Sobre o blog:

“A humanização do nascimento não representa um retorno romântico ao passado, nem uma desvalorização da tecnologia. Em vez disso, oferece uma via ecológica e sustentável para o futuro” Ricardo H. Jones

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O que vou ler esta noite aos meus meninos:


Carolina conheçe a Bruxa Vrumm

Era um daqueles dias escuros e chuvosos que todas as crianças odeiam por os adultos, sempre demasiado cuidadosos, não as deixarem ir para a rua brincar. A Carolina não era excepção, o pai e a madrasta da Carolina também não.
"Hoje é dia de ficar em casa sossegados, não há corridas nem "chapinhanços" nas poças, para ver se não ficas doente. Podemos ver um filme ou fazer um jogo mas rua com tanta chuva é que não", tinham-lhe dito.
A Carolina contrariada mas obediente aceitou. Esperava impaciente que acabassem de ver um filme na televisão antes de irem os três jogar um jogo, quando teve uma ideia.
"Vou visitar a Princesa Lia a Naturália!"
"Enquanto eles vêem o filme vou brincar com a Lia." Pensou ganhando um sorriso maroto.
Deitou-se na cama e iniciou a brincadeira. A sua imaginação foi-a levando, levando, levando, até se encontrar correndo pelos campos procurando a nova amiga.
Em Naturália era Verão. O dia era de sol e toda a natureza parecia brilhar reflectindo o brilho dos seus raios. As árvores, as flores, os riachos, as plumagens dos pássaros, tudo, tudo parecia imensamente belo, colorido e brilhante como se com beleza a natureza retribuísse ao sol o calor e a luz dos seus raios.
"Lia! "
"Lia , onde estás? "
"Lia, estás escondida?"
Ia gritando a Carolina ao mesmo tempo que abria a boca de espanto perante a tamanha beleza daquele sítio.
Até que a ouviu. Seguiu o som das gargalhadas e ali estava ela rebolando na relva a rir agarrada à barriga. Com ela estava uma senhora com cabelos longos de cor avermelhada e uma túnica amarela salpicada de missangas douradas. A senhora tinha um ar misterioso talvez por ser imensamente luminosa. Parecia também ela brilhar com a natureza.
"Olá Lia." disse a Carolina envergonhada.
"Olha a Carolina! "
"Oh miúda que bom que cá vieste!" A risonha da princesa deixava perceber o espanto e uma enorme alegria com a visita da amiga.
"Olha Carolina esta é a Vrumm, chamamos-lhe assim porque gosta de andar na bicicleta a imitar o som de uma mota, tás a ver Vrumm, Vrumm, Vrumm…" Imitava bem disposta falando e rindo ao mesmo tempo.
"Bonita a Vrumm não é? E uma bruxa boa. Alguma vez conheceste alguma bruxa?"
A Carolina não sabia o que dizer.
Tinham-lhe dito que as bruxas não existiam.
E mesmo nas histórias as bruxas eram todas más e feias e aquela feia não era e se fosse má a Lia não ia estar a rir com ela.
Percebendo o embaraço da amiga a Princesa continuou.
" Vrumm esta é a Carolina, lembraste?" "Aquela amiga que fiz quando fui lá aquele reino estranho chamado Portugal"
" Reino não País, já te ensinei isso, Lia." Apressou-se a explicar a Carolina.
"Isso País. Desculpa amiguinha!" Reconheceu sem nenhum problema a Lia.
"És mesmo uma bruxa?" Perguntou a Carolina não conseguindo disfarçar a curiosidade.
"Claro! Sou a bruxa mais conhecida aqui de Naturália. Todos sabem quem eu sou porque eu e a Lia passamos os dias aqui brincando pelos campos."
"Mas as bruxas não são más?"
"Mas as bruxas não são feias e com um ar maldoso para meter medo?"
"As bruxas não estão sempre zangadas e mal dispostas?"
"Olha, a sério, eu pensava que as bruxas não existiam a não ser nas histórias!"
A Carolina bombardeava a bruxa Vrumm com perguntas e só parou quando reparou que a Lia e a bruxa se estavam a engasgar tentando controlar o riso.
"Ai estas miúdas lá desses sítios estranhos! Ai, ai deixa-me rir." Dizia a bruxa abanando os lindos cabelos vermelhos e rindo divertida.
"Não lindinha, nada disso. Senta-te ai que eu vou-te explicar."
A Carolina sentou-se debaixo de uma enorme figueira.
Com os olhos tão abertos quanto a sua curiosidade aguardava calada pela explicação.
A bonita bruxa aguardou o silêncio e depois numa voz que parecia um melodioso canto começou:
"As bruxas como todos os seres podem ser mais feios ou mais bonitos. A beleza não está na aparência mas sim cá dentro." Falou batendo levemente com a mão no peito.
"As bruxas podem ser más ou boas, como todos os seres."
"Uma bruxa é uma pessoa como as outras apenas diferente por conseguir falar e escutar a voz da natureza. A bruxa é uma pessoa com uma ligação muito forte à natureza."
"Por exemplo: Tu não sabes o que aquele pássaro que esta em cima desta árvore esta a pensar pois não?"
"Não, claro que não? Não entendo nada daqueles piados."Respondeu a Carolina com um ar intrigado.
"Pois, mas as bruxas entendem." Disse suavemente a Vrumm.
"Então que está ele a pensar?" Perguntou de imediato a Carolina cheia de curiosidade.
"Está a pensar que lhe sabe bem este sol pois esteve a brincar no riacho e precisa secar as penas."
"Como sabes?" Continuou a criança falando alto e aceleradamente já não conseguindo mais evitar a excitação que sentia.
"Sei. È fácil basta ouvir." Respondeu a bruxa baixando o tom da voz.
"Tenta tu. Schiuuu… não faças barulho e escuta o passarinho com atenção."
"Então que te disse ele?" Perguntou olhando para a menina sorrindo enquanto esperava a resposta.
"Acho que me disse que agora que já está seco gostava de comer qualquer coisa pois a brincadeira no riacho abriu-lhe o apetite." Respondeu a Carolina pouco segura.
"Boa!"
"Maravilhoso!"
Elogiava a bruxa batendo palmas e dando uma volta a rodopiando em volta da enorme figueira.
"Se não me ponho a pau vais-te tornar uma bruxa melhor que eu."
"Como vês para entender a natureza basta olhar, escutar, e principalmente ter vontade de aprender. A natureza está sempre a falar connosco e a mostrar-nos coisas, nós é que não paramos para ver e ouvir o que tem para dizer."
A Carolina estava maravilhada e sem palavras.
"Podes falar miúda."
"Acorda!" Dizia a Princesa sempre a brincar.
"Vês as bruxas não são feias nem más, são apenas pessoas com mais paciência para escutar a natureza."
"Então e como fazem os bruxedos?"
Perguntou a Carolina ainda não convencida.
"Da mesma forma!" Respondeu a bruxa.
"Os bruxedos são poções mágicas como é o chá que a avó te faz quando estás constipada."
"Faz-te sentir melhor ou não?"
"Sim, alivia muito." concordou a menina .
"Pois, vês isso é bruxedo, ou magia." Explicava a bela bruxa.
"As bruxas boas quando vêem alguém sofrer perguntam à natureza como podem ajudar e a natureza responde. Simples não é?"
"E então qual é a diferença entre uma bruxa boa e uma má?" Continuava interrogando a Carolina.
"Tanto as bruxas boas como as más escutam e vêem os sinais da natureza, a diferença é que as boas usam o que aprendem para fazer o bem e as más para fazer maldades.
"A Vrumm é uma bruxa muito boazinha e além disso é super divertida." Explicou a princesa.
"Pois, pois, então que acham de ir-mos brincar a adivinhar o que dizem os animais que formos encontrando, é divertido e vamos aprendendo coisas novas?" Sugeriu a bruxa .
"Boa! Muito Fixe!" disse a Carolina pondo-se de imediato em pé, não reparando que no local onde estava sentada deixava imensas folhas soltas, pertenciam às dezenas de trevos de 4 folhas que sem reparar se tinha entretido a arrancar enquanto escutava a explicação da Bruxa.
Viram primeiro um caracol.
"Olha um caracol o que está ele a dizer oh, Vrumm?" Perguntaram ao mesmo tempo as duas meninas.
Está a dizer: "Espero que estas miúdas não sejam daquelas que se divertem a pisar caracóis."
He, he, he. Riram as três divertidas com a brincadeira
"Olha ali um pato vamos saber o que diz ele!" Gritavam as duas meninas, correndo, entusiasmadas com a brincadeira, em direcção a um pequenino pato amarelo.
"Então Vrumm que diz o pato?"
Diz: " Onde está a mamã e os manos? Lá os perdi outra vez! "
"Não acham que o devíamos ajudar a procurar?" Perguntou a Bruxa.
"Claro, claro! Vamos a ajudar o patinho bebé e depois de lhe encontrar-mos a mãe eu tenho de ir para casa que o pai e a Isabel querem jogar um jogo comigo. " Respondeu logo a Carolina contente por ir ajudar o patinho.
Deram uma pequena volta e lá estava a mãe pata e os irmãos também eles procurando o patinho perdido.
Bastou baixar um pouco os arbustos mais altos para que a mãe visse o filhote e fosse correndo com os manos todos a traz.
A família de patos de novo reunida e feliz ficou por momentos olhando fixamente para as duas meninas e para a bruxa Vrumm. A Carolina ia jurar que tinha escutado a pata mãe dizer: "Obrigada, às três. Muito obrigada."
"Vêem? Se escutarmos o que diz a natureza pode ser divertido e ainda podemos sentir-nos bem por ajudar." Disse a Vrumm
"Tens razão."
"Gostei bué de vir aqui".
"Vou voltar mais vezes." Respondeu a Carolina afastando-se a acenar.
"Adeus Carolina volta depressa! "Gritavam em coro a Princesa Lia e a bruxa Vrumm.
Logo de seguida ouviu o pai chamando.
"Bora Carol, vamos ao nosso jogo!"
Saltou da cama e foi correndo para os braços do pai pronta para uma nova brincadeira.
Mais tarde iria contar ao pai e à Isabel o que tinha aprendido lá em Naturália com a princesa Lia e a bruxa Vrumm.


Escrito pela Isabel



The power and intensity of your contractions cannot be stronger than you, because it is you.




~ Unknown



domingo, 30 de outubro de 2011

celebração moderna de Halloween é um descendente do antigo festival celta do fogo chamado "Samhain, a festa dos mortos nos tempos pagãos e cristãos, sinaliza o fim da colheita e
o início da temporada de inverno, que dura até maio.

Samhain era o ano novo para os celtas. No sistema de crença celta, o tempo entre um dia e o dia seguinte, o encontro de mar e terra, ou a transformação de um ano para o próximo eram vistos como momentos mágicos. Este era o momento em que o "véu entre os mundos" era o mais fino possível, e os vivos podiam comunicar-se com seus parentes mortos queridos.
Uma oferta de comida ou leite era deixada nas escadas da casa, assim o proprietário poderia receber as bênçãos  do "bom povo" para o próximo ano. 
Muitas das famílias deixavam uma "ceia" para os espíritos dos defuntos. 

 Os celtas viam este fastival como sendo um festival da colheita

 Qualquer coisa que amadurecesse nos videiras ou nos campos após esta data era considerado feito pelas fadas, e impróprios para consumo humano.

Para mim é um dia especial em memória dos meus parentes mortos, é uma noite para a prática de várias formas de meditação sobre eventos futuros. É altura para pensar
 sobre projetos antigos, fazer um balanço da minha vida, e iniciar novos projetos para o próximo ano. 

Os meninos vão pedir o pão por Deus no dia 1, porque é tradição aqui na terra mas, é interessante pensar como a igreja católica alterou este dia tão especial...  

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O 1º Encontro / Feira de Maternidade Natural foi assim:



Espero ver-te no 2º este sábado dia 29 de outubro de 2011



Feirinha de usados - trocas ou vendas entre mães
Feira onde podemos encontrar artigos como fraldas de pano, cosmética natural, etc,
Não faltem!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

“Our world is a reflection of the beliefs we hold…and affirmations can be a useful tool in helping us to change these beliefs…if you find you have fears and concerns about birthing your baby, using affirmations can help to dispel these. Even if you are feeling wonderful and positive, they can only add to what is already inside of you…all power to you for a joyous birth!” http://www.labouroflove.org/ .




O Ponto Negro - Grande Reflexão

Grata amiga pelo texto, gostei tanto que partilhei no blog...

O PONTO NEGRO
Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago.
Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.
O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos receberam, pediu que virassem a folha.
Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.
O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:

- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.

Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.
Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:
- Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco.
Todos centralizaram suas atenções no ponto negro.

 
Assim acontece em nossas vida. Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado.
Temos motivos para comemorar sempre. A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.
Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.
Pense nisso!
Tire os olhos dos pontos negros de sua vida.
Aproveite cada bênção, cada momento a natureza lhe dá.
Creia que o choro pode durar até o anoitecer, mas a alegria logo vem no amanhecer.
Tenha essa certeza, tranquilize-se e seja .... FELIZ
"


Como ajudar uma mulher em trabalho de parto


Artista - Amanda Greavette

A ideia de que a mulher precisa de ajuda para parir traz embutida em si o conceito de mulher como frágil, vulnerável e indefesa, que herdamos na história da nossa civilização. É com base neste conceito escondido que nos esmeramos em fazer massagens, ensinamos respiração, relaxamento, seguramos a sua mão, dizemos palavras de conforto, incentivamos a tomar banho, pomos musica, tiramos fotografias, filmamos. Onde foi parar a mulher na sua individualidade, e no seu direito à privacidade? Todos querem participar, "dar força", achar-se úteis, de certa forma co-autores deste "milagre".


Mas é a Mulher quem dá à luz. É ela a grande perpetradora do milagre que nos encanta, a rainha merecedora de todos os louros e aplausos. A experiência do seu próprio valor quando observa seu bebé e diz para si: "Eis o meu filho, que eu pari por mim mesma. consegui! E se fui capaz de passar por isso, também serei uma boa mãe." isto sim é inestimável.

Com base nessas reflexões, perguntamos-nos: como deve ser a nossa ajuda, afinal? O que deve ser o nosso objetivo maior? Até que ponto vai a nossa atuação, ponto esse que, se ultrapassado, estaremos maisa atrapalhar que ajudar?

Como ajudar na 1ª fase do trabalho de Parto?

Para o papel que se deve desempenhar na assistência efetiva à mulher em trabalho de parto, vale a pena esboçar em linhas gerais o que acontece em cada fase deste processo.

O início da Fase de Dilatação é marcado por uma certa ansiedade e euforia: o grande dia chegou. A essas alturas, as contrações não são muito fortes, e o momento é ideal para que a mulher  familiarizar-se com o ambiente à sua volta.
À medida que o trabalho de parto evolui com contrações mais frequentes e de maior duração e intensidade, a parturiente vai progressivamente "fechando-se". Este processo é natural e instintivo, e deve-se em parte à produção de endorfinas, substâncias de efeito semelhante ao ópio: diminuem a sensação de dor e têm efeito entorpecedor sobre a consciência. A mulher fecha os olhos, isola-se do mundo em seu redor, já não quer conversar. A nossa tendência natural é tentar ajudá-la mais, com conselhos e palavras de ânimo. Afinal, estamos lá para isso e precisamos de "mostrar serviço".

Nada pior que estimulá-la com o externo nessa hora! A real ajuda é quase imperceptível: fazer-se presente de forma subtil, acolhedora, sem qualquer estardalhaço. Defendê-la o quanto possível dos ruídos, das luzes fortes e tudo o que a faça sair para fora de si mesma. Quando a parturiente se sente segura, o parto dá-se de forma muito mais fisiológica.

Quando se aproximar da parturiente, posicione-se no mesmo nível que ela. É provável qe ela esteja de olhos fechados, enquanto se concentra no que está a acontecer  com o  seu corpo. Ficar ao seu lado ao invés de encará-la diretamente nos olhos reduzirá o risco de agir como fator de distração no trabalho de parto em curso.

Imite alguns de seus comportamentos, tirando disso algumas pistas sobre como deve agir. Se ela está quieta, evite fazer perguntas. Se ela está a descansar, descanse. 

Idealmente a parturiente deve estar consiente da sua presença, mas somente como uma sensação ou sentimento. Seu objetivo é deixá-la no controle de seu próprio trabalho de parto, num lugar que tenha  privacidade, intimidade e segurança.

Como ajudar nas fases finais do trabalho de Parto?

A chamada "Fase de Transição" é em geral a mais delicada e difícil de lidar, para a mulher e quem a assiste. As contrações são muito fortes.. A parturiente já está cansada das horas pelas quais passou e pode começar a entrar em desespero; pode agarrar-se às pessoas, e ao mesmo tempo rejeita que a toquem. Nesta hora, nem pense em acalmá-la, explicando isto ou aquilo. Os comandos breves, firmes e circunscritos ao momento são úteis.

No "Período Expulsivo" a parturiente muda totalmente de postura interior: agora substitui os gritos e a agitação por uma ação focada de força, de empurrar. Nem precisamos realizar o toque vaginal para identificar o expulsivo. Na maioria das vezes o que vemos acompanhar este momento é a correria do transporte à sala de parto, o posicionamento da mulher nos estribos da mesa de parto, a gritaria do pessoal: "Faça força! Não pare!" É quando todos parecem  histéricos que deveria ser o momento mais quieto e sagrado. A doula ou acompanhante do parto deve estar ao lado da mulher, consciente de que seu papel não é o de incentivar a fazer força. Instintivamente a mulher sabe quando fazer força NÂO É PRECISO DIZER A UMA MULHER COMO E QUANDO FAZER FORÇA!

Baseado num texto escrito originalmente em maio/2001 para o I Curso de Doulas organizado pelo Dr. Adailton Salvatore Meira em Campinas, SP

'O meu filho não come nada'

Divulgo:

Olá Mamãs!

Aqui fica o convite para o próximo encontro, na quinta-feira, dia 27 pelas 16h30, na Biblioteca Municipal de Oeiras, com o tema 'O meu filho não come nada'.

Contamos convosco e com os vossos rebentos. Até lá!

Para mais informações, consultem o nosso site : www.maes-oeiras.com, ou contactem-nos através de info@maes-oeiras.com.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Workshop - Como ajudar uma mulher em trabalho de parto

"A idéia de que a mulher precisa de ajuda durante o trabalho de parto e no momento do parto traz embutida em si o conceito de mulher como frágil, vulnerável e indefesa, que herdamos na história da nossa civilização, e que a nós parece tão verdadeiro. É com base neste conceito escondido que nos esmeramos em massageá-la, ensinamos respiração, relaxamento, seguramos sua mão, falamos palavras de conforto, a colocamos no banho, fundo musical, fotografias, filme. Onde foi parar a mulher na sua individualisade, e no seu direito à privacidade? Todos querem participar, "dar uma força", achar-se úteis, de certa forma co-autores deste "milagre".

Mas é a Mulher quem dá à luz. É ela a grande perpetradora do milagre que nos encanta, a rainha merecedora de todos os louros e plausos. A experiência do seu próprio valor quando observa seu bebê e diz para si: "Eis o meu filho, que eu pari por mim mesma. consegui! E se fui capaz de passar por isso, também serei uma boa mãe." isto sim é intestimável.

Com base nessas reflexões, perguntamo-nos: como deve ser a nossa ajuda, afinal? O que deve ser o nosso objetivo maior? Até que ponto vai a nossa atuação, ponto esse que, se ultrapassado, estaremos mais atrapalhando que ajudando? " DAQUI

Hoje pelas 18h30m workshop para acompanha antes de Parto.
Inscrições via sms para o 919267844





Como ajudar uma Mulher em trabalho de parto?



Workshop para acompanhantes de parto ( não profissionais ) Dia 25 de Outubro, 3ª feira, das 18h30m ás 20h30m em Sintra.


Este workshop de duas horas destina-se a pais, avós, tias, amigas,…, que queiram acompanhar uma mulher durante o parto.

Programa:

Necessidades básicas de uma mulher em trabalho de parto - Como não atrapalhar uma mulher grávida
Técnicas para o alivio do desconforto:
1. Na gravidez
2. Durante o parto
3. Durante o pós-parto

O Parto
1. Quando ir para a maternidade / Quando chamar a Parteira
2. O que levar / O que ter em casa
3. Dicas para ajudar uma mulher em Trabalho de Parto
4. A "importância" da respiração
5. Relógio - amigo ou inimigo?
Será entregue documentação.
Contribuição:
10 euros (para 2 pessoas – grávida e seu acompanhante)
5 euros ( Alunas do Yoguilates para grávidas e seus acompanhantes )
nota: se a grávida quiser trazer mais que um acompanhante paga mais 5 euros por acompanhante

Inscrições e mais informação: euquero@parirempaz.com  ou tel.919267844

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

2º Encontro Maternidade Natural - Sintra


Ilustração Sara Teixeira


Mais que uma feira é um encontro entre mães, pais, famílias que acreditam que a Maternidade pode ser encarada de um ponto de vista mais natural.
Programa de 2011 em construção

Sábado dia 29 de Outubro de 2011



10h - Kundalini Yoga para Grávidas - Ana Falé

10h - Desmame Natural - Mamar ao Peito - Patrícia Paiva

10h - Silent Drumming - Davor - uma nova abordagem extremamente inspiradora e interessante sobre o desenvolvimento de dinâmicas colectivas do grupo envolvido através da exploração de ritmos e sons de pequenos instrumentos de percussão. Qualquer pessoa pode participar, independentemente da idade ou conhecimento musical.

11h - Yoga do Riso - Ana Lino

11h - Iniciação de crianças em REIKI, gratuitamente, com idades compreendidas entre os 0 e os 6 anos, com uma condição: Um dos pais tem de já ser Reikiano... com Helena Jorge

11h30m - Vacinação e Homeoprofiláxia(prevenção de doenças contagiosas com a homeopatia) - Dra. Mariana Caixeiro - homeopata, psicóloga clínica e supervisora nacional do programa homeoprofilático de Kate Birch http://vaccinefree.wordpress.com/

A palestra dirige-se principalmente a pais e educadores que tomaram a decisão de não vacinarem as suas crianças segundo o programa nacional e gostariam de um método seguro e alternativo para aumentar a imunidade, dirige-se igualmente aos pais que têm dúvidas e ainda àqueles cujos filhos têm problemas de saúde causados pelas vacinas.

Apoiada na investigação científica e na experiencia clinica explica-se como:

Funcionam as vacinas e como cada uma delas pode afectar o sistema imunitário

Funciona o sistema imunitário e o que se passa quando este sofre danos causados pelas vacinas.

Se pode tratar com sucesso doenças infecto contagiosas com a homeopatia e as doenças causadas pelas vacinas.

Apresentação do programa infantil de imunização homeopática (homeoprofilaxia para doenças contagiosas na infância) baseado em 200 anos de experiência clínica e investigação, incluindo a investigação mais recente da Universidade australiana de Swinburne em Melbourne e em programas que decorreram em países como o Brasil, Argentina e Austrália com total sucesso.


13h00 - Almoço pic -nic - Encontro mães de transição.



Quem quiser leva a sua comida, no local teremos:

Sopa de Abóbora e Urtigas

Sopa de Beterraba e Agrião

Tarte Encarnada (Beterraba e Acelgas)

Tarte Laranja (Abóbora e Espinafres)

Pão, Seitan, Salada, Bolinha de Arroz Integral, Batata-doce, etc

Patés e Doces: Pesto, Azeitona, Esparregado de Urtiga, Amendoim, Maçã, Castanhas, Marmelo, etc

Chás, Leites Vegetais, Sumos e Batidos Naturais

Bolos: Tarte de Requeijão com Nozes, Tarte de Pêra com Canela e Maçãs Assadas

Barritas Energéticas/Graviola

Muffins

“Café” de Cevada

Fruta Diversa


14h - Conceito Contínuo - Catia Maciel

15h - " Dançar de dentro para fora" - Dança criativa Pais&Filhos - Sara Vale

15h -Cooperação - experiência de vida alternativa: A família da Filipa vem contar a sua expriencia como praticantes de agricultura biológica e biodinâmica, exploradores e «experimentadores» de novas formas de vida em conjunto - novos modelos sociais -, em cooperação.

15h30m - Apresentação da comunicação compassiva - não violenta - Famílias Felizes - Natália Fialho (necessário inscrição previa para o mail ncfialho (a) gmail.com (substituir (a) por um @ e retirar os espaços)limitada a 20 inscrições ) apresentação dura 30 minutos MAS depois há possibilidade de continuarmos a aplicar a cnv a situações reais que a/os participantes apresentam.

Natália Fialho, facilitadora independente de comunicação não violenta
Criei o espaço «Famílias felizes» para poder contribuir de forma presencial e virtual para o bem-estar de todas as famílias.
- Acompanhamento personalizado (presencial ou à distância por email ou Skype) para dar apoio parental e pessoal.
-Empat[terap]ia
-Cursos virtuais
-Workshops
-Disciplina Positiva

Para os participantes do encontro ofereço a participação no curso «Educar a brincar» a um custo reduzido de 15 Eur/família


Neste curso abordamos a importância da brincadeira no relacionamento com os nossos filhos e aprendemos a resolver assim problemas comportamentais e relacionais. Ao mesmo tempo ajudamos às crianças a desenvolverem uma maior auto-confiança.
Duração: 8 semanas

«Nunca fazemos nada de errado. Nunca fizemos. Nunca faremos. Fazemos coisas que não teríamos feito, se soubéssemos na altura o que aprendemos agora.»-Marshall B. Rosenberg

http://www.familiasfelizes.com/  
Telm 960047000

16h - O plano de pós - parto - Aqui há bebé - Sofia Carvalho


16h - Os ciclos naturais femininos - a arte de menstruar - "O período menstrual é o momento em que podemos aprender mais a nosso respeito e curar as nossas feridas. Assim reverenciada, a arte de menstruar pode ser recuperada, possibilitando uma vida mais plena e feliz como mulher" - Catarina Pardal



17h - Ancestralidade através da fiação ( viagem emocional para adultos ) - Ama a Fiandeira -Ana Alpande



17h - Cidade das Hortas - workshop para adultos e crianças - semear e a cuidar da horta e todas as possibilidades de reutilização de objectos do dia-a-dia na execução de uma horta! www.cidadedashortas.com e o blog: http://cidadedashortas.blogspot.com/


18h ( encerramento ) - Om Healing Circle / Círculo de Cura Om - Celia Girassol



Espero ver-vos por lá!



Porquê um Encontro sobre Maternidade Natural?

"Natural Parenting" tem como base uma filosofia de vida dos pais , conscientes e responsáveis . seguindo diversos princípios:

1 ) Attachment Parenting - Educação intuitiva

1. Preparação para o parto



A ligação precoce com o bebé começa com a preparação pré-natal e a participação atenta e activa no parto.



2. Reacção emocional

Compreender e responder de forma sensível às necessidades emocionais do bebé é a pedra basilar da Educação Intuitiva. Lembre-se de que chorar é a forma do seu bebé lhe dizer que está perturbado/a. Criar um laço ou ligação forte como seu bebé é mais do que simplesmente cuidar das necessidades físicas do bebé...



3. Alimentar com amor e respeito

A amamentação satisfaz as necessidades do bebé relativamente à melhor nutrição possível e contacto físico.



4. Transportar o bebé ao colo; o contacto afectivo

Transportar o bebé pegando-o ao colo ou utilizando porta-bebés de materiais suaves que mantêm o bebé próximo satisfaz as necessidades do bebé quanto a contacto físico, segurança, estimulação e movimento, que promovem o desenvolvimento óptimo do cérebro.



5. Assegurar um sono seguro, fisica e emocionalmente

É importante ser receptivo às necessidades nocturnas do bebé. A API recomenda que se mantenha o bebé numa proximidade íntima, num ambiente de sono seguro. Em muitas culturas é considerado normal e espera-se dos pais que durmam com os seus filhos. Investigações recentes demonstraram que alguns dos benefícios incluem melhor qualidade de sono para as mães e risco reduzido de SMSI (síndrome da morte súbita infantil) para os bebés.



6. Evite separações frequentes ou prolongadas

Os bebés possuem uma necessidade intensa pela presença física de pais afectuosos e receptivos. Através dos cuidados diários e interacções afectuosas formam-se fortes laços entre pais e criança. As separações frequentes ou prolongadas podem interferir com o desenvolvimento de ligações seguras.



7. Pratique a disciplina positiva

À medida que uma criança cresce é necessário estabelecer fronteiras e limites. Disciplina positiva, métodos não-violentos e apoio afectuoso promovem o desenvolvimento do auto-controlo e empatia em relação aos outros.



8. Mantenha o equilíbrio na sua família

O equilíbrio é a chave para evitar o "esgotamento dos pais" e pode ser alcançado cuidando de si através de exercício, descanso e alimentação saudável. As necessidades de um bebé são intensas e imediatas, mas é possível alcançar o equilíbrio na satisfação das necessidades do bebé, assim como das necessidades de outros membros da família.·







2 ) Responsabilidade Ecológica: As famílias esforçam-se para reduzir a sua pegada ecológica, fazem escolhas earth -friendly ( como escolher produtos orgânicos sempre que possível, usar fraldas de pano ou praticar higiene natural - com/sem fraldas ) . Os pais escolhem brinquedos e roupas feitas de fibras e materiais naturais . As famílias gastam tempo de qualidade a apreciar o mundo natural.



3 ) Práticas de Saúde Holística: As escolhas dos pais em relação a todos os cuidados de saúde (vacinação , intervenções médicas , medicamentos , etc.) são feitas de uma maneira critica e consciente Muitas famílias escolhem a utilização de cuidados de saúde alternativos ou naturais, tais como reflexologia, homeopatia, etc.



4 ) Natural Learning: As famílias passam tempo juntos, e as crianças aprendem através de actividades diárias. Os pais tentam facilitar uma aprendizagem que pode inclui pedagogias alternativas, ensino domestico, ou unschooling .



Acima de tudo, estes pais pretendem desenvolver um vínculo profundo com seus filhos, baseado no respeito mútuo.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

2º Encontro / Feira Maternidade Natural - Natural Parenting 29 de Outubro em Sintra


Porquê um Encontro sobre Maternidade Natural?

"Natural Parenting" tem como base uma filosofia de vida dos pais , conscientes e responsáveis . seguindo diversos princípios:
1 ) Attachment Parenting - Educação intuitiva
vê aqui os 8 princípios )

 1. Preparação para o parto

A ligação precoce com o bebé começa com a preparação pré-natal e a participação atenta e activa no parto.

2. Reacção emocional
Compreender e responder de forma sensível às necessidades emocionais do bebé é a pedra basilar da Educação Intuitiva. Lembre-se de que chorar é a forma do seu bebé lhe dizer que está perturbado/a. Criar um laço ou ligação forte como seu bebé é mais do que simplesmente cuidar das necessidades físicas do bebé...

3. Alimentar com amor e respeito
A amamentação satisfaz as necessidades do bebé relativamente à melhor nutrição possível e contacto físico.

4. Transportar o bebé ao colo; o contacto afectivo
Transportar o bebé pegando-o ao colo ou utilizando porta-bebés de materiais suaves que mantêm o bebé próximo satisfaz as necessidades do bebé quanto a contacto físico, segurança, estimulação e movimento, que promovem o desenvolvimento óptimo do cérebro.

5. Assegurar um sono seguro, fisica e emocionalmente
É importante ser receptivo às necessidades nocturnas do bebé. A API recomenda que se mantenha o bebé numa proximidade íntima, num ambiente de sono seguro. Em muitas culturas é considerado normal e espera-se dos pais que durmam com os seus filhos. Investigações recentes demonstraram que alguns dos benefícios incluem melhor qualidade de sono para as mães e risco reduzido de SMSI (síndrome da morte súbita infantil) para os bebés.

6. Evite separações frequentes ou prolongadas
Os bebés possuem uma necessidade intensa pela presença física de pais afectuosos e receptivos. Através dos cuidados diários e interacções afectuosas formam-se fortes laços entre pais e criança. As separações frequentes ou prolongadas podem interferir com o desenvolvimento de ligações seguras.

7. Pratique a disciplina positiva
À medida que uma criança cresce é necessário estabelecer fronteiras e limites. Disciplina positiva, métodos não-violentos e apoio afectuoso promovem o desenvolvimento do auto-controlo e empatia em relação aos outros.

8. Mantenha o equilíbrio na sua família
O equilíbrio é a chave para evitar o "esgotamento dos pais" e pode ser alcançado cuidando de si através de exercício, descanso e alimentação saudável. As necessidades de um bebé são intensas e imediatas, mas é possível alcançar o equilíbrio na satisfação das necessidades do bebé, assim como das necessidades de outros membros da família.·



2 ) Responsabilidade Ecológica: As famílias esforçam-se para reduzir a sua pegada ecológica, fazem escolhas earth -friendly  ( como escolher produtos orgânicos sempre que possível, usar fraldas de pano ou praticar higiene natural - com/sem fraldas ) . Os pais escolhem brinquedos e roupas feitas de fibras e materiais naturais . As famílias gastam tempo de qualidade a apreciar o mundo natural.

3 ) Práticas de Saúde Holística: As escolhas dos pais em relação a todos os cuidados de saúde (vacinação ,  intervenções médicas , medicamentos , etc.) são feitas de uma maneira critica e consciente Muitas famílias escolhem a utilização de cuidados de saúde alternativos ou naturais, tais como reflexologia, homeopatia, etc.

4 ) Natural Learning: As famílias passam tempo juntos, e as crianças aprendem através de actividades diárias. Os pais tentam facilitar uma aprendizagem que pode inclui pedagogias alternativas, ensino domestico, ou unschooling .

Acima de tudo, estes pais pretendem desenvolver um vínculo profundo com seus filhos, baseado no respeito mútuo.

sábado, 8 de outubro de 2011

Aula especial de yoguilates - as fases do trabalho de parto

Na próxima 3a feira dia 11 de outubro vamos ter uma aula especial de yoguilates.

Vamos perceber as varias fases do trabalho de parto e perceber quando ir para a "maternidade" / chamar a parteira.

Das 18h30 às 20h em Sintra / S. João das Lampas.
Contribuição 5 euros
Inscrições e mais informações pelo e-mail euquero@parirempaz.com ou via sms pelo 919267844.

Grata pela divulgação!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Arco Íris - Espaço de Encontro e Partilha para Mães/Pais e Crianças dos 0 aos 3 anos - em Sintra



ARCO ÍRIS

Espaço de Encontro e Partilha

para Mães/ Pais  e Crianças dos 0 aos 3 anos



 


 

VENHA EXPERIMENTAR UMA MANHÃ

De segunda a sexta

CENTRO TINKUY    Colares, Sintra

 

COORDENAÇÃO: Shiri Von Reumont

 

«Sou Mulher , Doula e Mãe de um filho de 2 anos que ao longo desta minha caminhada me tenho apercebido e cruzado com as necessidades que advêm da experiência de maternidade na sociedade actual.

Para colmatar algumas dessas necessidades quis criar e coordenar um grupo onde possamos viver uma experiência de tribo, que nos acolha, nos apoie na nossa intuição e escolhas, e onde os nossos filhos possam crescer em Liberdade, Consciência, com Amor e  Confiança.»

 

Acolhidos pela maravilhosa Serra de Sintra e pelo lindo Centro Tinkuy, poderemos encontrar-nos todas as manhãs para partilhar experiências, cantar, brincar, trabalhar na horta, no jardim ou na cozinha e fazer todo o tipo de actividades ligadas às estações do ano; ou simplesmente deixar os nossos filhos bem entregues para seguirmos outras actividades. E poderemos ainda partilhar em comunhão um almoço vegano biológico preparado pela Isaura com muito Amor e dedicação.

 

CONDIÇÕES

 

Horários: segunda a sexta das 9h às 14h

Este espaço destina-se a:

 - crianças até 1 ano acompanhadas por um dos pais

- crianças de 1 aos 3 anos acompanhadas ou não pelos pais

Contribuição:

Mensalidade:

- até 3 dias semanais: 200€

- até 5 dias semanais: 250€

Inclui fruta a meio da manhã e almoço para as crianças

Nota: O almoço dos pais é pago separadamente, sendo marcado no dia anterior

Inscrição anual:  30€

Não deixe de vir por impossibilidade financeira, dispomos de uma rede de permutas.

Número mínimo de crianças: 6/7

Número máximo de crianças: 10

Local: Centro Tinkuy, Estrada do Rodizio nº 2 Almoçageme

             www.centrotinkuy.blogspot.com

 

INFORMAÇÕES / INSCRIÇÕES:

Shiri Von Reumont 96 943 84 60

shirivonreumont@gmail.com




Dia 7 Out -18h30- Palestra sobre Vacinas com Dra.Manuela Tavares e Dr. Mauro Menuzzi - Várzea de Sintra - no Jardim da Romã

*PÉ DE ROMÃ*
*ASSOCIAÇÃO PARA INICIATIVAS WALDORF*
*VACINAS*
*PARA UMA OPÇÃO CONSCIENTE*
Drª Manuela Tavares e Dr. Mauro Menuzzi
7 de Outubro 2011, *18h30*
Palestra dirigida a pais, familiares e educadores
- Que temos de saber antes de tomar uma decisão quanto à vacinação?
- Quais são os riscos e as consequências para a saúde e como podemos
ultrapassar as dúvidas que nos surgem?
- Quais são as características das diversas vacinas, as suas finalidades e
quais as que são ou não obrigatórias?
LOCAL:
Pé de Romã, Associação para Iniciativas Waldorf
Sintra
Participação: 5 €
Informações e inscrições:
936 387 746 / 917 677 618
pe.de.roma@gmail.com
*AMA*
*ASSOCIAÇÃO DE MEDICINA ANTROPOSÓFICA*

Como chegar à nova casa do Jardim da Romã:
Morada
Rua Moinho do Gato, Várzea de Sintra, 2710-661 Sintra
Indicações
Seguir como se fosse para Colares a partir de Sintra (seguindo a estrada do
Eléctrico que vai até à Praia das Maçãs).
Após passar o Hóquei Clube de Sintra (que se encontra à direita), ter em
atenção que deve aparecer uma saída para a *Várzea de Sintra* à direita por
onde se deve seguir.
Chegando à rotunda virar à esquerda e subir essa rua até passar uma
Cafetaria chamada "Gourmet da Maria" (cafetaria verde claro à esquerda),
seguir em frente e no próximo entroncamento, virar à direita onde se indica
Magoito.
Subir essa rua íngreme, passa-se uns Semáforos e 2 escolas (uma de cada lado
da estrada), oercorrer cerca de 200m e *virar à direita onde está uma placa
cor de laranja com* o nome *"Quinta Ten Chi".*
Seguir até ao fundo da rua onde se encontram dois portões grandes verde
escuro. Estacionar fora dos portões e entrar a pé na casa cor de laranja à
esquerda que se vê logo da entrada da quinta.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

SMAM 2011


Semana Mundial Aleitamento Materno

SMAM2011
3 a 9 Outubro
Portugal


A Direção-Geral da Saúde e a World Alliance for Breastfeeding Action (WABA) têm o prazer de anunciar o tema para a Semana Mundial do Aleitamento Materno 2011.

Fale comigo! Amamentação - experiência “3D”



Focado no envolvimento e mobilização das gerações mais jovens à volta do Aleitamento Materno o tema propõe um novo olhar sobre as dimensões da nossa própria vida de modo a que os acontecimentos comuns que ocorrem em determinado tempo e lugar possam ser partilhados e nessa 3ª dimensão da comunicação sejam capazes de tornar a nossa experiência mais robusta.



Sugere que usando as nossas próprias vozes, conversemos com outras pessoas sobre o tópico da amamentação, como importante para a saúde e bem-estar, mas também para o meio ambiente, para os direitos das mulheres e para o desenvolvimento social.



Envolva-se e participe nas comemorações nacionais entre 3 e 9 de Outubro de 2011.
Espreitem o programa AQUI

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Divulgo e recomendo: MOVIMENTO ORGÂNICO PARA MÃES PRÉ-PARTO E PÓS-PARTO

Um círculo de Mães permite partilhar experiências, sentimentos, sensações.


Permite que nos sintamos acompanhadas, ouvidas, acarinhadas nas nossas opções, sejam elas quais forem.

Cada Mãe e cada Criança são únicas. Cada elo entre Mãe e Filho(a) é irrepetido e irrepetível.

Cada Mãe pode sentir dentro de si a profunda força que a guia. Nestes círculos, contemplamos o movimento natural do corpo físico e emocional de cada Mãe, fortalecendo a sabedoria inata que nos habita, e a intuição consciente, e aunião da Mulher e da Mão num todo harmonioso.

Respiramos com prazer, dançamos com a insegurança até que se transforme na doce vulnerabilidade da compaixão, Amamos a nós mesmas e aos nossos filhos(as).

Movimento Orgânico é uma técnica criada por Iris, inspirada nos movimentos de preparaçãoe recuperação de parto das danças de mulheres do médio Oriente, Hatha Yoga, Inteligência emocional aplicada e consciência corporal.

Longe de ser uma abordagem onde cada Mulher se insere, é uma abordagem pensada a cada momento, adequando-se com flexibilidade à natureza individual de cada Mulher, à sua natureza orgânica desenvolvendo um estado optimal de bem estar físico e de confiança emocional, sobretudo proporcionando um espaço de encontro e aceitação carinhosa de si mesma.



Movimento Orgânico para Mães gestantes (pré-parto):

Segundas e quartas das 17h às 18h



Movimento Orgânico para Mães recentes (pós parto):

Segundas das 15h30 às 17h

Os Bebés são muito benvindos 



EXPERIMENTE UMA SESSÃO LIVRE

INICIO A 3 DE OUTUBRO



Mensalidades:

1h /semana: 30€ 1h30 /semana: 35€

2h / semana: 45€

Info/ Inscrições: Iris: 96 514 39 73 iris.aiga@sapo.pt

Onde? Na Casa Semente, uma acolhedora casinha em Alvalade, junto da Avenida da Igreja


Com Iris mais informação AQUI