Sobre o blog:

“A humanização do nascimento não representa um retorno romântico ao passado, nem uma desvalorização da tecnologia. Em vez disso, oferece uma via ecológica e sustentável para o futuro” Ricardo H. Jones

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

DIVULGO

Os encontros Crianças em Acção estão de volta! Depois de alguma falta de regularidade, motivada por um grande número de nascimentos entre as pessoas mais envolvidas, decidimos não focalizar este encontro num tópico específico ou uma palestra qualquer. Vamos aproveitar para ver como estão os rebentos e avançar com as ideias para o próximo encontro em Fevereiro e para voltar a ter encontros regulares.

Crianças em Acção - 30 de Janeiro - 11h - Centro Social do GAIA

As Crianças em Acção são um espaço auto-organizado em luta por um mundo justo e sustentável, com foco n@s mais pequen@s.


Trata-se de um grupo que está a organizar, de forma voluntária e que se pretende regular, encontros sobre maternidade e paternidade, gravidez, parto, amamentação, cuidados ao recém-nascido, educação, activismo sobre temáticas políticas e modelos alternativos de vivência.

Cada um/a deve leva almoço para partilhar e, se possível, também algumas mantas e almofadas. Como é natural, são bem-vind@s tod@s as idades e culturas, com ou sem filh@s. O que conta é o interesse em participar e contribuir para as iniciativas do grupo.

No mesmo dia e no mesmo local irá decorrer a assembleia do GAIA. As Crianças em Acção oferecem a possibilidade aos activistas para trazerem os seus filhos para um ambiente agradável, onde estes podem desenvolver as suas próprias actividades.



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GAIA - Grupo de Acção e Intervenção Ambiental
http://gaia.org.pt

Travessa da Nazaré, 21, 2º
Lisboa, 15 1000-234
Portugal

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Vacinas... sim ou não?

Quando conheci pessoas que não vacinavam os filhos pensei que estava tudo louco. Afinal "eles" não sabem o que é melhor para nós? Como podemos não confiar que aquilo que o governo, DGS, OMS etc. nos dá não é seguro? Até "pode" ser seguro ( ??? ), mas também pode provocar danos irreversíveis e é aí que a informação não chega.... Para mim foi preciso a minha princesa ter uma reaçao grave á uma vacina para começar a questionar, a informar-me....a primeira coisa que fiz foi ler este livro: http://www.sayingnotovaccines.com/ e comecei a procurar mais informação, a ler as bulas das vacinas... a questionar... este vídeo ajudou-me...




Informação na net é o que não falta... procurem... informe-se e façam as vossas escolhas... mas de uma maneira informada.... a saúde dos nossos filhos está nas nossas mãos e eles merecem a nossa preocupação... Com este post apenas pretendo estimular o vosso senso crítico. Alguma da informação que recolhi, e que me ajudou a decidir que vacinas dar ou não dar aos meus filhos:

Os sete mitos das vacinações de massa – Por Movimento per la Libertà del Pensiero e di Cura: Os médicos americanos registram cada ano milhares de reacções sérias às vacinas, incluindo centenas de mortes e deficiências permanentes. As populações completamente vacinadas foram investidas por epidemias, e os pesquisadores atribuem diversas condições neurológicas e imunológicas cronicas aos programas de imunização de massa.

Ingredientes das vacinas – é uma lista de elementos contidos nas vacinas. É resumido e possivelmente incompleto, mas serve para dar uma ideia de que é preciso informar-se muito bem quando se trata de vacinas.

sites:

http://vacinaveritas.blogspot.com/

http://www.grifo.com.pt/

http://www.vaclib.org/

http://www.vaclib.org/

http://www.ctanet.fr/vaccination-information http://alyccs.free.fr/ .

"Após algumas leituras de artigos e matéria relacionada com as vacinas verificámos e concordamos que muitas das vacinas não foram a verdadeira causa do declínio na incidência das doenças sendo que a melhoria das condições sanitárias e alimentares assumem o crédito por esse facto.
Para além disso, várias doenças também possuem o seu ciclo evolutivo.


Nenhuma das vacinas confere imunidade genuína e frequentemente o contrário é verdadeiro; a vacina aumenta a probabilidade de contracção da doença. No que diz respeito ás taxas de eficácia das vacinas, estas podem ser enganadoras e erróneas uma vez que normalmente são avaliadas pela medição dos níveis de anticorpos e não pela comparação das taxas de pessoas vacinadas e não vacinadas. Não existem estudos com grupos de controle e as autoridades simplesmente consideram que"não vacinar" é antiético e recusam-se a estudar voluntários não vacinados. Pelo contrário, se estudos de controle fossem realizados de acordo com procedimentos científicos honestos, a vacina certamente seria proibida.

Na generalidade as autoridades que reúnem e publicam estatísticas de doenças trabalham em conjunto com laboratórios que produzem as vacinas e o único valor que os une é meramente económico. Resultado, os efeitos colaterais e óbitos são atribuídos a tudo, menos às vacinas, na tentativa de distorcer os resultados e fazer parecer que as vacinas têm algum mérito.

O sistema imunitário

Vários investigadores referenciam que as vacinas apenas "enganam" o organismo ao concentra-lo apenas numa função: produção de anticorpos. Deste modo o organismo tende a ignorar as demais funções e estratégias integradas do sistema imunitário. Uma doença contraída naturalmente é"filtrada" através de uma série de etapas defensivas do sistema imunitário, contudo, quando é injectado o vírus/vacina directamente na corrente sanguínea da criança, este tem acesso a todos os grandes tecidos e órgãos do corpo sem as naturais vantagens inerentes a uma resposta imunitária total. Os anticorpos (linfócitos-T) que respondem aos micro organismos/Agentes invasores da vacina, tornam-se empenhados na produção de Anticorpos contra esses micro organismos e são incapazes de reagir eficientemente contra outros desafios relativos à saúde das crianças.


Os investigadores referem ainda que o sistema imunitário imaturo de um bebé é estimulado, fortalecido e amadurece ao responder aos desafios da natureza, ou seja, quando a criança é exposta a vírus e micro organismos bacterianos no meio ambiente, o desenvolvimento normal do sistema imunitário é provável que aconteça. No entanto, se o sistema imunitário imaturo de um bebé é forçado a responder a uma sequência de vacinações injectadas directamente no organismo, inibindo (bypassing) as defesas externas do sistema imunitário, as funções protectoras do sistema imunitário interno podem ser sobre carregadas. Portanto, quando a imunidade natural é restringida e o sistema imunitário é compelido a operar de forma não-natural, surgem questões relacionadas com a sua capacidade de proteger a criança ao longo da sua vida.


O sistema imunitário está concebido de forma a ajudar o organismo a discriminar o "eu" de tudo o resto que é estranho e potencialmente perigoso. Assim, sob condições naturais, os micro organismos inimigos são atacados e tomados benignos pelo sistema imunitário contrariamente ao que sucede quando vírus estranhos são injectados no corpo fundindo-se com as células saudáveis. Este processo confunde o sistema imunitário que deixa de conseguir diferenciar condições perigosas de condições inofensivas. Sob os auspícios destas condições induzidas, não só o sistema imunitário invadirá as suas células (cancro), como ignorará os sinais de perigo, deixando o organismo vulnerável a um vasto leque de doenças auto-imunes.


Autópsias realizadas a cadáveres nos quais se comparou a glândula do timo, produtora de células protectoras T, em adultos de países onde eram pouco vacinados versus USA, os investigadores descobriram que o Timo dos cadáveres americanos começara a atrofiar logo a seguir à puberdade. Por outro lado verificou-se que a deterioração da glândula Timo nos cadáveres de indivíduos de países onde estes eram pouco vacinados era mínima. As anomalias da glândula Timo estão associadas a todo um conjunto de doenças auto-imunes e a produção de tumores (ex:muitos tipos de cancro, leucemia, lúpus, artrite reumatóide). Alguns investigadores responsabilizam as instituições que defendem a disseminação mandatória dos programas de vacinas, afirma Neil Z.Mlller , sem esclarecer devidamente os pais o que levanta questões éticas profundas. Deixamos de falar de um "Sistema de Saúde" parafalarmos de um "Sistema de Doenças!..."


Guylaine Lancôt (1995) é peremptória em afirmar que as vacinas são onerosas e representam um custo de biliões de euros anualmente beneficiando a indústria e sobretudo os fabricantes multinacionais. Afirma ainda que a vacinação encoraja a dependência médica e reforça a crença na ineficiência do corpo criando a falsa noção de permanente necessidade de assistência. Este aspecto conduz à perda de dignidade pessoal para não falar do facto de nos tornar financeiramente dependentes. Uma outra perspectiva interessante de Lancôt diz respeito ao facto de a vacinação encorajar a dependência moral e financeira dos países de terceiro mundo perpetuando o controlo social e económico dos países ocidentais e destes sobre os do terceiro mundo. A vacinação esconde e camufla os verdadeiros problemas sociais e políticos da pobreza de uns a explorar os outros o que resulta em pseudo-soluções tecno-científicas que são tão complicadas e sofisticadas que os pacientes não conseguem compreender. Por outro lado as vacinações desviam fundos que deviam ser investidos no melhoramento das condições de vida sobretudo ao nível sanitário e alimentar.


Em 1997 e novamente em 2004, surge um o artigo do jornal PHI que, saliente-se, nunca foi refutado que questionava a vacinação. É numerosa a literatura e os estudos que fundamentam a afirmação de que as vacinas representam um dos maiores erros da medicina actual sobretudo porque ainda não foram dadas provas da sua eficácia. Há mais de 40 anos o médico alemão G. Buchwald provou a inutilidade e nocividade das vacinas e demonstrou nas suas estatísticas que o ponto das doenças ocorre em tempo de guerra pelos muitos factores a esta associados nomeadamente subnutrição, pressão psíquica, água infectada entre outros. Obviamente o número de mortos e de doentes diminui com o melhoramento da situação e com o melhoramento das condições alimentares e sanitárias. Em todos os diagramas do Dr. Buchwald baseados em datas oficiais é possível detectar que o número de pessoas que adoecem diminui independentemente da vacinação em massa. Quanto aos falsos argumentos da medicina convencional relativamente ás vacinas, o primeiro diz respeito aos efeitos secundários que a esta afirma não existirem, ou, por outras palavras, só as sequelas causadas pela vacina e que são reconhecidas como tal, fazem parte das estatísticas. Pesquisas científicas honestas e imparciais mostraram que a vacinação deprime e prejudica a função do cérebro e da imunidade e constitui um factor de risco em muitas doenças, como:


- Síndrome de morte infantil súbita (SIDS);
- Disfunções dce desenvolvimento (autismo, convulsões, retardo mental,hiperactividade, dislexia etc.);
- Deficiência imunológica (AIDS, Síndrome Epstein Barre etc.);
- Doenças degenerativas (distrofia muscular, esclerose múltipla,artrite, câncer, leucemia, lúpus, fibromialgia etc.).

Todas as vacinas produzem efeitos secundários cujas reacções podem ir desde a ferida da injecção no local até danos cerebrais e morte. Os efeitos a longo prazo de todas as vacinas são desconhecidos e particularmente preocupante é o facto das implicações das vacinas no sistema imunitário imaturo das crianças poderem ser devastadoras. Foram apresentados estudos mostrando danos prejudiciais na protecção da saúde após as inoculações-encefalite pós vacina. Deste modo um número significativo de crianças é sujeito a crescer com incapacidades e deficiências de vários graus, quer sejam físicas, mentais ou emocionais sendo que estas condições afectarão o indivíduo, a sua família e a sociedade em geral. Algumas das vacinas podem ser particularmente perigosas, não obstante o complexo industrial das vacinas continua a manter a sua prática dissuadora, desvalorizando as reacções ás vacinas. A este facto soma-se ainda a propaganda criativa sobre os méritos das vacinas que representa um estratagema lucrativo já para não mencionar os mass media que assustam a sociedade pelo medo de surtos epidémicos. Assustador é ainda o facto de em Inglaterra os serviços nacionais de saúde pagarem um bónus aos médicos que apresentem taxas de vacinação acima de determinadas percentagens. Nos E.U.A., por exemplo, as pressões informais e os incentivos para se obedecer ás autoridades não são suficientes daí que os próprios legisladores pressionem para a criação de leis contra a liberdade de escolha. Este padrão de coerção e negação é notório entre os membros iluminados da população incluindo os pais que questionam as vacinas, cujo despertar se tenha devido, infelizmente, à custa da vida das suas próprias crianças.

Antes de 1990, os médicos não eram legalmente obrigados a notificar as reacções adversas ao órgão de controle de doenças nos EUA ( CDC - US Centers for Disease Control). As reacções adversas são consideradas"normais", são ignoradas ou diagnosticadas como outras doenças. Ainda assim, os danos notificados são numerosos e apesar da obrigação legal actual, menos de 10% dos médicos notificam ao CDC os danos que testemunham. Fraude científica foi o nome atribuído por muitos profissionais da área da saúde que ao longo da história demonstraram a sua oposição relativamente à vacinação.

Um argumento questionável: As vacinas modernas são bem suportadas!

De que são feitas as vacinas? A resposta a esta pergunta deveria ser fornecida a todos os pais antes de qualquer intervenção; as bulas de vacinas contêm estas informações que deveriam ser disponibilizadas aos consumidores visto que são impressas para esse propósito apesar de tal nunca acontecer. Além das formas activas, obtidas de forma duvidosa há ainda uma quantidade de estabilizadores, neutralizadores, conservantes, antibióticos, substâncias de base, corantes, etc.

Apresentamos uma lista um tanto assustadora de venenos comprovados pela medicina. Alguns dos quais não podem ser eliminados pelo organismo e,retidos no corpo, continuam actuando como tóxicos para os sistemas nervoso, reprodutivo e muscular:

Thimerosal, um derivado de mercúrio utilizado como conservante, é uma causa comum de reacções sensíveis ou alérgicas (Contact Dermat, 1989;20: 173-6). Estudos em animais também mostraram que o mercúrio pode inibir a imunidade (Toxicol Appl Pharmacol, 1983; 68: 218-28). Este produto provoca dificuldade de aprendizagem nas crianças, problemas de concentração, problemas na fala, falta de raciocínio, agitação, etc. A pressão exercida sobre os fabricantes par remover esta substância química das suas vacinas data dos anos 90, no entanto o progresso tem sido frustrantemente vagaroso... Uma revisão recente mostrou que alguns bebés que recebem vacinas contendo thimerosal são expostos a níveis cumulativos de mercúrio superiores àqueles considerados seguros (Pediatrics, 2001; 107: 147-54). Segundo o Dr. Boyd Haley, perito em Química da Universidade de Kentucky, o "Thimerosal é um dos componentes mais tóxicos que eu conheço, eu não me lembro de nada que seja mais letal"

Formaldeído: um composto altamente tóxico e cancerígeno que, segundo afirmam os adeptos das vacinas, quando injectado directamente no corpo de uma pessoa vai proteger a saúde e fortalecer o sistema imunitário. No mínimo duvidoso.

Formalina: é uma solução diluída de formol utilizada para inactivar vírus e desintoxicar toxinas. Quase 50 estudos mostraram uma relação entre o contacto com formol e a leucemia e cancro do cérebro, cólon e tecidos linfáticos (Neustaedter R, The Vaccine Guide, Berkley, CA:North Atlantic Books, 1996).

Sulfato de alumínio: um adjuvante utilizado para melhorar a eficácia de uma vacina. Estudos mostram que vacinas que contêm alumínio causam mais reaccões que outras. O Prof. Dr. H. Spiess membro da comissão de vacinação permanente em Berlim escreve: "O modo de actuar dos adjuvantes é complexo e ainda não é conhecido em todos os pormenores."

Fenol: um desinfectante e corante.

Glicol etilénio: o ingrediente principal anti-congelante.

Clorato de benzeónio: um antiséptico.

Metilparabeno, um conservante e antifungo.

Foi revelado que as vacinas ainda podem conter um outro perigo. Em muitas vacinas produzidas no final dos anos 80 e início dos anos 90 foram utilizados produtos bovinos obtidos em países onde a BSE, encefalite bovina espongiforme (doença da vaca louca), era um risco substancial. Nos EUA, a FDA repetidamente pediu que as indústrias farmacêuticas não utilizassem produtos de gado criado em países onde a BSE fosse uma realidade. Entretanto, de acordo com uma reportagem no New York Times (08.02.2001), cinco indústrias, inclusive a Glaxo Smith Kline, a Aventis e a American Home Products continuavam a utilizar estes ingredientes no ano 2000 para fabricar nove vacinas amplamente utilizadas, incluindo as da paralisia infantil, difteria e tétano.

De acordo com Dr. Harold Buttram "As substâncias químicas são muito mais tóxicas em vacinas combinadas numa única aplicação do que quando aplicadas separadamente".


Casos reais:
A Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou, de 1968 a 1971, uma enorme campanha de vacinação na Índia. Cerca de 364.000 pessoas foram vacinadas numa vasta zona contra a tuberculose, contudo e para grande consternação dos especialistas, surgiram mais casos de tuberculose e de mortes do que numa zona de tamanho idêntico onde ninguém fora vacinado. A OMS terminou o estudo e chegou literalmente à conclusão de que o grau de protecção era igual a 0%. No entanto, foram precisos 27 anos para o Instituto Robert Koch tornar público o resultado deste teste e para suspender a administração das vacinas contra a tuberculose na Alemanha enquanto que na Áustria só foi suspensa em Março de 2000. No ano 2000, na Suíça, houve uma epidemia de papeira durante 5 meses e o facto é que a Direcção Federal de Saúde teve de reconhecer que 75% dos doentes tinham sido vacinados.

Relatórios oficias do governo norte americano e inúmeros estudos médicos apresentam provas esmagadoras indicando que as vacinas não são seguras. Pesquisas mostram que, nos Estados Unidos, milhares de bebés morrem anualmente em consequência da vacinação e centenas de milhares sofrem convulsões, coma, paralisia e danos cerebrais.

O elo entre SIDS e vacinas foi ainda ilustrado em 1985 por um sistema de monitoramento infantil desenvolvido na Austrália. O monitoramento denominado "Cotwatch" foi desenvolvido para monitorar a respiração de bebés com risco de SIDS. Sem querer mostrar qualquer ligação entre SIDS e vacinação, a Dra. Viera Scheibner verificou que "a respiração dos bebés era afectada de maneira característica e por um longo período de tempo (40 a 65 dias) após as injecções da vacina triplica. Soube-se também, através dos pais de bebés que morreram no berço que, na maioria das vezes, o bebé morrera após uma injecção de vacina triplica." À medida que a pesquisa da Dra. Scheibner prosseguia, a ligação entre morte no berço e vacinação tornava-se mais óbvia e inegável. "Havia nítida aglomeração de mortes (no berço) por volta da época da vacinação" afirma a Dra. Scheibner.

Esse facto levou a Dra. Scheibner a pesquisar mais de 35.000 páginas de estudos médicos referentes à vacinação. O seu aprofundado estudo mostrou que não há provas quanto à segurança e eficácia de vacinas. O trabalho da Dra. Scheibner culminou no seu livro, "Vaccination, the Medical Assault on the Immune System" (Vacinação, a agressão médica ao Sistema Imunológico) cuja conclusão foi: "As imunizações, inclusive aspraticadas em bebés, não apenas deixam de prevenir doençasinfecciosas, como causam mais sofrimento e mais óbitos do que qualqueroutra actividade humana em toda a história da intervenção médica." A Dra. Scheibner cita provas obtidas de vários estudos, mostrando que oefeito das vacinas sobre o nosso sistema imunológico é a principalcausa do aumento de doenças degenerativas e auto-imunes, por exemplo,o cancro e a leucemia.

Aqueles que advogam a obrigatoriedade da vacinação apontam a vacina contra a poliomielite como exemplo do sucesso das vacinas no controle de uma epidemia perigosa. No entanto, o governo americano e autoridades médicas reconhecem que, nos últimos 30 anos, os únicos óbitos por poliomielite foram causados pela vacina contra pólio. A Dra. Scheibner indica provas – inclusive num artigo da publicação médica "The Lancet" – de que a epidemia de poliomielite observadaentre 1945 e 1954 foi causada pela introdução da vacinação em massa.

Em 1986, o governo dos EUA reconheceu oficialmente que a vacinação representa um risco potencial para as crianças. O Congresso promulgou a Lei Nacional Sobre Danos da Vacinação Provocados na Infância (Lei99-960), que estabelece uma compensação para os pais de crianças mortas ou prejudicadas por vacinas — até US$ 250.000 pela morte de uma criança. Até Agosto de 1997, mais de US$ 802 milhões de dólares haviam sido pagos pelo governo dos EUA a famílias de crianças mortas ou gravemente prejudicadas por vacinas. Milhares de casos aguardam uma decisão.

No entanto, não há qualquer esforço governamental para verificar se a política de vacinação obrigatória está fazendo mais mal do que bem na prevenção de doenças infantis. Pelo contrário, mais de 100 milhões de dólares foram gastos anualmente desde o final da década de 70 paravacinar quase 100% de crianças norte-americanas em idade escolar.


A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

Numa denúncia corajosa e documentada sobre os abusos da Indústria Farmacêutica, Jorg Blech afirma na sua obra "Os inverntores de doenças" que a indústria farmacêutica realiza a venda de sintomas pouco frequentes como epidemias de extraordinária propagação e a venda de sintomas ligeiros como indícios de doenças mais graves. Referindo um estudo californiano, Thomas Bodenheimer, no New Enland Journal of Medicine, revela também uma influência clara, em ocasiões excessivas, dos padrões industriais sobre os estudos clínicos: as empresas farmacêuticas ocultam, retocam e modificam os resultados dos estudos que encomendam a investigadores vedadeiramente independentes. Seis dos doze investigadoes consultados por Bodenheimer admitiram que os seus trabalhos tinham sido objecto de intervenção. Dado o descontentamento do cliente, os resultados dos estudos nem sequer haviam sido publicados ou então tinham sido manipulados. "


A presente declaração está na net foi elaborada com base na revisão de alguma bibliografia encontrada a respeito do assunto em causa, VACINAÇÃO, nomeadamente:

BLECH, Jorg – Os inventores de doenças: a denúncia corajosa e documentada sobre os abusos da indústria farmacêutica; Ambar, 2006.


LANCÔT, Guylaine – The medical mafia : how to get out of it alive and take back our health & wealth: here is the key; 1995.


MILLER, Neil Z. – Vaccines: are they realy safe & effective?; New Atlantean Press, 2006.


MILLER, Neil Z. – Immunization theory vs reality; New Atlantean Press, 1996


RAPPOPORT, Jon – "Vaccine dangers and vested interests: a retired vaccine researcher goes public on what the pharmaceutical industry and health authorities don't want us to know; tht vaccines are unsafe, untested and one of the greatest frauds of our time", in Nexus Magazine, vol. 13, n.º 2, 2006


Esta foi alguma da MUITA informação que recolhi.... desejo-vos uma boa pesquisa... e uma boa escolha!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Martinha.....

nasceu no sábado e é linda!!

Pandemia????

 14 de Janeiro, o presidente da comissão de Saúde da assembleia parlamentar do Conselho da Europa, Wolfgang Wodarg, apresentou uma moção para investigar se há conflito de interesses entre a Organização Mundial de Saúde (OMS) e as farmacêuticas.

Wodarg considerou que se assistiu «ao maior escândalo médico do século» e acusou a OMS de ter «relações impróprias» com as empresas do sector farmacêutico. O Conselho da Europa vai analisar como a OMS tratou este assunto.

No início de Outubro, os impactos financeiros directos da gripe A nos custos do Estado português já ascendiam a 67,5 milhões de euros com a compra de vacinas, no valor de 45 milhões de euros, e do anti-viral Oseltamivir, no valor de 22,5 milhões de euros.

O Governo gastou este ano 45 milhões de euros na compra de seis milhões de doses de vacinas contra a gripe A à Glaxo Smith Kline (GSK) e gastou, nos últimos três anos, 22,5 milhões de euros na compra do anti-viral Oseltamivir à Roche, inicialmente destinado ao combate à gripe das aves.

Por apurar estão ainda os custos indirectos, dependendo da evolução da pandemia, mas um estudo efectuado pela Deloitte, em colaboração com a Intelligent Life Solutions, refere que os custos para o Estado estão estimados em 330 a 500 milhões de euros.

Esta estimativa contabiliza as perdas em IRS, as contribuições para a Segurança Social e subsídio de doença. Se se contar com o absentismo laboral, a Deloitte estima que a gripe A poderá originar uma redução do Produto Interno Bruto (PIB) nacional entre os 0,3 e os 0,45 por cento, ou seja, entre os 490 e os 740 milhões de euros.  Fonte: Lusa

Palestra * Nascer... e suas consequências... * Com Angeles Hinojosa

 

6ª Feira, 29 de Janeiro às 19,30h

Angeles Hinojosa, nasceu em Alcalá la Real(Jaén). Aos 14 anos muda-se para a Catalunha, onde desenvolve toda a sua trajectória profissional. Os seus estudos como terapeuta-psico-corporal, fisioterapeuta, re-nascedora...somados ao seu interesse incansável pelo mundo do nascimento, levaram-na a criar em 1996 a Associação "Nascimento Feliz" e a criar e promover em 1997 a Plataforma para os direitos para o nascimento" (à qual preside), e que é constituída actualmente por cerca de 30 associações e centros em  Espanha e que estão dedicados à transformação do mundo da Saúde Materno Infantil.

 Recuperar as memórias da sua chegada ao mundo (através do Renascimento), fizeram-na reflectir sobre o impacto de nascer. Desde então, a sua vida está dedicada exclusivamente ao mundo dos mais pequenos, colocando todo o seu esforço em criar uma "Nova Cultura de Nascimento".Especialista em "Trauma de Nascimento", facilita actualmente workshops desta técnica, a profissionais deste campo e a mulheres grávidas.

Com a Plataforma para os Direitos do  Nascimento e como sua representante formou e forma parte da Estratégia de Atenção ao Parto Normal elaborada e apresentada pelo Observatório de Saúde da Mulher, no Ministério de Saúde de Espanha.

  

Bem...Quando recuperei pela primeira vez (faz agora 15 anos aproximadamente) a minha memória do nascimento, nada me fazia pensar que a minha vida acabaria tem um único objectivo, colaborar para que a sociedade repense sobre as consequências de vir ao mundo.

 

Desde então que a minha vida fez uma volta de 180 graus. Olhando para trás vejo que o meu objectivo foi sempre o bem estar dos mais pequenos, mas não era para mim tão evidente como agora, estava menos consciente. Agora sei que velar por eles é o meu projecto de vida.

 

Angeles Hinojosa

 

Investimento:

 

Palestra: 10 €

Por uma questão de disponibilidade de espaço, é solicitado a sua inscrição nesta palestra.

 

Contacto: 96 728 64 10 ou geral@anjocas.com

  LOCAL: ANJOCAS, Av. Almirante Reis, 106 – 5D Em Lisboa (Em frente à cervejaria Portugália)    Para mais informações e inscrições:   96 728 64 10 ou www.anjocas.com

 

sábado, 23 de janeiro de 2010

DIVULGO

Quinta-feira, 28 de Janeiro às 11horas - Encontro Amamentar - entre mães Grupo de apoio à amamentação com Cristina Pincho.
Entrada livre
Para mais informações visite o site infosermae.pt
Telemóvel: 934 234 664/966293836
E-mail: amamentar@infosermae.pt

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

DIVULGO: Curso de produtos caseiros


Já pensaram como era bom sabermos fazer os produtos que usamos nos nossos filhos? Divulgo as datas para os próximos cursos com a Sylvia, para a produção dos produtos caseiros.
Podem consultar o site (www.orgoneportugal.com ) valor : 39€ por dia


27 Fev. Sáb. das 10 ás 18h - Corpo I
28 Fev. das 10 ás 18h - Corpo II

6 Mar. Sáb. 10 ás 18h - Corpo III
7 Mar. Dom. 10 ás 18h - Casa

15 Maio Sáb. das 10 ás 18h - Corpo I
16 Maio Dom. das 10 ás 18h - Corpo II

10 Jul. Sáb. das 10 ás 18h - Corpo III
11 Jul. Dom. das 10 ás 18h - Casa

Congresso em Las Palmas

Será que as crianças, no seu período primal - da concepção aos dois primeiros anos de vida - inspiram cuidados especiais? Michel Odent defende que esse período é tão importante que certos comportamentos como o afastar o bebé  da mãe após o nascimento  ou a brusca interrupção da amamentação podem interferir na capacidade de amar e estão directamente ligados aos altos índices de violencia e  outros comportamentos de risco. Por isso Odent e outros especialistas como Michael Stark e Heloísa Lessa vao estar neste congresso em Las Palmas, nas Ilhas Canárias para discutir as práticas adotadas por parteiras, obstetras e educadores...
 

DIVULGO: Workshop Gratuito de PNL (Programação Neurolinguística)

O objectivo é levantar a ponta do véu desta ferramenta fantástica que tem fascinado pessoas pelo mundo inteiro. Um workshop esclarecedor e prático.
 
 

Além de perceber mais sobre  Programação Neuro Linguística

terá a oportunidade de experimentar algumas de suas técnicas e começar imediatamente a beneficiar-se com seus excelentes resultados!

 Venha descobrir porque a PNL tem sido considerada a ciência da excelência humana! 

 

Lugares Limitados: Faça a sua inscrição Register Now!

Aprenda a dirigir o cérebro para  gerar:

  • Mudança de Comportamentos
  • Harmonia nos Relacionamentos
  • Comunicação Efectiva
  • Alcance de Metas pessoais
  • Realização profissional
  • Auto-Gestão
  • Atitude renovada
  • Resolução de conflitos no presente e no passado

Divulgo: SEMINÁRIO COM BOB MANDEL


Não há como negar o movimento de expansão de consciência da humanidade. Os sinais são inúmeros e  participar deste movimento é uma oportunidade e uma honra enorme mas também uma grande responsabilidade. É com  a consciência desse movimento maior que somos chamados, enquanto terapeutas e promotores dessa ampliação de consciência a trazer alguns contributos para a mudança na forma de nascer, em Portugal e no mundo.
A importância dos períodos pré-natal e neonatal para a formação da personalidade humana é cada vez mais evidente  e menos contestada. Urge pois abrir espaço, criar condições,para que o ser humano possa nascer no respeito pela sua natureza e unicidade.
 
Trazer a Portugal Robert Mandel, um dos primeiros  12 renascedores, pioneiros na utilização do processo terapêutico que é o Rebirthing ou renascimento (através do  qual a pessoa se permite  aceder  profundamente ao  trauma do nascimento, resgata e integra essas memórias ampliando a sua compreensão e consciência da repercussão das mesmas na sua personalidade , nos seus relacionamentos, na sua vida) é uma honra e uma oportunidade única de podermos partilhar da sua experiência prática de 30 anos como terapeuta renascedor.
 
Compreender as repercussões do trauma de nascimento é um passo imprescindível para a tomada de consciência da necessidade de mudança da actual forma de nascer. Viver a vida com pleinitude, em prosperidade e  amor é em verdade a autêntica expressão da natureza humana. É essencial que em períodos de tamanha importância como são a concepção a gestação o parto e a recepção da criança no mundo, o respeito, o amor e a veneração pela expressão da vida, estejam presentes e expressas no ambiente, nas atitudes e  nos pensamentos de quem tem o privilégio de facilitar o processo de nascer ou renascer.
 
A capacidade da mudança está em cada um de nós e somos todos um!....e
 
"Não te substimes …és dono de tesouros que são bênçãos para o mundo"
                                                                                                                      Bob Mandel
 
Por tudo isto convidamo-lo a abraçar este movimento e  este projecto participando no Seminário " Nascimento Personalidade e Relacionamentos" a realizar em Lisboa, 8 e 9 de Maio de 2010.  

 
E porque a sua presença é muito importante decidimos alargar o periodo de preço especial (290€ )até 8/2/2010.
 

Bob Mandel

http://www.bobmandel.com


 
Escritor,consultor,terapeuta,empresário e conferencista internacional.
Licenciado em filosofia e literatura inglesa, graduado em administração de empresas e mestre em artes com louvor pela universidade de Yale.
Fundador do Projecto internacional de autoestima e do ISLP (Programas internacionais de liderança e seminários internacionais).
Como escritor e facilitador de seminários, Bob brida-nos com uma mistura de clareza, humor, sabedoria, intuição e compaixão que " toca" o coração e mente de qualquer pessoa.
 

Associação SER VIDA , Teresa Pataca e Lurdes Rodeia

lurdesrodeia@hotmail.com / teresapataca@hotmail.com  

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Poque amamentar em exclusivo até aos 6 meses?

 A razão porque se refere os 6 meses é porque se efectuaram vários estudos e conclui-se que algures entre os 6 meses e um ano de idade o ferro que o leite materno contém deixa de ser suficiente para a criança. Por uma questão de precaução a OMS recomenda que se introduzam alimentos complementares aos 6 meses precisamente para colmatar uma possível falta de ferro, mas dependendo dos individuos, haveria alguns que não precisariam de mais nada a não ser leite materno até fazerem 1 ano. Por isso o dar outros alimentos aos 4 meses não apresenta vantagens pois com essa idade o leite materno tem todos os nutrientes que a criança precisa e é apenas substituir uma refeição de um alimento de 1ª qualidade, o melhor que existe, por outros de qualidade inferior e com riscos associados (reacções alérgicas, contaminação por microorganismos, etc). Criou-se o hábito de dar alimentos tão cedo aos bebés porque o leite de lata antigamente tinha muitas carências de nutrientes e era preciso complementá-lo cedo com outros alimentos. Hoje em dia já nem sequer se pode dizer isso para o leite de lata, prova é que noutros países  mesmo quem dá leite artificial aos filhos só introduz os alimentos aos 6 meses. Os profissionais de saúde portugueses ainda estão neste aspecto a usar informação desactualizada, dos anos 70 e 80.....
http://www.who.int/nutrition/topics/exclusive_breastfeeding/en/index.html  no fim da página estão vários documentos que abordam o assunto pormenorizadamente.

 

Depressão pós-parto - Por Adriana Tanese Nogueira

"O pós-parto é um período de risco psiquiátrico aumentado no ciclo de vida da mulher. A depressão pós-parto, também conhecida como postpartum blues, pode se manifestar com intensidade variável, tornando-se um fator que dificulta o estabelecimento de um vínculo afetivo seguro entre mãe e filho, podendo interferir nas futuras relações interpessoais estabelecidas pela criança.
http://www.amigasdoparto.org.br/2007/index.php?option=com_content&task=view&id=1120&Itemid=209

 

Escolher uma parteira?

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Educar com a intuição

Texto: Ana Esteves
Revista IOL Mãe http://www.mae.iol.pt/

Venha descobrir uma forma de educar que tem como meta o desenvolvimento de pessoas mais saudáveis e felizes - os nossos filhos. O desafio da Educação Intuitiva é ouvir mais o coração do que a cabeça. Pelo menos do que a cabeça dos outros."Educar um filho leva-nos a questionar muitas coisas. Mas nem sempre conseguimos fazer aquilo que julgamos melhor. Passar da forma como fomos educados para uma maneira diferente é um passo muito grande e exige uma reprogramação profunda. Só começamos a pensar nisso quando engravidamos. Se calhar, devíamos começar antes." Quem o diz é Natália Fialho, 36 anos, 3 filhos. Neste processo de questionamento encontrou uma filosofia de educação com a qual se identificou e que hoje representa e divulga em Portugal: a Educação Intuitiva.

Os princípios são simples: a criação de fortes laços emocionais, ou seja, uma vinculação segura, leva ao desenvolvimento de pessoas mais confiantes e felizes. Logo, a uma sociedade melhor, menos violenta, mais pacífica e saudável. A Educação Intuitiva pressupõe uma resposta pronta às necessidades emocionais da criança. E ajuda-a, assim, a desenvolver relações seguras e duradouras ao longo da vida.

O ponto de partida...
... foi a Teoria da Vinculação dos psicólogos John Bowlby e Mary Ainsworth, desenvolvida a partir do final dos anos 60. Eles mostraram que o bebé nasce com uma série de mecanismos que lhe permitem ligar-se a uma ou duas figuras de referência, normalmente a mãe e/ou o pai. A forma como decorre essa ligação vai ser determinante para todas as relações sociais do indivíduo, ao longo da vida, e para o desenvolvimento da sua personalidade.

Segundo a teoria de Bowlby, se existe na infância alguém em quem se pode confiar, que está sempre lá, que é «um porto seguro», então «os seres humanos de todas as idades são mais felizes e mais capazes de desenvolver os seus talentos».

Foi acreditando neste pressuposto que Barbara Nicholson e Lysa Parker fundaram, em 1994, a Attachment Parenting International(API). Desde logo com grupos de apoio, que divulgavam e davam suporte à passagem das teorias à prática. Na Europa o movimento está pouco divulgado, mas nos EUA é bastante divulgado e debatido. O pediatra Dr. Sears foi um dos seus percursores e continua um dos principais defensores. Também tem muitos opositores, claro. Afinal, a educação não é uma ciência exacta, como todos os pais já devem ter percebido.

Grupo de apoio em Portugal
Para Natália Fialho, a Educação Intuitiva dá respostas e ferramentas às dúvidas práticas de todos os pais: «Se só pensarmos no que não queremos fazer, é difícil fazer diferente. Não temos alternativas. Por isso os pais se perguntam tantas vezes 'o que é que eu faço agora?'»

Trata-se de ganhar consciência, mas também de ganhar descontracção. Porque um dos pressupostos é precisamente confiar nos instintos, deixar-se guiar pela intuição.
«Esta teoria não é nada de extraordinário», afirma Natália. «Acredito que é o que todos os pais naturalmente fariam se não houvesse pressões exteriores. É a forma mais natural de reagir aos nossos filhos: atender às suas necessidades. Os nossos instintos estão certos, mas às vezes estão muito enterrados, lá no fundo. Penso que muitos pais seguem os príncipios da Educação Intuitiva, sem sequer saberem que estão teorizados. Mas é bom haver um nome, uma base científica de apoio, para que as pessoas se encontrem com quem pensa da mesma forma e se sintam mais seguras nas escolhas que fazem».

Por isso, Natália criou o grupo de apoio da API em Portugal, em Outubro de 2008, que se reune de dois em dois meses. Também criou um grupo de discussão na internet e até atende telefonicamente quem precise de ajuda ou tenha alguma dúvida.

Para saber mais:
  • Links:
    www.attachmentparenting.org - onde pode tornar-se sócio e receber informação regular e a revista da API
    apilisboa.blogspot.com - onde pode saber novidades sobre o grupo de apoio da API em Portugal.

  • Livros:

    Bésame Mucho, Carlos Gonzalez, Pergaminho
    Disciplina Positiva, Jane Nelsen, Mcgraw-Hill


  • Respeitar as crianças
    «As pessoas que tentam respeitar as crianças enfrentam sérias dificuldades», afirma. «Não dês tanto colo, não dês de mamar à noite, estás a estragá-lo com mimos, chorar faz bem, deixa-o adormecer sozinho, eles têm muitas manhas, isso não é fome é mimo... são frases comuns que traduzem a forma como na nossa sociedade é regra educar uma criança. O objectivo principal é a independência, a autonomia, como se fosse suposto uma criança tornar-se independente na primeira infância», aponta Natália.

    «É suposto uma criança ser dependente e prefiro que seja dependente de mim do que de alguém que eu não conheço. Além disso, a independência tem de vir da segurança interior e essa só se consegue com o tempo e com respostas positivas às necessidades de um bebé. Não está previsto pela natureza uma criança de três anos sair para caçar quando tem fome! É natural que sejam dependentes!».

    Respeitar as crianças é fácil se fizermos o exercício de nos pormos no lugar delas. E se conseguirmos lembrar-nos da nossa infância. «Baixarmo-nos para conversarmos olhos nos olhos, ouvirmos o que nos dizem, em vez de ditarmos ordens de cima, será um bom princípio», aconselha Natália.

    Dentro da sua realidade e do seu dia-a-dia, cada mãe / pai pode retirar da Educação Intuitiva aquilo que se insere nos seus valores, aquilo que para si funciona e faz sentido. «É uma caixinha de ferramentas para o dia-a-dia. Cada um usa as que quer». Descubra então que ferramentas são essas e como podem funcionar no seu filho, através dos oito princípios da Educação Intuitiva que Natália Fialho ajudou a trocar por miúdos:

    1- Preparação para o parto e para a maternidade/paternidade

    2- Alimentar com amor e com respeito

    3- Responder às necessidades emocionais da criança

    4- Promover o contacto físico

    5- Responder às necessidades nocturnas das crianças

    6- Garantir proximidade

    7- Praticar a disciplina positiva

    8- Procurar o equilíbrio entre vida familiar e pessoal






    DIVULGO: Curso Prático de Horticultura Biológica

     
    Curso Prático de Horticultura Biológica [para Terraços e Varandas], no dia 13 de Fevereiro no Instituto Superior de Agronomia em Lisboa, no valor de 50€. Para dúvidas ou inscrições, podem contactar 
    Chetna 
    che.aaren@gmail.com
    96 642 61 44    

     Programa:  1ª Sessão – 9h30 –12h30

     Objectivos: Os formandos deverão saber, no final da sessão, como planificar uma horta segundo as técnicas de AB. Os formandos deverão saber, no final da sessão, como elaborar uma pilha de composto, como verificar os parâmetros de compostagem e como aplicar composto.Também deverão saber efectuar a manutenção da horta

     

    Teórica:          - Introdução

    1h30m                           - Apresentação do curso

    - Plano da Horta

    - Técnicas Preventivas de Agricultura biológica (TPAB):

    1 - Fertilidade e Limitação Natural: Consociações,  Rotações e Adubos Verdes;

    2 - Técnicas culturais: Sistemas de rega e sua escolha determinada por factores relativos a AB;

    3 - Manutenção da diversidade genética, (OGM´S) e troca e recolha de sementes;

                                       4 - Noções básicas sobre Compostagem;

    5 - Manutenção da horta- Controle de infestantes: sacha, cobertura do terreno com vários materiais e calendário de rega.

    Minhocompostagem e Compostagem

     

    Avaliação

                            - Os formandos deverão elaborar o seu Plano da Horta com inclusão na planta, das   consociações e rotações incluindo adubos verdes e a planificação do sistema de rega.

    Prática

    1.h30m                          - Plantação e sementeira das espécies hortícolas e dos talhões de adubos   verdes de acordo com o planeamento prévio

                                               - Elaboração de uma pilha de composto e cobertura do terreno com vários materiais

                            - Planificação da sebe e das plantas não hortícolas em consociação na horta

                           

    2ª Sessão – 14h30– 17h30

     

    Objectivos: Os formandos deverão saber, no final desta sessão, como planificar uma sebe. Os formandos deverão ser capazes de planificar a colocação de armadilhas de forma a poderem proceder à Estimativa de Risco e correspondente NEA. Os formandos deverão saber, no final da sessão, quais as principais pragas da horta e as técnicas curativas de AB aplicáveis em cada situação. Deverão também saber obter informação sobre os principais factores de produção e seus pontos de venda.

     

    Teórica:          - TPAB: Limitação natural:

    1h30m                           6 -Técnicas de Planeamento de uma sebe: tipos, funções, escolha de espécies. Técnicas de implantação;

    7 - Pragas na horta. Plantas repulsivas de pragas: aromáticas, ornamentais e tintureiras em consociação. Pares Praga/Auxiliares:

                                                   7.1- Estimativa de risco e Nível económico de Ataque (NEA);

                                                   7.2 - Caldas a partir de plantas com efeito fungicida e pesticida,

                            - Técnicas curativas de agricultura biológica.

                                                                   a) Luta biológica

    b) Caldas a partir de microorganismos. Substancias homologadas em Portugal                        

    7.3 -Técnicas culturais

     

     

     

    Prática            - Plantação de uma sebe e de plantas não hortícolas em consociação na

                                Horta

    - Formulação das caldas a aplicar à situação da horta

    1h30m                - Observação dos pares praga/auxiliares na horta. Colocação de armadilhas

                            - Recolha de sementes. Contagens nas armadilhas e determinação do NEA

                             

               

     

    Avaliação

        30 m                    - Os formandos deverão elaborar, como trabalho, a planificação da compostagem e o calendário de manutenção da horta. Os formandos deverão elaborar o planeamento da Estimativa de Risco e do NEA

                                        

     

     

     

     

    segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

    O parto é nosso... devolvam-nos o parto!!!

    O melhor vídeo sobre parteiras que já vi... oiçam estas crianças... chorei baba e ranho :)

    Partilhem o mais possível! Escutem a mensagem.... o parto vai ser deles.... Que a minha filha seja uma mãe mamifera... que o meu filho acredite no corpo da sua mulher....

    sábado, 16 de janeiro de 2010

    Workshop

    Como Alimentar-me e como Alimentar o meu Bebé? - segundo a Macróbiotica
    Dia 24 de Janeiro
    Formadora: Natália Rodrigues
    Local: Barreiro, Custo 45 euros (com refeição incluída)
    Horário das 11 às 16h Contacto: nathally9@gmail.com ou 919584869

    sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

    Parabéns à Mariana Simões!

    Saiu um artigo n'A Voz de Trás-os-Montes  sobre o serviço de Doula, com que podem contar as grávidas da região.
    Para ler clique aqui

    Artigo a não perder!


    já leram a Pais&Filhos deste mês? Espreitem o artigo " Este parto que eu não escolhi - parto real versus parto imaginário" e digam o que acharam. Para mim o trabalho da Patrícia Lamurias está excelente!

    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

    35.º aniversário da primeira manifestação feminista

     

    A União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) assinala hoje o 35.º aniversário da primeira manifestação feminista no país, convocada então "contra os símbolos da opressão das mulheres que ainda persistiam no Portugal pós-Abril de 1974".

     Fonte : Destak/Lusa |

    Passam hoje 35 anos sobre a queima dos soutiens que, garante quem participou no protesto, nunca existiu. A primeira manifestação feminista em Portugal fez-se no Parque Eduardo VII e quer agora ficar no roteiro de Lisboa.

    A primeira manifestação feminista do país fez-se "contra os símbolos da opressão das mulheres que ainda persistiam no Portugal pós-Abril de 1974" e foi insultada por três mil homens, alguns dos quais a descreveriam, e reduziriam, para a posteridade a um acto de queima de soutiens, que, garante quem nele participou, nunca aconteceu.

    É para lembrar tudo isto que a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) agendou uma celebração para hoje, que sairá, às 13:00, do n.º 28 da Avenida Sidónio Pais, em Lisboa, sede do Movimento de Libertação das Mulheres (MLM, primeiro núcleo feminista português) e onde uma das suas fundadoras, a perita em igualdade de género Madalena Barbosa, viveu até morrer de cancro, a 22 de Fevereiro de 2008.

    Foi pela entrada do Parque Eduardo VII mesmo em frente ao nº 28 que elas entraram, a 13 de Janeiro de 1975. A UMAR quer agora recordar essas mulheres "brutalmente silenciadas" e inscrever aquela zona da cidade no roteiro feminista com que venceu recentemente o Prémio Municipal Madalena Barbosa.

    Aqueles que hoje participarem na "obra de arte colectiva" organizada pela UMAR usarão uma peça de roupa roxa, a cor das feministas, a mesma com que a organização pretende ver pintado, no futuro, o caminho feito pelas activistas precursoras. "Elas entraram por aqui" é a frase que pretendem ver inscrita na calçada, naquela entrada do parque.

    A ideia "não é só recordar o momento histórico", mas também pensar "no que mudou nestes 35 anos" e nas "reivindicações actuais", explicou à Lusa Salomé Coelho, da UMAR.

    Não se pretende recriar o ambiente de 1975, mas "reflectir sobre as mudanças que ocorreram, ou não" e falar nas "discriminações" que persistem nos dias de hoje e que são "muito mais subtis", na forma de uma "manifestação artística", para "ocupar o espaço de uma forma simbólica", acrescentou.

    "Não teremos três mil machistas histéricos, mas teremos homens feministas. Essa é uma das diferenças", realçou ainda a activista.

    Divulgo: 23 de Janeiro 2010 Reunião da LL e API/Educação Intuitiva

    Aqui fica o convite da Natália :

    Olá a todos,

    quero convidar-vos para a reunião da LLL e da API (Educação Intuitiva).

    23 de Janeiro 2010
    Por razões de logística familiar decidi juntar as duas reuniões (LLL e
    EI) no mesmo dia, a reunião da LLL vai decorrer das 10h até as 11.30h e
    a reunião da Educação Intuitiva vai decorrer das 11.30 até as 13h.

    As reuniões da LLL destinam-se a troca de experiências entre mães,
    tenta-se esclarecer as dúvidas existentes e fornecer informação actual e

    baseada em evidências cientificas sobre o aleitamento materno.

    A Educação Intuitiva baseia-se em 8 princípios base:
    http://apilisboa.blogspot.com/2008/07/os-oito-princpios-da-educao-intuit
    iva.html


    Peço para confirmarem a vossa presença até a 4ª-feira dia 20 de Janeiro.

    Um grande abraço,

    Natália

    Telm. 960047000

    workshop re-nascimento


     
    Vai acontecer nos proximos dias 30 e 31 um workshop de re-birthing em que vo participar 
     

    re-birthing  ou re-nascer 

    O re-nascimento é uma terapia complemetar (ou alternativa...como preferirem) que nos ensina a utilizar a nossa própria respiração e a tomar consciência do poder do nosso pensamento. A combinação dos dois permite-nos integrar modos novos de actuação que nos trazem bem estar, saúde e energia à nossa vida.

    O re-nascimento é simples e fácil, mas ao mesmo tempo é muito poderoso e permite-nos ter resultados incríveis a muito curto prazo.

    Porque necessitamos de re-nascer?

    Nascer não é apenas o feito de: sair, ser "expulso", ou como nos ultimos tempos é normal passar-se, ser literalmente "extraído" do ventre materno, mas sim implica muito mais quer no espaço quer no tempo. Começamos a nascer no momento em que o futuro pai /mãe ou ambos, concebem pela primeira vez  a ideia da paternidade /maternidade, esse momento já faz parte da história de cada ser. Desde esse instante até aos 2 anos aproximadamente irão sendo armazenadas experiências que em modo de sensações e emoções são guardadas nas nossas células, passando a ser parte da nossa memória celular. Com esse material acumulado durante essa época vão sendo construídos os alicerces que irão definir a forma como se encara as vivências, emoções e que poderão ser de aceitação, prazer, felicidade, medo, angústia, abandono...dependendo de como se tenham desenvolvido essas experiências.

    Passamos a nossa vida repetindo vezes sem conta os nossos padrões de nascimento (conclusões obtidas da nossa experiencia de nascer). Tomar consciência deste facto contribui para nos conhecermos e compreendermos além de nos ajudar a perdoar a quem nos rodeia.

    Ao mesmo tempo, aclarar as experiências que vivemos permite-nos estar em contacto com o nosso "eu".

    O workshop tem a duração de 12h (sábado 30 Janeiro e manha de Domingo dia 31 Janeiro).

    Valor: 170 € por pessoa  inscriçoes com  Fernanda Francisco <fernanda.francisco@gmail.com>

     Angeles Hinojosa

    Angeles Hinojosa, nasceu em Alcalá la Real(Jaén). Aos 14 anos muda-se para a Catalunha, onde desenvolve toda a sua trajectória profissional. Os seus estudos como terapeuta-psico-corporal, fisioterapeuta, re-nascedora...somados ao seu interesse incansável pelo mundo do nascimento, levaram-na a criar em 1996 a Associação "Nascimento Feliz" e a criar e promover em 1997 a Plataforma para os direitos para o nascimento" (à qual preside), e que é constituída actualmente por cerca de 30 associações e centros em  Espanha e que estão dedicados à transformação do mundo da Saúde Materno Infantil. Recuperar as memórias da sua chegada ao mundo (através do Renascimento), fizeram-na reflectir sobre o impacto de nascer. Desde então, a sua vida está dedicada exclusivamente ao mundo dos mais pequenos, colocando todo o seu esforço em criar uma "Nova Cultura de Nascimento".Especialista em "Trauma de Nascimento", facilita actualmente workshops desta técnica, a profissionais deste campo e a mulheres grávidas.Com a Plataforma para os Direitos do  Nascimento e como sua representante formou e forma parte da Estratégia de Atenção ao Parto Normal elaborada e apresentada pelo Observatório de Saúde da Mulher, no Ministério de Saúde de Espanha.


    sábado, 9 de janeiro de 2010

    SICKO


    (EUA, 2007) Dirigido e escrito por Michael Moore.

    Um dos filmes que mexeu mais comigo... é um documentário sobre os planos de saúde dos Estados Unidos, da visão de lucro dessas grandes empresas e da falta de ética e humanidade com os pacientes.
    Faz uma comparação humilhante entre o sistema norte-americano e o do Canadá, França, Reino Unido e finalmente Cuba.
    Podem ver aqui:


    Torrent - Legendas pt-br - Subtítulos spa -ou rapidshare em 5 partes (usando Winrar):parte1 - parte2 - parte3 - parte4 - parte5


    O Trailer

    quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

    Holistic Moms Network

    “In HMN, I really found my people and it helped me gain confidence in my parenting choices.”— Mayim Bialik, Actress and Holistic Mom - me2 :)

    Apesar de não entender o que dizem....

    ...uma imagem vale mais que mil palavras....

    Convite La Leche League 14 de Janeiro (Lisboa)

    Convite 

    Para um encontro da La Leche League, moderado pela Cristina Pincho.

     

    A quem se destina a este convite?

     Destina-se a todas as mulheres que estejam interessadas na amamentação, quer estejam grávidas, a amamentar ou simplesmente tenham o desejo de aprender mais.

    Se não estiver interessado pode conhecer quem esteja: partilhe esta informação.

    Quando?

     Quinta-feira, dia 14 de Janeiro, pelas 11horas.


    Onde?

    Rua da Silva 13, em Santos.

    Confirme

    Apareça e se possível confirme a sua presença através dos seguintes contactos:

    acpincho@gmail.com 

    966293836

    934234664

     

    O que é a Liga La Leche?

     

    A La Leche League é uma organização internacional, sem fins lucrativos, que foi fundada em 1956 para dar informação, encorajamento e apoio, através da ajuda de mãe para mãe, a todas as mulheres que queiram amamentar.

    A La Leche League está presente em mais de 50 países. 

    A LLL Internacional é uma das principais autoridades mundiais em matéria de amamentação

    Quem representa a LLL?

    A LLL é representada localmente por moderadoras voluntárias.

    As moderadoras da LLL são mães que tiveram uma experiência feliz com a amamentação dos seus filhos e que posteriormente, após exigente formação, foram certificadas pela LLL Internacional.

     

    O que oferece a LLL?

    Apoio gratuito em várias áreas:

    Reuniões mensais
    Ajuda telefónica
    Bibliografia sobre amamentação, parto, educação e nutrição
    A mais actualizada informação sobre amamentação
    Mais de 40 anos de experiência a ajudar milhares de mães