Sobre o blog:

“A humanização do nascimento não representa um retorno romântico ao passado, nem uma desvalorização da tecnologia. Em vez disso, oferece uma via ecológica e sustentável para o futuro” Ricardo H. Jones

domingo, 24 de agosto de 2008

Madalena


No dia 8 de Agosto nasceu a linda Madalena!
Parabéns Margarida pela determinação, parabéns Fernando pela calma, parabéns Ana Ramos pela segurança.

sábado, 23 de agosto de 2008

"Beneficios" do Leite de Vaca


Finalmente a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar alerta para a publicidade enganosa dos leites de vaca. Alegados benefícios do leite, que se lêem em muitas embalagens, não podem ser demonstrados. A DECO ja tinha alertado na sua ediçao de Fevereiro de 2007 sobre o leite enriquecido para crianças


Noticia da Agencia Lusa

Roma, 21 Ago (Lusa) - A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar contestou hoje as informações publicadas pelos diferentes produtores de alimentos, nomeadamente os alegados benefícios dos produtos lácteos para os dentes das crianças.
"Uma relação causa/efeito entre o consumo de leite ou de queijo e a boa saúde dentária das crianças ou um peso corporal saudável de crianças e adolescentes, não está estabelecida", indica a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar num comunicado publicado na sua página na Internet.
A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, que se pronunciou sobre a questão a pedido das autoridades irlandesas, lamentou que os estudos relativos à influência do leite e dos produtos lácteos nas crianças em relação aos quais deveria dar o seu parecer "incluíssem apenas duas pequenas amostras (53 e 92 pessoas) e compreendessem um intervalo de idades limitado (2 aos 14 anos).
A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, que está sediada em Parma, no Norte de Itália, tornou públicos os seus oito primeiros pareceres preliminares sobre 288 produtos, cujas informações deverão passar pelo seu exame.
O organismo pronunciou-se igualmente sobre produtos específicos destinados a reforçar o sistema imunitário das crianças, melhorar a densidade óssea das mulheres na menopausa ou emagrecer.
Sem dizer que as informações fornecidas pelos diferentes produtores são falsas, a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar refere na sua página da Internet que se trata de "afirmações que não puderam ser verificadas", que o consumo do produto não traz "consequências significativas" ou que "as consequências [positivas] não puderam ser demonstradas"

Agencia Lusa

Curso para profissionais - Instrutor de Shantala e Yoga para Grávidas

Teremos de alterar a data dos cursos devido ao numero reduzido de inscrições.
Brevemente indicamos uma nova data.
Agradecemos a vossa compreensão.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Como dormir com o bebé na sua cama?







é uma opção muito pessoal e intima....

Escola antes dos 3 anos é um erro?

Nos primeiros anos de vida, as crianças só precisam do amor dos pais, afirma Steve Biddulph,
um dos autores mais bem-sucedidos da psicologia infantil.

Em vez de sair para trabalhar, diz que as mães – e os pais também – deveriam ficar em casa com seus filhos até eles completarem 3 anos. O motivo é a inadequação das creches modernas às necessidades das crianças dessa idade, que, segundo Biddulph, precisam muito mais de amor e carinho do que de brincadeiras com gente estranha.


Entrevista retirada da revista Época:

ÉPOCA – Estudos dizem que as crianças devem ir para a escola quanto antes. Por que o senhor discorda?
Steve Biddulph – Bebês não foram feitos para ir à escola nem para ser cuidados em grupo. Eles crescem e aprendem melhor quando têm um ou dois adultos cheios de amor exclusivo. Minha pesquisa é clara nesse sentido: até os 3 anos de idade da criança, é a família que tem condições de interagir com ela para um bom desenvolvimento cerebral. Ou seja, com intensidade e sintonia. É assim que o bebê aprende a se aproximar e a criar empatia – e adquire o que chamamos mais tarde de “inteligência emocional”. A melhor hora de colocar a criança na escola é a partir dos 3 ou 3 anos e meio. O certo é começar com três manhãs por semana de jardim-de-infância, com atividades educativas. Isso é bem diferente de deixar a criança todos os dias numa creche de período integral.

ÉPOCA – Qual a importância da adaptação escolar no aprendizado da criança?
Biddulph – Estudos sobre estresse e níveis de cortisol no sangue mostraram que bebês na fase de aprender a andar sofrem o dobro de estresse quando são separados da mãe e inseridos numa creche. Foi constatado que por meses o nível de cortisol se mantém alto. Sabemos que cortisol elevado faz mal, porque atrasa o desenvolvimento do cérebro, atrapalha o sistema imune e até reduz o crescimento. Os estudos constataram que as crianças que aparentavam bem-estar, na verdade, permaneciam estressadas – elas aprenderam a esconder a emoção e a lidar com ela. É importante lembrar que, nessa fase, a idade e o preparo são cruciais. O que pode ser valioso e excitante para uma criança de 5 anos pode ser devastador e traumático para outra de 1 ano e meio. Desenvolvimento infantil é isso: a coisa certa na hora certa.

ÉPOCA – Pesquisas demonstram que as crianças se desenvolvem melhor quando são estimuladas a ganhar independência. Como oferecer a elas essa oportunidade sem prejudicá-las?Biddulph – Dos 3 anos em diante, elas começam a brincar socialmente. Antes disso, elas na verdade vêem outras crianças mais como fontes de concorrência e ameaça que como companhia. Quem brinca com as crianças pequenas são as mais velhas ou os adultos. Você não vê bebês tomando conta uns dos outros. Eles apenas brigam. Forçar essa interação social pode atrapalhar o aprendizado, de acordo com estudos internacionais que acompanharam milhares de crianças. Eles descobriram um fator de risco triplo: as muito novas que vão à creche com freqüência e passam muitas horas ali se tornam agressivas, ansiosas e desobedientes. E perdem o vínculo com a mãe. É importante ver isso em perspectiva. O número de crianças “desajustadas” cresce de 6% (em lares de bebês criados em casa) para 17%, nesses casos. Os pesquisadores acreditam que provavelmente toda criança criada em creche é de alguma forma prejudicada. Mas não criemos pânico. Pôr seu filho numa creche não é crime, mas é uma opção menos valorosa.

ÉPOCA – O que há de errado com as creches?
Biddulph – Para algumas crianças, pode ser uma experiência triste e danosa. O que se aprende nos primeiros anos de vida é a socialização: como confiar, se sentir seguro e ser alegre. Esse aprendizado é precioso demais para colocá-lo em risco no ambiente caótico de uma creche, barulhenta, com crianças demais. As creches estão distantes da imagem idealizada que elas vendem. A equipe muitas vezes é desqualificada, e os profissionais mais atenciosos costumam estar ocupados e estressados. Ali, as crianças são tratadas como grupo e não podem ser amadas ou cuidadas individualmente. As interações amorosas que elas têm com a mãe e o pai centenas de vezes por dia acontecem menos de 20% do tempo na creche. Estudos com gravações em vídeo mostram que bebês nessa situação acabam desistindo de pedir atenção e tornam-se depressivos. Ficam quietos e aí são considerados bons bebês.

ÉPOCA – Como pais que trabalham o dia inteiro podem dar atenção suficiente aos filhos pequenos?
Biddulph – O direito à maternidade e à paternidade é uma questão de justiça social. Em algumas sociedades, como nas Filipinas e na África do Sul, os pais são forçados a viver longe dos filhos por razões econômicas. É muito triste. Essa é a tragédia da industrialização. Em todo o planeta, famílias têm sido devastadas por modelos assim. Na vida em comunidade e nas aldeias indígenas, as famílias ficam unidas durante o dia. Os avós são tão bons quanto os pais, e parentes fazem um trabalho melhor que qualquer creche na maior parte dos casos. É por isso que estou fazendo campanha. Até as pessoas mais ricas têm seu papel nessa mudança, pois dão o exemplo. Nos países ricos, são os ricos que põem suas crianças em creches e têm menos tempo para cuidar delas. As pessoas pobres detestam ficar separadas de seus filhos e tendem a preferir que um membro da família tome conta das crianças enquanto trabalham.

ÉPOCA – O senhor está sugerindo que mães que colocam seus filhos em escolas os amam menos?
Biddulph – A oferta de babás baratas para mães ricas nos países em desenvolvimento é uma tentação. Enquanto a mãe cuida da casa, a babá cuida do bebê. Como o bebê interpreta isso? Como se ele fosse tão importante quanto a faxina? Ser mãe ou pai não é coisa fácil: é algo para aprender. Se deixar a criança em uma creche for inevitável, os seguintes fatores devem ser levados em conta: quanto menos crianças por cuidador, melhor; equipe perene (para uma relação estável) e cuidadores bem pagos (para que eles se sintam bem ali). Minha pesquisa mostrou o efeito das horas em uma creche sobre as crianças. Até 1 ano de idade, não se recomenda creche por nem um minuto. Até os 2 anos, dois dias curtos (meio período) por semana. Até os 3 anos, três dias curtos por semana são aceitáveis.

ÉPOCA – Em seu livro, o senhor afirma que “tudo de que os bebês precisam é amor”. Como eles experimentam esse amor?
Biddulph – Amor tem a ver com tempo. Quando você vê um pai amável com seu filho de colo, o tempo escoa, parece lhe restar todo o tempo do mundo. A pressa é inimiga do amor, porque o corrói e destrói. Temos de combater isso para proteger pais e filhos do estresse. Quando somos amados, nossas emoções são apaziguadas. Há muita risada, música e cantoria. Aprendemos a nos recuperar do estresse rapidamente. É difícil tornar-se amável sem ter passado por essa experiência. E a melhor fase para sentir isso é na primeira infância, nos braços dos pais. É quando se desenvolve a parte do cérebro que ama: o córtex frontal, que reconhece um sorriso, aprecia um afago, vê o mundo como seguro e interessante.


ler uma parte de livro de S.Biddulph aqui:
http://epoca.globo.com/rev_eletronica/ep_495/02/

E vocês o que acham disto... confesso é é um assunto que me inquieta... o meu Rodrigo vai para a escola em Setembro, com 2 anos e meio, e eu estou com o coração apertadinho.....

sábado, 16 de agosto de 2008

CINCO benefícios do uso do pano




- Os bebés choram menos - Embora na cultura ocidental se aceite que uma criança chore várias horas por dia, há outras culturas em que isso não acontece. Nessas culturas, os bebés apenas saem do colo dos pais para dormir.
Consegue-se dessa forma compreender o código do choro, e os sons que o bebe faz para se expressar, chorar não é uma coisa aborrecida e que é calada com o uso da chucha, mas sim um meio de expressão que sendo compreendido passa a servir de forma de comunicação e entendimento, coisa que no mundo actual tanto carecemos.

- Os bebé transportados em panos porta-bebé aprendem mais - Como passam menos tempo a chorar estão mais despertos. Há inclusivamente estudos que revelam maiores acuidades visual táctil e auditiva nestes bebés. A predisposição para a aprendizagem é muito maior e torna-se um estado quase permanente. O facto de o bebé estar sossegado facilita a interacção com o bebé e o contacto visual constante fortalece os laços entre pais e filhos.

- Os bebés são mais organizados - Se entendermos a gestação humana não como 9, mas como 18 meses (9 meses no ventre materno mais 9 meses já cá fora), compreendemos que enquanto está no ventre materno, o bebé contacta com os vários ritmos e rotinas da vida familiar, desde a porta a bater aos passos da mãe, à voz, ao coração da sua mãe, à sua respiração... "Vestir o bebé" é dar continuidade a esse processo de crescimento, porque embora o bebé mude de realidade, mantém o contacto com a mãe. O bebé recém-nascido tem necessidade de se organizar para melhor se adaptar ao meio ambiente. Se o bebé não tem a presença reguladora da mãe, desorganiza os seus padrões de comportamento: chora, desenvolve ansiedade, a respiração pode tornar-se irregular e não descansa bem. Uma criança que seja obrigada a acalmar-se sozinha, desperdiça muita da sua energia, que lhe é necessária ao seu desenvolvimento.

- Os bebés "humanizam-se" mais cedo - Quando está ao colo dos pais, o bebé está intimamente envolvido no mundo de quem o transporta. Está atento e vai adquirindo as expressões faciais, a linguagem corporal, as inflexões de voz, padrões de respiração e emoções de quem o transporta. Vai aprendendo a ser humano.

- Os bebés são mais inteligentes - As experiências que vivência, estimulam o cérebro do bebé, ajudando-o a crescer. Ele vive as experiências de quem o transporta e vai adquirindo padrões de comportamento. Para além disso, tem maior facilidade em termos de motricidade e equilíbrio e na aquisição da linguagem, e aprende a escutar.
Transportar o bebé num pano porta-bebé é extremamente seguro, desde que se aprenda com alguém de extrema confiança e permite trabalhar, amamentar o bebé com discrição e facilita muito as saídas de casa, uma vez que o bebé não é um impedimento à vida dos pais, mas um complemento.
O pano pode ainda ser usado para cobrir o bebé ou como almofada, não destoando em situações mais formais.

É benéfico para todos os bebés, e imprescindível em prematuros ou crianças deficientes, precisamente por fomentar o contacto e a segurança, ao mesmo tempo que permite ao bebé receber estímulos do exterior e se desenvolver de forma saudável.
São cada vez mais os pais que reconhecem as vantagens do pano porta-bebé e fazem questão de ter e dar ao seu bebé este pequeno/grande mimo.

retirado de http://panoportabebe.blogspot.com/

Banho do bebé recém-nascido

Para mim isto é um bocadinho violento...

Em posição de escolher

Para rir e... pensar...

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

O Parto Ativo

O conceito de Parto Ativo foi desenvolvido pela educadora perinatal
Janet Balaskas, na Inglaterra.
Parto Ativo significa que a mulher é quem
faz o seu bebê nascer. Não é o médico quem faz o parto. Não é a parteira
quem faz o parto. É a mulher, seu corpo, sua mente e sua alma
.
Claro que
não existe Parto Ativo sem uma equipe que aceite neutralizar sua
participação em favor do protagonismo da gestante. Portanto para um
parto verdadeiramente ativo é necessário uma mulher ativa, um
acompanhante (o pai do bebê ou outro por ela escolhido), um bebê e
alguém que fique ao lado apenas verificando se tudo está bem, sem
intervir no processo natural do nascimento.

O corpo da mulher já vem preparado para o parto, e até mesmo mulheres em
coma conseguem ter partos normais
.
Sedentárias, ginastas, ativas,
magras, gordas, altas ou magras, todas as mulheres têm a capacidade
inata de permitir que o bebê viva, se desenvolva e nasça através de seu
corpo. No entanto o parto é um processo dinâmico, no qual o bebê faz uma
série de movimentos através da pelve, até que possa sair para a luz. Ele
desce, insinua seu crânio pela bacia pélvica, dobra o pescoço, gira,
colabora. Enquanto isso a mãe se move, anda, muda de posição, pende
apoiada pelo companheiro, acocora, deita. Como quando tentamos tirar um
anel justo do dedo, só o movimento é que permite que um deslize ao redor
do outro.

Se permitimos que a mulher adote todas as posições que lhe parecem
confortáveis, se possibilitamos a liberdade de movimento e ações, se o
ambiente do parto for propício para essa liberdade, mãe e bebê
encontrarão a fórmula para a travessia que eles têm que fazer. Por isso
é fundamental que no ambiente do parto sejam oferecidos os elementos
fundamentais para um parto ativo:

- Privacidade: se a mulher não tiver privacidade, ela fica tolhida em
sua liberdade e deixa de se movimentar de acordo com sua vontade.

- Opções à cama: deitar é em geral a última coisa que uma mulher quer
fazer em trabalho de parto, de forma que ela precisa ter opções como a
bola suíça, cavalinho, banqueta de parto, almofadas, cadeira, poltrona,
etc...

- Equipe: é importante que as mulheres sejam acompanhadas por pessoas
que estejam acostumadas ao conceito de parto ativo, como as doulas,
enfermeiras obstetras e médicos obstetras motivados e seguros em relação
ao parto natural.

- Recursos não farmacológicos para a dor do parto: sendo o parto um
processo lento e muitas vezes doloroso (especialmente no pico das
contrações), é fundamental que a mulher possa ter à mão os recursos para
lidar com essa dor, como chuveiro, banheira, bolsa de água quente, chás
e o que mais for possível dentro do contexto.

- Prioridade para o parto natural: para que a mulher se sinta no
controle da situação, ela precisa vivenciar o processo da forma como a
natureza propôs, ou seja, sem o artifício do jejum, da ruptura
artificial da bolsa das águas, do uso de soro com hormônio (ocitocina),
forças dirigidas, etc...

Dentro dessa filosofia de atenção ao parto, os procedimentos médicos são
destinados apenas às situações especiais, que não deveriam superar uma
pequena porcentagem do total de mulheres saudáveis. O parto sempre será
um processo normal e natural, para o qual as mulheres continuam estando
preparadas, independente de não lavarem mais roupas à beira do rio
acocoradas. Basta que deixemos as grávidas em paz e que lhes ofereçamos
o mínimo necessário para o conforto, e elas saberão o que fazer.

Se você está grávida e deseja ter um Parto Ativo, leia, pesquise,
pergunte, questione seu médico, questione a maternidade onde vai ter seu
bebê, faça um plano de parto, procure um grupo de apoio, faça seu
acompanhante entender a importância desse processo para você e seu bebê.
Não entregue o seu corpo, seu bebê e seu parto nas mãos de outros. Eles
lhe pertencem.

Ana Cristina Duarte
Doula e Educadora Perinatal
Parto do Princípio – Mulheres em Rede pela Maternidade Ativa
www.partodoprincipio.com.br


Data de publicação: 04/08/2008.
Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/parto/o_parto_ativo1.htm

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Meditação para casais grávidos


Na próxima 3ª feira dia 19 de Agosto terei o prazer de dirigir uma meditação para casais grávidos, com visualização criativa do parto.
No Barrigas&Bebés em Odivelas
Inscrições esgotadas

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Chá de Bebé

Um dia para recordar - o dia do chá de bebé - um momento especial para a futura mãe.

É hora de reunir as amigas, a família para comemorar a chegada do bebé e ajudar a fazer o enxoval.

O melhor momento para fazer o chá de bebé é a partir do sétimo mês de gravidez.

Organizo este encontro de amigas, ficando a meu cargo toda a organização, lista de convidados, convites, lista de presentes e as "brincadeiras" que surgem na festa.

Contacte-me para saber mais pormenores!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Meditação


Meditação para grávidas


Na próxima 6ª feira dia 8 de Agosto, terei o prazer de conduzir....



"A Meditação do Parto" com visualização criativa do trabalho de parto.



Para grávidas que queiram descobrir-se...

No

Barrigas&Bebés em Odivelas.



ENTRADA LIVRE

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Férias...



Porque é tempo de estar com aqueles que mais AMO, não virei aqui com a mesmas frequência...
As vossas questões podem demorar cerca de 2, 3 dias a serem respondidas.
Obrigado pela compreensão.

Cadeirinhas....


Novo estudo confirma que no automóvel, as crianças devem viajar voltadas para trás até aos 4 anos, para terem uma melhor protecção em caso de acidente.


Tenho de confessar que o meu filho de 2 anos anda virado para a frente.... mas fiquei a pensar nisto...



Depois de ler este estudo publicado pela ANEC – Associação Europeia de Consumidores – no qual a APSI participou enquanto conselheira.


A conclusão teve como base o estudo de acidentes reais ocorridos no Reino Unido, Suécia e Estados Unidos. (Pode consultar o estudo integral em http://www.anec.eu/).


“A legislação europeia dá informação de alguma forma enganosa para o consumidor, pois dá a ideia de que tanto faz transportar a criança voltada para trás ou para a frente depois dos 9 kg (geralmente 8 a 9 meses), quando a comunidade técnica internacional é unânime na afirmação de que é mais seguro viajar virado para trás até aos 4 anos”, alerta Helena Cardoso de Menezes, consultora em segurança infantil da APSI e também da ANEC neste Estudo.


Também a Aliança Europeia de Segurança Infantil defende o uso de cadeiras viradas para trás até aos 4 anos. No relatório de avaliação do projecto CSAP (Plano de Acção para a Segurança Infantil), apresentado em 2007 , em que foram avaliadas as políticas ou estratégias adoptadas pelos diversos países participantes no projecto, Portugal obteve uma má classificação na apreciação das políticas de segurança rodoviária, e em particular, na que diz respeito a esta estratégia específica tão importante para uma maior protecção da vida das crianças.
Há muitos anos que as crianças nórdicas usam cadeirinhas voltadas para trás até aos 4 anos, e a Suécia é o país com a mais baixa taxa de mortalidade do mundo, nessas idades, em acidentes rodoviários. Mas no resto da Europa e em Portugal, esse tipo de cadeiras para crianças mais velhas é difícil de encontrar.


Em Portugal, o Código da Estrada estipula que as crianças com menos de 3 anos só podem viajar no banco da frente se utilizarem uma cadeirinha virada para trás e sempre com o airbag desligado. Geralmente, há mais espaço para a instalação deste tipo de cadeiras à frente, mas um esquecimento de desligar o airbag pode ser fatal. Esta medida deveria ser estendida progressivamente a todas as crianças até aos 3 anos que viajem de automóvel, mesmo no banco de trás, mas teria de ser suportada por alterações no R44 e na Directiva Comunitária com o consequente aumento da oferta no mercado. Esta só poderá ocorrer com o envolvimento dos fabricantes de cadeirinhas e de automóveis. Para já, é urgente aumentar a informação que chega aos consumidores para que façam escolhas mais informadas e sejam mais exigentes na protecção dos seus filhos mais pequenos, o que também poderá forçar a tendência do mercado na oferta de modelos vendidos actualmente nos países nórdicos.
Estudos feitos pela APSI em 2001 e 2007 , indicam que actualmente, menos de metade das crianças que utiliza cadeirinha até aos 18 meses viaja voltada para trás (49%) – Ver gráficos . Esta taxa é bem mais elevada para as crianças com menos de 6 meses (87%) mas decresce para 55% nas crianças dos 6 aos 12 meses. Entre 2001 e 2007, este último valor parece representar uma taxa de utilização estável entre os 6 e os 9 meses (54% e 57%, respectivamente) e um aumento de 31% para 53% na taxa de crianças entre os 9 e os 12 meses que usam cadeirinha e que viajam voltadas para trás. Apesar de serem valores pouco significativos tendo em conta a dimensão do universo estudado, este facto poderá não ser alheio ao intenso esforço da APSI junto de pais e profissionais de saúde na divulgação da importância vital que representa manter a criança voltada para trás durante o máximo de tempo possível. De facto, a APSI tem sido solicitada por um número crescente de Hospitais para a realização de Cursos de Introdução ao Transporte de Crianças no Automóvel, dirigidos a profissionais de saúde. São cada vez mais numerosos os médicos e enfermeiros que dão essa recomendação aos pais, apesar das resistências iniciais devidas ao alegado conforto das crianças.
"Há alguns anos, considerava a APSI fundamentalista por dizer que as crianças deviam viajar em "cadeirinhas" viradas para trás pelo menos até aos 18 meses. A experiência pessoal vivida na Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos alterou a minha visão, nomeadamente dois casos de crianças transportadas viradas para a frente que foram vítimas de acidentes de viação, dos quais resultaram lesões cervicais e cerebrais graves. A menina que tinha 12 meses vive em estado vegetativo sem autonomia respiratória. O rapaz de 18 meses morreu algum tempo depois. Acompanhar estas tragédias fez-me pensar de modo diferente. Hoje, defendo junto dos Pais a necessidade de manter as crianças voltadas para trás pelo menos até aos 18-24 meses", afirma o Prof. José M. Aparício, Pediatra e Intensivista Pediátrico, no Porto.
As cadeirinhas voltadas para trás salvam a vida de 9 em cada 10 crianças, em caso de acidente. Mas, em Portugal, são muito raras as crianças com mais de 12 meses que viajam com o nível de protecção ideal apesar de ser reconhecida a importância de continuar a usar a cadeirinha voltada para trás até aos 4 anos para proteger eficazmente a cabeça e o pescoço frágil das crianças.
Proteger melhor, nem sempre significa pagar maisNos centros de verificação que a APSI tem dinamizado em todo o País e que foram a base destes Estudos, é frequente chegarem crianças muito pequenas já em cadeirinhas voltadas para a frente. Mas, segundo afirma Helena Sacadura Botte, Secretária-Geral da APSI e inspectora de cadeirinhas com grande experiência neste tipo de intervenção, “algumas vêm com a primeira cadeirinha (também conhecida por “ovo”) mal instalada, ou seja virada para a frente, e basta corrigir o erro para resolver o problema. Noutros casos, após uma conversa com os pais que geralmente entendem os benefícios e aceitam a argumentação e, se o tipo de cadeira utilizada o permite, esta é reinstalada voltada para trás pelos técnicos da APSI. Assim, sem qualquer custo adicional, muitas crianças passam imediatamente a viajar com um nível de protecção mais elevado”.
No entanto, esta realidade nem sempre é válida. A oferta existente no mercado para crianças com mais de 9 a 12 meses, é reduzida. Geralmente, a criança cabe na primeira cadeirinha (Grupo 0+ até aos 13 kg) até aos 10 a 14 meses, mas quando precisa de transitar para o modelo seguinte (virado para trás) a oferta é reduzida: ou se opta por cadeiras mistas (Grupos 0+/I , até aos 18 kg), mais baratas mas cada vez mais raras devido à elevada taxa de erros de utilização, ou dificilmente se encontra uma cadeira do Grupo I que possa ser utilizada voltada para trás. Quando se encontra (existem pelo menos dois modelos em Portugal), não se adaptam a todos os automóveis e os preços são elevados.
O estudo da ANEC alerta para o abismo existente entre lei e tecnologia no que toca à protecção das crianças mais novas, e recomenda que o novo regulamento de cadeirinhas em preparação nas Nações Unidas, em Genebra, considere apenas cadeiras voltadas para trás para as crianças mais novas, o que irá promover o desenvolvimento de novos produtos. Recomenda igualmente alterações legislativas a nível europeu no sentido de ser proibida, a médio prazo, a aprovação e venda de cadeiras viradas para a frente no Grupo I (9-18kg). Mas antes que essas alterações ocorram, é feito um apelo aos fabricantes de cadeirinhas e de automóveis para que colaborem voluntariamente no fornecimento de sistemas de retenção para crianças até aos 4 anos, voltados para trás, tal como existem no mercado escandinavo. Dessa forma, todos os consumidores Europeus poderão ter acesso a esses dispositivos e liberdade de escolha na protecção que dão aos seus filhos. A APSI corrobora totalmente esta posição e estende o apelo aos representantes de marcas já instaladas em Portugal para que a oferta no mercado aumente e facilite uma melhor protecção das crianças do nosso País.
Mais Informações:


- Estudo da ANEC está disponível em





sábado, 2 de agosto de 2008

A influencia da LUA no parto


Para mim, os partos que se iniciam expontaniamente ocorrem com maior incidência na mudança da lua, no entanto a fase da lua terá sempre a ver com a fase da lua à altura da concepção.

Deixo-vos aqui um post de um blog de uma "amidoula", onde podem encontrar um link para uma tabela do nosso ciclo fertil lunar , e que pelo menos de acordo com os meus ciclos acerta ao milímetro



Por aquilo que andei a investigar, o nascimento ocorre na mesma fase em que a lua se encontrava à altura da concepção, só que nove ciclos depois, sendo que, a maior parte das meninas são concebidas nos quartos crescentes e nascem normalmente na transição do quarto crescente para a lua cheia.

Os rapazes, são mais concebidos nos quartos minguantes e, ou nascem nove quartos minguantes depois, na transição para a lua nova, ou na transição da lua nova para o quarto crescente.

Mas o importante é saber a LUA na altura da concepção.



No entanto encontrei ( enviou-me a Natália ) este estudo que contraria aquilo que digo:


Labor ward workload waxes and wanes with the lunar cycle, myth or reality?

Joshi R, Bharadwaj A, Gallousis S, Matthews R.Long Island College Hospital, New York, Brooklyn, USA


Objective: To test the validity of the statement "We are busy because it is getting close to the full moon" often heard on labor ward, by analysis of birth statistics in relation to lunar cycles.


Conclusion: Scientific analysis of data does not support the belief that the number of births increases as the full moon approaches, therefore it is a myth not reality.





E os vossos bebés em que LUA nasceram?

Kit de pompoar Stella Alves


O Kit Pompoar é constituído por:


  • Manual do Pompoar - O Manual de bolso do Pompoar com 54 páginas, é o mais completo guia escrito sobre a técnica e contém ilustrações que facilitarão o treino diário.

  • Ben-wa (bolinhas) 2 bolinhas tailandesas, 3,5 cm de diâmetro, feita de PVC. Pesam 20 gramas cada são as mais indicadas para treinar movimentos de sucção e expulsão.

  • Molde de PVC, tamanho médio, com 3 cm de largura e 15 centímetros de comprimento. Indicado para aumentar a intensidade das contrações e melhorar a técnica.

  • Livro Pompoar - A Arte de Amar "Stella Alves"onde encontra tudo sobre a formidável técnica milenar proveniente do Oriente

Preço - 50 euros

Para comprar ou saber mais informações:
catarinapardal@sapo.pt
telm:919267844

Esta técnica é aconselhada para o pós-parto, para prevenir problemas de incontinência urinaria, melhorar a vida sexual do casal e tonifica os músculos vaginais.