Cesarean vs. VBAC: A Dramatic Difference from Alexandra Orchard on Vimeo.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
VBAC
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Gisele Bundchen teve o seu bebé em casa
A modelo Gisele Bundchen foi ao programa Fantástico falar sobre o nascimento de seu filho.
A pequena alma e o sol de Neale Donald Walsch
Dedico esta historia a todos os "meus" bebés... grata por me terem escolhido para estar presente nas vossas vidas ... grata pelo vossa amor que me preenche o coração....
Era uma vez, em tempo nenhum, uma Pequena Alma que disse a Deus:
- Eu sei quem sou!
E Deus disse:
- Que bom! Quem és tu?
E a Pequena Alma gritou:
- Eu sou Luz
E Deus sorriu.
- É isso mesmo! - exclamou Deus. - Tu és Luz!
A Pequena Alma ficou muito contente, porque tinha descoberto aquilo que todas as almas do Reino deveriam descobrir.
- Uauu, isto é mesmo bom! - disse a Pequena Alma.
Mas, passado pouco tempo, saber quem era já não lhe chegava. A pequena Alma sentia-se agitada por dentro, e agora queria ser quem era. Então foi ter com Deus (o que não é má ideia para qualquer alma que queira ser Quem Realmente É) e disse:
- Olá Deus! Agora que sei Quem Sou, posso sê-lo?
E Deus disse:
- Quer dizer que queres ser Quem já És?
- Bem, uma coisa é saber Quem Sou, e outra coisa é sê-lo mesmo. Quero sentir como é ser a Luz! - respondeu a pequena Alma.
- Mas tu já és Luz - repetiu Deus, sorrindo outra vez.
- Sim, mas quero senti-lo! - gritou a Pequena Alma.
- Bem, acho que já era de esperar. Tu sempre foste aventureira - disse Deus com uma risada. Depois a sua expressão mudou.
- Há só uma coisa...
O quê? - perguntou a Pequena Alma.
- Bem, não há nada para além da Luz. Porque eu não criei nada para além daquilo que tu és; por isso, não vai ser fácil experimentares-te como Quem És, porque não há nada que tu não sejas.
- Hã? - disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa.
- Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá sem dúvida. Tu e mais milhões, ziliões de outras velas que constituem o Sol. E o Sol não seria o Sol sem vocês. "Não seria um sol sem uma das suas velas... e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E no entanto, como podes conhecer-te como a Luz quando estás no meio da Luz - eis a questão".
- Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! - disse a Pequena Alma mais animada.
Deus sorriu novamente.
- Já pensei. Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão - disse Deus.
- O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma.
- É aquilo que tu não és - replicou Deus.
- Eu vou ter medo do escuro? - choramingou a Pequena Alma.
- Só se o escolheres. Na verdade não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos a inventar tudo. Estamos a fingir.
- Ah! - disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor.
Depois Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exactamente o oposto.
- É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é - disse Deus - Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento. Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois. E por isso, - continuou Deus - quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão.
"Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela. Então saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!"
- Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? - perguntou a Pequena Alma.
- Claro! - Deus riu-se. - Claro que podes! Mas lembra-te de que "especial" não quer dizer "melhor"! Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos esqueceram-se disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial!
- Uau - disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando. - Posso ser tão especial quanto quiser!
- Sim, e podes começar agora mesmo - disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Pequena Alma - Que parte de especial é que queres ser?
- Que parte de especial? - repetiu a Pequena Alma. - Não estou a perceber.
- Bem, - explicou Deus - ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes. É especial ser bondoso. É especial ser delicado. É especial ser criativo. É especial ser paciente. Conheces alguma outra maneira de ser especial?
A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento.
- Conheço imensas maneiras de ser especial! - exclamou a Pequena Alma - É especial ser prestável. É especial ser generoso. É especial ser simpático. É especial ser atencioso com os outros.
- Sim! - concordou Deus - E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte de especial que queiras ser, em qualquer momento. É isso que significa ser a Luz.
- Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! - proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. - Quero ser a parte de especial chamada "perdão". Não é ser especial alguém que perdoa?
- Ah, sim, isso é muito especial, assegurou Deus à Pequena Alma.
- Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim - disse a Pequena Alma.
- Bom, mas há uma coisa que devias saber - disse Deus.
A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente. Parecia haver sempre alguma complicação.
- O que é? - suspirou a Pequena Alma.
- Não há ninguém a quem perdoar.
- Ninguém? A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido.
- Ninguém! - repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta.
Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que se tinha aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados - de todo o Reino - porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava a ter uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles estavam a dizer.
Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar. Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela. Eram de tal forma maravilhosas, e a sua Luz brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas.
- Então, perdoar quem? - perguntou Deus.
- Bem, isto não vai ter piada nenhuma! - resmungou a Pequena Alma - Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa. Queria saber como é ser essa parte de especial.
E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste.
Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse:
- Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te - disse a Alma Amiga.
- Vais? - a Pequena Alma animou-se. - Mas o que é que tu podes fazer?
- Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares!
- Podes?
- Claro! - disse a Alma Amiga alegremente. - Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares.
- Mas porquê? Porque é que farias isso? - perguntou a Pequena Alma. - Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito! Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti! O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça? O que é que te levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal?
- É simples - disse a Alma Amiga. - Faço-o porque te amo.
A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta.
- Não fiques tão espantada - disse a Alma Amiga - tu fizeste o mesmo por mim. Não te lembras? Ah, nós já dançámos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançámos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincámos juntas através de todo o tempo e em muitos sítios. Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita. Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois. Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau - fomos ambas a vítima e o vilão. Encontrámo-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exacta e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos.
- E assim, - a Alma Amiga explicou mais um bocadinho - eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a "má" desta vez. Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa.
- Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? - perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa.
- Oh, havemos de pensar nalguma coisa - respondeu a Alma Amiga, piscando o olho.
Então a Alma Amiga pareceu ficar séria, disse numa voz mais calma:
- Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes?
- Sobre o quê? - perguntou a Pequena Alma.
- Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não-muito-boa. Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E por isso, só te peço um favor
- Oh
Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta.
- O que é? - perguntou a Pequena Alma. - O que é que eu posso fazer por ti? És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim!
- Claro que esta Alma Amiga é um anjo! - interrompeu Deus, - são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos.
E então a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga.
- O que é que posso fazer por ti? - perguntou novamente a Pequena Alma.
- No momento em que eu te atacar e atingir, - respondeu a Alma Amiga - no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento...
- Sim? - interrompeu a Pequena Alma - Sim?
A Alma Amiga ficou ainda mais quieta.
- Lembra-te de Quem Realmente Sou.
- Oh, não me hei-de esquecer! - gritou a Pequena Alma - Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora.
- Que bom, - disse a Alma Amiga - porque, sabes, eu vou estar a fingir tanto, que eu própria me vou esquecer. E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E se eu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar às duas Quem Somos.
- Não vamos, não! - prometeu outra vez a Pequena Alma. - Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva - a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou.
E assim o acordo foi feito. E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão.
E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível.
E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza - principalmente se trouxesse tristeza - a Pequena Alma pensava no que deus lhe tinha dito.
Lembra-te sempre, - Deus aqui tinha sorrido - não te enviei senão anjos.
Ontem...
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
workshop com Naolí no MEXICO
Para Doulas e Parteiras ( em português )
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
DIVULGO
Crianças em Acção - 30 de Janeiro - 11h - Centro Social do GAIA
As Crianças em Acção são um espaço auto-organizado em luta por um mundo justo e sustentável, com foco n@s mais pequen@s.
Trata-se de um grupo que está a organizar, de forma voluntária e que se pretende regular, encontros sobre maternidade e paternidade, gravidez, parto, amamentação, cuidados ao recém-nascido, educação, activismo sobre temáticas políticas e modelos alternativos de vivência.
Cada um/a deve leva almoço para partilhar e, se possível, também algumas mantas e almofadas. Como é natural, são bem-vind@s tod@s as idades e culturas, com ou sem filh@s. O que conta é o interesse em participar e contribuir para as iniciativas do grupo.
No mesmo dia e no mesmo local irá decorrer a assembleia do GAIA. As Crianças em Acção oferecem a possibilidade aos activistas para trazerem os seus filhos para um ambiente agradável, onde estes podem desenvolver as suas próprias actividades.
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GAIA - Grupo de Acção e Intervenção Ambiental
http://gaia.org.pt
Travessa da Nazaré, 21, 2º
Lisboa, 15 1000-234
Portugal
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Vacinas... sim ou não?
Informação na net é o que não falta... procurem... informe-se e façam as vossas escolhas... mas de uma maneira informada.... a saúde dos nossos filhos está nas nossas mãos e eles merecem a nossa preocupação... Com este post apenas pretendo estimular o vosso senso crítico. Alguma da informação que recolhi, e que me ajudou a decidir que vacinas dar ou não dar aos meus filhos:
Os sete mitos das vacinações de massa – Por Movimento per la Libertà del Pensiero e di Cura: Os médicos americanos registram cada ano milhares de reacções sérias às vacinas, incluindo centenas de mortes e deficiências permanentes. As populações completamente vacinadas foram investidas por epidemias, e os pesquisadores atribuem diversas condições neurológicas e imunológicas cronicas aos programas de imunização de massa.
Ingredientes das vacinas – é uma lista de elementos contidos nas vacinas. É resumido e possivelmente incompleto, mas serve para dar uma ideia de que é preciso informar-se muito bem quando se trata de vacinas.
sites:
http://vacinaveritas.blogspot.com/
http://www.ctanet.fr/vaccination-information http://alyccs.free.fr/ .
"Após algumas leituras de artigos e matéria relacionada com as vacinas verificámos e concordamos que muitas das vacinas não foram a verdadeira causa do declínio na incidência das doenças sendo que a melhoria das condições sanitárias e alimentares assumem o crédito por esse facto.
Para além disso, várias doenças também possuem o seu ciclo evolutivo.
Nenhuma das vacinas confere imunidade genuína e frequentemente o contrário é verdadeiro; a vacina aumenta a probabilidade de contracção da doença. No que diz respeito ás taxas de eficácia das vacinas, estas podem ser enganadoras e erróneas uma vez que normalmente são avaliadas pela medição dos níveis de anticorpos e não pela comparação das taxas de pessoas vacinadas e não vacinadas. Não existem estudos com grupos de controle e as autoridades simplesmente consideram que"não vacinar" é antiético e recusam-se a estudar voluntários não vacinados. Pelo contrário, se estudos de controle fossem realizados de acordo com procedimentos científicos honestos, a vacina certamente seria proibida.
Na generalidade as autoridades que reúnem e publicam estatísticas de doenças trabalham em conjunto com laboratórios que produzem as vacinas e o único valor que os une é meramente económico. Resultado, os efeitos colaterais e óbitos são atribuídos a tudo, menos às vacinas, na tentativa de distorcer os resultados e fazer parecer que as vacinas têm algum mérito.
O sistema imunitário
Vários investigadores referenciam que as vacinas apenas "enganam" o organismo ao concentra-lo apenas numa função: produção de anticorpos. Deste modo o organismo tende a ignorar as demais funções e estratégias integradas do sistema imunitário. Uma doença contraída naturalmente é"filtrada" através de uma série de etapas defensivas do sistema imunitário, contudo, quando é injectado o vírus/vacina directamente na corrente sanguínea da criança, este tem acesso a todos os grandes tecidos e órgãos do corpo sem as naturais vantagens inerentes a uma resposta imunitária total. Os anticorpos (linfócitos-T) que respondem aos micro organismos/Agentes invasores da vacina, tornam-se empenhados na produção de Anticorpos contra esses micro organismos e são incapazes de reagir eficientemente contra outros desafios relativos à saúde das crianças.
Os investigadores referem ainda que o sistema imunitário imaturo de um bebé é estimulado, fortalecido e amadurece ao responder aos desafios da natureza, ou seja, quando a criança é exposta a vírus e micro organismos bacterianos no meio ambiente, o desenvolvimento normal do sistema imunitário é provável que aconteça. No entanto, se o sistema imunitário imaturo de um bebé é forçado a responder a uma sequência de vacinações injectadas directamente no organismo, inibindo (bypassing) as defesas externas do sistema imunitário, as funções protectoras do sistema imunitário interno podem ser sobre carregadas. Portanto, quando a imunidade natural é restringida e o sistema imunitário é compelido a operar de forma não-natural, surgem questões relacionadas com a sua capacidade de proteger a criança ao longo da sua vida.
O sistema imunitário está concebido de forma a ajudar o organismo a discriminar o "eu" de tudo o resto que é estranho e potencialmente perigoso. Assim, sob condições naturais, os micro organismos inimigos são atacados e tomados benignos pelo sistema imunitário contrariamente ao que sucede quando vírus estranhos são injectados no corpo fundindo-se com as células saudáveis. Este processo confunde o sistema imunitário que deixa de conseguir diferenciar condições perigosas de condições inofensivas. Sob os auspícios destas condições induzidas, não só o sistema imunitário invadirá as suas células (cancro), como ignorará os sinais de perigo, deixando o organismo vulnerável a um vasto leque de doenças auto-imunes.
Autópsias realizadas a cadáveres nos quais se comparou a glândula do timo, produtora de células protectoras T, em adultos de países onde eram pouco vacinados versus USA, os investigadores descobriram que o Timo dos cadáveres americanos começara a atrofiar logo a seguir à puberdade. Por outro lado verificou-se que a deterioração da glândula Timo nos cadáveres de indivíduos de países onde estes eram pouco vacinados era mínima. As anomalias da glândula Timo estão associadas a todo um conjunto de doenças auto-imunes e a produção de tumores (ex:muitos tipos de cancro, leucemia, lúpus, artrite reumatóide). Alguns investigadores responsabilizam as instituições que defendem a disseminação mandatória dos programas de vacinas, afirma Neil Z.Mlller , sem esclarecer devidamente os pais o que levanta questões éticas profundas. Deixamos de falar de um "Sistema de Saúde" parafalarmos de um "Sistema de Doenças!..."
Guylaine Lancôt (1995) é peremptória em afirmar que as vacinas são onerosas e representam um custo de biliões de euros anualmente beneficiando a indústria e sobretudo os fabricantes multinacionais. Afirma ainda que a vacinação encoraja a dependência médica e reforça a crença na ineficiência do corpo criando a falsa noção de permanente necessidade de assistência. Este aspecto conduz à perda de dignidade pessoal para não falar do facto de nos tornar financeiramente dependentes. Uma outra perspectiva interessante de Lancôt diz respeito ao facto de a vacinação encorajar a dependência moral e financeira dos países de terceiro mundo perpetuando o controlo social e económico dos países ocidentais e destes sobre os do terceiro mundo. A vacinação esconde e camufla os verdadeiros problemas sociais e políticos da pobreza de uns a explorar os outros o que resulta em pseudo-soluções tecno-científicas que são tão complicadas e sofisticadas que os pacientes não conseguem compreender. Por outro lado as vacinações desviam fundos que deviam ser investidos no melhoramento das condições de vida sobretudo ao nível sanitário e alimentar.
Em 1997 e novamente em 2004, surge um o artigo do jornal PHI que, saliente-se, nunca foi refutado que questionava a vacinação. É numerosa a literatura e os estudos que fundamentam a afirmação de que as vacinas representam um dos maiores erros da medicina actual sobretudo porque ainda não foram dadas provas da sua eficácia. Há mais de 40 anos o médico alemão G. Buchwald provou a inutilidade e nocividade das vacinas e demonstrou nas suas estatísticas que o ponto das doenças ocorre em tempo de guerra pelos muitos factores a esta associados nomeadamente subnutrição, pressão psíquica, água infectada entre outros. Obviamente o número de mortos e de doentes diminui com o melhoramento da situação e com o melhoramento das condições alimentares e sanitárias. Em todos os diagramas do Dr. Buchwald baseados em datas oficiais é possível detectar que o número de pessoas que adoecem diminui independentemente da vacinação em massa. Quanto aos falsos argumentos da medicina convencional relativamente ás vacinas, o primeiro diz respeito aos efeitos secundários que a esta afirma não existirem, ou, por outras palavras, só as sequelas causadas pela vacina e que são reconhecidas como tal, fazem parte das estatísticas. Pesquisas científicas honestas e imparciais mostraram que a vacinação deprime e prejudica a função do cérebro e da imunidade e constitui um factor de risco em muitas doenças, como:
- Síndrome de morte infantil súbita (SIDS);
- Disfunções dce desenvolvimento (autismo, convulsões, retardo mental,hiperactividade, dislexia etc.);
- Deficiência imunológica (AIDS, Síndrome Epstein Barre etc.);
- Doenças degenerativas (distrofia muscular, esclerose múltipla,artrite, câncer, leucemia, lúpus, fibromialgia etc.).
Todas as vacinas produzem efeitos secundários cujas reacções podem ir desde a ferida da injecção no local até danos cerebrais e morte. Os efeitos a longo prazo de todas as vacinas são desconhecidos e particularmente preocupante é o facto das implicações das vacinas no sistema imunitário imaturo das crianças poderem ser devastadoras. Foram apresentados estudos mostrando danos prejudiciais na protecção da saúde após as inoculações-encefalite pós vacina. Deste modo um número significativo de crianças é sujeito a crescer com incapacidades e deficiências de vários graus, quer sejam físicas, mentais ou emocionais sendo que estas condições afectarão o indivíduo, a sua família e a sociedade em geral. Algumas das vacinas podem ser particularmente perigosas, não obstante o complexo industrial das vacinas continua a manter a sua prática dissuadora, desvalorizando as reacções ás vacinas. A este facto soma-se ainda a propaganda criativa sobre os méritos das vacinas que representa um estratagema lucrativo já para não mencionar os mass media que assustam a sociedade pelo medo de surtos epidémicos. Assustador é ainda o facto de em Inglaterra os serviços nacionais de saúde pagarem um bónus aos médicos que apresentem taxas de vacinação acima de determinadas percentagens. Nos E.U.A., por exemplo, as pressões informais e os incentivos para se obedecer ás autoridades não são suficientes daí que os próprios legisladores pressionem para a criação de leis contra a liberdade de escolha. Este padrão de coerção e negação é notório entre os membros iluminados da população incluindo os pais que questionam as vacinas, cujo despertar se tenha devido, infelizmente, à custa da vida das suas próprias crianças.
Antes de 1990, os médicos não eram legalmente obrigados a notificar as reacções adversas ao órgão de controle de doenças nos EUA ( CDC - US Centers for Disease Control). As reacções adversas são consideradas"normais", são ignoradas ou diagnosticadas como outras doenças. Ainda assim, os danos notificados são numerosos e apesar da obrigação legal actual, menos de 10% dos médicos notificam ao CDC os danos que testemunham. Fraude científica foi o nome atribuído por muitos profissionais da área da saúde que ao longo da história demonstraram a sua oposição relativamente à vacinação.
Um argumento questionável: As vacinas modernas são bem suportadas!
De que são feitas as vacinas? A resposta a esta pergunta deveria ser fornecida a todos os pais antes de qualquer intervenção; as bulas de vacinas contêm estas informações que deveriam ser disponibilizadas aos consumidores visto que são impressas para esse propósito apesar de tal nunca acontecer. Além das formas activas, obtidas de forma duvidosa há ainda uma quantidade de estabilizadores, neutralizadores, conservantes, antibióticos, substâncias de base, corantes, etc.
Apresentamos uma lista um tanto assustadora de venenos comprovados pela medicina. Alguns dos quais não podem ser eliminados pelo organismo e,retidos no corpo, continuam actuando como tóxicos para os sistemas nervoso, reprodutivo e muscular:
Thimerosal, um derivado de mercúrio utilizado como conservante, é uma causa comum de reacções sensíveis ou alérgicas (Contact Dermat, 1989;20: 173-6). Estudos em animais também mostraram que o mercúrio pode inibir a imunidade (Toxicol Appl Pharmacol, 1983; 68: 218-28). Este produto provoca dificuldade de aprendizagem nas crianças, problemas de concentração, problemas na fala, falta de raciocínio, agitação, etc. A pressão exercida sobre os fabricantes par remover esta substância química das suas vacinas data dos anos 90, no entanto o progresso tem sido frustrantemente vagaroso... Uma revisão recente mostrou que alguns bebés que recebem vacinas contendo thimerosal são expostos a níveis cumulativos de mercúrio superiores àqueles considerados seguros (Pediatrics, 2001; 107: 147-54). Segundo o Dr. Boyd Haley, perito em Química da Universidade de Kentucky, o "Thimerosal é um dos componentes mais tóxicos que eu conheço, eu não me lembro de nada que seja mais letal"
Formaldeído: um composto altamente tóxico e cancerígeno que, segundo afirmam os adeptos das vacinas, quando injectado directamente no corpo de uma pessoa vai proteger a saúde e fortalecer o sistema imunitário. No mínimo duvidoso.
Formalina: é uma solução diluída de formol utilizada para inactivar vírus e desintoxicar toxinas. Quase 50 estudos mostraram uma relação entre o contacto com formol e a leucemia e cancro do cérebro, cólon e tecidos linfáticos (Neustaedter R, The Vaccine Guide, Berkley, CA:North Atlantic Books, 1996).
Sulfato de alumínio: um adjuvante utilizado para melhorar a eficácia de uma vacina. Estudos mostram que vacinas que contêm alumínio causam mais reaccões que outras. O Prof. Dr. H. Spiess membro da comissão de vacinação permanente em Berlim escreve: "O modo de actuar dos adjuvantes é complexo e ainda não é conhecido em todos os pormenores."
Fenol: um desinfectante e corante.
Glicol etilénio: o ingrediente principal anti-congelante.
Clorato de benzeónio: um antiséptico.
Metilparabeno, um conservante e antifungo.
Foi revelado que as vacinas ainda podem conter um outro perigo. Em muitas vacinas produzidas no final dos anos 80 e início dos anos 90 foram utilizados produtos bovinos obtidos em países onde a BSE, encefalite bovina espongiforme (doença da vaca louca), era um risco substancial. Nos EUA, a FDA repetidamente pediu que as indústrias farmacêuticas não utilizassem produtos de gado criado em países onde a BSE fosse uma realidade. Entretanto, de acordo com uma reportagem no New York Times (08.02.2001), cinco indústrias, inclusive a Glaxo Smith Kline, a Aventis e a American Home Products continuavam a utilizar estes ingredientes no ano 2000 para fabricar nove vacinas amplamente utilizadas, incluindo as da paralisia infantil, difteria e tétano.
De acordo com Dr. Harold Buttram "As substâncias químicas são muito mais tóxicas em vacinas combinadas numa única aplicação do que quando aplicadas separadamente".
Casos reais:
A Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou, de 1968 a 1971, uma enorme campanha de vacinação na Índia. Cerca de 364.000 pessoas foram vacinadas numa vasta zona contra a tuberculose, contudo e para grande consternação dos especialistas, surgiram mais casos de tuberculose e de mortes do que numa zona de tamanho idêntico onde ninguém fora vacinado. A OMS terminou o estudo e chegou literalmente à conclusão de que o grau de protecção era igual a 0%. No entanto, foram precisos 27 anos para o Instituto Robert Koch tornar público o resultado deste teste e para suspender a administração das vacinas contra a tuberculose na Alemanha enquanto que na Áustria só foi suspensa em Março de 2000. No ano 2000, na Suíça, houve uma epidemia de papeira durante 5 meses e o facto é que a Direcção Federal de Saúde teve de reconhecer que 75% dos doentes tinham sido vacinados.
Relatórios oficias do governo norte americano e inúmeros estudos médicos apresentam provas esmagadoras indicando que as vacinas não são seguras. Pesquisas mostram que, nos Estados Unidos, milhares de bebés morrem anualmente em consequência da vacinação e centenas de milhares sofrem convulsões, coma, paralisia e danos cerebrais.
O elo entre SIDS e vacinas foi ainda ilustrado em 1985 por um sistema de monitoramento infantil desenvolvido na Austrália. O monitoramento denominado "Cotwatch" foi desenvolvido para monitorar a respiração de bebés com risco de SIDS. Sem querer mostrar qualquer ligação entre SIDS e vacinação, a Dra. Viera Scheibner verificou que "a respiração dos bebés era afectada de maneira característica e por um longo período de tempo (40 a 65 dias) após as injecções da vacina triplica. Soube-se também, através dos pais de bebés que morreram no berço que, na maioria das vezes, o bebé morrera após uma injecção de vacina triplica." À medida que a pesquisa da Dra. Scheibner prosseguia, a ligação entre morte no berço e vacinação tornava-se mais óbvia e inegável. "Havia nítida aglomeração de mortes (no berço) por volta da época da vacinação" afirma a Dra. Scheibner.
Esse facto levou a Dra. Scheibner a pesquisar mais de 35.000 páginas de estudos médicos referentes à vacinação. O seu aprofundado estudo mostrou que não há provas quanto à segurança e eficácia de vacinas. O trabalho da Dra. Scheibner culminou no seu livro, "Vaccination, the Medical Assault on the Immune System" (Vacinação, a agressão médica ao Sistema Imunológico) cuja conclusão foi: "As imunizações, inclusive aspraticadas em bebés, não apenas deixam de prevenir doençasinfecciosas, como causam mais sofrimento e mais óbitos do que qualqueroutra actividade humana em toda a história da intervenção médica." A Dra. Scheibner cita provas obtidas de vários estudos, mostrando que oefeito das vacinas sobre o nosso sistema imunológico é a principalcausa do aumento de doenças degenerativas e auto-imunes, por exemplo,o cancro e a leucemia.
Aqueles que advogam a obrigatoriedade da vacinação apontam a vacina contra a poliomielite como exemplo do sucesso das vacinas no controle de uma epidemia perigosa. No entanto, o governo americano e autoridades médicas reconhecem que, nos últimos 30 anos, os únicos óbitos por poliomielite foram causados pela vacina contra pólio. A Dra. Scheibner indica provas – inclusive num artigo da publicação médica "The Lancet" – de que a epidemia de poliomielite observadaentre 1945 e 1954 foi causada pela introdução da vacinação em massa.
Em 1986, o governo dos EUA reconheceu oficialmente que a vacinação representa um risco potencial para as crianças. O Congresso promulgou a Lei Nacional Sobre Danos da Vacinação Provocados na Infância (Lei99-960), que estabelece uma compensação para os pais de crianças mortas ou prejudicadas por vacinas — até US$ 250.000 pela morte de uma criança. Até Agosto de 1997, mais de US$ 802 milhões de dólares haviam sido pagos pelo governo dos EUA a famílias de crianças mortas ou gravemente prejudicadas por vacinas. Milhares de casos aguardam uma decisão.
No entanto, não há qualquer esforço governamental para verificar se a política de vacinação obrigatória está fazendo mais mal do que bem na prevenção de doenças infantis. Pelo contrário, mais de 100 milhões de dólares foram gastos anualmente desde o final da década de 70 paravacinar quase 100% de crianças norte-americanas em idade escolar.
A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
Numa denúncia corajosa e documentada sobre os abusos da Indústria Farmacêutica, Jorg Blech afirma na sua obra "Os inverntores de doenças" que a indústria farmacêutica realiza a venda de sintomas pouco frequentes como epidemias de extraordinária propagação e a venda de sintomas ligeiros como indícios de doenças mais graves. Referindo um estudo californiano, Thomas Bodenheimer, no New Enland Journal of Medicine, revela também uma influência clara, em ocasiões excessivas, dos padrões industriais sobre os estudos clínicos: as empresas farmacêuticas ocultam, retocam e modificam os resultados dos estudos que encomendam a investigadores vedadeiramente independentes. Seis dos doze investigadoes consultados por Bodenheimer admitiram que os seus trabalhos tinham sido objecto de intervenção. Dado o descontentamento do cliente, os resultados dos estudos nem sequer haviam sido publicados ou então tinham sido manipulados. "
A presente declaração está na net foi elaborada com base na revisão de alguma bibliografia encontrada a respeito do assunto em causa, VACINAÇÃO, nomeadamente:
BLECH, Jorg – Os inventores de doenças: a denúncia corajosa e documentada sobre os abusos da indústria farmacêutica; Ambar, 2006.
LANCÔT, Guylaine – The medical mafia : how to get out of it alive and take back our health & wealth: here is the key; 1995.
MILLER, Neil Z. – Vaccines: are they realy safe & effective?; New Atlantean Press, 2006.
MILLER, Neil Z. – Immunization theory vs reality; New Atlantean Press, 1996
RAPPOPORT, Jon – "Vaccine dangers and vested interests: a retired vaccine researcher goes public on what the pharmaceutical industry and health authorities don't want us to know; tht vaccines are unsafe, untested and one of the greatest frauds of our time", in Nexus Magazine, vol. 13, n.º 2, 2006
Esta foi alguma da MUITA informação que recolhi.... desejo-vos uma boa pesquisa... e uma boa escolha!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Pandemia????
Wodarg considerou que se assistiu «ao maior escândalo médico do século» e acusou a OMS de ter «relações impróprias» com as empresas do sector farmacêutico. O Conselho da Europa vai analisar como a OMS tratou este assunto.
No início de Outubro, os impactos financeiros directos da gripe A nos custos do Estado português já ascendiam a 67,5 milhões de euros com a compra de vacinas, no valor de 45 milhões de euros, e do anti-viral Oseltamivir, no valor de 22,5 milhões de euros.
O Governo gastou este ano 45 milhões de euros na compra de seis milhões de doses de vacinas contra a gripe A à Glaxo Smith Kline (GSK) e gastou, nos últimos três anos, 22,5 milhões de euros na compra do anti-viral Oseltamivir à Roche, inicialmente destinado ao combate à gripe das aves.
Por apurar estão ainda os custos indirectos, dependendo da evolução da pandemia, mas um estudo efectuado pela Deloitte, em colaboração com a Intelligent Life Solutions, refere que os custos para o Estado estão estimados em 330 a 500 milhões de euros.
Esta estimativa contabiliza as perdas em IRS, as contribuições para a Segurança Social e subsídio de doença. Se se contar com o absentismo laboral, a Deloitte estima que a gripe A poderá originar uma redução do Produto Interno Bruto (PIB) nacional entre os 0,3 e os 0,45 por cento, ou seja, entre os 490 e os 740 milhões de euros. Fonte: Lusa
Palestra * Nascer... e suas consequências... * Com Angeles Hinojosa
6ª Feira, 29 de Janeiro às 19,30h
Angeles Hinojosa, nasceu em Alcalá la Real(Jaén). Aos 14 anos muda-se para a Catalunha, onde desenvolve toda a sua trajectória profissional. Os seus estudos como terapeuta-psico-corporal, fisioterapeuta, re-nascedora...somados ao seu interesse incansável pelo mundo do nascimento, levaram-na a criar em 1996 a Associação "Nascimento Feliz" e a criar e promover em 1997 a Plataforma para os direitos para o nascimento" (à qual preside), e que é constituída actualmente por cerca de 30 associações e centros em Espanha e que estão dedicados à transformação do mundo da Saúde Materno Infantil.
Recuperar as memórias da sua chegada ao mundo (através do Renascimento), fizeram-na reflectir sobre o impacto de nascer. Desde então, a sua vida está dedicada exclusivamente ao mundo dos mais pequenos, colocando todo o seu esforço em criar uma "Nova Cultura de Nascimento".Especialista em "Trauma de Nascimento", facilita actualmente workshops desta técnica, a profissionais deste campo e a mulheres grávidas.
Com a Plataforma para os Direitos do Nascimento e como sua representante formou e forma parte da Estratégia de Atenção ao Parto Normal elaborada e apresentada pelo Observatório de Saúde da Mulher, no Ministério de Saúde de Espanha.
Bem...Quando recuperei pela primeira vez (faz agora 15 anos aproximadamente) a minha memória do nascimento, nada me fazia pensar que a minha vida acabaria tem um único objectivo, colaborar para que a sociedade repense sobre as consequências de vir ao mundo.
Desde então que a minha vida fez uma volta de 180 graus. Olhando para trás vejo que o meu objectivo foi sempre o bem estar dos mais pequenos, mas não era para mim tão evidente como agora, estava menos consciente. Agora sei que velar por eles é o meu projecto de vida.
Angeles Hinojosa
Investimento:
Palestra: 10 €
Por uma questão de disponibilidade de espaço, é solicitado a sua inscrição nesta palestra.
Contacto: 96 728 64 10 ou geral@anjocas.com
LOCAL: ANJOCAS, Av. Almirante Reis, 106 – 5D Em Lisboa (Em frente à cervejaria Portugália)
sábado, 23 de janeiro de 2010
DIVULGO
Entrada livre
Para mais informações visite o site infosermae.pt
Telemóvel: 934 234 664/966293836
E-mail: amamentar@infosermae.pt
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
DIVULGO: Curso de produtos caseiros
Podem consultar o site (www.orgoneportugal.com ) valor : 39€ por dia
27 Fev. Sáb. das 10 ás 18h - Corpo I
28 Fev. das 10 ás 18h - Corpo II
6 Mar. Sáb. 10 ás 18h - Corpo III
7 Mar. Dom. 10 ás 18h - Casa
15 Maio Sáb. das 10 ás 18h - Corpo I
16 Maio Dom. das 10 ás 18h - Corpo II
10 Jul. Sáb. das 10 ás 18h - Corpo III
11 Jul. Dom. das 10 ás 18h - Casa
Congresso em Las Palmas
DIVULGO: Workshop Gratuito de PNL (Programação Neurolinguística)
| O objectivo é levantar a ponta do véu desta ferramenta fantástica que tem fascinado pessoas pelo mundo inteiro. Um workshop esclarecedor e prático. Além de perceber mais sobre Programação Neuro Linguística terá a oportunidade de experimentar algumas de suas técnicas e começar imediatamente a beneficiar-se com seus excelentes resultados! Venha descobrir porque a PNL tem sido considerada a ciência da excelência humana! Lugares Limitados: Faça a sua inscrição Register Now! |
Aprenda a dirigir o cérebro para gerar:
- Mudança de Comportamentos
- Harmonia nos Relacionamentos
- Comunicação Efectiva
- Alcance de Metas pessoais
- Realização profissional
- Auto-Gestão
- Atitude renovada
- Resolução de conflitos no presente e no passado
Divulgo: SEMINÁRIO COM BOB MANDEL
Não há como negar o movimento de expansão de consciência da humanidade. Os sinais são inúmeros e participar deste movimento é uma oportunidade e uma honra enorme mas também uma grande responsabilidade. É com a consciência desse movimento maior que somos chamados, enquanto terapeutas e promotores dessa ampliação de consciência a trazer alguns contributos para a mudança na forma de nascer, em Portugal e no mundo.
A importância dos períodos pré-natal e neonatal para a formação da personalidade humana é cada vez mais evidente e menos contestada. Urge pois abrir espaço, criar condições,para que o ser humano possa nascer no respeito pela sua natureza e unicidade.
Trazer a Portugal Robert Mandel, um dos primeiros 12 renascedores, pioneiros na utilização do processo terapêutico que é o Rebirthing ou renascimento (através do qual a pessoa se permite aceder profundamente ao trauma do nascimento, resgata e integra essas memórias ampliando a sua compreensão e consciência da repercussão das mesmas na sua personalidade , nos seus relacionamentos, na sua vida) é uma honra e uma oportunidade única de podermos partilhar da sua experiência prática de 30 anos como terapeuta renascedor.
Compreender as repercussões do trauma de nascimento é um passo imprescindível para a tomada de consciência da necessidade de mudança da actual forma de nascer. Viver a vida com pleinitude, em prosperidade e amor é em verdade a autêntica expressão da natureza humana. É essencial que em períodos de tamanha importância como são a concepção a gestação o parto e a recepção da criança no mundo, o respeito, o amor e a veneração pela expressão da vida, estejam presentes e expressas no ambiente, nas atitudes e nos pensamentos de quem tem o privilégio de facilitar o processo de nascer ou renascer.
A capacidade da mudança está em cada um de nós e somos todos um!....e
"Não te substimes …és dono de tesouros que são bênçãos para o mundo"
Bob Mandel
Por tudo isto convidamo-lo a abraçar este movimento e este projecto participando no Seminário " Nascimento Personalidade e Relacionamentos" a realizar em Lisboa, 8 e 9 de Maio de 2010.
Bob Mandel
Escritor,consultor,
Licenciado em filosofia e literatura inglesa, graduado em administração de empresas e mestre em artes com louvor pela universidade de Yale.
Fundador do Projecto internacional de autoestima e do ISLP (Programas internacionais de liderança e seminários internacionais)
Como escritor e facilitador de seminários, Bob brida-nos com uma mistura de clareza, humor, sabedoria, intuição e compaixão que " toca" o coração e mente de qualquer pessoa.
Associação SER VIDA , Teresa Pataca e Lurdes Rodeia
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Poque amamentar em exclusivo até aos 6 meses?
Depressão pós-parto - Por Adriana Tanese Nogueira
http://www.amigasdo
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Educar com a intuição
Revista IOL Mãe http://www.mae.iol.pt/
Venha descobrir uma forma de educar que tem como meta o desenvolvimento de pessoas mais saudáveis e felizes - os nossos filhos. O desafio da Educação Intuitiva é ouvir mais o coração do que a cabeça. Pelo menos do que a cabeça dos outros."Educar um filho leva-nos a questionar muitas coisas. Mas nem sempre conseguimos fazer aquilo que julgamos melhor. Passar da forma como fomos educados para uma maneira diferente é um passo muito grande e exige uma reprogramação profunda. Só começamos a pensar nisso quando engravidamos. Se calhar, devíamos começar antes." Quem o diz é Natália Fialho, 36 anos, 3 filhos. Neste processo de questionamento encontrou uma filosofia de educação com a qual se identificou e que hoje representa e divulga em Portugal: a Educação Intuitiva.
Os princípios são simples: a criação de fortes laços emocionais, ou seja, uma vinculação segura, leva ao desenvolvimento de pessoas mais confiantes e felizes. Logo, a uma sociedade melhor, menos violenta, mais pacífica e saudável. A Educação Intuitiva pressupõe uma resposta pronta às necessidades emocionais da criança. E ajuda-a, assim, a desenvolver relações seguras e duradouras ao longo da vida.
O ponto de partida...
... foi a Teoria da Vinculação dos psicólogos John Bowlby e Mary Ainsworth, desenvolvida a partir do final dos anos 60. Eles mostraram que o bebé nasce com uma série de mecanismos que lhe permitem ligar-se a uma ou duas figuras de referência, normalmente a mãe e/ou o pai. A forma como decorre essa ligação vai ser determinante para todas as relações sociais do indivíduo, ao longo da vida, e para o desenvolvimento da sua personalidade.
Segundo a teoria de Bowlby, se existe na infância alguém em quem se pode confiar, que está sempre lá, que é «um porto seguro», então «os seres humanos de todas as idades são mais felizes e mais capazes de desenvolver os seus talentos».
Foi acreditando neste pressuposto que Barbara Nicholson e Lysa Parker fundaram, em 1994, a Attachment Parenting International(API). Desde logo com grupos de apoio, que divulgavam e davam suporte à passagem das teorias à prática. Na Europa o movimento está pouco divulgado, mas nos EUA é bastante divulgado e debatido. O pediatra Dr. Sears foi um dos seus percursores e continua um dos principais defensores. Também tem muitos opositores, claro. Afinal, a educação não é uma ciência exacta, como todos os pais já devem ter percebido.
Grupo de apoio em Portugal
Para Natália Fialho, a Educação Intuitiva dá respostas e ferramentas às dúvidas práticas de todos os pais: «Se só pensarmos no que não queremos fazer, é difícil fazer diferente. Não temos alternativas. Por isso os pais se perguntam tantas vezes 'o que é que eu faço agora?'»
Trata-se de ganhar consciência, mas também de ganhar descontracção. Porque um dos pressupostos é precisamente confiar nos instintos, deixar-se guiar pela intuição.
«Esta teoria não é nada de extraordinário», afirma Natália. «Acredito que é o que todos os pais naturalmente fariam se não houvesse pressões exteriores. É a forma mais natural de reagir aos nossos filhos: atender às suas necessidades. Os nossos instintos estão certos, mas às vezes estão muito enterrados, lá no fundo. Penso que muitos pais seguem os príncipios da Educação Intuitiva, sem sequer saberem que estão teorizados. Mas é bom haver um nome, uma base científica de apoio, para que as pessoas se encontrem com quem pensa da mesma forma e se sintam mais seguras nas escolhas que fazem».
Por isso, Natália criou o grupo de apoio da API em Portugal, em Outubro de 2008, que se reune de dois em dois meses. Também criou um grupo de discussão na internet e até atende telefonicamente quem precise de ajuda ou tenha alguma dúvida.
www.attachmentparenting.org - onde pode tornar-se sócio e receber informação regular e a revista da API
apilisboa.blogspot.com - onde pode saber novidades sobre o grupo de apoio da API em Portugal.
Bésame Mucho, Carlos Gonzalez, Pergaminho
Disciplina Positiva, Jane Nelsen, Mcgraw-Hill
Respeitar as crianças
«As pessoas que tentam respeitar as crianças enfrentam sérias dificuldades», afirma. «Não dês tanto colo, não dês de mamar à noite, estás a estragá-lo com mimos, chorar faz bem, deixa-o adormecer sozinho, eles têm muitas manhas, isso não é fome é mimo... são frases comuns que traduzem a forma como na nossa sociedade é regra educar uma criança. O objectivo principal é a independência, a autonomia, como se fosse suposto uma criança tornar-se independente na primeira infância», aponta Natália.
«É suposto uma criança ser dependente e prefiro que seja dependente de mim do que de alguém que eu não conheço. Além disso, a independência tem de vir da segurança interior e essa só se consegue com o tempo e com respostas positivas às necessidades de um bebé. Não está previsto pela natureza uma criança de três anos sair para caçar quando tem fome! É natural que sejam dependentes!».
Respeitar as crianças é fácil se fizermos o exercício de nos pormos no lugar delas. E se conseguirmos lembrar-nos da nossa infância. «Baixarmo-nos para conversarmos olhos nos olhos, ouvirmos o que nos dizem, em vez de ditarmos ordens de cima, será um bom princípio», aconselha Natália.
Dentro da sua realidade e do seu dia-a-dia, cada mãe / pai pode retirar da Educação Intuitiva aquilo que se insere nos seus valores, aquilo que para si funciona e faz sentido. «É uma caixinha de ferramentas para o dia-a-dia. Cada um usa as que quer». Descubra então que ferramentas são essas e como podem funcionar no seu filho, através dos oito princípios da Educação Intuitiva que Natália Fialho ajudou a trocar por miúdos:
1- Preparação para o parto e para a maternidade/paternidade
2- Alimentar com amor e com respeito
3- Responder às necessidades emocionais da criança
5- Responder às necessidades nocturnas das crianças
7- Praticar a disciplina positiva
8- Procurar o equilíbrio entre vida familiar e pessoal
DIVULGO: Curso Prático de Horticultura Biológica
Chetna
che.aaren@gmail.com
96 642 61 44
Programa: 1ª Sessão – 9h30 –12h30
Teórica: - Introdução
1h30m - Apresentação do curso
- Plano da Horta
- Técnicas Preventivas de Agricultura biológica (TPAB):
1 - Fertilidade e Limitação Natural: Consociações, Rotações e Adubos Verdes;
2 - Técnicas culturais: Sistemas de rega e sua escolha determinada por factores relativos a AB;
3 - Manutenção da diversidade genética, (OGM´S) e troca e recolha de sementes;
4 - Noções básicas sobre Compostagem;
5 - Manutenção da horta- Controle de infestantes: sacha, cobertura do terreno com vários materiais e calendário de rega.
Minhocompostagem e Compostagem
Avaliação
- Os formandos deverão elaborar o seu Plano da Horta com inclusão na planta, das consociações e rotações incluindo adubos verdes e a planificação do sistema de rega.
Prática
1.h30m - Plantação e sementeira das espécies hortícolas e dos talhões de adubos verdes de acordo com o planeamento prévio
- Elaboração de uma pilha de composto e cobertura do terreno com vários materiais
- Planificação da sebe e das plantas não hortícolas em consociação na horta
2ª Sessão – 14h30– 17h30
Objectivos: Os formandos deverão saber, no final desta sessão, como planificar uma sebe. Os formandos deverão ser capazes de planificar a colocação de armadilhas de forma a poderem proceder à Estimativa de Risco e correspondente NEA. Os formandos deverão saber, no final da sessão, quais as principais pragas da horta e as técnicas curativas de AB aplicáveis em cada situação. Deverão também saber obter informação sobre os principais factores de produção e seus pontos de venda.
Teórica: - TPAB: Limitação natural:
1h30m 6 -Técnicas de Planeamento de uma sebe: tipos, funções, escolha de espécies. Técnicas de implantação;
7 - Pragas na horta. Plantas repulsivas de pragas: aromáticas, ornamentais e tintureiras em consociação. Pares Praga/Auxiliares:
7.1- Estimativa de risco e Nível económico de Ataque (NEA);
7.2 - Caldas a partir de plantas com efeito fungicida e pesticida,
- Técnicas curativas de agricultura biológica.
a) Luta biológica
b) Caldas a partir de microorganismos. Substancias homologadas em Portugal
7.3 -Técnicas culturais
Prática - Plantação de uma sebe e de plantas não hortícolas em consociação na
Horta
- Formulação das caldas a aplicar à situação da horta
1h30m - Observação dos pares praga/auxiliares na horta. Colocação de armadilhas
- Recolha de sementes. Contagens nas armadilhas e determinação do NEA
Avaliação
30 m - Os formandos deverão elaborar, como trabalho, a planificação da compostagem e o calendário de manutenção da horta. Os formandos deverão elaborar o planeamento da Estimativa de Risco e do NEA
