processo fisiológico do parto,
levando a mulher a fazer força, ou a se contorcer, a gemer, a acocorar-se ou
a procurar a banheira, e entre as contrações as sensações atenuam, como
ondas***, e você pode relaxar. As sensações intensas levam ao transe, e esse
transe tem que ser aproveitado, ele faz parte. Você não precisa de
anestésicos, ordem pra fazer força, fórceps. Você precisa apenas de
liberdade para vivenciar seu parto.

O parto é você, é o seu corpo em plena atividade, e você não deveria deixar
esta parte de você ser subtraída por uma conveniência que vem de fora.
Existem séculos de uma cultura desfeminilizante costurando essa rede em que
se cai tão facilmente, como eu mesma caí nos meus partos. Não é a mulher que
precisa da anestesia, são os outros que precisam do conforto de uma mulher
parindo quietinha.

E há outro aspecto que eu acho muito interessante que é a coisa do ritual de
passagem. Nós cultivamos algumas manifestações externas de rituais, como
casamentos, batizados, bar-mitzvahs, aniversários, festas da primavera, e
essas festas refletem a nossa necessidade humana de marcar as passagens das
fases, de criança inimputável para o adulto responsável, da vida individual
para a vida em família, de um período de dureza para outro de fartura,
enfim, quando passamos de uma fase para outra sem essa marca fica faltando
alguma coisa. Tive um tio que foi tratado com hormônios nos anos 40 para
acelerar seu crescimento. Na verdade ele foi cobaia das primeiras
experimentações com hormônios no Brasil. De um dia para o outro ganhou pelos
pelo corpo, engrossou a voz, a adolescência que deveria prepará-lo
vagarosamente para a idade adulta veio num turbilhão que ele não deu conta e
ninguém à volta dele compreendeu. Ele enlouqueceu.

Assim é com o parto. Quando se tenta ao máximo passar por ele como se nada
tivesse acontecido - e o ápice disso é a cesárea eletiva, está-se pulando um
ritual fundamental para o início da maternidade. E o efeito cascata começa:
dificuldade de estabelecer vínculo com o bebê, depressão pós-parto, "falta"
de leite, intolerância ao comportamento do bebê. O parto normal cheio de
intervenções, do qual se diz "ah, foi uma beleza, não senti na-da!!! fiquei
ali, conversando, e em xis (poucas) horas o bebê nasceu!!" não é muito menos
maquiagem da passagem. Sim, "de repente" o bebê estava ali. E ela não
precisou fazer nada. Inicia-se a maternidade com a sensação de que "não é
preciso fazer nada" para ser mãe. E começa a transferência de
responsabilidade... impulsionada pela sensação inconsciente de que a
maternidade moderna NÃO PODE ser trabalhosa. E esse caráter trabalhoso que a
maternidade efetivamente tem, não é, como nossa sociedade acredita, um
sofrimento, um castigo do qual devemos nos livrar. Ao contrário, ela contém
o extremo prazer que sentem as pessoas que superam desafios, convivendo com
as mudanças no corpo e na vida pelo prazer que isso traz, em oposição à
compulsão de querer lutar contra as mudanças irreversíveis promovidas pela
chegada dos filhos.

O processo do parto vem sendo aprimorado há milhões de anos (ou milhares,
depende do critério), e a humanidade definitivamente não aperfeiçoou este
processo agregando-lhe tecnologia, apenas o corrompeu. Anestesia, ocitocina
na veia, posição horizontal, raspagens, submissão a alguém como dono do
parto, kristeller, amniotomia, episiotomia, tudo isso num trabalho de parto
que está transcorrendo sem intercorrências, não é evolução: é perversão. Das
grossas. Você e seu bebê não precisam de mais nada além dos seus corpos com
seus hormônios para permitir o nascimento.

Precisamos desconstruir o conceito de parto doloroso, e compreender e
desejar e conquistar o parto prazeroso, não importa quão trabalhoso ele
possa ser. Não se deixem levar pela inércia do sistema obstétrico vigente,
que inadvertidamente vampiriza a força, a beleza e a vida que mãe e bebê
protagonizam no ato de parir e nascer.

* definição da Éllade França
** contribuição da Anita Cione
*** definição de Michel Odent

Roselene Nogueira <roselene@partodoprincipio.com.br>
Mãe de Heloisa, Beatriz e Isabela (3 partos normais hospitalares) e
arquiteta

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Semana Mundial pelo parto respeitado - 2010

Este ano a semana (16 a 23/5) tem como tema "Parir e Nascer: do Trauma ao Prazer" ("BIRTH TRAUMA, BIRTH PLEASURE")

Aquilo que vos peço é que de alguma forma ( fotografia, vídeo, desenho, texto...) demonstrarem o prazer que tiveram no vosso parto ( pode ser durante o trabalho de parto, durante o expulsivo, no pós-parto....).
Esses trabalhos serão publicados no blog.


Aguardo noticias pelo catarinapardal@sapo.pt

Para comemorar esta data convido-vos a aparecerem, 6ª feira dia 21 de Maio das 16h30m ás 18h30m, na HUG em Linda-a-Velha para, numa roda de mulheres, falarmos sobre esta temática. ENTRADA LIVRE!

Divulgo: Palestra sobre o significado das doenças infantis no desenvolvimento da criança - HOJE

"Conversas entre nós" vai receber a Drª Manuela Tavares na HARPA (www.harpa-portugal.com ), sexta-feira, dia 7 de Maio, pelas 18 horas, para nos falar sobre o significado das doenças infantis no desenvolvimento da criança.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O novo pai. A importância da participação do pai



   
Por Maria Rita Cassia B. Almeida    
02 de Maio de 2010 
 
Após a revolução sexual de meados da década de 60 e 70 mudou radicalmente os parâmetros culturais. Códigos morais, religiosos e econômicos que reprimiam os impulsos de homens e mulheres foram contestados, mas apenas recentemente, os homens estão participando ativamente dos aspectos da reprodução humana.
 
 
Muitos deles, hoje, querem participar ativamente durante este período especial da vida das mulheres e dos bebês.
 
Os homens estão mais participantes nas consultas ginecológicas e de pré-natal com suas parceiras. Mostram-se também  interessados em assistir aos encontros de educação pré-natal, e em buscar informações científicas mais detalhadas sobre o corpo feminino e, especialmente, as que tangem o desenvolvimento dos bebês. Acredita-se que os pais que freqüentam o pré-natal e cursos de preparação para o parto e nascimento têm, conseqüentemente, maior  presença nas vidas de seus filhos. É uma sutil mudança na direção da paternidade participativa e responsável. Entretanto, alguns deles se sentem esquecidos no processo da reprodução quando são ignorados pelos profissionais da saúde que ainda pensam que a gravidez e o parto envolvem apenas as mulheres.
 
Felizmente hoje, incentiva-se sempre mais a participação dos homens no processo de parturição, desbancando a velha crença de que eles não são fortes o bastante para ver uma mulher dando à luz. No lugar desse mito, se assiste à alta satisfação expressa por aqueles homens que experimentam direita e ativamente o nascimento de seus filhos. Parir é uma experiência comovente no tocante a vivência do casal ou da família, não um ato exclusivamente médico. A participação do homem no trabalho de parto ajuda a garantir a privacidade desse momento, bem como a oferecer um poderoso apoio emocional, psicológico e físico à mulher.
 
Participando ao parto, os homens têm a oportunidade de perceber a força interna das mulheres em sua expressão máxima da coragem e feminilidade. É também para eles uma chance para abrir seus corações e manifestar a emoção, freqüentemente reprimida. O parto dá também as condições para aproximar ainda mais o casal, fortalecendo o vínculo entre pais e bebês, reduzindo os riscos de violência infantil e enriquecendo a experiência da maternidade e paternidade, tornando-a mais feliz e harmoniosa.
 
A presença do pai durante o ato de nascimento contribui para reforçar a ligação com o seu filho(a) recém-nascido(a). Essa conexão entre eles é naturalmente mais lenta e gradual do que deste com a mãe, mas é recíproca e estimula o comportamento de proteção dos pais nos dias e semanas que se seguem ao nascimento. Participar ativamente e positivamente na educação de uma criança está relacionado com a formação de um apego seguro.
 
Os homens, hoje, ficam muito mais tempo com seus bebês em comparação com os pais das gerações passadas. Embora eles, geralmente, sejam desejosos de um contato mais próximo com seus bebês, a criação de vínculo muitas vezes acontece em outro tempo, diferente do das mães, porque entre eles não há o contato gerado pelo aleitamento materno. Mas os pais devem perceber que para criar vínculo com o seu(a) filho(a) não se trata de tornar-se segunda mãe. Em muitos casos, os pais podem participar de outras atividades especiais com seus bebês. Além disso, o casal pode se  beneficiar enormemente quando são apoiados e encorajados um pelo outro.
 
Algumas das atividades que promovem a formação de vínculos emocionais iniciais são:
 
Participar em conjunto no trabalho de parto e parto
Ajudar a mulher nos cuidados da casa e na realização das refeições.
Mudar as fraldas do bebe.
Dar banho no bebe e levá-lo a mãe para que seja amamentado.
Ler ou cantar para o bebê.
Imitar os movimentos do bebê.
Imitar as vocalizações do bebê (seus primeiros esforços para se comunicar).
Usar um carrinho de bebê para levar a criança para fora durante a execução de atividades de rotina ou um sling.
Deixar o bebê sentir as diferentes texturas do rosto do pai.
Apesar de o pai ter a sensação de que cuidar de seu bebê no início pode ser assustador, ele  pode se beneficiar com a emoção de estar com o bebê e começar a ganhar confiança em suas habilidades como pai.
 
Nos primeiros dias, e especialmente devido à insegurança e falta de habilidade, o ato de cuidar de um recém-nascido pode consumir quase toda a atenção e a energia, principalmente para aquelas mães que estão amamentando ao seio. O vinculo será muito mais fácil para aquelas mulheres que não estiverem sobrecarregadas com tarefas domésticas, refeições e lavagem das roupas. É útil, nesse momento, o pai fornecer ajuda extra, além de oferecer apoio emocional.
 
Eles também podem pedir ajuda de familiares e amigos nos dias ou semanas que se seguem logo após o nascimento do bebê. Mas, o importante é que nesse momento, seja escolhida pessoas que ajudem de fato, sem atrapalhar, pois, caso contrário, esse período de transição pode ser desconfortável, opressivo ou estressante. Certamente é mais fácil estabelecer relações com seu bebê, se as pessoas que estão ao seu redor apóiam e facilitam o desenvolvimento da confiança na capacidade de criação da mãe e do pai.
 
A maioria das crianças está pronta para o vínculo, imediatamente após o nascimento. Os pais podem ter sentimentos contraditórios sobre o assunto, pois alguns sentem um vínculo intenso nos primeiros minutos ou dias após o nascimento de seu bebê, outros podem levar mais tempo. É importante lembrar que a criação do vínculo é um processo, não algo que tem um prazo delimitado para ocorrer. Para muitos pais, o vínculo é o resultado de cuidados diários e, de repente, mediante o primeiro sinal de interação do bebê, como seu sorriso ou expressão de prazer, os pais percebem que estão plenos de amor e alegria para com o bebê.
 
Participar ativamente e positivamente na educação de uma criança envolve a presença de um apego forte, o qual está intrinsecamente relacionado à sensação de segurança e auto-estima que estão na base da relação com o bebê.
 
Maria Rita Cassia B. Almeida é enfermeira obstetra, mora em Curitiba (PR). Monografia do Módulo Maternities e Paternidade do Curso Humanização Online 2009 da ONG Amigas do Parto.
 
FONTE: http://www.amigasdoparto.org.br/2007/index.php?option=com_content&task=view&id=1223&Itemid=211

Maio - mês internacional da Doula

O que é uma Doula segundo a minha filha ( 6 anos )






Estou babadíssima como podem imaginar :)))))))))))))))

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Dia Internacional da Parteira

No dia 05 de Maio, foi instituído O Dia Internacional da Parteira pela Organização Mundial da Saúde em 1991, para salientar a importância do trabalho das parteiras em todo o mundo.
A todas as parteiras... um dia feliz! Que este dia sirva para reflectirmos sobre o papel da parteira na nossa sociedade....

Porque escolher uma parteira?


Convite - Sessão Reflexologia Podal Infantil

Dia 7 de Maio, 6ª feira, pelas 17 horas na Hug (www.hug.pt ) em Linda-a-Velha, entrada livre mas sujeita a marcação.
Com a Reflexologia Podal Infantil podemos ajudar o bebé com cólicas, obstipação, diarreia, irritabilidade, insónia, constipações, gripe, otites, dentição, etc.
Em crianças maiores a Reflexologia pode ser uma ferramenta útil na promoção do relaxamento, do reforço imunitário, de vinculo afectivo entre pais e filhos, etc.
Para inscrições ou mais informações:
catarinapardal@sapo.pt ou 919267844

terça-feira, 4 de maio de 2010

Maio - mês internacional da Doula


Agradeço à Sofia, com uma lágrima no olho... está LINDO!!!
Estou á espera dos vossos!!!

"indução natural"


Muitas ideias e comentários sobre o tema aqui: http://cfmidwifery.blogspot.com/2010/04/opinions-herbal-inductions.html
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Documentário sobre Parto Natural Humanizado

Parto Natural - Natural Birth from José Gaspar on Vimeo.



Uma excelente semana!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Este parto que eu não escolhi...

Parto normal, parto natural, parto na água, parto em casa, cesariana. As opções de parto são cada vez mais variadas. Entre o parto imaginado e o parto real fica a sensação de desilusão, frustração, fracasso, culpa.



Rita Martins ainda não estava grávida e já tinha decidido como gostaria que fosse o parto. Por achar que seria o melhor para o bebé e para o elo de vinculação que se estabelece com os pais, escolheu ter um filho na água. A gravidez chegou e com ela a vontade reforçada de um parto aquático. Fez um curso de preparação para o parto com uma doula, teve acesso a informação sobre o parto na água em casa e conheceu uma enfermeira-parteira que se disponibilizou para acompanhar o casal. «Nesta sequência decidimos que esse era o nosso caminho», conta Rita. A partir daí, todos os preparativos foram num só sentido: «Acreditei sempre que o Gabriel iria nascer na água, em casa e num ambiente tranquilo». Mas, quando o Gabriel decidiu vir ao mundo, o caminho alterou-se. Ao fim de algumas horas em trabalho de parto, Rita começou a perder sangue e a parteira decidiu que era preciso ir para o hospital. «Quando me confrontei com a necessidade de ter de fazer uma cesariana, não consegui estar tranquila. Mais tarde, percebi que não estava preparada para lidar com esta realidade», reconhece.



Contactaram a obstetra que também estava a acompanhar a gravidez, mas ela não estava disponível. Seguiram para um hospital privado e aí, com uma equipa «pouco humana», as desilusões foram-se seguindo: não deixaram o pai assistir ao parto, levaram o Gabriel para longe da mãe assim que nasceu e ignoraram o pedido para colocar a música ambiente que tinham levado de casa. «A música é apenas um pormenor mas para nós era importante. E nesse sentido não me senti respeitada.» O parto íntimo e familiar que tinha imaginado ficou para trás.



Por tudo isto, «os primeiros dias após o parto foram mais delicados em termos de auto-confiança» e assombrados pelo medo «que a vinculação pudesse ter sido afectada» por um parto pouco tranquilo. Nove meses depois de ter visto o Gabriel pela primeira vez, Rita ainda sente um nó na garganta quando fala do parto e não consegue afastar os sentimentos de culpa por não se ter preparado melhor para uma eventual cesariana.



Antes: contar com a imprevisibilidade



O caso de Rita está longe de ser único. O parto é cada vez mais um momento pensado e planeado ao pormenor. Mas continua a ser um dos momentos mais imprevisíveis da vida de uma mulher. Um verdadeiro salto no escuro. «Durante a gravidez, é indispensável que se trabalhe o factor da imprevisibilidade, ou seja, devem ser apresentados à grávida os diversos cenários e opções. É importante que ela participe nas decisões e que sinta que existem coisas que pode controlar, mas simultaneamente que aceite que existirão outras que não dependerão dela», explica Mónica Fernandes, psicóloga na Maternidade Júlio Dinis. «Muitas vezes, as expectativas são muito altas – actualmente, a maioria das mulheres tem poucos filhos, são gravidezes muito planeadas, com acesso a muita informação – fazendo do parto um momento muito investido e esperado», analisa a psicóloga.



A enfermeira Luísa Sotto-Mayor, que fez «milhares» de partos na Maternidade Alfredo da Costa e agora dá aulas na Escola Superior de Enfermagem de Lisboa, sublinha que «os partos sem nenhum aspecto negativo são muito raros». Mesmo quando tudo bate certo com o desejado, «há sempre uma ou outra coisa inesperada». Por isso, ensina aos seus alunos «a promover expectativas realistas junto dos pacientes e a oferecer os instrumentos necessários para lidar com a realidade». E isso passa, por exemplo, por «falar do tempo que pode demorar um parto» ou «dizer às grávidas que podem ter o seu bebé em qualquer hospital público e que podem solicitar junto de cada um as condições que irão encontrar no parto».
Indispensável, considera ainda a enfermeira, é dar informação correcta. «Mesmo aquela que, às vezes, os casais não querem ouvir», diz referindo-se aos planos de parto. «Uma das partes que não gostam de ouvir é que o plano de parto pode não ser respeitado. Por muitos esforços que façamos, nem sempre podemos prometer tudo o que os pais gostariam que acontecesse no nascimento do filho.»



Luísa Sotto-Mayor admite que muitos profissionais de saúde ainda sorriem quando recebem planos de parto em que as mulheres escrevem «não quero ter epidural», «não quero episiotomia» ou outra intervenção. «Ninguém sabe como o parto vai correr e, por isso, não se pode dizer “não quero”. Há casos em que a episiotomia é mesmo necessária e muitas mulheres que dizem não querer epidural acabam por pedi-la.» Assim, aconselha a enfermeira, mais vale escrever «gostaria de não ser sujeita à episiotomia», por exemplo. Isto ajuda também a não levar ideias fixas para o parto e a ter menos desilusões.



A incerteza não é razão para deixar de fazer um plano de parto. As vantagens, na opinião da doula Catarina Pardal, que acompanha grávidas antes e depois do parto, mantêm-se: «O plano de parto ajuda o casal a pensar no parto e, depois, quando o enviam para o hospital, percebem, através da resposta, que nem tudo poderá ser como desejam. Isso ajuda-os a serem realistas», defende.



Para as mulheres que querem tentar um parto hospitalar sem epidural, a doula recomenda que escrevam «peço que não me ofereçam a epidural, eu peço-a se assim o entender». É que na maior parte dos hospitais, assim que se entra no bloco de partos, a palavra mais ouvida é epidural. Com boas intenções, claro, mas, para as mulheres que querem tentar um parto natural, é uma tentação e uma desconcentração.



Durante: a atitude dos profissionais



Parto normal. O objectivo era apenas esse. Constança cresceu a saber que as mulheres da sua família tinham partos normais e, por isso, sempre achou que quando chegasse a sua vez não seria diferente. «Os pormenores não eram muito importantes, sabia que na altura certa ela nascia e pronto», conta. Mas não foi bem assim. Às 39 semanas de gravidez, «a bebé não estava a mexer bem e o médico achou melhor induzir o parto». Constança não dramatizou. Não esperava que fosse estar 12 horas «com contracções induzidas, muito dolorosas, quase sem intervalo» e «sem dilatação nenhuma». A Teresa acabou por entrar em sofrimento, obrigando a uma cesariana de emergência. «Desiludiu-me não ter sido aquele momento natural, quase primitivo e simples, que pensei que seria. Acho que, inconscientemente, tinha a sensação de que ia ser daquelas que nem dava por isso e, de repente, já estava o bebé com a cabeça de fora». Agora, arrepende-se de «não ter feito mais perguntas, de não ter procurado mais informação, para saber o que poderia acontecer e estar mais envolvida, mais consciente e preparada». Nos dias seguintes ao parto, a sensação era de «fracasso, desilusão e culpa». Com o segundo filho, Constança preparou-se e informou-se o mais que pode, novamente com o objectivo de ter um parto normal. Mas, novamente, esperava-a uma surpresa. Às 36 semanas começou a perder líquido amniótico e tudo se encaminhava para nova cesariana. Constança demorou a aceitar a ideia, mas no processo de decisão teve tempo para se preparar emocionalmente para o parto que não tinha escolhido. «Percebi que tinha de reajustar expectativas e partir para o passo seguinte». Às 38 semanas, o Afonso nasceu de cesariana electiva. «Não foi o parto que sonhei, mas foi um dia de sonho. Foi muito melhor, mais bonito e perfeito do que podia ter imaginado». Sentir que as pessoas que a acompanharam no parto se «importavam» e o facto de o ambiente emocional na sala ser de «grande expectativa e carinho» para receber os bebés, foi «uma das consolações» que teve após os dois nascimentos.



A percepção que a mulher tem do seu parto está também nas mãos dos profissionais que a acompanham. «A satisfação da mulher perante o parto pode depender do controlo que ela sente que teve. E é perfeitamente possível a mulher sentir que mantém o controlo da situação mesmo quando é feita uma episiotomia ou um fórceps. Cabe a nós, profissionais, dar-lhe informação e explicar-lhe com calma o que está a acontecer para que ela não se sinta, de alguma forma, diminuída», comenta Luísa Sotto-Mayor.



Catarina Pardal concorda: «As mulheres têm uma palavra a dizer sobre o seu corpo. Os médicos não podem dizer que é preciso fazer uma cesariana, sem explicar muito bem porquê, e depois darem um termo de responsabilidade para a mãe assinar. Ela tem de perceber o que está a assinar. O diálogo é essencial».



Por outro lado, é importante «confiar na equipa que a está a acompanhar», defende Luísa Sotto-Mayor. «Não lutar contra as equipas como se fossem inimigos, como se tivessem interesses ocultos. O verdadeiro objectivo do parto é o nascimento de um bebé saudável.» Algo que, na opinião da enfermeira, às vezes parece esquecido.



Após o parto, a atitude dos profissionais continua a ter um grande peso na ideia que cada mulher terá sobre a sua capacidade de parir. «A mulher sente que falhou se lhe for transmitida essa imagem. Muitas vezes, só precisa que lhe digam que fez tudo o que era preciso para ajudar o bebé a nascer», diz a enfermeira, rematando: «Não se pode alterar um parto, mas se tudo for bem explicado pode ser visto numa nova perspectiva».


Depois: ultrapassar a desilusão com um grito



Na sua experiência como doula, Catarina Pardal tem observado que as mulheres que vivem um parto diferente do planeado têm mais probabilidades de ter uma depressão pós-parto e, geralmente, têm também mais pressa de voltar ao trabalho. «Como que para esquecer.» No pós-parto, a insegurança vem ao de cima. «Ligam-nos mais vezes com dúvidas sobre o bebé e têm mais dificuldade em falar do parto, dizem apenas “já passou”». Pelo contrário, «quando o parto é como a mulher idealizou, a mulher fica diferente, cresce imenso como mãe e como mulher».



Catarina Pardal sabe que ultrapassar a sensação de fracasso pode ser muito complicado. Ainda mais, porque as mulheres que vivem um parto diferente do planeado «têm tendência a fecharem-se». Embora a atitude deva ser a contrária: «É muito importante falar sobre o que aconteceu. Ou escrever sobre isso, mesmo que seja só para si. É preciso deitar tudo cá para fora. Como se fosse um grito». Frequentar grupos de mães também ajuda. «Falando com outras mães percebem que não foram só elas que passaram por isso. Ao mesmo tempo, sentem-se úteis por estar a ajudar outras mulheres com a sua experiência. E isso também contribui para ultrapassar a mágoa».



Rita tem contando muito com o apoio da doula que a acompanhou e com a ajuda preciosa do Gabriel: «O meu filho tem-me demonstrado de dia para dia que a nossa vinculação é plena e tem me ensinado a reencontrar-me como mulher e como mãe». Apesar de o parto estar longe do que imaginou, Rita considera o nascimento do filho «um momento muito especial» e é esse sentimento que guarda como a «essência» de tudo o que viveu.



Para a psicóloga Mónica Fernandes, o parto não pode nem deve influenciar a forma como uma mulher se vê como mãe: «É importante a mulher contextualizar o parto como uma passagem, uma etapa do longo caminho que já está a efectuar com o seu filho, exercendo a maternidade. Não é aquele momento que a irá definir como mãe, mas sim tudo o que virá depois». Algo que Constança também já percebeu: «Sei hoje que o parto é apenas o ponto de partida para a fantástica aventura da maternidade. É o apito do árbitro. Era bom que todas começássemos com o pé direito, mas nem sempre é possível». Agora que a Teresa tem três anos e o Afonso seis meses, Constança garante que a desilusão com os partos já está resolvida: «A gratificação de ter dois filhos lindos, que se tivessem sido desenhados por mim a lápis não tinham saído mais perfeitos, não me faz lamentar nada. Porque tudo isto faz parte da nossa história, a minha e a deles».

Curar a ferida do parto que não aconteceu

Ocasionalmente, a doula Catarina Pardal organiza meditações com o objectivo de «curar a ferida» do parto que não aconteceu. «Nessas meditações vamos rever o momento do parto, fazendo uma visualização criativa do parto. O sentido é de aceitar e de agradecer, que são as chaves para poder ultrapassar a ferida», explica. Aceitar que se o parto aconteceu assim foi por alguma razão e tentar perceber o que isso pode ensinar. Agradecer o bebé saudável que nasceu. Estes encontros fazem-se com grupos restritos, no máximo cinco pessoas, para poder ser uma experiência íntima e quase privada. «Falamos muito, choramos, é muito emocional», revela a doula.
Para mais informações visite o blogue de Catarina Pardal em: http://gravidasemforma.blogspot.com



Grupos de mães

Antes, as mulheres tinham mais filhos e mais irmãos e lidavam com as questões da maternidade desde cedo. As redes de apoio entre mães criavam-se naturalmente entre família e vizinhança. Agora, muitas mulheres têm de lidar com a solidão após o nascimento de um filho. Noutros países já existem redes de mães há algum tempo. Em Portugal, surgiu recentemente a Maternar. «Uma rede de apoio comunitário sem fins lucrativos cuja missão é apoiar as mulheres e as suas famílias ao longo de todo o processo de maternidade, oferecendo suporte local e informação relevante», conforme se lê no site www.maternar.pt . A associação, fundada por sete mulheres, convida quem quiser a juntar-se à rede e organiza encontros sobre os mais variado temas, sempre ligados às questões da gravidez, parto, pós-parto e bebés.


Revista Pais&Filhos
Texto: Patrícia Lamúrias

domingo, 2 de maio de 2010

Para todas as mães que vi nascer....

"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exacto. E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome… Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia e meu sofrimento emocional, não passam de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é… Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para meu crescimento. Hoje chamo isso de… Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo forçar alguma situação ou alguém, inclusive a mim mesmo, somente para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa não está preparada. Hoje sei que o nome disso é… Respeito.

Quando me amei de verdade, comecei a livrar-me de tudo que não fosse saudável…Pessoas, tarefas, toda e qualquer coisa que me pusesse para baixo. Inicialmente, a minha razão chamou a essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama… Amor próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre, desisti de fazer grandes planos e abandonei os projectos megalómanos para o futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, dessa maneira, errei menos. Hoje descobri a… Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode atormentar-me e decepcionar-me. Mas, quando a coloco a serviço do meu coração, ela torna-se uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é… SABER VIVER!


Não devemos ter medo dos confrontos… até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas"


Texto atribuído a Charles Chaplin


Quantas vezes nos amamos de verdade?

FELIZ DIA DA MÃE!

sábado, 1 de maio de 2010

Maio - mês internacional da Doula

Porque estamos no mês internacional da doula, desafio a quem foi acompanhada por uma a dizer porque o fez, e como foi a experiência.

Enviem para o mail catarinapardal@sapo.pt posteriormente será publicado aqui no blog. Pode ser um texto, uma fotografia, um desenho.... sejam criativos!







Para mim ser doula é simplesmente lembrar á futura mãe a sua capacidade inata para parir os seus filhos....
Estar a seu lado, quando ela quiser, sem tomar decisões por ela...

É fazer com que todo o cenário esteja pronto, para que a actriz principal e única estrela do filme possa actuar... a futura mãe...
É estar... e não estar... é ser invisível... mas presente...

É estar de alma e coração para aquela mãe / casal fazendo com que tudo esteja perfeito e como a mãe deseja...

É ser " a mulher que serve" dando á mãe, conforto, colo, uma mão para apertar, sem servir de "muleta"

É um privilegio ser doula...

Até já!

Para o meu piratinha lindo que fez ontem 4 anos, e para a minha princesa bailarina que fez 6 anos no passado dia 22

AMA-ME E AMA-TE



Ama-me a mim dentro de ti.
Porque eu estou dentro de ti.
Em cada bocadinho de ti, em cada célula, eu estou aí.
E só quando entras em contacto profundo contigo, é
que entras em contacto profundo comigo.
E só quando te amas eternamente, é que consegues
amar-me eternamente.
Porque quando me perdeste há dois mil anos,
quando eu desapareci da tua vida, tu não te
achaste merecedor de nada – já que não eras
merecedor de mim.
Este foi o teu raciocínio que perdura até hoje.
E não foi essa a minha intenção.
Eu saí das vossas vidas para que vocês,
à força de não me terem mais, olhassem
para dentro e percebessem que eu estava aí.
E ao perceberem que eu estava aí dentro, iriam amar-me,
e por contraponto amar-se, sentindo que eram merecedores
da minha presença dentro da vossa energia.
E, hoje, a escolha continua a ser tua.
Ou sentes a minha falta fora de ti, concentra-te na minha ausência e,
consequentemente, não te achas merecedor
da minha presença na tua vida…
Ou percebes que me fui embora dos teus olhos para que
me sintas dentro de ti e te ames por isso.
Há aqui uma escolha que tem de ser feita.
E és tu que a tens de fazer, mais ninguém.
Eu só posso elucidar-te, não posso escolher por ti.
A minha escolha já está feita,
que é amar-te eternamente, faças a escolha que fizeres.
Eu estarei sempre aqui.
À tua espera.
À espera que percebas.
À espera que escolhas amar-me e amar-te.
À espera que te rendas à Luz.
À espera que sintas que a Luz sou Eu.


Jesus
Muito Mais Luz – Pergunte, o Céu Responde
Alexandra Solnado

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Amanhã é o “Dia Internacional da Guerrilha Girassol”

No dia 1 de Maio a Jardinagem de Guerrilha (Guerilla Gardening), em todo o mundo, irá semear girassóis por todo o lado. É uma forma de trazer beleza e muita diversão para ti e para os teus amigos e vizinhos !

2010 é o quarto “Dia Internacional da Guerrilha Girassol” (International Sunflower Guerrilla Gardening Day) e desta vez calha a um sábado! Portanto, esperamos que este evento seja o maior e o mais colorido de sempre!

Faz um plano para o dia 1 de Maio! Procura no teu caminho habitual ou na tua vizinhança um pedaço de terra pública – um jardim degradado, um canteiro abandonado, ou mesmo um espaço com terra junto a uma árvore… Imagina estes lugares com girassóis enormes e o que isso poderia causar às pessoas que por lá passarem! ;)

Dirige-te à uma loja de sementes próxima e adquire as suas sementes de girassol! Com 1 euro compras muitas sementes!

Se quiseres, podes partilhar as tuas ideias e criar grupos de discussão/organização local no Grupo Jardinagem de Guerrila – Facebook http://www.facebook.com/#!/group.php?gid=113904988644294&ref=ts .

Poderás fazê-lo igualmente no Forum do Evento internacional, em GuerrillaGardening.org http://guerrillagardening.org/community/index.php

Espalha a palavra aos amigos e a outros Jardineiros de Guerrilha!

Cadastra-te também no grupo GuerrillaGardening.org, no Facebook http://www.facebook.com/group.php?gid=2341197575

Tudo que precisas são as sementes, algo para fazer um buraco no chão (2 a 5 cm) e um pouco de imaginação!

Dicas estão disponíveis aqui:
http://www.guerrillagardening.org/ggsunflower.html

Este Dia foi lançado por http://brussels-farmer.blogspot.com/
e é defendido por http://www.GuerrillaGardening.org

(Nesta época do ano os girassóis são mais adequado para plantio no Hemisfério Norte, por isso, se estiveres no hemisfério sul podes optar por uma ideia diferente! (Faz a Guerrilha Girassol em Novembro).

quinta-feira, 29 de abril de 2010

É bom fazer ginástica e poder levar o bebé!!!!



B&M Gym nível 2 - Onde as mães pode exercitar o seu corpo e fortalecer o seu períneo na companhia dos seus filhos. A ginástica inclui a participação activa do bebé.
Ginástica,brincadeira e socialização entre mamãs e os seus bebés mais crescidos!

A mãe pode obter grandes benefícios da realização de exercícios com o seu bebé, o peso deste acaba por ajudar a trabalhar os músculos de uma maneira mais eficaz.
Uma maneira diferente e mais divertida de fazer ginástica!

Ajuda a mãe a recuperar a sua forma física, com exercícios específicos para a zona perineal, abdominal e peitoral, enquanto o seu bebé desenvolve as suas capacidades psicomotoras.
Nos últimos 10 minutos de aula temos "discussões maternas" onde damos e recebemos dicas, partilhamos duvidas e medos. São conversas entre mulheres!

Benefícios para as mamãs:
* Convívio com outras mãe
* Melhoria da sua condição física
* Melhoria da tonificação vaginal
* Maior vinculo com o bebé/criança
* Diminui a ansiedade em relação ao bebé
* Promove segurança maternal
* ....

Benefícios para os bebés/criança:
* Socialização
* Estimulação precoce
* Desenvolvimento da capacidade psicomotora
* Os bebés dormem melhor ( e as mamãs também! )
* Estimular os 5 sentidos
* Favorece a libertação da hormona de crescimento
* Relaxar e tonificar

HUG (Linda a Velha) todas as 2ª ás 17h ( 1x 35 euros )
E em sua casa no horário que desejar!
Contacte-me para mais informações:
catarinapardal@sapo.pt
919267844

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Então e as Doulas???

Confesso que foi com alguma desilusão que li a reportagem " Na melhor companhia " sobre o acompanhamento de mulheres em trabalho de parto. Falavam do pai, da avó, da prima.... mas das Doulas nada!

Reparem na fotografias :) para mim é uma doula que esta a amparar aquela mulher recém parida.

Par quem não sabe o que é uma Doula:

A palavra "doula" vem do grego e significa "mulher que serve". Hoje em dia, aplica-se às mulheres que dão suporte físico e emocional às outras mulheres durante a gravidez, no trabalho de parto e parto ( não praticam qualquer acto médico como fazer toques ou medir a tensão )
Durante a gravidez a doula ajuda a mulher e o casal a prepararem-se para o parto.

Durante o parto a doula dá suporte físico e emocional. As pesquisas mostram que a presença da doula no parto pode:
- diminuir em 20% a duração do trabalho de parto
- diminuir em 60% os pedidos de anestesia
- diminuir em 40% o uso da oxitocina
- diminuir em 40% o uso de fórceps.

Após o parto, dá apoio especialmente em relação à amamentação e cuidados com o bebé.

Não serão as Doulas umas excelentes companhias no parto? Vou escrever para a revista, se mais alguem quiser escrever para falar sobre "a melhor companhia" a ter no parto o mail é paisefilhos@motorpress.pt

terça-feira, 27 de abril de 2010

Tu comes numa casa de banho?

Então porque é que o teu bebé tem de comer????





E tu escondes-te na casa de banho para dar de mamar?




Uma vez, um segurança de um centro comercial, teve a triste ideia de me pedir para ir para uma casa de banho dar de mamar ao meu pirata. Ele já tinha 2 anos e como podem imaginar tapava-me o peito todo, por isso nem podia ser por estar a mostrara as mamas ( o mais curioso é que até estávamos ao pé de uma tabacaria com revistas tipo playboy na montra :) depois de pedir o regulamento interno do centro comercial onde estaria proibido o acto de amamentar em publico, veio uma senhora que muito educadamente me voltou a pedir para ir amamentar num "local mais recatado", que eles até tinham uns cadeirões muito confortáveis na casa de banho.... eu respondi-lhe que não ia para uma casa de banho, pois se as mães que dão biberão o podem fazer em qualquer lado eu também posso e mais, que ia organizar um encontro de mães no centro comercial - todas a a amamentar os seus filhos. A senhora pediu-me desculpa e disse para continuar :)))

E vocês dão de mamar em publico? Como fazem? Tapam os bebés?
( lembrei-me deste grupo do face - If breastfeeding offends you, put a blanket over YOUR head! )
E ficam ofendidos por verem um bebé a mamar em publico?

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Já não é preciso ter de deixar o bebé para ir ao ginásio!

Porque algumas mães começaram trabalhar e deixarem de fazer M&B Gym por não terem horário....

Porque algumas mães decidiram ficar em casa com os seus filhos, mas deixarem de fazer M&B Gym porque eles já gatinham ( ou já andam ) e não ligam nenhuma á aula....

DECIDIMOS CRIAR O M&B GYM NÍVEL 2!!! Onde as mães pode exercitar o seu corpo e fortalecer o seu períneo na companhia dos seus filhos. A ginástica inclui a participação activa do bebé.


Ginástica,brincadeira e socialização entre mamãs e os seus bebés mais crescidos!

A mãe pode obter grandes benefícios da realização de exercícios com o seu bebé, o peso deste acaba por ajudar a trabalhar os músculos de uma maneira mais eficaz.
Uma maneira diferente e mais divertida de fazer ginástica!

Ajuda a mãe a recuperar a sua forma física, com exercícios específicos para a zona perineal, abdominal e peitoral, enquanto o seu bebé desenvolve as suas capacidades psicomotoras.
Nos últimos 10 minutos de aula temos "discussões maternas" onde damos e recebemos dicas, partilhamos duvidas e medos. São conversas entre mulheres!

Benefícios para as mamãs:
* Convívio com outras mãe
* Melhoria da sua condição física
* Melhoria da tonificação vaginal
* Maior vinculo com o bebé/criança
* Diminui a ansiedade em relação ao bebé
* Promove segurança maternal
* ....

Benefícios para os bebés/criança:
* Socialização
* Estimulação precoce
* Desenvolvimento da capacidade psicomotora
* Os bebés dormem melhor ( e as mamãs também! )
* Estimular os 5 sentidos
* Favorece a libertação da hormona de crescimento
* Relaxar e tonificar

AULA ABERTA HOJE 2ª FEIRA DIA 26 DE ABRIL - APAREÇAM!!!

HUG (Linda a Velha) 2ª ás 17h ( 1x 35 euros )
E em sua casa no horário que desejar!
Contacte-me para mais informações:
catarinapardal@sapo.pt
919267844

Parto normal a caminho de uma revolução de conceitos

Lisboa, 25 abr (Lusa) - A indução do trabalho de parto e o uso de fórceps ou de ventosas podem vir a ser procedimentos excluídos do conceito de parto normal, segundo um documento em análise na Direcção-Geral da Saúde (DGS).

"Pelo direito ao parto normal" é um projeto de promoção do parto natural "sem qualquer intervenção, mas assistido por profissional de saúde", proposto por um vasto grupo de especialistas em saúde reprodutiva.

A indução do trabalho de parto (com recurso a medicamento ou ruturas de membranas), o uso de fórceps, ventosas ou anestesia geral ficam, segundo esta proposta, excluídos da classificação de parto normal, bem como o nascimento por cesariana.


Devagar... mas no bom caminho!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Reflexologis no HSM

A Reflexologia Infantil vai estar hoje no Hospital de Santa Maria numa formação para pais. É mais um passo gigante em direcção à acreditação desta técnica que permite a tantos pais assumirem a saúde dos seus filhos nas suas mãos!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Posições para o parto

"Durante meu trabalho de investigação numa grande maternidade jamaicana, havia uma luta constante entre as parturientes e as parteiras, querendo as primeiras levantar-se para se agacharem ou balançarem o pélvis para trás e para a frente, com os joelhos fletidos, e tentando as segundas metê-las na cama, onde deveriam deitar-se sossegadas, como boas doentes.

Uma freira da classe média, que estava de serviço na sala de parto, embaraçada por eu, uma pessoa de fora, estar a assistir a isto, disse: 'Não sei como aguenta ver isto. Elas são como animais!' O pessoal estava perfeitamente consciente de que os movimentos executados pelas parturientes não eram adequados a um código de comportamento da classe média branca e sentiam-se envergonhadas.

As índias Sia sentam-se num banquinho baixo, enroladas num cobertor, de costas para o fogo, levantando-se e caminhando quando têm vontade. No momento da expulsão, ajoelham-se numa cama de areia, com as mãos agarradas ao pescoço do pai e as costas apoiadas ao corpo da parteira, que está sentada com os braços passados em torno delas, dando-lhes massagens no ventre. Entre os nômades siberianos, a parturiente apoia-se a duas traves paralelas, a cerca de um metro uma da outra, ligadas por uma barra transversal; durante as contrações fica suspensa
por baixo dos braços, de modo que toda a parte de baixo do corpo fica descontraída, apoiada à barra. Na Ilha de Páscoa, que constitui uma exceção dado os parteiros serem do sexo masculino, a mulher decide se prefere ficar de pé com as pernas afastadas ou sentada; o parteiro fica de pé atrás dela, apoiando-a com o seu corpo e dá-lhe massagens lentas e ritmadas no ventre.

A posição que a mulher adota durante as últimas fases do trabalho de parto pode variar, desde sentada nas cadeiras e banquinhos usados na Europa medieval (que só se modificou no reinado de Luís XIV, quando os obstetras convenceram as amantes do rei a dar à luz deitadas em mesas de modo a que aquele, escondido atrás de uma cortina, pudesse ver tudo)[apud Pete M. Dunn, "Obstetric Delivery Today", Lancet, April 10, 1976.], até balançar pendurada nas traves da cabana. A posição mais freqüentemente adotada, e que é também a mais vantajosa do ponto de vista fisiológico, é com as costas curvadas, os joelhos fletidos e os músculos que percorrem a parte interior das coxas descontraídas..."


Sheila Kitzinger, Mães - um estudo antropológico da maternidade.
Lisboa, Presença, 1978; pp.93-94

Convite





4ª feira, dia 21 de Abril, pelas 10h aula aberta de Yogilates na Praia do Magoito. Apareçam o ponto de encontro é no parque dos pescadores!

sábado, 17 de abril de 2010

"Birth Messages"; o caso da episiotomia

"Faz uma análise simbólica dos procedimentos de rotina do parto hospitalar, por ela denominado de modelo tecnocrático do parto. Seu objetivo é elucidar os motivos pelos quais as instituições, a despeito das contra-indicações assinaladas pelas evidências científicas, continuam promovendo o uso rotineiro de vários desses procedimentos, entre os quais a episiotomia. Eles desempenham importantes funções rituais e simbólicas, atendendo, com sucesso, a diversas demandas importantes dos profissionais de saúde responsáveis pela assistência ao parto, das mulheres em trabalho de parto e da sociedade e cultura mais abrangentes.

A episiotomia é analisada como uma mutilação ritual. A vagina, em diversas culturas, inclusive a nossa, é símbolo por excelência daquilo que é natural, sexualmente poderoso e criativo na mulher, sendo, por isso mesmo, vista como ameaçadora pelos homens. É relembrada a figura mitológica da vagina dentada, que ameaça consumir ou castrar o macho impotente. No ocidente, a crença na superioridade da cultura sobre a natureza se expressa através da metáfora, popularizada por Descartes, do corpo-máquina humano, cujo controle e aperfeiçoamento cabe à ciência. O corpo da mulher é retratado pela medicina como uma máquina inerentemente defeituosa. Os argumentos em prol da episiotomia de rotina reiteram esta simbologia ao afirmar que sua adoção protege a parturiente e seu concepto dos perigos apresentados pelo defeituoso
corpo feminino. Para a autora, esse é um dos procedimentos através dos quais se 'manifesta a tentativa cultural de utilizar o nascimento para demonstrar a superioridade e controle do Masculino sobre o Feminino, da Tecnologia sobre a Natureza'. Através dessa operaçào, a vagina é desconstruída pelo médico, oficiante do rito e representante da sociedade, para ser então reconstruída culturalmente.

Ademais, a episiotomia é útil conceitualmente para a obstetrícia. Ao transformar o nascimento em um procedimento cirúrgico de rotina, legitima-se a obstetrícia enquanto ato médico, pois se incorpora à sua prática um elemento central da medicina ocidental e uma das formas mais elaboradas de manipulação do corpo-máquina humano - a cirurgia. O ápice desse processo se dá com a adoção da cesariana como procedimento de rotina, sendo o Brasil citado como ilustração."




Robbie E. Davis-Floyd, Birth as an American Rite of Passage. Berkeleyand Los Angeles, University of California Press, 1992. (Resenha assinada por Sonia N. Hotimsky, no Notas sobre Nascimento e Parto, AnoIII, nº6, novembro de 1998, publicação do Grupo de Estudos sobreNascimento e Parto / Instituto de Saúde-SES-SP).

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Banco de Leite Humano

Para responder às necessidades nutricionais dos seus Recém-Nascidos a Maternidade Dr.Alfredo da Costa criou o primeiro Banco de Leite Humano (BLH) em Portugal, que entrou em funcionamento há cerca de 6 meses com o recrutamento de dadoras.

Desde então, o banco de leite já recebeu leite de 26 Senhoras que alimentaram cerca de 40 recém-nascidos do Serviço de Neonatologia da MAC.

O BLH precisa de mais dadoras para que o seu objectivo de disponibilizar leite humano para as Unidades de Cuidados Intensivos e Intermédios da MAC e outras Unidades de Cuidados Neonatais da Grande Lisboa se cumpra.
Se quiser ser dadora, pode telefonar para +351 21 318 4030 (das 8h às 16h) ou mandar email para:
bancodeleite@mac.min-saude.pt .
Lembre-se que o Leite Humano doado salva vidas.

O que é um Banco de Leite Humano?
Um Banco de Leite Humano é um centro ou departamento especializado, habitualmente em interdependência directa de uma ou mais Unidades de Cuidados Intensivos Neonatais, que tem por objectivo a promoção do aleitamento materno e a recolha, processamento, controlo e distribuição de leite de dadoras saudáveis. A actividade do Banco de Leite Humano não tem fins lucrativos, sendo gratuito o processo de doação do leite, assim como a sua distribuição após prescrição médica.

Em que situações é utilizado o Leite Humano Pasteurizado, as suas
vantagens e desvantagens ?

O leite da própria mãe, administrado a recém-nascidos muito prematuros, quando comparado com o leite artificial para prematuros, reduz em 20 vezes o risco de terem infecções intestinais (enterocolite), em 46% (quase metade) o risco de infecção generalizada (sépsis) e em cerca de 6 vezes o risco de morte. O Leite Humano Pasteurizado é primordialmente utilizado na nutrição de recém-nascidos muito prematuros ou com doenças do aparelho digestivo, quando não há leite da própria mãe ou este é em quantidade insuficiente.

Quando comparado com o leite artificial para prematuros, o leite humano pasteurizado reduz em cerca de 30% (1/3) o risco de enterocolite e em 5 vezes o risco de intolerância alimentar. Se administrado em complemento do leite materno da própria mãe (nas situações de quantidade insuficiente),prevalece o efeito protector deste. O leite materno e, mais ainda, o leite de dadora pasteurizado, a partir de certa altura tem que ser fortificado para permitir a adequada nutrição e crescimento dos prematuros. O leite artificial para prematuros tem uma composição que promove, em geral, um crescimento adequado destas crianças.

Que critérios são determinantes para a selecção das mães doadoras
de leite?

Mães a amamentar de modo exclusivo o próprio filho, nascido há menos de 6 meses, com aumento de peso do bebé normal e noção de excedente de leite;
Saudável, não fumadora, não consumidora habitual de medicamentos nem produtos de ervanária, sem hábitos ou comportamentos de risco;
Com boas condições higiénicas no domicílio, acesso fácil a congelador (combinado ou arca) e aceitar as regras e procedimentos do Banco de Leite da MAC (onde se inclui a realização periódica de análises de sangue).

Como é feita a recolha?
A recolha é feita com bomba eléctrica, após a amamentação do próprio filho, para recipientes esterilizados especiais de plástico. O leite fica congelado em casa da dadora (onde fica também um termómetro registador digital “logger”) até ser recolhido por uma empresa que o transporta periodicamente para o Banco de Leite da MAC, sob estrito controlo de temperatura e higiene.

Como é feito o armazenamento? Quanto tempo fica guardado o leite,
a que temperatura, etc?

O leite pasteurizado é armazenado em arcas congeladoras a uma temperatura de 20ºC negativos e conserva-se por um período de 3 a 6 meses.

Que segurança oferece o leite de dadora pasteurizado? O que é a
pasteurização? A que controlos é submetido o leite de dadora?
O leite humano de dadora, pasteurizado, oferece uma segurança igual ou superior á das transfusões de sangue e seus derivados, regendo-se pelos mesmos princípios. A doação é voluntária e não sujeita a qualquer retribuição(pecuniária ou outra). As dadoras são entrevistadas por uma enfermeira, por um médico e respondem a um questionário escrito para rastreio de doenças, hábitos e comportamentos de risco. As análises da gravidez são verificadas e, após algumas semanas de doação, são submetidas a análises de sangue efectuadas pelo Instituto Português do Sangue (iguais ás dos dadores de sangue). O leite é analisado em relação à sua composição, valor nutricional e conteúdo em bactérias antes da pasteurização, sendo rejeitado o leite com bactérias potencialmente patogénicas ou em quantidade anormal (o leite contém normalmente algumas bactérias inofensivas da pele e dos mamilos das mães). A pasteurização pelo método Holder consiste no aquecimento do leite a 62,5 ºC durante 30 minutos, que destrói os vírus conhecidos e práticamente todas as bactérias, conservando bastantes propriedades biológicas e todas as propriedades nutritivas do leite humano. Após a pasteurização o leite é rápidamente arrefecido até 6ºC, novamente submetido a controlo bacteriológico (tem que estar estéril) e congelado novamente a menos 20 ºC. O leite pasteurizado é disponibilizado no prazo de 3 meses (máximo 6 meses) após o controlo analítico da dadora (posterior á doação) ser negativo. O leite é administrado após consentimento informado dos pais dos receptores e mediante prescrição médica. Todo o processo da dadora ao receptor é sujeito a registos que permitem o controlo de todo o processo, sendo todos os dados conservados de modo seguro e sigiloso, só acessível aos profissionais devidamente credenciados.

O Banco de Leite está a funcionar desde quando?
As primeiras dadoras foram admitidas em Julho de 2009. Em Agosto foi recebido o 1º leite e efectuada a 1ª pasteurização (cerca de 3 litros de leite).
Desde então têm-se efectuado pasteurizações quase todas as semanas, de 2 a 3 litros de leite cada (a capacidade máxima do pasteurizador é de 7,5 litros por ciclo de pasteurização).
As mães costumam colocar reservas ao uso de leite materno de outra mãe?
Pelo facto de ser ainda pouco conhecido, naturalmente fazem perguntas.
Depois de esclarecidas, na maioria dos casos deixa de haver receios relacionados com o leite humano pasteurizado. Os riscos relacionados com a administração deste leite de dadora é menor que o risco associado ás transfusões de componentes do sangue. As dadoras são criteriosamente seleccionadas, sendo mães saudáveis e sem comportamentos de risco, a amamentar os seus próprios filhos. A doação do excesso de leite não lhes trás qualquer benefício, mas antes algum trabalho suplementar, sendo a motivação exclusivamente altruísta, pensando nas mães de bebés
prematuros que não têm leite para os próprios filhos. O leite é analisado bacteriológicamente e em relação aos seus componentes nutricionais, antes da pasteurização e controlado também depois de pasteurizado. A pasteurização é um tratamento térmico que destrói bactérias e vírus. Quando não há leite da própria mães, o leite humano pasteurizado tem vantagens em relação ao leite artificial no que se refere a protecção contra infecções intestinais e tolerância do estômago e intestinos. Geralmente, após poucos anos de funcionamento, quer os profissionais quer os pais, reconhecem com naturalidade as vantagens do leite de dadora pasteurizado como 1ª opção
quando não há leite suficiente da própria mãe.


O Banco de Leite Humano da MAC conta com o apoio do Alto Comissariado
da Saúde (ACS).

Espreitem a reportagem da sic:

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Atelier de pintura para pais e bebés!


Dia 17 de Abril ( sábado ) á 10h30m, vou ensinar os pais a fazer as suas próprias tintas ( comestíveis )

Vai ser uma manhã muito colorida e divertida!

E se o tempo assim o permitir vamos fazer um piquenique depois da actividade!

Preço: 20 euros / família - Oferta de todo o material, no fim da actividade levam para casa uma tela, uma cartolina e uma folha A3 pintada pelo vosso filho.

Local: Sintra - Sº João das Lampas

Informações e inscrições:
Catarina Pardal
catarinapardal@sapo.pt
telm. 919267844

DIVULGO: Curso de Hortas Biológicas para Varandas e Terraços, a realizar no próximo dia 15 de Maio em Lisboa



Em espaços pequenos e como forma de decoração, pode produzir os seus próprios legumes e verduras saudáveis, temperos, ervas terapêuticas e aromáticas, em momentos de lazer e contacto com a terra, no seu ambiente familiar.

A horta num apartamento permite:
Descoberta do prazer gastronómico
Uma decoração elegante e com aroma surpreendente
Aprendizagem das crianças sobre respeito pela natureza
Actividade terapêutica e de relaxamento

Numa workshop de 1 dia, poderá aprender na prática como fazer compostagem, semear, plantar e cuidar de plantas comestíveis e que podem ser decorativas, em apartamento.

Programa
Fertilidade do solo - Compostagem doméstica em apartamentos
Preparação do solo em floreiras e vasos
Plantação/sementeira
Controlo de infestantes/ Luta biológica
Horta ornamental e plantas aromáticas

Viver em apartamento não é impedimento para ter uma horta biológica, em forma de jardim no terraço, varanda, marquise, ou mesmo na sala e na cozinha!

Local: Instituto Superior de Agronomia, Lisboa
Valor: 50€

Pré-inscrição: TB de 20€ até 20 de Abril e envio de comprovativo por E-mail ou por Ctt. NIB: 0035 0542 00006056600 93
Inscrição: Pagamento do valor restante até 7 de Maio e apresentação do comprovativo no wk.

Biosite.Com CRL
Cooperativa para a Agricultura Biológica

Rua D. Pedro V, nº 3, 1250-092 Lisboa
http://biosite-com.blogspot.com/
biosite.chetna@gmail.com
937852419 (2ª a 6ª, das 14h30 às 18h30)

domingo, 11 de abril de 2010

Divulgo: Workshop ALIMENTAÇÃO CRUA VIVA PARA BEBÉS E CRIANÇAS

Dia 17 de Abril, na ESMTC, das 10h às 18h
Orientado por Ana Oliveira, Paulo Sousa Mei e Juvenal Branco


Pais, educadores…Tenham em mente que não chega apenas dar educação. Educar é também nutrir as crianças com alimentos vivos e biológicos que as fortaleçam física, mental, emocional e espiritualmente. Isto não só é possível como também necessário. Este momento por vir destina-se a todo aquele que sente e/ou deseje vivenciar uma outra grandeza do Si, rumo ao seu bem-estar total e integrado… vivo. Nutrir-se é não só alimentar-se mas saber bem alimentar-se, numa atitude holística e integradora do si em perfeita dialéctica com a natureza que nos rodeia e somos.

Não, não é fácil… mas é deliciosamente possível e urgente bem nutrirmos a nossa humanidade por vir… nossa extensão… nossos amáveis e adoráveis filhos.



Conteúdo


Prima Parte

Palestra ministrada por Juvenal Branco e Ana Pereira

Capítulo Segundo

Almoço Vivo aos participantes

Capítulo Último

Culinária Viva para Bebés e Crianças com os pais e demais participantes,

dirigida por Paulo Mei e Ana Pereira



“este trabalho não se destina a ser um guia compreensivo sobre como nutrir uma criança. Antes, visa inspirar os pais a terem a confiança e a criatividade para criarem um bebé com alimentos vivos”

Gabriel Cousens,
In Rainbow Green Live-Food Cuisine


Preços:

Membros L'Ámitié Cresce por Vir: 5 euros

Outros Amigos por Vir: 30 euros

Lotação máxima: 25 pessoas


Mais informações e inscrições na Secretaria da ESMTC

Rua Dona Estefânia, 175 - 1000-154 Lisboa
(junto ao Largo Dona Estefânia)
Tel.: 21 347 56 05 / 21 347 67 26 - Fax: 21 342 68 04
E-mail: esmtc@esmtc.pt - www.esmtc.pt

Filme sobre o trabalho das Doulas - estreia dia 7 de Junho



"Doula! The ultimate birth companion"
é um documentário de 65 minutos que acompanha três DOULAS e três casais antes, durante e após o seu nascimento dos seus filhos.

Doula! The ultimate birth companion from Alex Wakeford on Vimeo.

A NÃO PERDER!!!!!

Reflexologia Infantil - Curso para pais

O que é a reflexologia Podal Infantil?
Nos bebés e crianças pequenas, a prática da Reflexología podal requer uma atenção especial.
Eles são bastante receptivos à estimulação das zonas reflexas dos seus pés e a sua reacção é sempre imediata e positiva.

Os bébés e crianças necessitam de uma forma vital de contacto físico, mas esse contacto não deveria ser feito por mãos estranhas a eles.
A Reflexologia Podal Infantil - método Angeles Hinojosa, tem sido desenvolvida ao longo dos últimos 20 anos por Angeles Hinojosa, partindo da técnica da reflexoterapia para adultos e adaptando-a às necessidades e realidades dos bebés e crianças.
Apenas se manipula o pé, fazendo procedimentos de massagem adequados a situações específicas, orgãos e sistemas.
É uma ferramenta muito útil e eficaz que permite aos pais actuarem em situações de crises agudas ou em situações crónicas.
Situações como cólicas, diarreia, obstipação, dentição, otites, amigdalites, distúrbios do sono, irritabilidade, ansiedades, romper da dentição são apenas uma pequena quantidades da lista de possibilidades de actuação da Reflexologia Podal Infantil - método Angeles Hinojosa.
Segundo esta filosofia de trabalho, são os pais quem intervêm como terapeutas dos seus próprios filhos, já que os bebés e crianças têm o direito de receber a massagem por parte de quem os ama, ou seja os seus pais, avós ou irmãos.
O bebé e a criança não se podem defender de elementos estranhos, por isso ser tão importante que os pais possam assumir parte deste papel curador.
Os benefícios não se fazem apenas ver nos filhos....os pais acabam por sofrer efeitos secundários muito positivos, tais como, auto-confiança, conhecimento mais concreto do organismo dos seus filhos, e uma melhoria no estado da saúde de todos os elementos.

Como está estruturado o curso para Pais?

O curso de Reflexologia Podal Infantil para pais é composto por 12h repartidas por 6 sessões de 2h, 1 vez por semana.

Em cada sessão é ensinada uma técnica de massagem podal para estimular:
• Relaxamento
• Sistema Imunitário
• Sistema Digestivo
• Sistema Urinário
• Sistema Respiratório
Como material didáctico é entregue um livro (manual) e um DVD, cujo valor já se encontra incluído no valor da formação.
Ao longo da formação serão tratados variados temas relacionados com os problemas mais frequentes nos recém-nascidos e nas crianças maiores e serão respondidas questões que os pais tenham.
A forma como está estruturada a formação permite aos pais adquirirem a confiança necessária para intervir nos desiquilibrios que os seus filhos possam apresentar.
O valor da formação é igual quer esteja presente ambos os pais ou apenas um.
São 150 euros, 75 euros pagos na primeira sessão e os restantes 75 euros na última.

Se estiver interessado contacte-me pelo mail catarinapardal@sapo.pt  ou telemóvel 919267844.
Também disponível ao domicilio

sábado, 10 de abril de 2010

bebés de lua cheia

Ainda dizem que a lua não influência os partos. . . Depois do Lucas nasceu a Marta no dia 31 de Março e no dia 1 de Abril nasceu a Luz de Gaia. Sejam todos muito bem vindos!

Por favor toca-me...

Se sou teu bebé, por favor toca-me
Preciso do teu toque de formas que nunca poderás entender.
Não me laves e vistas e me alimentes apenas
Mas embala-me, beija a minha cara e acaricia o meu corpo.
O suave toque da tua mão transmite-me segurança e amor.

Se sou tua criança, por favor toca-me
Mesmo se me afasto ou te resisto.
Persiste, encontra maneiras de conhecer as minhas necessidades,
O teu abraço de boa noite adocica os meus sonhos
O teu toque durante o dia diz-me o que sentes por mim.

Se sou teu adolescente, por favor toca-me
Não penses que por estar a crescerEu não preciso de saber que tu ainda gostas de mim
Eu preciso do teu abraço de amor, eu preciso da tua voz suave
Quando o caminho se torna difícil, a criança que há em mim ainda precisa de ti.

Se sou teu amigo, por favor toca-me
Não há como um abraço caloroso, para me dizer que gostas de mim.
Uma mão tranquilizante e amiga quando estou deprimido mostra-me que sou amado
E assegura-me que não estou sozinho.
O teu toque reconfortante pode ser o único que eu recebo.

Se sou teu parceiro sexual, por favor toca-mePodes pensar que a tua paixão seja suficiente
Mas só teus abraços afastam os meus medos
Preciso do teu toque suave e reconfortantePara me relembrar que sou amado por ser como sou.

Se sou teu filho crescido, por favor toca-me
Mesmo tendo a minha própria família para abraçar,
Ainda preciso do abraço da Mãe e do Pai quando dói
Como Pai tenho uma visão diferente
Eu aprecio-vos mais.

Se sou teu Pai idoso, por favor toca-me
Da mesma forma que era tocado quando era criança.
Dá-me a mão, senta-te perto de mim, dá-me força
E aquece o meu corpo cansado com o teu aconchego
Mesmo que a minha pele esteja enrugada e gasta,
Gosta de ser acariada.

Phyllis K. Davis

Dia 1 de Maio pelas 16 horas em Sintra, aula de massagem do bebé, entrada livre mas sujeita a marcação pelo mail catarinapardal@sapo.pt ou telemóvel 9191267844.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Divulgo: Workshop de Óleos Vegetais

A APMI está a promover uma nova formação para os seus Sócios e Instrutores.
Deste modo irá realizar-se no dia 24 de Abril (das 14h30 às 18h) um Workshop de Óleos Vegetais, promovido/organizado pela APMI em colaboração com o Projecto Saúde Melhor da Câmara Municipal de Óbidos.

Este workshop será orientado pelo formador Marco Ferreira - Aromaterapeuta - e destina-se a todos os Sócios/ Instrutores da APMI, bem como a todos os Profissionais de Saúde/ Educação e Pais interessados por esta temática.

Esta Formação irá realizar-se no auditório do Museu Abílio de Matos e Silva localizado na Praça de Santa Maria em Óbidos.

Para mais informações contactar para : 217580301; 912548328;
info@apmi.org.pt

APMI
www.apmi.org.pt
Membro da International Association of Infant Massage (IAIM). Representante em Portugal do programa de formação qualificada de Massagem Infantil da IAIM.

Convite

Convido-vos para uma manhã de tertúlia em Sintra ( Sº João das Lampas ).

Dia 17 de Abril pelas 15h, o tema da conversa é sobre como se nasce em Portugal, perceber o que é uma Doula e falar sobre o Movimento da Humanização do Parto.

( moderado pela Doula Catarina Pardal )

Apareçam, a entrada livre mas sujeita a confirmação pelo tel. 919267844 ou mail catarinapardal@sapo.pt .

Grata pela divulgação!

Mais um filme que tenho de ver....

Espreitem o trailer....


quinta-feira, 8 de abril de 2010

Já tenho saudades...




Grata pelos momentos que passamos juntos!

Divulgo: Reunião da LLL e da API (Educação Intuitiva) 10 de Abril 2010

Com Natália Fialho

A reunião da LLL vai decorrer das 10h até as 11.30h e a reunião da Educação Intuitiva das 11.30 até as 13h.

Contacto:
Telm. 960047000



DIVULGO

A pedido de várias mamãs e agradecendo a oferta de outras, está-se a
combinar um encontro de mães, na região de Lisboa para fazer "ensaios"
de cadeirinhas auto.

Visto o tema "qual a cadeirinha mais adequada e que caiba no meu
carro?" ser recorrente, pede-se a várias mamãs que já têm cadeirinhas
auto que se disponibilizem para as trazer e às mamãs que ainda estão
na dúvida, que venham para as experimentar!

Pessoalmente, depois de uma breve pesquisa por grandes superfícies (e
algumas pequenas) cheguei à conclusão que há muito pouca info sobre o
assunto e muita ignorância por parte de quem vende. Sabiam que existem
no mercado cadeirinhas isofix que podem ser montadas no sentido
contrário ao da marcha? (apesar de nenhuma das vendedoras com quem
falei o saber) Sabiam que até aos 4 anos, é altamente recomendado que
os nossos bebés viajem desta forma? (penso que na Suécia já é
inclusivé obrigatório)... Podem ler mais sobre o tema em
http://movimento-viagemsegura.blogspot.com/


O encontro será no dia 18 de Abril de 2010 (domingo) às 11h00, em
Linda-a-Velha, nas traseiras do Hotel Solplay (R. Baltazar Lopes, no
Alto de Sta. Catarina, na rua da Hug, para quem conhece). Em princípio
o tempo já estará mais estável e é um local pacato com muitos lugares
de estacionamento e um jardim ao lado, para os meninos/bebés brincarem
ou simplesmente nos sentarmos à sombra a conversar.

Quem estiver interessado, pode enviar um mail para moyinhazinha@gmail.com

DIVULGO

A Maternar tem o prazer e o orgulho de anunciar a vinda do Dr. Michel Odent e da Doula Liliana Lammers a Portugal já no próximo mês de Outubro de 2010.

O Cirurgião-Obstetra internacionalmente aclamado e querido estará de novo entre nós, não só para leccionar o seu curso Parama Doula pela primeira vez, mas também para nos oferecer dois seminários actualizados sobre a fisiologia e as técnicas peri-natais, destinados a todos profissionais de saúde que assistam a partos. Esta será também a oportunidade há muito esperada para conhecer Liliana Lammers na formação inovadora para Doulas. Estreando-se no nosso país, a “Doula de Michel Odent” estará também disponível para um encontro de acompanhantes de parto onde terá lugar uma partilha da sua vasta experiência e vivências.

A formação Saúde Fetal & Parto consiste em 4 eventos, nos quais poderá participar em regime individual ou completo:

• Curso Paramana Doula (Formação de Doulas) - dias 15, 16 e 17 de Outubro na Enxara do Bispo (a cerca de 20 minutos de Lisboa)

• À conversa com Liliana Lammers – encontro de acompanhantes de parto - dia 18 de Outubro em Lisboa (local a confirmar)

• Seminários “Childbirth: from physiology to practice” e “Simplified strategies in the age of simplified techniques of cesarean sections' com Dr. Michel Odent - dia 19 de Outubro em Lisboa (local a confirmar)

Não perca esta excelente oportunidade! Eu já me inscrevi!


Telefone: +(351) 933 330 273 +(351) 933 330 273
Email: cursos@maternar.pt
www.maternar.pt
http://saudefetalparto.wordpress.com

Tenho de ver este filme!!!

Um grupo de pediatras e especialistas em amamentação apresenta de forma simples e didáctica as principais recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e as mais recentes evidências científicas em aleitamento materno. ...
Espreitem o trailer:

http://www.youtube.com/watch?v=dKRqQgV0d9U