
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Para rir e reflectir...

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Feliz Natal e bom 2009
A todas as colegas doulas, um 2009 cheio de trabalho!
Aos meus filhos obrigado por me lembrarem todos os dias o quanto eu sou feliz!
Agradeço também ao meu marido pela paciência e espero que em 2009 acredite mais no meu trabalho :)
Desejo para este ano gravidezes activas e livres de intervenções desnecessárias
Que todas as grávidas possam ter o parto com que sonham...
Para nascer bem é preciso muito pouco, é preciso acreditar no nosso corpo e deixar fluir a força da natureza.
Basta um ambiente tranquilo, silencioso,com muito amor...
Feliz Ano de 2009 para todos
Até para o ano! SEJAM FELIZES
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Placenta retida
Alternativas que podem ajudar...
*Massagem com dedos e polegares no adbómen ( massagem, não é carregar...).
*Colocar o bebe a mamar de preferencia pele com pele
*Peça ao seu companheiro para massajar a parte interna dos calcanhares
*Inspire duas gotas de essencia de jasmim - ou dilui em óleo de amêndoas doces e massaje o abdómen e os pés.
*Pressione o ponto de acunpuntura Bexiga 7 ou Intestino Grosso 4 entre polegar e indicador 20-30 vezes intermitentemente.
*Bebe chá de framboesa para encorajar o útero a contrair.
domingo, 21 de dezembro de 2008
Produtos químicos podem atravessar placenta até o bebe
Ambas as organizações pedem uma mudança na lei para que esses químicos sejam proibidos.
Especialistas, entretanto, dizem que não existe motivo para alarme já que não há evidência de danos causados pelos químicos.
A pesquisa analisou o sangue retirado do cordão umblical de 27 recém-nascidos e 42 mães que haviam dado a luz havia pouco tempo.
"É assustador que esses químicos estejam presentes no corpo humano, especialmente nos primeiros estágios da vida, quando o corpo humano está mais vulnerável", diz Helen Periver, do Greenpeace.
"Não é surpresa nenhuma encontrarmos no sangue substâncias que estão no meio-ambiente", diz Andrew Shennan, obstetra e porta-voz da Tommy , organização britânica que defende os direitos dos bebes.
BBC Brasil, 09/09/05
Evite as siglas PEG, POE, as terminações em eth e os eters, evite os parabenos (todos), DEA e TEA, DMDM hidantoína, bromopol, formaldeído, quatérnio 15, Sodium Lauryl Sulfate (lauril sulfato de sódio), corantes e fragrâncias (que não especifiquem se contém ou não talatos, se foram ou não testadas para hipoalergenicidade), polysorbato 60 e 80 ( os outros não são problemáticos).
Mais info aqui http://leiaorotulo.blogspot.com/
sábado, 20 de dezembro de 2008
Os mitos da Pediatria
Encontrei este Texto publicado na edição do Expresso de 06 de Dezembro
no BLOG da Doula Rosa e ADOREI! É pena que nem todos os pediatras conheçam estes mitos!"Conhecimentos inéditos sobre o desenvolvimento biológico estão a revolucionar os cuidados aos mais pequenos.
por Vera Lúcia Arreigoso
A vida moderna está a obrigar as crianças a uma socialização precoce e artificial
Música na gravidez.
Não é preciso nascer para ouvir.
Hoje admite-se que o feto tem capacidades auditivas a partir das 12 semanas e guarda memória dos sons após o nascimento.
Recomenda-se a audição de sons graves porque têm um efeito calmante e a música clássica está entre os estilos adequados. Os ritmos binários têm a vantagem acrescida de se assemelharem ao batimento do coração da mãe. Uma curiosidade: a cadência com que as mães embalam é igual ao seu ritmo cardíaco e é por isso que o bebé adormece mais facilmente.
Aleitamento.
Evitar alimentos como laranjas, cebolas, leguminosas ou chocolates não diminui as cólicas no bebé. A alimentação da mulher deve ser variada desde a gestação porque está provado que o feto inicia o desenvolvimento das células sensíveis ao sabor às 14 semanas. Todos são unânimes sobre os benefícios da amamentação exclusiva até aos seis meses de vida do bebé e provou-se que estão erradas as teorias sobre a fraca qualidade do leite muito líquido ou que não escorre quando é deitado num copo. O aleitamento é prioritário e deve começar ainda na sala de partos.
Esterilização.
Ferver ou esterilizar biberões e tetinas não é necessário se os pais lavarem frequentemente, e bem, as mãos. As doenças infecciosas são menos frequentes e em condições normais de habitabilidade e de higiene basta uma lavagem que elimine os resíduos.
Alimentos.
É um erro excluir alimentos como peixe, gema de ovo, carne de porco e frutas nos primeiros tempos de vida. A selecção visava prevenir alergias, mas as organizações internacionais defendem que atrasar a diversificação alimentar, mesmo em alérgicos, não traz benefícios. Outro erro antigo: não se deve obrigar a comer nem negociar alimentos por alimentos - por exemplo, dar uma bolacha para compensar ter comido sopa - e os legumes e frutas devem estar sempre na mesa porque a sua presença influenciará a alimentação na vida adulta. No passado, os alimentos eram introduzidos com o aparecimento dos dentes e agora são recomendados aos quatro meses, quando não há amamentação.
Suplementos alimentares.
Vitaminas para quê? A sociedade moderna caracteriza-se pela abundância e uma dieta equilibrada é suficiente. A excepção, sobretudo no primeiro ano de vida, é a vitamina D, que gerações reforçaram com 'colheradas' de óleo de fígado de bacalhau. A tradição tem sido recuperada sob outras formas: os ácidos gordos são decisivos na formação das membranas cerebrais e estão a ser redescobertos em óleos de peixes de profundidade.
Peso.
Gordura não é formosura. Cada bebé tem o seu ritmo e as variações nem sempre são sinal de doença. Os pediatras afirmam que os pais modernos se preocupam em excesso com o crescimento e recomendam que pesagem e medição só sejam feitas nas consultas de rotina.
Sono.
Não tem fundamento o medo de que os bebés deitados de costas podem sufocar no caso de bolçarem. Em situações normais, o corpo humano está preparado para evitar estas situações. O medo levou muitos pais a deitarem os recém-nascidos de barriga para baixo, mas hoje é reprovável e perigoso. É mandatório deitar os bebés de barriga para cima, pelo menos, até aos seis meses. Depois, é o próprio bebé que escolhe a posição mais confortável.
O sono solitário foi estimulado por se acreditar que promovia a autonomia, mas não está provado.
Morte súbita.
'Abafar' os bebés não é o perigo principal. A morte de crianças saudáveis por razões inexplicáveis continua a registar-se e estudos recentes têm evidenciado que é mais comum quando os pais são fumadores, em famílias monoparentais e quando o bebé é deitado de barriga para baixo.
Choro. As lágrimas são mais do que fome ou fralda molhada. Descobriu-se que os bebés são muito sensíveis a estímulos e também precisam de aliviar a tensão. Ou seja, às vezes basta deixar chorar um bocadinho para perceber a mensagem.
Banho. Esperar pela digestão para dar banho é um mito. A água utilizada está morna e não existe choque térmico, responsável pela congestão. Além disso, o leite é de fácil digestão. O banho deve ser um prazer e a regra é 'água quanto baste e pouco produto de limpeza', sobretudo com glicerina, porque seca e irrita a pele em demasia.
Pele. Pó de talco fora da lista. A limpeza exagerada é inimiga da pele e um banho seguido de uma loção hidratante é suficiente. Na zona da fralda é necessária parcimónia no uso de toalhetes, pois limpam a sujidade, mas também podem arrastar a camada superficial da pele. Quando a fralda só está molhada e não existe irritação não é necessário usar creme ou pastas sob risco de provocar uma sensibilização excessiva. E o pó de talco está fora de moda porque as partículas podem ser inaladas pelo bebé.Fralda. O uso precoce do bacio está fora de questão. Os pediatras estão a recuperar a tradição de retirar a fralda só aos dois anos porque o controlo precoce do esfíncter pode, afinal, trazer problemas.
Botas ortopédicas. Não vale a pena olhar para os pés antes dos dois anos. A ortopedia moderna respeita as regras de crescimento do pé e da marcha das crianças e qualquer calçado que faça alguma contenção interfere com a evolução normal. É ponto assente que é o exercício e não o calçado ortopédico ou formativo que cumpre a missão fisiológica. Sempre que possível, as crianças devem andar descalças e usar sapatos que protejam apenas o tornozelo e o calcanhar.
Creche. A socialização, afinal, só começa aos três anos. Na sociedade actual mães e avós trabalham e os bebés vão para a creche cada vez mais cedo. Contudo, a maioria dos pediatras regressou ao passado para recomendar os cuidados dos avós até aos três anos. Argumentam que os ganhos de afecto compensam.
Febre. A temperatura não é doença. A maioria das crianças faz quatro dias de febre e não é preciso baixar a temperatura de imediato como querem os pais dos nossos dias. Os médicos alertam que a febre é muitas vezes é um mecanismo de defesa do organismo e que um sinal de serenidade é a criança continuar a brincar.
Tosse. Adeus ao xarope. Tossir é uma forma do corpo para eliminar secreções e melhorar a respiração. Trata-se de um sintoma e não de uma doença e nos primeiros anos de vida não são recomendados inibidores.
Aerossóis. São os grandes terapeutas do século XXI. Ajudam a respirar melhor, contudo, os médicos têm dúvidas sobre o que os próximos avanços podem revelar sobre a sua utilização.
Ginástica respiratória. Comum na década de 90 revelou-se desnecessária. Era usada para bronquiolites e hoje sabe-se que aumentam o cansaço e as dificuldades de respiração.
Remédios caseiros. Vivem-se tempos de medicação excessiva. As precauções sobre o uso de remédios estão na ordem do dia e a regra é recuperar remédios caseiros como o xarope de cenoura e os preparados com mel.
Flúor. As gotas outrora comuns foram trocadas pelos dentífricos. Actualmente, é promovida a lavagem cada vez mais precoce dos dentes, aliás, logo que a dentição aparece na vida do bebé.
Brinquedos. Quantos mais, pior. As crianças precisam de estimular a imaginação e para isso não podem ter muitos brinquedos para poderem explorá-los ao máximo, dando-lhe várias utilizações. Os pais devem guardar os presentes, optando pela distribuição ao longo do ano.
Animais. Os eternos amigos estão de volta. Após várias teorias sobre o risco acrescido de alergias, cães, gatos, pássaros e outros animais são desejáveis para o desenvolvimento da criança.
Desporto. O cloro não faz alergia. A prática desportiva é defendida para o desenvolvimento psicomotor e a natação volta a liderar as preferências. A qualidade da água das piscinas melhorou e os bebés podem nadar a partir do sexto mês de vida. Só é preciso limpar o cloro com um banho abundante e dar bastante água para minimizar a sua presença no estômago.
Regras. O ónus dos pais sobre a personalidade dos filhos está mitigado. Passou a ser admitido que há crianças difíceis que complicam a vida das famílias e que as regras são, por isso, indispensáveis. A negociação deve existir, mas sem rendição, em especial, dos pais.
FUNDAMENTOS
Teses de médicos portugueses
As orientações da pediatria moderna são conhecidas em Portugal e estão adoptadas por muitos especialistas.
O Expresso ouviu alguns pediatras com trabalhos publicados nesta área e com funções em hospitais públicos de referência. Entre eles, o chefe do Serviço de Pediatria do Hospital de Cascais, Luís Pinheiro; o presidente do Colégio de Pediatria da Ordem dos Médicos, Anselmo da Costa; o neonatologista do Hospital de Santa Maria, António Simões de Azevedo; o presidente da Sociedade Portuguesa de Pediatria, Luís Januário, e o director da Pediatria Médica do Hospital de Dona Estefânia, Gonçalo Cordeiro Ferreira."
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Curso de Homeopatia-em-casa: Gravidez e Parto
Terça-feira, 23 Dez, das 13h às 16h30
Espaço Tempo de Pausa, Av. Fontes Pereira de Melo no35 – 5oC Lisboa
Preço: €60
(vagas limitadas)
Estarão disponíveis kits homeopáticos e respectivos guias de consulta para compra.
Para mais informações consulte:
http://www.appliedhomeopathy.co.uk/homeopatiaaplicada/index_files/page0007.htm

EU VOU!
Presentes...
A campanha Presentes Solidários 2008 dá-lhe a possibilidade de contribuir de forma concreta na promoção do desenvolvimento global.
Neste Natal ofereça presentes muito originais aos seus amigos, familiares ou colegas!
São presentes que apoiam directamente uma pessoa, família ou comunidade desfavorecida nos Países de Língua Portuguesa, e que são dados em nome do seu amigo. Para cada país existe um Presente Solidário, pensado segundo uma necessidade local específica.
Escolha um ou mais destes presentes, e receba um cartão ilustrado que pode personalizar e entregar aos seus amigos. Será uma óptima surpresa para eles ao perceber que neste Natal estão a participar de forma concreta na luta contra a pobreza e a viver um Natal mais solidário!
Descubra mais informação sobre a Campanha Presentes Solidários 2008 em http://www.presentessolidarios.pt/
Eu destaco a "Maleta de Parto"
http://www.presentessolidarios.pt/escolha.php#presenteGuine
A Guiné-Bissau tem uma das taxas de mortalidade materna mais elevada do mundo: uma em cada 16 mulheres morre durante a gravidez ou o parto.
Esta maleta inclui material para o parto e medicamentos em caso de cesariana. Permitirá que uma vida nova seja um momento de alegria e esperança.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Estudo liga uso de dois antidepressivos na gravidez a anomalias cardíacas no bebé
Segundo a pesquisa, mulheres que tomam fluoxetina nos três primeiros meses de gestação têm quatro vezes mais chances de ter um bebé com problemas cardíacos, e a quantidade de bebés com essas anomalias é três vezes maior em gestantes que tomam paroxetina.
Os pesquisadores, porém, recomendam que as mulheres que tomam esses medicamentos continuem o tratamento, a menos que sejam orientadas, por seu médico, a suspender o uso de antidepressivos. E eles ressaltam que, em mulheres tomando fluoxetina, deve ser realizado um ecocardiograma fetal no terceiro trimestre para diagnosticar possíveis anomalias cardíacas.
Além disso, as gestantes são recomendadas a parar de fumar, visto que o estudo também mostrou que fumar mais de dez cigarros por dia aumenta em cinco vezes os casos de problemas cardíacos no bebé.
No estudo, acompanhando a gravidez de mais de 2 mil mulheres – dentre elas, 410 que tomavam paroxetina e 314 que tomavam fluoxetina – pesquisadores de Israel, Itália e Alemanha descobriram uma alta taxa de anormalidades cardíacas em mulheres que tomaram antidepressivos e entre as que fumavam mais de dez cigarros por dia.
Os resultados indicaram uma prevalência de problemas cardíacos de 2,8% no grupo que tomou fluoxetina, de 2% no grupo da paroxetina e de 0,6% no grupo controle. Além disso, o índice de interrupção da gestação foi maior nos grupos dos antidepressivos (7,8%; 4,8%; e 2,8%, respectivamente).
E, para piorar o quadro, as mulheres que tomavam os medicamentos eram mais propensas a fumar (20,1%; 20,7%; e 7,5%) e a fumar mais de dez cigarros por dia (12,3%, 14%; e 4,4%).
Considerando todos esses fatores, eles calcularam uma probabilidade 4,5 vezes maior de ter um filho com problemas com o uso da fluoxetina; e 2,7 vezes maior risco com o uso do outro antidepressivo. E o fato de fumar menos de dez cigarros por dia aumentaria os riscos em 2,7 vezes, comparados com o aumento de 5,4 vezes entre aquelas que fumavam mais.
Os autores destacaram que não há evidências indicando riscos em outros antidepressivos do mesmo grupo. E que é importante que as mulheres com depressão não abandonem o tratamento, mas saibam dos riscos potenciais e benefícios envolvidos no seu tratamento durante a gravidez.
Fonte: British Journal of Clinical Pharmacology. Novembro de 2008.
http://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm?news_id=7884&mode=browse
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
NATAL....
Cesariana "abre" sete camadas no corpo da mulher

"Para a passagem do bebé, a cesariana tradicional "abre" pele, gordura, fáscia muscular (lâmina de tecido em que se fixa o músculo), músculo, peritônio parietal (sob o músculo), peritônio visceral (sobre a parede do útero) e o útero"
http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u418900.shtml
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
HypnoBirthing

HypnoBirthing® Mothers are making choices -- creating change!
In 2007 15.5% of US HypnoBirthing® mothers birthed via C-Section, compared the the national average of 32%
12% of HypnoBirthing® mothers chose to birth in the comfort of their homes. The national average is less than 1%.
6% of HypnoBirthing® mothers chose to birth in freestanding birth centers. The national average is less than 1%.
Over 70% of HypnoBirthing® mothers birthing vaginally had unmedicated births.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
domingo, 14 de dezembro de 2008
Controle natural da natalidade?
http://www.justisse.ca/eBook_loc_93_enc-table-of-contents.aspx
sábado, 13 de dezembro de 2008
Teus filhos não são teus filhos.
Vêm através de vós, mas não de vós.
Podem dar-lhes amor, mas não os pensamentos,
Porque eles têm os seus próprios pensamentos.
Podem trazer os seus corpos, mas não as suas almas.
Porque as suas almas moram na casa do amanhã,
Que vocês não podem visitar, nem sequer em sonhos.
Podem tentar ser como eles,
Mas não queiram que eles sejam como vós.
Vós sois os arcos dos quais partem os vossos filhos, quais flechas vivas.
Que a flexibilidade nas mãos do archeiro seja de prazer.
Kahlil Gibran
O Profeta
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
As grávidas devem de tomar ferro?
Na gravidez não se fala de anemia mas sim de hemodiluição ou diluição do sangue, a hemoglobina está lá mas há mais sangue a circular, cerca de um litro e meio que se perderá no parto e por isso os valores devem baixar.
Quando os valores não baixam para além de 10 há o risco de baixo peso à nascença (em bebés de termo) ou parto prematuro.
na página 193 do livro "A cesariana" do Michel Odent ele diz:
"Um estudo britânico envolvendo mais de 150 000 gravidezes mostrou que o peso médio mais elevado á nascença correspondia ao grupo de mulheres que tinham uma taxa de hemoglobina entre 8,5 e 9,5. É quando a taxa de hemoglobina não consegue vir para baixo de 10,5 que aumentam os riscos de nascimentos de bebés com pouco peso, de partos prematuros e de pre-eclampsias."
A mãe pode comer um raminho de salsa todos os dias se acha que não consome ferro suficiente em todos os outros alimentos.
Estudos:
Relation between maternal haemoglobin concentration and birth weight in different ethnic groups.
Steer P, Alam MA, Wadsworth J, Welch A.
Academic Department of Obstetrics and Gynaecology, Charing Cross and Westminster Medical School, Chelsea and Westminster Hospital, London.
OBJECTIVE--To assess the relation of the lowest haemoglobin concentration in pregnancy with birth weight and the rates of low birth weight and preterm delivery in different ethnic groups. DESIGN--Retrospective analysis of 153,602 pregnancies with ethnic group and birth weight recorded on a regional pregnancy database during 1988-91. The haemoglobin measurement used was the lowest recorded during pregnancy. SETTING--North West Thames region. SUBJECTS--115,262 white women, 22,206 Indo-Pakistanis, 4570 Afro-Caribbeans, 2642 mediterraneans, 3905 black Africans, 2351 orientals, and 2666 others. MAIN OUTCOME MEASURES--Birth weight and rates of low birth weight (< 2500 g) and preterm delivery (< 37 completed weeks). RESULTS--Maximum mean birth weight in white women was achieved with a lowest haemoglobin concentration in pregnancy of 85-95 g/l; the lowest incidence of low birth weight and preterm labour occurred with a lowest haemoglobin of 95-105 g/l. A similar pattern occurred in all ethnic groups. CONCLUSIONS--The magnitude of the fall in haemoglobin concentration in pregnancy is related to birth weight; failure of the haemoglobin concentration to fall below 105 g/l indicates an increased risk of low birth weight and preterm delivery. This phenomenon is seen in all ethnic groups. Some ethnic groups have higher rates of low birth weight and preterm delivery than white women, and they also have higher rates of low haemoglobin concentrations. This increased rate of "anaemia," however, does not account for their higher rates of low birth weight, which occurs at all haemoglobin concentrations.
PMID: 7888886 [PubMed - indexed for MEDLINE]
"Effects of routine oral iron supplementation with or without folic
acid for women during pregnancy" Rev 2006
http://www.cochrane.org/reviews/en/ab004736.html
Resultado:
"There is not enough evidence to determine with confidence if routine
daily or intermittent iron or iron-folic acid supplementation in
pregnancy improves functional and health outcomes for women and
babies"
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Blogosfera...
1 - Mamíferas

2 - Materna Japão
Criado para informar (em português) as mulheres que moram no Japão.
2 blogs a visitar!
BOM FIM DE SEMANA!
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Entidade Reguladora da Saúde tem livro de reclamações on-line
http://www.ers.pt/portal_url/informacoes_uteis/livro-de-reclamacoes-online
O "Livro de reclamações on-line" é um instrumento que vem trazer aos utentes dos serviços de saúde públicos, privados ou do sector social, a possibilidade de, com rapidez e eficácia, apresentarem as suas insatisfações
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Doula...
Estar ao lado, não tomar decisões pela outra pessoa, mas participar no seu processo transformativo, estar presente, ouvir, dar pistas, mas sobretudo ouvir, porque às vezes basta a uma pessoa permitir-se ter voz e ter um eco da sua própria voz, para encontrar as suas respostas
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
"A alimentação durante a gravidez"
Palestra sobre "A alimentação durante a gravidez"
Quarta-feira, dia 3 de Dezembro às 18 horas
A não perder!O Jean-Claude Rodet estará na loja durante os dias 28 e 29 de Novembro (sexta-feira e sábado) disponível para atender a questões relacionadas com a alimentação e a saúde.
Para marcação de consultas por favor contactar pelo telefone da MIOSÓTIS: 21 7959357
http://biomiosotis.blogspot.com/
"Miosótis" (na Av. Óscar Monteiro Torres, 15, ao Campo Pequeno, em Lisboa)
sábado, 29 de novembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
O uso da técnica “hands off” para protecção do períneo não altera a frequência ou grau de laceração perineal no parto
O objectivo foi determinar a frequência, grau, e localização das lacerações perineais e dos resultados associados com o uso de duas técnicas para protecção do períneo – expectante (“hands off”) e intervencionista (“hands on”) – durante o parto.
Conduzimos um estudo randomizado controlado para comparar a eficácia das duas técnicas para protecção do períneo durante o parto espontâneo. O estudo incluiu 70 mulheres primíparas, que foram divididas de igual forma entre o grupo “hands off” e o grupo “hands on” (n=35 por grupo).
Ocorreram lacerações do períneo em 81.4% das mulheres. Apesar disto, predominaram as lacerações de primeiro-grau (82,5%). Lacerações na região anterior e posterior do períneo ocorreram com uma frequência similar. A taxa de lacerações não divergiu entre o grupo de “hands off” e “hands on” (P>05). Os resultados neonatais foram similares em ambos os grupos.
O uso da técnica “hands off” para protecção do períneo não altera a frequência ou grau de laceração perineal no parto, relativamente á técnica “hands on”.
de Souza Caroci da Costa A, Gonzalez Riesco ML.
A comparison of "hands off" versus "hands on" techniques for decreasing perineal lacerations during birth.
J Midwifery Womens Health. 2006 Mar-Apr;51(2):106-11.
PMID: 16504907 [PubMed - in process]
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Todas as formas de teste de tolerância à glicose devem ser revistas
95 e 2 horas após a refeição abaixo de 140.
Alterações abaixou ou acima são normais e não significam diabetes gestacional.
Em português a página 194 e 195 do livro "A Cesariana" do Michel explica muito bem a inutilidade deste teste comparando com simples conselhos nutricionais.
E em inglês, um excelente artigo pela Henci Goer
http://parenting.ivillage.com/pregnancy/pcomplications/0,,9cgc,00.html
Retirado do Guia para a Atenção Efectiva na Gravidez e no Parto:
Os dados disponíveis não apóiam a recomendação ampla de que todas as gestantes sejam submetidas a rastreamento de "diabetes gestacional", muito menos que sejam tratadas
com insulina.
Até que seja estabelecido o risco de pequenas elevações da glicose durante a gravidez em estudos conduzidos apropriadamente, o tratamento baseado nesse diagnóstico deve ser revisto criticamente.
O uso de terapia injetável com base nos dados disponíveis é altamente discutido, e em muitos outros campos do exercício da medicina tal tratamento agressivo sem benefício comprovado seria considerado antiético.
Fontes
Effective care in pregnancy and childbirth
Biblioteca Cochrane
Revisões pré-Cochrane
Ruptura da bolsa antes do início do trabalho de parto
http://www.radmid.demon.co.uk/prom.htm
http://www.gentlebirth.org/archives/prom.html
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
O parto em casa é seguro?
“Reconhecendo as evidências de que o parto de mulheres saudáveis, que não são consideradas de risco após avaliação criteriosa por profissionais capacitados, pode ocorrer de maneira segura em vários locais, incluindo centros de parto extra-hospitalares e sua própria casa...a APHA (American Public Health Assosciation) apóia iniciativas para aumentar o acesso à assistência materno-infantil fora do hospital...” (Associação Americana de Saúde Pública, publicado no American Journal of Publica Health, Vol 92, No. 3, Março 2002).
“Vários estudos metodologicamente adequados compararam os resultados entre partos domiciliares planeados com partos hospitalares para mulheres com características semelhantes. Uma metanálise destes estudos mostrou que não houve nenhum caso de morte materna e nenhuma diferença estatisticamente significativa no risco de mortalidade perinatal.” (Guia para atenção efetiva na gravidez e no parto. Murray Enkin, et al. 2005. Publicação com as evidências científicas do grupo de estudos de Saúde Materno-infantil da Biblioteca Cochrane)
No início de 2005 foi publicado pelo periódico inglês British Medical Journal (BMJ) um estudo epidemiológico que analisou mais de 5.000 partos domiciliares acompanhados por parteiras graduadas nos Estados Unidos e Canadá. Esta pesquisa mostrou resultados muito favoráveis ao parto domiciliar. Os partos domiciliares, quando comparados aos hospitalares, tiverem menor taxa de intervenções médicas, mas com a mesma segurança em relação à mortalidade materna e neonatal (Johnson; Daviss, 2005).
Foi constatado que, o risco de problemas respiratórios em bebês recém-nascidos é 17 vezes mais alto nos partos hospitalares do que nos partos em casa.
Os EUA têm a maior taxa de intervenção obstétricas durante o trabalho de parto, assim como têm enfrentado sérios problemas com o crescimento de erros médicos.
Enquanto a taxa de mortalidade neonatal e materna tem diminuído drasticamente desde o virar do século, fatores como nutrição e higiene têm influenciado bastante nesse resultado.
No geral, a mortalidade infantil tem crescido desde os anos 30, mesmo assim, os partos domiciliares demonstraram ser mais seguros. Em 1939, Baylor Hospital Charity Service em Dallas, Texas, publicou um estudo que revelou uma taxa de mortalidade neonatal de 26.6 por 1.000 nascidos vivos em casa comparando com a taxa de mortalidade no hospital, que chegou a 50.4 por 1.000.The Five Standards of Safe Childbearing, 1981, Stewart, p. 241
Uma pesquisa realizada ao longo de seis anos, pelo Texas Department of Health, de 1983 a 1989, revelou que a taxa de mortalidade infantil nos partos assistidos por parteiras não certificadas, em casa, foi de 1.9 a cada 1.000 comparada com a taxa dos partos realizados por médicos de 5.7 a cada 1.000.Texas Lay Midwifery Program, Six Year Report, 1983-1989, Bernstein & Bryant, A taxa nos partos assistidos por parteiras treinadas e certificadas foi de 1 a cada 1,000 e por outros tipos de assistentes foi de 10.2 mortes por 1,000 nascidos vivos.Labor Pains: Modern Midwives and Homebirth, Sullivan & Weitz, 1988
Um estudo que envolveu 3.257 partos fora do ambiente hospitalar, no estado do Arizona assistidos por parteiras licenciadas entre 1978 a 1985 mostrou que a mortalidade materna atingiu 2.2 a cada 1,000 e a mortalidade neonatal atingiu 1.1 a cada 1,000 nascidos vivos.
Se quiser saber mais:
"Home Birth Study" British Medical Journal, June 2005
"Outcomes of Planned Home Births with Certified Professional Midwives: Large Prospective Study in North America" British Medical Journal, June 2005
"Evidence Based Maternity Care Report" Childbirth Connection/Millbank Memorial Fund, October 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher
Em 1999, as Nações Unidas (ONU) designaram oficialmente 25 de Novembro como Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher.
Antes desta indicação da ONU, o dia 25 de Novembro já era vivido pelo movimento internacional de mulheres. A data está relacionada com a homenagem a Tereza, Mirabal-Patrícia e Minerva, presas, torturadas e assassinadas em 1960, a mando do ditador da República Dominicana Rafael Trujillo.
Não nos permitirem mandar no nosso corpo também é uma forma de violência, pensem nisto, pensem como um parto pode ser violento... Pensem como uma episiotomia pode ser mutilante...
sobre a violência no parto
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-12902008000300014&script=sci_arttext&tlng=en
Se for vítima...se for testemunha...
Não tenha medo de denunciar!!
Em Portugal ligar em caso de urgência 800202148.
Pedir apoio à APAV- Associação de Apoio à Vítima http://www.apav.pt/home.html
707200077 - email: apav.sede@apav.pt
No Brasil :http://www.ipas.org.br/violencia.html
ou ligue para o número 180 ( atendimento Nacional).
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Para pensar...
Tolba Phanem - (6/21/2005)
"Quando uma mulher, de certa tribo da África, sabe que está grávida, segue para a selva com outras mulheres e juntas rezam e meditam até que aparece a “canção da criança”.
Quando nasce a criança, a comunidade se junta e lhe cantam a sua canção.
Logo, quando a criança começa sua educação, o povo se junta e lhe cantam sua canção.
Quando se torna adulto, a gente se junta novamente e canta.
Quando chega o momento do seu casamento a pessoa escuta a sua canção.
Finalmente, quando sua alma está para ir-se deste mundo, a família e amigos aproximam-se e, igual como em seu nascimento, cantam a sua canção para acompanhá-lo na "viagem".
"Nesta tribo da África há outra ocasião na qual os índios cantam a canção.
Se em algum momento da vida a pessoa comete um crime ou um ato social aberrante, o levam até o centro do povoado e a gente da comunidade forma um círculo ao seu redor.
Então lhe cantam a sua canção".
"A tribo reconhece que a correção para as condutas anti-sociais não é o castigo;
é o amor e a lembrança de sua verdadeira identidade.
Quando reconhecemos nossa própria canção
já não temos desejos nem necessidade de prejudicar ninguém."
"Teus amigos conhecem a "tua canção" e a cantam quando a esqueces.
Aqueles que te amam não podem ser enganados pelos erros que cometes ou as escuras imagens que mostras aos demais.
Eles recordam tua beleza quando te sentes feio;
tua totalidade quando estás quebrado;
tua inocência quando te sentes culpado
e teu propósito quando estás confuso."
Tolba Phanem
Hoje na Sic Mulher
sábado, 22 de novembro de 2008
Petição
olhem a mensagem que recebi... vou já assinar a petição!
accouchement à domicile
l'accouchement à domicile (AAD) est en passe de devenir illégal !!!!!
le compte à rebours est largement entamé !
ce n'est plus qu'une question de mois pour que le CNOSF réussisse à faire
stopper tout accompagnement en AAD... les Sages Femmes AAD font l'objet
d'une véritable chasse aux sorcières et arrêtent les unes après les
autres... c'est une HECATOMBE
Pour soutenir la liberté d'accoucher librement, allez signer le manifeste :
http://dechaineesweb.free.fr/index.php?page=q
Lorsque les 343 signatures (comme le 5 avril 1971) seront atteintes
le manifeste sera imprimé sur papier glacé et envoyé à qui de droit:
CNGOF, CNOSF, ministère de la Santé...
ainsi qu'au Canard Enchainé, Charlie Hebdo, Le Monde...
et je compte sur vous pour faire suivre sur tous les forums, à vos carnets
d'adresses... etc... merci
"L'obstétrique traditionnelle consiste à surveiller un phénomène physio en
se tenant prêt à intervenir à tous les instants. L'obstétrique moderne
consiste à perturber le phénomène de telle sorte que l'intervention devienne
indispensable à l'heure exacte où le personnel est disponible. C'est
beaucoup plus difficile." Prof. Malinas, gynécologue-obstétricien. Le
Dauphiné Libéré, 8 mai 1994.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
A dor no parto...
A dor do parto é uma dor intermitente, vem com a contração, começando fraca e vai aumentando, até atingir o pico de intensidade, depois começa a diminuir e desaparece completamente. No intervalo entre as contrações não há dor, dá tempo para relaxar, meditar, respirar profundamente e muitas vezes dormir.
É uma dor diretamente influenciada por fatores psicológicos, funcionais e emocionais. Quando estamos com medo, ficamos tensas, e a nossa tensão faz a dor aumentar. É um ciclo bem conhecido, o ciclo do medo-tensão-dor.

Uma boa experiência de parto significa, entre outras coisas, lidar com a dor inerente ao processo de abertura do colo do útero e aliviar ou eliminar as dores desnecessárias, provenientes de tensões, medos, ambientes impróprios, manobras médicas discutíveis ou presença de pessoas indesejadas.
Como podemos minimizar o desconforto das contrações?
- Água, um recurso importante, nas suas variadas formas. O chuveiro morno sobre as costas é relaxante e diminui a sensação de dor. Não há limite de tempo para a mulher permanecer no chuveiro, as banheiras comuns ou de parto também são relaxantes e diminuem a sensação de dor. O ideal é que a imersão seja feita quando a dilatação já atingiu 5 ou 6 cm, para que não haja desaceleração do trabalho de parto.
- Respiração, embora todos saibamos respirar, existem técnicas que ajudam a aumentar a oxigenação durante as contrações e o relaxamento durante os intervalos. Basicamente, entre contrações a respiração deve ser calma e profunda, propiciando maior relaxamento. Durante a contração, usa-se uma respiração mais acelerada, começando lenta e ficando mais curta e rápida no auge da contração ( cachorrinho), voltando aos poucos a ficar mais profunda e longa conforme a contração vai desaparecendo. Esta respiração aumenta a oxigenação. Embora essas sejam dicas úteis para o parto, a respiração varia de mulher para mulher não exitem regras fixas! manter intiutivamente um ritmo respiratório sem necessidade de auxílio é uma forma de devolver o protagonismo á mulher!
- Iluminação – para a maioria das mulheres, um ambiente na penumbra ou meia luz é mais propício ao relaxamento.
- Velas, aromas, cores – o uso de outros elementos ambientais podem ser muito importantes individualmente, todos os recursos ambientais são válidos, desde que seja a parturiente a escolher.Palavras de encorajamento, silêncio, privacidade e ambiente discreto
- Carinho e apoio obtido do companheiro, mãe, amiga, doula, etc. Não sentir-se sózinha nesse momento tão importante e intenso, ser cuidada... É importante sentir confiança nas pessoas que estão presentes no trabalho de parto, deve haver compreensão, paciência, e respeito para com seus ritmos e tempos naturais de um parto.
- Massagem, os impulsos nervosos gerados pela massagem em determinadas regiões do corpo vão competir com as mensagens de dor que estão são enviadas ao cérebro, reduzindo as sensações de dor. São impulsos nervosos diferentes, competindo pelos mesmos receptores do cérebro. Essa massagem deve ser aplicada nos pés e mãos e funcionam como a técnica de contra-pressão (feita nas costas, na altura da borda superior da bacia). Massagens aplicadas nos ombros e pescoço são melhores entre as contrações e ajudam a relaxar. Já a massagem suave na barriga, braços e pernas dá a sensação de apoio físico e companheirismo.
- Relaxamento, não permita que o seu corpo lute contra a dilatação ou contra as dores por ela provocadas. Essa luta provoca tensão, que por sua vez desacelera o trabalho de parto e provoca mais dor. É assim que o relaxamento permite que seu útero faça o trabalho. Relaxar significa entre outras coisas desconectar-se das preocupações e do mundo exterior. As contrações devem ser vista como "amigas" por isso relaxe e abra o seu corpo, aceite as contrações como aliadas e não inemigas ou algo a evitar... são as contrações que vão fazer dilatar o seu colo do utero para a passagem do seu bebé...
- Meditação,
- Visualização, para muitas mulheres esse recurso é importante, pois promove o relaxamento e diminui as tensões. A parturiente pode visualizar o bebé a descer pela bacia, o bebé saindo pela vagina, o colo do utero a abrir coisas, etc.
- Vocalização,cantar,gritar,gemer,chorar, rir, etc
- A movimentação do corpo auxilia na mobilidade dos ossos da bacia e diminui o tempo de trabalho de parto, algumas posições servem para corrigir apresentações inadequadas do bebé, podem aumentar o fluxo sanguíneo do útero ou podem dar mais conforto. É comum médicos ou regras hospitalares restringirem a posição da parturiente, deitada de lado durante o trabalho de parto ou de costas na hora da expulsão.
- Ouvir música é relaxante para algumas mulheres, para outras pode ser fonte de perturbação. O importante é que cada mulher escolha se quer ou não quer música, quando e quais músicas devem ser tocadas durante o trabalho de parto.
- .....
Tudo é valido desde que faça sentido para si!
Quando nos sentimos confortáveis, seguras, acompanhadas de pessoas que nos são queridas, aumentamos a nossa capacidade de relaxar e assim concentramo-nos no trabalho de parto. O medo da dor é o principal inimigo da mulher em trabalho de parto. Quando há medo, aumenta a tensão, que aumenta a dor.
E perguntao voces... então e a epidural???? Não é segura?
Um procedimento dificilmente pode ser chamado de “seguro” quando aproximadamente um quarto (23%) das mulheres que levam a epídural tem complicações. São vários e sérios os riscos para as mulheres, a começar com a possibilidade da mulher poder morrer por causa da epídural. A taxa de mortalidade materna para mulheres em trabalho de partos normais que optam pela epídural é três vezes superior que para as mulheres em trabalhos de partos normais sem epídural. Em cada 500 epidurais administradas haverá um caso de paralisia temporária da mulher e de paralisia permanente em cada meio milhão de epidurais. A mulher tem entre 15 e 20% de hipótese de ter febre após ter levado a epídural, necessitando de avaliação diagnostica de possíveis infecções na mulher e no bebé, as quais podem por vezes ser invasivas, tal como uma punção lombar no bebé. Entre 15 e 35% das mulheres que levam a epídural virão a sofrer de problemas de retenção urinária depois do parto.
Cerca de 10% das anestesias epídural não funcionam e não há alívio da dor. Mesmo quando funciona, perto de um terço das mulheres que recebem a epídural trocam poucas horas de ausência de dor no trabalho de parto por dias ou semanas de dor depois do parto. 30 a 40% das mulheres que recebem a epídural durante o trabalho de parto terão fortes dores de costas depois do parto e 20% continuarão a ter um ano depois.
Muitos estudos científicos têm mostrado que as mulheres que levam a epídural para as dores de parto terão um período expulsivo consideravelmente mais longo. O que, por sua vez, resulta num risco quatro vezes superior relativamente ao recurso a fórceps ou ventosa e, no mínimo duas vezes maior de cesariana, e estas intervenções médicas durante o parto também levam aos seus próprios riscos. Enquanto muitas mulheres podem de livre vontade correr riscos para com elas próprias, é altamente irrazoável que de livre vontade coloquem os seus bebés em risco. Uma complicação frequente na mulher, depois da epídural iniciar o seu efeito é a súbita queda de pressão, originando uma redução da corrente sanguínea que vai através da placenta ao feto, resultando de uma suave a severa falta de oxigénio para o feto, como pode ser visto no monitor dos batimentos cardíacos fetais. Noutra estratégia típicamente “hich-tech” de uso de uma segunda intervenção de forma a remediar os efeitos da primeira, os técnicos de saúde administram na mulher uma grande dose de líquidos via intra venosa, de forma a tentarem prevenir a queda de pressão arterial causada pela epídural, mas isto nem sempre resulta. Na falta de oxigénio para o bebé durante a epídural recai a possibilidade, e o Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia informa que a monitorização cardíaca fetal mostra severa hipoxia fetal de 8 a 12 por cento dos bebés cujas mães foi dada a epídural para as dores normais de parto. Há outros riscos para o bebé, alguns dados, inclusive sugerem função neurológica reduzida até um mês de idade dos bebés. A mais recente inovação na anestesia epídural, como a mudança do tipo de fármaco usado ou a quantidade, ou a “walking epidural” (epídural que possibilita o movimento) não eliminam estes riscos nem para a mulher, nem para o bebé.
Para saberem mais sobre epidural podem ler o artigo traduzido pela Bionascimento - Os Riscos Ocultos das Epidurais http://www.bionascimento.com/index.php?option=com_content&task=view&id=191&Itemid=0
O melhor plano para encarar a dor é senti-la como uma aliada no processo de fazer nascer o bebé. Acreditar que ela tem uma função fisiológica e tentar dar à luz num ambiente propício: sem imposições de terceiros, sem stress e sem intervenções desnecessárias. E confiar na Natureza. Se a dor de parto fosse realmente impossível de suportar, há muito que a Humanidade se tinha extinguido...
Bibliografia:
- Ana Cris Duarte - Amigas do Parto
- Iol Mãe
- Wagner M Pursuing the Birth Machine: the Search for Appropriate Birth Technology, ACE Graphics, Sydney & London 1994
- Goer, H The Thinking Woman's Guide to a Better Birth Penguin Putnam, New York, 1999
- Birth International
- Epídural-Marsden Wagner (ex-director da Saúde Materno Infantil da OMS) - traduzido por Bionascimento
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Curso de Educação e Preparação para o Nascimento
No Barrigas&Bebés em Odivelas.
Apareçam!
Mais informações
catarinapardal@sapo.pt
919267844
A Convenção sobre os Direitos da Criança faz hoje 19 anos

Em 20 de Novembro de 1989, as Nações Unidas adoptaram por unanimidade
a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), documento que enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças, bem como as respectivas disposições para que sejam aplicados.
A CDC não é apenas uma declaração de princípios gerais; quando ratificada, representa um vínculo juridíco para os Estados que a ela aderem, os quais devem adequar as normas de Direito interno às da Convenção, para a promoção e protecção eficaz dos direitos e Liberdades nela consagrados.
Este tratado internacional é um importante instrumento legal devido ao seu carácter universal e tembém pelo facto de ter sido ratificado pela quase totalidade dos Estados do mundo (192). Apenas dois países, os Estados Unidos da América e a Somália, ainda não ratificaram a Convenção sobre os Direitos da Criança.
Portugal ratificou a Convenção em 21 de Setembro de 1990.
A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais que estão relacionados com todos os outros
direitos das crianças:
• a não discriminação, que significa que todas as crianças têm o direito de desenvolver todo o seu potencial –
todas as crianças, em todas as circunstâncias, em qualquer momento, em qualquer parte do mundo.
• o interesse superior da criança deve ser uma consideração prioritária em todas as acções e decisões que
lhe digam respeito.
• a sobrevivência e desenvolvimento sublinha a importância vital da garantia de acesso a serviços básicos e à igualdade de oportunidades para que as crianças possam desenvolver-se plenamente.
• a opinião da criança que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos
que se relacionem com os seus direitos.
A Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos:
• os direitos à sobrevivência (ex. o direito a cuidados adequados)
• os direitos relativos ao desenvolvimento (ex. o direito à educação)
• os direitos relativos à protecção (ex. o direito de ser protegida contra a exploração)
• os direitos de participação (ex. o direito de exprimir a sua própria opinião)
Para melhor realizar os objectivos da CDC, a Assembleia Geral da ONU adoptou a 25 de Maio de 2000 dois Protocolos Facultativos:
Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças,
prostituição e pornografia infantis (ratificado por Portugal a 16 de Maio de 2003);
Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao envolvimento de crianças
em conflitos armados (ratificado por Portugal a 19 de Agosto de 2003);
Fonte:UNICEF
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Spa de parto...
"Concebida por Darling Dushinka, a banheira para parto é equipada para tornar esse momento ainda mais agradável: tem assento ajustável, jactos de massagem, barras superiores e outros apoios, além de um assento à frente para o futuro papai.Além disso, um "simulador de cascata" e a iluminação suave mantêm a mãe mais tranquila durante o trabalho de parto.
Quem quiser a experiência completa pode utilizar também outros recursos que compõem uma espécie de "spa do parto", que emprega tecnologias usadas em hospitais a métodos naturais e não-invasivos. "
Tribuna do Norte
http://www.tribunadonorte.com/index.php?setor=DETALHESNOTICIA&nid=131952
Será assim tão difícil de perceber que é preciso tão pouco para uma mulher ter um parto tranquilo... que invenção... Spa de parto... ao que chegamos...
Não quer dizer que não estou de acordo, esta banheira pode ser útil, não digo que não, mas preocupa-me a vertente comercial e o oportunismo... é preciso tão pouco para parir, no meu ponto de vista, estão a tirar a magia ao parto natural...
Faz-me lembrar a cadeira de parto da Mac...
O que acham disto?
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Crianças mal medicadas...
Ibuprofeno e paracetamol são os medicamentos mais indicados em caso de febre e dores.
Mas muitos pais não respeitam as doses recomendadas: ou seja, dão medicamentos antes de a criança ter febre, com mais frequência do que é recomendável, e doses maiores do que as indicadas para a idade e peso da criança.
A sobredosagem, mais frequente do que se possa imaginar, pode dar origem a intoxicações e reacções adversas. Consulte a posologia do medicamento e, em caso de dúvida, aconselhe-se com o médico ou ligue para a linha Saúde 24, antes de dar remédios ao seu filho.
Revista Pais&Filhos
É preocupante a quantidade de medicamentos que algumas crianças tomam nesta altura do ano! O uso abusivo de antibióticos e paracetamol é perigoso! Pensem nisto...
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
domingo, 16 de novembro de 2008
Tem coisas para dar?
Todos nós temos coisas em casa que já não utilizamos e muitas vezes acabamos por deita-las fora em vez de as darmos a quem delas precise. Existe, na internet, um sistema para anunciar as coisas que temos para dar e as que gostaríamos de receber. Este sistema promove a reutilização das coisas, evitando que estas acabem nas lixeiras, e quem nele participa contribui directamente para a saúde do planeta.
As vantagens são muitas. Participar neste projecto ajuda a:
* adquirir (e tornar a dar) gratuitamente ferramentas educacionais, como livros, dicionários, enciclopédias, software informativo, computadores, monitores, teclados, impressoras, vídeos, dvds, etc
* consciencializar as crianças para a necessidade da defesa do meio ambiente;
* criar novos hábitos que vão contra a onda do consumismo passivo;
* incentivar a economia gratuita (freeconomy);
* promover valores éticos como a generosidade.
Grupo de Lisboa ao qual já me juntei
http://br.groups.yahoo.com/group/LisboaFreecycle/
O Lisboa Freecycle® é um grupo que está aberto a todos os que querem "reciclar" algum objecto especial em vez de o deitar fora.
Seja uma cadeira, um aparelho de fax, um piano ou uma porta velha, sinta-se livre para o afixar. Ou talvez esteja a procurar adquirir para si! Os grupos sem fins lucrativos também são muito bem-vindos a participar!
Uma regra principal: tudo o que é afixado deve ser gratuito e livre.
Este grupo faz parte da rede Freecycle, uma organização sem fins lucrativos e um movimento de pessoas interessadas em manter os bens materiais fora dos aterros e das lixeiras.
Visite freecycle.org para conhecer outras comunidades e para ter mais informações sobre o movimento!
sábado, 15 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Recuperaçao do soalho pélvico
A partir das seis semanas, é reforçada toda a musculatura abdominal, dorso-lombar e pélvica, sendo ainda trabalhada a musculatura peitoral.
Aconselhamos as aulas de recuperação pós parto 8 dias após o parto normal e 15 dias após cesariana, com duração mínima de 4 semanas a recuperação acaba quando a recém mãe se sentir preparada para enfrentar uma actividade física mais exigente.
Todas as mães deviam de fortalecer o seu pavimento pélvico, mas este tipo de aulas também esta indicado para mulheres que sofrem de incontinência urinaria ou que não tenham prazer durante as relações sexuais. Os músculos do pavimento pélvico são um grupo de músculos dentro da pélvis que formam o seu pavimento – daí o nome.

Os músculos envolvem a uretra (passagem da bexiga), a vagina e o ânus-recto (passagem posterior) e devem, juntamente com os músculos do esfíncter, manter o controlo destas aberturas, impedindo a perda de urina ou fezes.
Os músculos devem também suportar a uretra, a bexiga, o útero e o recto, e suportar todos os aumentos de pressão abdominal que ocorrem durante o exercício físico.
Se os músculos do pavimento pélvico estiverem fracos, pode ocorrer perda de urina, por exemplo, ao tossir, ao espirrar ou durante uma actividade física.
Como saber se precisa deste tipo de aulas?
* Faça o teste, quando for á casa de banho tente parar a urina... se não conseguiu, fortaleça os músculos do seu soalho pélvico urgentemente!
* Se ao rir, tossir, espirrar,... perde urina. No caso da incontinência urinária de esforço, a mulher queixa-se de perder urina quando faz um esforço (espirrar, rir, pegar em cargas pesadas ou tossir). A quantidade poderá ser pequena, mas por vezes pode ser significativa.É o tipo de incontinência mais frequente, geralmente decorrente de momentos de gravidez ou menopausa.
* Se foi submetida a uma episiotomia.
* Se não tem prazer sexual ( principalmente se não tem prazer com a penetração )
* Ao introduzir um dedo na sua vagina pode verificar se precisa deste tipo de aulas. Se a musculatura estiver frouxa precisa destas aulas urgentemente!

Onde pode praticar:
No Barrigas&Bebés http://www.barrigasebebes.com/ ( em Odivelas )
No " Nosso espaço" em Sintra ( Sº João das Lampas )
Em Lisboa ( Alcântara )
Em sua casa nos dias e horários que quiser.
Contacte-me para saber preços e condições
catarinapardal@sapo.pt ou 919267844
NATAL 2008 - ESPALHE ESSA IDEIA
Obrigado Dulce pelo aviso...
a verdadeira campanha aqui:
http://www2.ctt.pt/fewcm/wcmservlet/ctt/grupo_ctt/imprensa/imprensa/destaques/Imprensa127-Combate_x_Pobreza.html

Recebi este mail, achei interessante divulgar...
Para o Natal 2008 (espalhe essa ideia) Que tal fazer algo diferente,
este ano, no Natal?
Sim... Natal... daqui a pouco ele chega.
Que tal ir a uma agência dos Correios e pedir uma das 17 milhões de cartinhas de crianças pobres e ser o Pai ou Mãe Natal delas?
Há a informação de que existem pedidos inacreditáveis.
Existem crianças pedindo um casaco, uma blusa, ou um simples doce...
É UMA ideia.
É só pedir a carta e entregar o presente numa agência dos correios até o dia 20 de Dezembro.
Os próprios correios se encarregam de fazer a entrega.
DIVULGUEM
Na vida, a gente passa por 3 fases:
- a primeira, quando acreditamos no Pai Natal;
- a segunda, quando deixamos de acreditar
- a terceira, quando nos tornamos Pai Natal!!!
CTT abrem a sua rede à solidariedade
Combate à pobreza
Os CTT vão pôr a sua rede à disposição do combate à pobreza e à exclusão social. A partir de 1 de Dezembro próximo, os Correios de
Portugal põem em marcha um projecto que, durante os próximos meses, permitirá a qualquer pessoa ajudar quem mais precisa de forma gratuita.
Este projecto é uma iniciativa dos CTT inscrita na sua política de responsabilidade social. Surgiu da constatação de que ninguém como os CTT tem capacidade para chegar a todas as localidades e a todos os habitantes do País.
Por isso, os Correios vão fazer um envio massivo de um folheto informativo por todas as casas do País. Esse folheto, que será
acompanhado de um saco específico para o transporte dos donativos, informará a população sobre as instituições de solidariedade aderentes ao projecto e que tipo de bens necessitam.
Com esse esclarecimento em mente, bastará a qualquer pessoa deslocar-se a uma das quase 1000 Estações de Correio existentes de
Norte a Sul do País com o seu donativo. Uma vez lá, ser-lhe-á fornecida gratuitamente uma caixa de transporte em cartão. O autor do
donativo apenas terá de encher a caixa e escolher a instituição destinatária, entre as várias possíveis, sem precisar de indicar uma
morada. Os Correios tratam do transporte e da entrega, de forma totalmente gratuita.
A lista de instituições de solidariedade social aderentes é uma lista aberta. Neste momento, os CTT estão em contacto com algumas dezenas de instituições, de carácter nacional e local. Está já confirmada a adesão de instituições como a Abraço, ACAPO, Acreditar, Ajuda de Berço, Ajuda de Mãe, Aldeia de Crianças SOS, Associação Portuguesa de Surdos, Casa do Caminho, Casa do Gaiato, Centro Helen Keller, Comunidade Vida e Paz, Cruz Vermelha Portuguesa, GIRA, FENACERCI, Liga Nacional Contra a Fome, Refúgio Aboim Ascensão e Associação Sol.
Outras serão anunciadas nos próximos dias.
Os bens elegíveis para doação dependem das necessidades de cada instituição e das limitações logísticas e incluirão bens como roupa, calçado, agasalhos, artigos de higiene, brinquedos, produtos de limpeza, pequenos electrodomésticos ou de entretenimento, entre outros.
Para esta grande iniciativa de carácter nacional, os Correios vão disponibilizar não apenas os seus voluntários, de um universo de 16
mil trabalhadores, como a sua rede: quase 1000 Estações de Correios, 370 Centros de Distribuição Postal e 3702 veículos de transporte que, todos os dias, percorrem cerca de 240 mil quilómetros.
Este projecto dos CTT é complementado por uma iniciativa protagonizada por uma empresa detida a 100% pelos CTT, a PayShop, e que permite que qualquer cidadão faça donativos em dinheiro, a partir de um euro, em 4500 locais de todo o País: 3500 agentes PayShop e quase 1000 Estações de Correio.
É convicção dos CTT – Correios de Portugal que esta iniciativa permitirá democratizar a solidariedade e eliminar barreiras
geográficas.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Feira Bebés e Crianças 2008

A Terra Alternativa abre mais uma vez a porta ao maravilhoso mundo da infância e apresenta a Feira Bebés e Crianças 2008,
Um evento que propõe qualidade de vida para o seu filho do minuto zero até à pré-adolescência.
Um evento que apoia a educação e desenvolvimento; e também um verdadeiro festival de cultura e divertimento para as crianças, do bebé aos mais crescidinhos.
Cinema, teatro, leitura de contos, desporto, dança, culinária e muitos workshops.
Enquanto os filho aprendem e se divertem, os pais encontram as melhores propostas e soluções nas áreas da alimentação, saúde, segurança, educação, serviços, vestuário, mobiliário, tempos livres e actividades.
Cerca de 21.000 pessoas visitaram a Feira em 2007.
Foi um enorme sucesso, que vamos repetir este ano.
Horário: 10h - 21h dias 14, 15 e 16 de Novembro
Bilhetes: 5€/adulto (crianças até 12 anos é gratuito)
Local: Tenda do Victor Hugo Cardinalli no Parque Tejo (Parque das Nações) junto ao Rio Trancão.
Site:
http://www.terraalternativa.com/
Programa:
http://terraalternativa.com/images/2008/novembro/programa_b.gif
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Massagem do períneo
A massagem no períneo no período pré-natal tem-se mostrado eficaz na prevenção da necessidade da episiotomia e na diminuição das lacerações que a mulher pode ter durante o parto.
Essa técnica é usada para ajudar no alongamento/flexibilidade e preparar a pele do períneo (parte de pele, músculos etc. entre a vagina e o ânus) para o parto.
Essa massagem não vai apenas preparar o tecido do seu corpo, mas vai também permitir que você conheça e aprenda sobre as sensações do parto e como controlar esses poderosos músculos. Este conhecimento a auxiliará ao preparar-se para dar à luz o seu bebé. O conhecimento do que você sente nessa região do corpo vai ajudá-la a manter-se relaxada e a relaxar o períneo no parto e também durante outros exames vaginais que tenha que fazer em sua vida.
INSTRUÇÕES:
- Encontre um lugar onde se possa sentar e estar sozinha, ou com seu parceiro, ininterruptamente.
- Tente ver seu períneo com ajuda de um espelho, note como ele é. Nem sempre será necessário um espelho para essa tarefa!
- Pode usar compressas com toalhas mornas no períneo por 10 minutos, ou tomar um banho morno (de banheira, assento, ou chuveiro, em último caso), caso precise relaxar.
- Lave as suas mãos e peça ao seu companheiro para fazê-lo também, caso ele a ajude nas massagens.
- Lubrifique seus dedos polegares e o períneo. Você pode usar muitos tipos de lubrificantes: Gel Lubrificante Íntimo (encontrado nos hipermercados e farmácias), KY Gel®, óleo de vitamina E, óleo vegetal puro (óleo de semente de uva é uma boa indicação!), etc.

- Coloque seus dedos polegares um pouco dentro de sua vagina, empurre-os para baixo e pressione para os lados. Deve sentir um leve estiramento, formigamento, ou uma leve queimação, mas nada que seja dolorido. Mantenha esse movimento por 2 minutos ou até que região fique levemente adormecida.
- Se sofreu uma episiotomia ou lacerações prévias, preste especial atenção ao tecido de cicatrização que, geralmente, não é tão elástico e é onde a massagem deve ser feita mais intensamente, com cuidado.
- Massage em volta e por dentro da região mais externa da vagina e seus tecidos, onde ela se abre, e mantenha sempre a lubrificação.
- Use seus polegares para puxar um pouco os tecidos, forçando-os a abrirem-se, imagine como seria se a cabeça do seu bebé estivesse fazendo esse movimento na hora do parto.
- Se seu parceiro estiver fazendo a massagem, pode ser muito útil que ele use os polegares. A sensação pode ser mais bem percebida por você, mas não deixe de guiá-lo com suas sensações para que ele saiba qual a pressão que deve utilizar. Nesta massagem, quando ela está sendo feita pelas primeiras vezes, é comum que seja possível usar somente um dedo, até que a musculatura seja trabalhada e possa ser estendida.
ATENÇÃO:
1. Evite mexer no ou abrir o orifício da uretra (logo acima da vagina) para evitar infecções urinárias.
2. Não faça massagens no períneo se você tiver lesões ativas de herpes (isso pode causar o aumento da área das lesões).
3. Pode começar essas massagens em torno da 34a semana de gravidez. Se já passou da 34a semana e ainda não começou, não desista! A massagem pode trazer-lhe benefícios ainda assim. Pode fazê-la pelo menos uma vez por dia.
4. Lembre-se que a massagem sozinha não vai proteger seu períneo, mas ela é parte de um grande esquema. Escolher uma posição vertical para parir (de cócoras, de joelhos, sentada etc.) favorece a distribuição de pressão no períneo. Se escolher parir deitada de lado, isso também reduz muito a pressão no períneo. Deitada de costas, totalmente na horizontal, é a posição para parir em que há mais chances de se provocar lacerações e necessidade de episiotomia.
Fonte: http://pregnancy.about.com/library/weekly/aa103199.htm
(Tradução da Bart - adaptação para Portugal: Américo Torres - http://www.humpar.org/)
domingo, 9 de novembro de 2008
Método Estivill
Horrível não?
Se está a pensar aplicar o método ao seu filho... consulte este site :
http://www.metodoestivill.com.ar/
Já agora...
O Manifesto do
"MOVIMENTO INTERNACIONAL NÃO DEIXE O SEU BEBÊ CHORANDO ! "
Tal e qual como eles o escreveram ( Português do Brasil )
Homens e Mulheres, pesquisadores e profissionais de saúde que trabalhamos em distintos campos da vida e do conhecimento, mãe e pais preocupados com o mundo em que nossos filhos e filhas vão crescer, cremos que é muito necessário nos manifestarmos.
Concordamos que é frequente que os bebês de nossa sociedade ocidental chorem, porém não é certo que "seja normal". Os bebês choram sempre por algo que lhes produz mal estar: sono, medo, fome, frio, calor... além disso, da falta de contato físico com sua mãe ou outras pessoas do seu entorno afetivo.
O choro é o único mecanismo que os lactentes tem para nos comunicar sua sensação de mal estar, seja qual for a razão do mesmo; nas suas expectativas, no seu continuum filogenético não está previsto que este choro não seja atendido, pois não tem outro meio de avisar sobre o mal estar que sentem nem podem por si mesmos tomar as medidas resolve-lo.
O corpo do recém nascido está desenhado para ter o seio materno tanto quanto necessita, para sobreviver e para sentir-se bem: alimento, calor, apego; por esta razão não tem noção da espera, já que estando no lugar que lhe corresponde, tem a seu alcance tudo que necessita; o bebê criado no corpo a corpo com a mãe desconhece a sensação de necessidade, de fome, de frio, de solidão, e não chora nunca. Como afirma a norte-americana Jean Liedloff, na sua obra The Continuum Concept, o lugar do bebê não é no berço, na cama, e nem no bebê-conforto, senão no colo materno.
Isto é o melhor durante o primeiro ano de vida; e nos dois primeiros anos de forma quase exclusiva (por isto a antiga famosa "quarentena" das recém paridas). Depois, os colos de outros corpos de familiares podem ser substitutos por alguns momentos. O próprio desenvolvimento do bebê indica o fim do período simbiótico: quando se chega a determinados graus de desenvolvimento neuro-psico- motor e o bebê começa a sentar, depois a engatinhar e por fim a andar. Ou seja, pouco a pouco vai tornando-se autônomo e a desfazer este estado simbiótico.
A verdade é óbvia, simples e evidente.
O lactente toma o leite materno idôneo para seu sistema digestivo e além disso pode regular sua composição com a duração das mamadas, com a qual é criado no peito de sua mãe sem ter uma série de problemas infecciosos, alérgicos...
Quando chora e não se atende, chora com mais e mais desespero porque está sofrendo. Há psicólogos que asseguram que quando se deixa de atender o choro de um bebê depois de três minutos, algo profundo se quebra na integridade deles, assim como na confiança em seu entorno.
Os pais, ainda que sejam educados na crença de que "é normal que os bebês chorem" e que "há que deixá-los chorar para que se acostumem", e por isto estamos especialmente insensibilizados para que seu pranto não nos afecte, as vezes não somos capazes de tolera-lo. Como é natural, se estamos um pouco perto deles, sentimos seu desespero e o sentimos com nosso sofrimento. Revolvem nossas entranhas e não podemos consentir com a sua dor. Não estamos de todo deshumanizados. Por isto os métodos condutistas propõem ir pouco a pouco, para cada dia agüentar um pouquinho mais este sofrimento mútuo. Isto tem um nome comum, que é a "administração da tortura", pois é uma verdadeiro suplício que infligimos aos bebês quando fazemos isto, e também a nós mesmos, por mais que estas sejam normas de alguns pedagogos e pediatras.
Vários pesquisadores americanos e canadenses (biólogos, neurologistas, psiquiatras, etc.), na década de 90, realizaram diferentes investigações de grande importância em relação a etapa primal da vida humana; demonstraram que o contato pele a pele, do bebê com sua mãe e demais familiares mais chegados, produz moduladores químicos necessários para a formação de neurônios e do sistema imunológico; em fim, que a carência de afeto corporal transtorna o desenvolvimento normal das criaturas humanas. Por isto os bebês, quando os deixamos dormir sozinhos em seus berços, choram reclamando o que por sua natureza lhes pertence.
No Ocidente se criou nos últimos 50 anos uma cultura e uns hábitos, impulsionados pelas multinacionais, que elimina este corpo a corpo da mãe com a criança e deshumaniza o cuidado: ao substituir a pele pelo plástico e o leite materno por um leite artificial, se separa mais e mais a criatura de sua mãe. Inclusive se fabrica modelos de "walkyes talkys" (babás eletrônicas) especiais para escutar o bebê de habitações distantes das dos pais. O desenvolvimento industrial e tecnológico não se coloca a serviço das nossas crias, chegando a robotização das funções maternas a extremos inimagináveis.
Simultaneamente a esta "puericultura moderna", se medicaliza cada vez mais a maternidade; o que tenderia a ser uma etapa prazerosa de nossa vida sexual, se converte em uma penosa enfermidade. Entregues aos protocolos médicos, as mulheres adormecem a sensibilidade e o contato com seus corpos, e se perde uma parte de sua sexualidade: o prazer da gestação, do parto e da extero-gestaçã o – o colo e a amamentação. Paralelamente as mulheres decidiram pelo mundo do trabalho e profissional masculino, feito pelos homens e para os homens, e que portanto exclui a maternidade; por isto a maternidade na sociedade industrializada ficou encerrada no âmbito do doméstico e do privado. Contudo, durante milênios a mulher realizou suas tarefas e suas atividades com seus filhos pendurados a seus corpos, como todavia ocorre nas sociedades ainda não ocidentalizadas. A imagem da mulher com seus filhos deve voltar aos cenários públicos, aos locais de trabalho sob pena de comprometer o futuro do desenvolvimento humano.
A curto prazo parece que o modelo de criação robotizado não é daninho, que não é nada demais, que as crianças sobreviverão; porém pesquisadores como Dr. Michel Odent (1999 - .primal-health.org ), apoiando-se em diversos estudos epidemiológicos, tem demonstrado a relação direta entre diferentes aspectos desta robotização e doenças na idade adulta. Por outro lado, a violência crescente em todos os âmbitos tanto públicos como privados, como tem demonstrado a psicóloga suiço-alemã Alice Miller (1980) e do neurofisiólogo americano James W. Prescott (1975), por citar somente dois nomes, também procede do mal trato e da falta de prazer corporal na primeira etapa da vida humana. Também há estudos que demonstram a correlação entre a dependência às drogas e os transtornos mentais, com agressões e abandonos sofridos na etapa primal. Por isto os bebês choram quando sente falta do que lhes tiraram; eles sabem o que necessitam, o que lhes corresponderia neste momento de suas vidas.
Deveríamos sentir um profundo respeito e reconhecimento ao choro dos bebês, e pensar humildemente que não choram porque sim, ou muito menos, porque são "manhosos"... Elas e eles nos ensinam o que estamos fazendo de incorreto.
Também deveríamos reconhecer o que sentimos em nossas entranhas quando um bebê chora; porque podem confundir a mente, porém é mais difícil confundir a percepção visceral – nossos instintos. O local do bebê é o nosso colo: nesta questão, o bebê e nossos instintos estão de acordo, e ambos tem suas razões.
Não é certo que dormir com os nossos filhos ("co-lecho") seja um fator de risco para o fenômeno conhecido como Síndrome da Morte Súbita. Segundo The Foundation for the Study of Infant Deaths, a maioria dos falecimentos por "morte súbita" se produz quando os lactentes estão no seu berço. Estatisticamente, portanto, é mais seguro para o bebê dormir na cama com seus pais que dormirem sozinhos (Angel Alvarez – .primal.es).
Por tudo que expomos, queremos expressar nossa grande preocupação com a difusão do método proposto pelo neurólogo E. Estivill em seu livro Duérmete Niño ou na edição em português: NANA NENÊ (baseado por sua vez no método Ferber divulgado nos EUA), para fomentar e exercitar a tolerância dos pais ao choro de seus bebês; se trata de um condutismo especialmente radical e evidentemente nocivo, tendo em conta que o bebê está ainda em uma etapa de formação. Não é um método para tratar os transtornos do sono, como se apresenta, senão para submeter a vida humana em sua mais tenra idade. As gravíssimas conseqüências deste método, tem começado a aparecer.
Necessitamos de uma cultura e uma ciência para uma educação de nossos filhos que seja compatível com a natureza humana, porque não somos robôs, senão mamíferos que sentimos e sofremos quando nos falta o contato físico com aqueles que amamos. Para contribuir com este movimento, para que teu filho ou tua filha deixe de sofrer já, e se sentes mal quando escutas chorar o seu bebê, atenda-o, pegue-o em seus braços para entender o que ele está solicitando; possivelmente seja só isto o que ele queira e necessita, o contacto com o seu corpo. Não o negues.
Quando um recém nascido aprende em um berçario que é inútil gritar... Está sofrendo sua primeira experiência de submissão e abandono.
Michel Odent
Livros que eu recomendo:
* Nuestros hijos y nosotros, Small, M.F. Ed. VergaraVitae (Buenos Aires)
* Bésame mucho , Carlos González,
* En busca del bienestar perdido (el concepto del continuum), Jean Liedloff, Ed. Obstare
* El bebé es un mamífero, Michel Odent, Ed. Mandala
sábado, 8 de novembro de 2008
Novo Código Penal proíbe todos os castigos corporais em crianças

O novo Código Penal vai proibir expressamente os castigos corporais em crianças, praticados quer em instituições quer em casa, segundo a proposta de revisão, já aprovada pelo Governo.
De acordo com o penalista Rui Pereira, autor da proposta entregue na Assembleia da República, a reforma do Código Penal "distingue a noção de violência doméstica que é praticada no seio da relação familiar, da noção de maus tratos, que engloba os castigos corporais praticados dentro de instituições de acolhimento, nomeadamente escolas".
"A lei não tem expressamente a designação de castigos corporais", disse Rui Pereira, realçando que a proposta do novo Código Penal considera expressamente os castigos corporais como maus tratos, o que não acontece na actual legislação. "Actualmente fala-se em maus-tratos, o que na minha óptica já engloba, embora não expressamente, os castigos corporais", disse o mesmo responsável.
Fonte:
Jornal Público
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Preocupante...
Apenas uma em cada cinco mães portuguesas amamenta de forma exclusiva até aos seis meses do bebé (recomendação da Organização Mundial de Saúde).
60 por cento das mães que deixam de amamentar antes dos dois meses afirmam que o bebé estava insatisfeito.
A segunda causa tem a ver com o regresso da mãe ao trabalho.
A terceira causa invocada para o abandono da amamentação tem a ver com doença ou medicação da mãe incompatível com o aleitamento materno.
Cinco por cento das mulheres nunca amamentaram.
Números do projecto Geração XXI, que está a seguir dez mil bebés nascidos nas cinco grandes maternidades do Porto até à idade adulta
Fonte IOL Mãe
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Workshop de Pedagogia Neo-Humanista
15 de Novembro (16h - 18h30)
“Quando o espírito inerente ao humanismo é estendido a tudo, animado e inanimado, neste universo – eu chamei a isto Neo-Humanismo. Este Neo-Humanismo vai elevar o humanismo a universalismo: amor por os seres criados deste universo”.
P. R. Sarkar
A Educação Neo Humanista (ENH) está fortemente enraizada na filosofia e nos princípios da filosofia Neo-Humanista, proposta pelo filósofo indiano P.R. Sarkar .
A ENH incorpora uma harmoniosa síntese entre a filosofia introvertida oriental com a ciência extrovertida ocidental. A sua metodologia é flexível, criativa e sensível culturalmente, adaptando-se às diferentes zonas do planeta.
A ENH procura redefinir a experiência humana. A prática educativa actual trabalha com um modelo do individuo como uma entidade singular, agindo contra as forças do universo. Competição e a necessidade de dominar e controlar estão no centro deste sistema.
O Neo Humanismo rejeita esta visão da humanidade e propõe a visão de que estamos todos intimamente ligados, entre nós e com o universo. Assim, as inseguranças resultantes da solidão e do desespero inerentes ao sistema actual tornam-se inexistentes.
A ENH trás o potencial infinito de aprendizagem para as nossas vidas, expandindo a nossa compreensão de nós próprios. Espiritualidade, Criatividade e Amor estão no centro desta pedagogia.
Existem actualmente mais de 1000 escolas, creches, liceus e universidades Neo-Humanistas em todo o mundo. A Educação Neo-Humanista oferece uma solução pedagógica essencial aos nossos tempos.
Temas a abordar:
- O que é a Educação?
- A Educação Neo-Humanista
- Métodos de Ensino
- Consituição do Ser Humano
Preço: 30€/ pessoa
Curso sobre Educação Neo-Humanista a iniciar em Janeiro, aos sábados às 16h, com a duração de cerca de 4 meses! Mais informações em breve!
http://www.prama.pt/eventos/workshop-pedagogia-neo-humanista

