Filme imperdível! Todas as grávidas deviam de ver...
Obrigado Moya.
sábado, 31 de maio de 2008
Um Encontro, Várias Conversas!
Encontro entre futuras e recém-mamãs, para partilhar um pouco do que é a vida com um bebé recém-nascido, quais as principais dificuldades, partilhar experiências de parto e outros assuntos que sempre aparecem num grupo de mulheres.
Porque é importante o apoio contínuo durante a gravidez, o parto mas, também no pós-parto convidamos todas aquelas que se queiram juntar a nós, no próximo dia 2 de Junho, a partir das 16h.
Vamos ouvir e partilhar experiências, esclarecer dúvidas e muito mais. Serão muito bem-vindas e nós esperamos por vocês.
Entrada Livre
Local: Barrigas&Bebés Odivelas
www.barrigasebebes.com
Eu estarei por lá! Podemos contar contigo?
Porque é importante o apoio contínuo durante a gravidez, o parto mas, também no pós-parto convidamos todas aquelas que se queiram juntar a nós, no próximo dia 2 de Junho, a partir das 16h.
Vamos ouvir e partilhar experiências, esclarecer dúvidas e muito mais. Serão muito bem-vindas e nós esperamos por vocês.
Entrada Livre
Local: Barrigas&Bebés Odivelas
www.barrigasebebes.com
Eu estarei por lá! Podemos contar contigo?
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Como é que se faz um bebé?
quinta-feira, 29 de maio de 2008
"Não nos robem os bebés!"
http://www.destak.pt/artigos.php?art=11518
Mantenha o seu bebé
29 05 2008 09.25H
«Não nos roubem os bebés», pediu o Professor Mário Cordeiro, num debate promovido pela revista Pais e Filhos, sobre Nascer em Portugal, que aconteceu ontem no CCB. Pediatra, pai de cinco filhos, junta todo o seu saber profissional a uma sensibilidade de quem já sentiu as coisas na pele. É por isso que as suas receitas não cheiram a bafio, nem são declarações de intenções, que o melhor dos pais fica sempre a milhas de cumprir.
Quando apela a que não nos tirem os bebés, não fala nem em taxas de natalidade, nem tão-pouco em crianças desaparecidas - acusa, preto no branco, muitos técnicos, nos hospitais e nas maternidades, de «sequestrarem» as crianças, como se quem lhes dá vida não tivesse habilitações para saber como os deve acolher neste mundo.
Por outras palavras, nascer em Portugal continua a ser pior do que deveria ser, não por falta de meios - a desculpa usada para tudo - mas porque se continuam a adoptar más práticas, que poderiam ser alteradas «a custo zero». Fique com uma mão-cheia delas, que Mário Cordeiro enunciou.
1 Grávidas obrigadas a permanecerem deitadas no pós-parto, quando se sabe a importância de que se mexa, e deixe trabalhar em si a força da gravidade.
2 Impedir o pai de estar presente no parto, mesmo se for uma cesariana com epidural, alegando uma desculpa qualquer. A ciência prova que os bebés precisam do pai e o pai precisa do bebé. E as mães precisam dos pais.
3 Não deixar que o recém-nascido mame, mal nasce, a pretexto de mil cuidados médicos, que poderiam ser prestados mais tarde, sem prejuízo nenhum. À excepção, claro, dos que precisam de uma reanimação ou de outro tratamento imediato, mas que não representam mais de 20% de todos os nascimentos.
4 Ter pouca paciência para ajudar a mãe a aprender a amamentar, oferecendo logo soluções de suplementos alimentares, que colocam em risco a continuação da amamentação. Às vezes à sucapa.
5 «Esquecer-se» de dizer à mãe que a subida do leite é acompanhada de stress, que as hormonas explicam os seus acessos de choro e tristeza, e ajudá-la a superar os obstáculos que vão surgindo.
6 Deitar o bebé de lado, como acontece ainda em muitos berçários, quando já há 19 anos se sabe que esta posição aumenta o risco de morte súbita. «Não é uma questão de moda, mas de sobrevivência», diz, apelando a que os directores de serviço e a DGS vigiem estas situações.
7 Não aceitar a ameaça subliminar de que «se refilas é pior». Mãe e pai não podem aceitar que o seu filho não entre neste mundo com o pé direito.
Isabel Stilwell editorial@destak.pt
Mantenha o seu bebé
29 05 2008 09.25H
«Não nos roubem os bebés», pediu o Professor Mário Cordeiro, num debate promovido pela revista Pais e Filhos, sobre Nascer em Portugal, que aconteceu ontem no CCB. Pediatra, pai de cinco filhos, junta todo o seu saber profissional a uma sensibilidade de quem já sentiu as coisas na pele. É por isso que as suas receitas não cheiram a bafio, nem são declarações de intenções, que o melhor dos pais fica sempre a milhas de cumprir.
Quando apela a que não nos tirem os bebés, não fala nem em taxas de natalidade, nem tão-pouco em crianças desaparecidas - acusa, preto no branco, muitos técnicos, nos hospitais e nas maternidades, de «sequestrarem» as crianças, como se quem lhes dá vida não tivesse habilitações para saber como os deve acolher neste mundo.
Por outras palavras, nascer em Portugal continua a ser pior do que deveria ser, não por falta de meios - a desculpa usada para tudo - mas porque se continuam a adoptar más práticas, que poderiam ser alteradas «a custo zero». Fique com uma mão-cheia delas, que Mário Cordeiro enunciou.
1 Grávidas obrigadas a permanecerem deitadas no pós-parto, quando se sabe a importância de que se mexa, e deixe trabalhar em si a força da gravidade.
2 Impedir o pai de estar presente no parto, mesmo se for uma cesariana com epidural, alegando uma desculpa qualquer. A ciência prova que os bebés precisam do pai e o pai precisa do bebé. E as mães precisam dos pais.
3 Não deixar que o recém-nascido mame, mal nasce, a pretexto de mil cuidados médicos, que poderiam ser prestados mais tarde, sem prejuízo nenhum. À excepção, claro, dos que precisam de uma reanimação ou de outro tratamento imediato, mas que não representam mais de 20% de todos os nascimentos.
4 Ter pouca paciência para ajudar a mãe a aprender a amamentar, oferecendo logo soluções de suplementos alimentares, que colocam em risco a continuação da amamentação. Às vezes à sucapa.
5 «Esquecer-se» de dizer à mãe que a subida do leite é acompanhada de stress, que as hormonas explicam os seus acessos de choro e tristeza, e ajudá-la a superar os obstáculos que vão surgindo.
6 Deitar o bebé de lado, como acontece ainda em muitos berçários, quando já há 19 anos se sabe que esta posição aumenta o risco de morte súbita. «Não é uma questão de moda, mas de sobrevivência», diz, apelando a que os directores de serviço e a DGS vigiem estas situações.
7 Não aceitar a ameaça subliminar de que «se refilas é pior». Mãe e pai não podem aceitar que o seu filho não entre neste mundo com o pé direito.
Isabel Stilwell editorial@destak.pt
O Debate da Pais&Filhos está a dar que falar...
«CARLA AGUIAR
PAULO SPRANGER
As maternidades portuguesas adoptam e recomendam práticas erradas no acompanhamento dos recém-nascidos, acusa o pediatra Mário Cordeiro. "É intrigante e perturbador constatar que 18 anos depois de existir uma orientação técnica da Direcção--Geral da Saúde a dizer que as crianças não se devem deitar de lado, porque isso aumenta para o dobro a probabilidade de morte súbita, mas de costas, profissionais de saúde continuem a recomendar essa prática", disse o médico ao DN.
Um estudo concluído no final do ano passado pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, baseado em inquérito às mães, a seguir à alta médica, constatou que "em 90% dos casos foi-lhes recomendado pelas enfermeiras que deitassem os bebés de lado".
Esta situação leva aquele pediatra a considerar que é preciso "questionar e responsabilizar os directores de serviço dos hospitais que não fazem um acompanhamento do modo como os profissionais estão a seguir as orientações técnicas e as evidências científicas". Felizmente - acrescentou - os pais, por intuição e porque procuram outras fontes de informação, nem sempre seguem essas recomendações. De outro modo e fazendo uma extrapolação a partir das estatísticas, "poderiam morrer 20 bebés por ano por morte súbita".
O pediatra participou ontem num debate promovido pela Pais & Filhos, no qual se questionou a prática de hospitais que não deixam o pai assistir ao parto. "Sei que há uma norma interna no Hospital Cuf Descobertas, por exemplo, em que nos casos de cesariana e epidural o pai não pode estar presente", disse ao DN.
Na mesma linha, o pedopsiquiatra Eduardo Sá considerou que as evidências científicas demonstram que "sempre que o pai está presente o trabalho de parto é menor, o mesmo acontecendo, até com melhores resultados, quando a mãe da grávida lá está". Em conclusão, "se as maternidades humanizarem o trabalho de parto ganha-se em saúde mental e reforça-se a ligação entre pai e filho".
No debate, subordinado ao tema "Nascer em Portugal: sofrimento ou prazer", os especialistas questionaram ainda a hipermedicalização do parto e o excessivo recurso às cesarianas que, em Portugal, representam 34% dos partos (nos hospitais privados chega mesmo aos 60%), quando a média europeia se fixa nos 25% e a Organização Mundial de Saúde recomenda que não se ultrapasse a meta dos 10 a 15%. O médico Diogo Aires de Campos apontou as vantagens do banho de imersão na primeira fase do parto e criticou a utilização sistemática dos clisters e das episiotomias.»
Diário de Noticias
http://dn.sapo.pt/2008/05/29/sociedade/maternidades_orientacoes_erradas_par.html
PAULO SPRANGER
As maternidades portuguesas adoptam e recomendam práticas erradas no acompanhamento dos recém-nascidos, acusa o pediatra Mário Cordeiro. "É intrigante e perturbador constatar que 18 anos depois de existir uma orientação técnica da Direcção--Geral da Saúde a dizer que as crianças não se devem deitar de lado, porque isso aumenta para o dobro a probabilidade de morte súbita, mas de costas, profissionais de saúde continuem a recomendar essa prática", disse o médico ao DN.
Um estudo concluído no final do ano passado pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, baseado em inquérito às mães, a seguir à alta médica, constatou que "em 90% dos casos foi-lhes recomendado pelas enfermeiras que deitassem os bebés de lado".
Esta situação leva aquele pediatra a considerar que é preciso "questionar e responsabilizar os directores de serviço dos hospitais que não fazem um acompanhamento do modo como os profissionais estão a seguir as orientações técnicas e as evidências científicas". Felizmente - acrescentou - os pais, por intuição e porque procuram outras fontes de informação, nem sempre seguem essas recomendações. De outro modo e fazendo uma extrapolação a partir das estatísticas, "poderiam morrer 20 bebés por ano por morte súbita".
O pediatra participou ontem num debate promovido pela Pais & Filhos, no qual se questionou a prática de hospitais que não deixam o pai assistir ao parto. "Sei que há uma norma interna no Hospital Cuf Descobertas, por exemplo, em que nos casos de cesariana e epidural o pai não pode estar presente", disse ao DN.
Na mesma linha, o pedopsiquiatra Eduardo Sá considerou que as evidências científicas demonstram que "sempre que o pai está presente o trabalho de parto é menor, o mesmo acontecendo, até com melhores resultados, quando a mãe da grávida lá está". Em conclusão, "se as maternidades humanizarem o trabalho de parto ganha-se em saúde mental e reforça-se a ligação entre pai e filho".
No debate, subordinado ao tema "Nascer em Portugal: sofrimento ou prazer", os especialistas questionaram ainda a hipermedicalização do parto e o excessivo recurso às cesarianas que, em Portugal, representam 34% dos partos (nos hospitais privados chega mesmo aos 60%), quando a média europeia se fixa nos 25% e a Organização Mundial de Saúde recomenda que não se ultrapasse a meta dos 10 a 15%. O médico Diogo Aires de Campos apontou as vantagens do banho de imersão na primeira fase do parto e criticou a utilização sistemática dos clisters e das episiotomias.»
Diário de Noticias
http://dn.sapo.pt/2008/05/29/sociedade/maternidades_orientacoes_erradas_par.html
É o coração dos pais que manda nos primeiros meses de vida dos bebés!
retirado do Jornal de Noticias
Bebés nas mãos do saber popular
alfredo cunha
Pais tendem a lavar e esterilizar os biberões, o que é considerado desnecessário pela comunidade científica
Domingos de Andrade
É o coração dos pais que manda nos primeiros meses de vida dos bebés. O coração, os avós, os amigos, os vizinhos, os media e, lá para o fim, os profissionais de saúde. Os dados constam de um inquérito feito em diversos hospitais e maternidades do país, que chegou a outras conclusões curiosas ninguém sabe ao certo quando dar água ao recém-nascido, que tipo de água e se há-de esterilizar ou não o biberão. Mas não há problema. Entre a comunidade científica é cada cabeça sua sentença.
Responderam 257 pais de recém-nascidos, em entrevistas individuais, a grande maioria dos quais jovens entre os 24 e os 34 anos. E a primeira dor de cabeça deveria ser a pergunta mais simples. Quando dar água ao bebé? Mais de 63% davam após o 28.º dia - muitos aos dois meses, outros aos quatro, aos seis, aos nove e até houve quem respondesse só após o primeiro ano. É o medo que justifica as respostas. O medo e o desconhecimento 9,4% não sabe sequer o que fazer.
Deixar o bom-senso falar
Os 31,5% de inquiridos que responderam dar água desde o nascimento fazem-no em situações de calor, ou então por razões várias, nomeadamente "quando o bebé tiver a boca seca". Se o atarantamento dos pais é visível nesta primeira pergunta do estudo, elaborado por finalistas do Departamento de Saúde Pública da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Lisboa (ler ficha técnica), o que pensam os especialistas não o é menos. Como constatam os autores, há trabalhos de investigação que aconselham a não dar, além do aleitamento materno, qualquer tipo de líquido ao recém-nascido, como há quem advogue o suplemento de água em situações particulares (febre, diarreia, calor) em que o bebé perde mais líquidos.
Em que ficamos, então? O pediatra Octávio Cunha, como o especialista em saúde pública Mário Cordeiro, que acompanhou o inquérito, olha para as respostas do estudo com serenidade. "Os pais devem proceder como lhes diz o coração. Eles são sensatos, são responsáveis pelos filhos em termos globais e depois são acompanhados pelo médico de família ou o pediatra. É tudo uma questão de bom senso, como dar água, ouvir mais os avós, ou mais os tios, ou não ouvir ninguém". Além de que, diz, "a criança sabe muito bem do que precisa. E se recusa água é porque não precisa".
Água, portanto, desde que o bebé nasce e se necessitar. E que água? Quase todos os pais (75,1%) optam pela mineral em detrimento da rede pública (23,3%). É aqui que a campainha do "errado" mais se faz ouvir. Os autores explicam a água da torneira tem, à luz da lei, controlos mais rigorosos do que a mineral e é mais barata. Sobram os argumentos ambientalistas - uma garrafa de plástico pode demorar cerca de 500 anos a degradar-se. Mas a moda é que manda, como explica o estudo. Em Portugal, o consumo de água engarrafada subiu 56% na última década e o marketing ajuda, criando "tipos" de água para todos os gostos, desde as com sabor, às específicas para lactentes.
Octávio Cunha também aqui não tem dúvidas. É um avô orgulhoso de dar água do cano aos netos, como já deu aos filhos. "As famílias não têm dinheiro para comprar leite, quanto mais água", ri, muito a sério, somando outros argumentos. "A maior revolução do século passado não foram os avanços tecnológicos, mas sim a instalação das redes públicas de água e saneamento, que permitiram baixar a mortalidade nos países ocidentais para os números de hoje. A instalação de água potável nas casas e as redes de saneamento tornaram-se nos factores mais relevantes para a diminuição das doenças infecto-contagiosas".
Esterilizar biberões
Os pais foram ainda inquiridos sobre a esterilização dos biberões versus apenas a lavagem, com 97,7% a admitir fazer as duas operações - o que é considerado pelos autores como desnecessário e de grande custo económico. Só para se ter uma ideia, e constatando que 49,8% dos pais compram esterilizador eléctrico a uma média de 100 euros cada (há uma média anual de 110 mil bebés), estamos a falar em gastos na ordem dos 4,5 milhões de euros, fora a água e a electricidade. A culpa, dizem os autores, é da deficiente informação 36,65% dos pais ouvem sobretudo os familiares e amigos; 19,8% dizem ter sido influenciados pelos media e por livros e só 19,5% acreditam nos profissionais de saúde.Ficha técnica: O estudo epidemiológico observacional foi realizado no passado mês de Abril, em cinco maternidades e hospitais a 257 pais de recém-nascidos. Ana Cruz, Ana Ferreira, Andreia Gonçalves, Ines Lucas, João Castro e Rui Fonseca foram os os autores, da Faculdade de Ciências Médicas, orientados pelo pediatra Mário Cordeiro.
Bebés nas mãos do saber popular
alfredo cunha
Pais tendem a lavar e esterilizar os biberões, o que é considerado desnecessário pela comunidade científica
Domingos de Andrade
É o coração dos pais que manda nos primeiros meses de vida dos bebés. O coração, os avós, os amigos, os vizinhos, os media e, lá para o fim, os profissionais de saúde. Os dados constam de um inquérito feito em diversos hospitais e maternidades do país, que chegou a outras conclusões curiosas ninguém sabe ao certo quando dar água ao recém-nascido, que tipo de água e se há-de esterilizar ou não o biberão. Mas não há problema. Entre a comunidade científica é cada cabeça sua sentença.
Responderam 257 pais de recém-nascidos, em entrevistas individuais, a grande maioria dos quais jovens entre os 24 e os 34 anos. E a primeira dor de cabeça deveria ser a pergunta mais simples. Quando dar água ao bebé? Mais de 63% davam após o 28.º dia - muitos aos dois meses, outros aos quatro, aos seis, aos nove e até houve quem respondesse só após o primeiro ano. É o medo que justifica as respostas. O medo e o desconhecimento 9,4% não sabe sequer o que fazer.
Deixar o bom-senso falar
Os 31,5% de inquiridos que responderam dar água desde o nascimento fazem-no em situações de calor, ou então por razões várias, nomeadamente "quando o bebé tiver a boca seca". Se o atarantamento dos pais é visível nesta primeira pergunta do estudo, elaborado por finalistas do Departamento de Saúde Pública da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Lisboa (ler ficha técnica), o que pensam os especialistas não o é menos. Como constatam os autores, há trabalhos de investigação que aconselham a não dar, além do aleitamento materno, qualquer tipo de líquido ao recém-nascido, como há quem advogue o suplemento de água em situações particulares (febre, diarreia, calor) em que o bebé perde mais líquidos.
Em que ficamos, então? O pediatra Octávio Cunha, como o especialista em saúde pública Mário Cordeiro, que acompanhou o inquérito, olha para as respostas do estudo com serenidade. "Os pais devem proceder como lhes diz o coração. Eles são sensatos, são responsáveis pelos filhos em termos globais e depois são acompanhados pelo médico de família ou o pediatra. É tudo uma questão de bom senso, como dar água, ouvir mais os avós, ou mais os tios, ou não ouvir ninguém". Além de que, diz, "a criança sabe muito bem do que precisa. E se recusa água é porque não precisa".
Água, portanto, desde que o bebé nasce e se necessitar. E que água? Quase todos os pais (75,1%) optam pela mineral em detrimento da rede pública (23,3%). É aqui que a campainha do "errado" mais se faz ouvir. Os autores explicam a água da torneira tem, à luz da lei, controlos mais rigorosos do que a mineral e é mais barata. Sobram os argumentos ambientalistas - uma garrafa de plástico pode demorar cerca de 500 anos a degradar-se. Mas a moda é que manda, como explica o estudo. Em Portugal, o consumo de água engarrafada subiu 56% na última década e o marketing ajuda, criando "tipos" de água para todos os gostos, desde as com sabor, às específicas para lactentes.
Octávio Cunha também aqui não tem dúvidas. É um avô orgulhoso de dar água do cano aos netos, como já deu aos filhos. "As famílias não têm dinheiro para comprar leite, quanto mais água", ri, muito a sério, somando outros argumentos. "A maior revolução do século passado não foram os avanços tecnológicos, mas sim a instalação das redes públicas de água e saneamento, que permitiram baixar a mortalidade nos países ocidentais para os números de hoje. A instalação de água potável nas casas e as redes de saneamento tornaram-se nos factores mais relevantes para a diminuição das doenças infecto-contagiosas".
Esterilizar biberões
Os pais foram ainda inquiridos sobre a esterilização dos biberões versus apenas a lavagem, com 97,7% a admitir fazer as duas operações - o que é considerado pelos autores como desnecessário e de grande custo económico. Só para se ter uma ideia, e constatando que 49,8% dos pais compram esterilizador eléctrico a uma média de 100 euros cada (há uma média anual de 110 mil bebés), estamos a falar em gastos na ordem dos 4,5 milhões de euros, fora a água e a electricidade. A culpa, dizem os autores, é da deficiente informação 36,65% dos pais ouvem sobretudo os familiares e amigos; 19,8% dizem ter sido influenciados pelos media e por livros e só 19,5% acreditam nos profissionais de saúde.Ficha técnica: O estudo epidemiológico observacional foi realizado no passado mês de Abril, em cinco maternidades e hospitais a 257 pais de recém-nascidos. Ana Cruz, Ana Ferreira, Andreia Gonçalves, Ines Lucas, João Castro e Rui Fonseca foram os os autores, da Faculdade de Ciências Médicas, orientados pelo pediatra Mário Cordeiro.
domingo, 25 de maio de 2008
sábado, 24 de maio de 2008
"Le Premier Cri"
link oficial do filme "le premier cri"... ... http://www.disney.fr/FilmsDisney/lepremiercri/
Para ver e rever... com lenços por perto :)
Para ver e rever... com lenços por perto :)
Parto de cócoras
"Desde a mais remota antigüidade as mulheres procuravam posições que facilitassem o parto.
Nas gravuras antigas o mais comum é ver mulheres ajoelhadas, de cócoras, ou em banquinhos baixos de parto. De um jeito ou de outro o que se observa é que as costas estão em posição vertical. A posição das pernas é variável.
Também é muito comum ver nessas figuras alguém dando suporte por trás, segurando a parturiente por baixo dos braços. Às vezes é um homem, em outras é uma mulher.
Até hoje, nas comundades nativas (índios brasileiros, por exemplo) o parto ainda acontece dessa forma.
É claro que estamos falando aqui do parto em si, e não do trabalho de parto, que pode durar horas e até dias.
A posição de cócoras é vantajosa durante o período expulsivo, que dura de alguns minutos a uma hora, na maioria dos casos. Durante todo o trabalho de parto a mulher deve ficar em poses variadas, sentada, ajoelhada, andando, etc.
Na civilização ocidental, com a entrada da figura do obstetra no parto, as mulheres foram colocadas deitadas de costas em mesas cada vez mais específicas, com as pernas abertas, para que a região genital pudesse ser bem observada. E assim é que funciona até hoje, para a maioria dos médicos e hospitais.
Por outro lado vários artigos já foram publicados enumerando as vantagens do parto verticalizado em relação à posição de litotomia (deitada de costas).
Entre as vantagens podemos citar algumas:
- O parto é mais rápido, pois é auxiliado pela gravidade;
- A oxigenação do bebê é melhor, pois não ocorre a compressão da veia cava pelo peso do útero;
- A necessidade de episiotomia é menor;
- A mulher se sente mais no controle da situação;
- O companheiro tem uma participação mais ativa ao prover o suporte da posição
A desvantagem é que os médicos não conseguem controlar o parto da forma como foram ensinados.
Pensando nisso foi criada uma cadeira para parto de cócoras, onde a mulher fica em uma altura suficiente para que o obstetra fique com um bom campo visual.
No entanto, um fenômeno curioso tem ocorrido. Alguns hospitais que adquiriram a cadeira alegam que há pouca procura e que elas foram "encostadas". Muitos obstetras afirmam que não fazem parto de cócoras porque não têm a cadeira especial à diposição.
A realidade é que não há necessidade de cadeiras especiais para se fazer um parto de cócoras. Basta que a mulher suba na cama comum, ajoelhada entre as contrações e acocorada na hora das contrações, apoiando-se de um lado no companheiro, do outro em uma enfermeira ou auxiliar.
Também é possível para o companheiro ficar sentado sobre a banqueta que fica ao lado da cama, enquanto a parturiente se acocora e se apoie nas pernas abertas do companheiro, de costas para ele.
Enfim, um pouco de boa vontade, criatividade e confiança no instinto da mulher são suficientes para se fazer um parto de cócoras em qualquer ambiente, hospitalar ou não.
Muitas vezes a presença da doula pode ser uma fonte de inspiração e sugestões para um médico que há muito tempo não presencia um parto natural.
Para eles é difícil fugir dos protocolos que imperam na instituição, mas depois que o fazem, ficam surpresos com os resultados e muitas vezes emocionados.
Com relação à preparação, não há necessidade de ser uma atleta ou uma índia para parir de cócoras. O hábito de se agachar durante a gestação, ou mesmo ficar alguns minutos de cócoras diariamente, por exemplo na hora da TV, já é o suficiente.
Mas mesmo uma mulher sem essa preperação, que não costuma ficar acocorada, pode perfeitamente ficar alguns minutos nessa posição durante as contrações do período expulsivo.
No entanto a posição melhor para o parto não é a de cócoras, deitada, de quatro ou de joelhos.
A melhor posição é aquela que a mulher escolhe, por se sentir melhor e mais no controle de seu processo de parto. Esse deveria ser o objetivo da obstetrícia e da boa assistência ao parto: oferecer um ambiente de parto onde a mulher possa se concentrar naquilo que seu corpo pede."
Ana Cris Duarte
Amigas do Parto
Nas gravuras antigas o mais comum é ver mulheres ajoelhadas, de cócoras, ou em banquinhos baixos de parto. De um jeito ou de outro o que se observa é que as costas estão em posição vertical. A posição das pernas é variável.
Também é muito comum ver nessas figuras alguém dando suporte por trás, segurando a parturiente por baixo dos braços. Às vezes é um homem, em outras é uma mulher.
Até hoje, nas comundades nativas (índios brasileiros, por exemplo) o parto ainda acontece dessa forma.
É claro que estamos falando aqui do parto em si, e não do trabalho de parto, que pode durar horas e até dias.
A posição de cócoras é vantajosa durante o período expulsivo, que dura de alguns minutos a uma hora, na maioria dos casos. Durante todo o trabalho de parto a mulher deve ficar em poses variadas, sentada, ajoelhada, andando, etc.
Na civilização ocidental, com a entrada da figura do obstetra no parto, as mulheres foram colocadas deitadas de costas em mesas cada vez mais específicas, com as pernas abertas, para que a região genital pudesse ser bem observada. E assim é que funciona até hoje, para a maioria dos médicos e hospitais.
Por outro lado vários artigos já foram publicados enumerando as vantagens do parto verticalizado em relação à posição de litotomia (deitada de costas).
Entre as vantagens podemos citar algumas:
- O parto é mais rápido, pois é auxiliado pela gravidade;
- A oxigenação do bebê é melhor, pois não ocorre a compressão da veia cava pelo peso do útero;
- A necessidade de episiotomia é menor;
- A mulher se sente mais no controle da situação;
- O companheiro tem uma participação mais ativa ao prover o suporte da posição
A desvantagem é que os médicos não conseguem controlar o parto da forma como foram ensinados.
Pensando nisso foi criada uma cadeira para parto de cócoras, onde a mulher fica em uma altura suficiente para que o obstetra fique com um bom campo visual.
No entanto, um fenômeno curioso tem ocorrido. Alguns hospitais que adquiriram a cadeira alegam que há pouca procura e que elas foram "encostadas". Muitos obstetras afirmam que não fazem parto de cócoras porque não têm a cadeira especial à diposição.
A realidade é que não há necessidade de cadeiras especiais para se fazer um parto de cócoras. Basta que a mulher suba na cama comum, ajoelhada entre as contrações e acocorada na hora das contrações, apoiando-se de um lado no companheiro, do outro em uma enfermeira ou auxiliar.
Também é possível para o companheiro ficar sentado sobre a banqueta que fica ao lado da cama, enquanto a parturiente se acocora e se apoie nas pernas abertas do companheiro, de costas para ele.
Enfim, um pouco de boa vontade, criatividade e confiança no instinto da mulher são suficientes para se fazer um parto de cócoras em qualquer ambiente, hospitalar ou não.
Muitas vezes a presença da doula pode ser uma fonte de inspiração e sugestões para um médico que há muito tempo não presencia um parto natural.
Para eles é difícil fugir dos protocolos que imperam na instituição, mas depois que o fazem, ficam surpresos com os resultados e muitas vezes emocionados.
Com relação à preparação, não há necessidade de ser uma atleta ou uma índia para parir de cócoras. O hábito de se agachar durante a gestação, ou mesmo ficar alguns minutos de cócoras diariamente, por exemplo na hora da TV, já é o suficiente.
Mas mesmo uma mulher sem essa preperação, que não costuma ficar acocorada, pode perfeitamente ficar alguns minutos nessa posição durante as contrações do período expulsivo.
No entanto a posição melhor para o parto não é a de cócoras, deitada, de quatro ou de joelhos.
A melhor posição é aquela que a mulher escolhe, por se sentir melhor e mais no controle de seu processo de parto. Esse deveria ser o objetivo da obstetrícia e da boa assistência ao parto: oferecer um ambiente de parto onde a mulher possa se concentrar naquilo que seu corpo pede."
Ana Cris Duarte
Amigas do Parto
Aguardo pelos vossos comentarios....
"Papá na sala de partos: desejo ou obrigação?
Há trinta anos, um pai que estivesse na sala de partos, junto da sua mulher, à espera que a cabecinha do bebé saísse, era um acto impensável.
Um claro exemplo é a típica imagem cinematográfica do homem a fumar ansiosamente, caminhando apreensivo, enquanto espera que se abra uma porta e apareça uma enfermeira vestida de branco, dizendo: "Parabéns, é um menino".
Naquela época, nenhum homem pensaria ser parte desse momento íntimo. O seu lugar era este: cá fora.
O parto era uma coisa de mulheres, e o único homem que tinha entrada era o obstetra.
Esta realidade foi mudando com o passar dos anos, e de facto hoje são poucos os pais que ficam de fora. Fora da sala de partos e, por fim fora da situação.
No entanto, estar presente no momento do parto não implica que se seja melhor pai ou marido.
Chegou o momento
O futuro papá chega ao momento do parto com um sentimento tão grande de ansiedade que até seria compreensível atribuir um possível desmaio a uma sobrecarga emocional e não à falta de virilidade de que muitos fazem alarde, enquanto vivem esta situação do lado de fora.
Os futuros papás, especialmente aqueles que esperam o seu primeiro filho, não compreendem (nem têm de compreender) em que consiste o processo de dilatação e expulsão.
Por isso, se sentem o mais ridículo dos homens quando têm de praticar junto com as suas mulheres os exercícios de respiração que fazem parte do curso de preparação para o parto.
Podem dizer piadas a esse respeito, em parte por ignorância e, além disso, porque sentem um certo desassossego perante a sua sensação de exclusão, com a angústia que isso implica e que eles nem sempre podem expressar, e os demais, muitas vezes, nem conseguem perceber. "Se quem tem de respirar é ela, porque é que eu tenho de fazer o mesmo?".
Assim, surgem as perguntas clássicas quando se aproxima a data: "O que faço quando começar o trabalho de parto e não encontrar o médico ou a parteira?
Posso levá-la para o hospital? E se nasce em casa?
E se desmaio, e em vez de a atender a ela, tem de ser ela a cuidar de mim?"
Eu sei que tens ciúmes...
Outra situação bastante frequente perante a proximidade do parto são as dúvidas que o papá sente a respeito à idoneidade do médico e qualidade da instituição. Mas, como questionar a sua mulher sobre a capacidade daquele ser "fantástico" que tem vindo a acompanhá-la ao longo destes meses tão especiais?
E perante esta incerteza, o que é melhor do que estar ali, controlando? (como se realmente entendesse do que se trata).
Muitas vezes, este é um tema de discussão entre os casais, e alguns pais até chegam a sentir ciúmes perante o que vivem como uma nova exclusão do duo grávida-obstetra. Este temor à capacidade do obstetra será logo transmitido ao neonatologista, e posteriormente ao pediatra.Direito ou dever?
Hoje em dia, estar dentro da sala de partos está na moda.
Os homens cansaram-se de sentir-se excluídos. Por um lado, nenhum homem na realidade, sabe com certeza se esse filho é dele, e tão pouco tem as mesmas sensações que a sua mulher durante a gravidez. Por mais que ponha a mão na barriga e perceba que há algo que se move, em nada se parece com o que sente a mamã.
Não consegue sentir que isso que se move é uma pessoa, e muito menos o seu filho. Na realidade, durante a gravidez, o papá vive a experiência do exterior, como se realmente "o trouxesse a cegonha" ou "saísse magicamente de um broto". Alguns papás desejam genuinamente ser protagonistas, junto das suas mulheres, no momento do nascimento.Mas outros embora não o digam não sentem desejos nem capacidade para fazê-lo.
A sociedade é altamente coerciva com este "dever" ("Como é que não vais assistir ao parto? Não sejas cobarde! Vais deixá-la sozinha?"), mesmo que seja contra a vontade do papá.
No entanto, é fundamental ter em consideração que uma presença imposta pode tornar-se um obstáculo para a parturiente, para a equipa assistente e para ele mesmo.
São poucos os homens que conseguem descriminar que não se é o melhor pai por estar na sala de partos, e podem escapar a essa obrigação e respeitar os próprios desejos e limitações.
De figurantes e protagonistas
Muitas vezes, pode ser a mulher a condicionar tácita e explicitamente o seu marido, sem lhe dar hipótese a dizer que não.
O filho é dos dois, e impossível não estar presente nesse momento tão especial.
Mas também há mamãs que preferem estar sozinhas com a equipa médica e sentem a presença do marido como uma potencial interferência. É ela que o tem de dar à luz, e o homem não tem nada para fazer ali.
Indubitavelmente, a verdadeira protagonista do parto é sempre a mulher. E tão pouco há dúvida de que durante a gravidez é ela a depositária de todos os comentários, mimos e atenções.
A barriga carrega-a ela. Os elogios também.Ela é o centro de atenção e de mimos dos familiares e amigos. E ele? Quem apoia o papá? Quem lhe pergunta como se sente, ou se está cansado? Quando nasce o bebé, enquanto a mamã fica em casa com o seu filhinho, o papá deve voltar a trabalhar 48 horas depois do parto, depois de 9 meses de tensa espera e, talvez, uma noite inteira sem dormir. A ele, ninguém oferece flores nem bombons, e habitualmente tão pouco lhe dão, embora seja numa pequena percentagem, o lugar de "herói" junto da sua mulher. E curiosamente, quase não se vêem fotos de papás a chorar de emoção quando levantam pela primeira vez o seu filho recém-nascido, apesar disso ser algo habitual.Todo o tempo passado...
A puérpera que volta do hospital com o seu bebé nos braços amamenta-o a cada três horas, muda-lhe as fraldas e chora; chora porque chove ou porque faz Sol. Está cansada, e ele não sabe o que fazer. Questiona-se quando voltaremos a ter uma vida sexual como antes? Voltaremos a ser um casal? Às vezes, sofre em silêncio, outras tenta fugir, e algumas respira fundo e "faz de papá", relembrando a época em que vestia o equipamento da sua equipa preferida e ia jogar futebol.
Um direito compartilhado
A mamã que trabalha terá noventa dias para acomodar-se ao período perinatal. O papá não. Apenas pode deitar um olhar ao seu filhinho recém-nascido preso ao peito da mamã e novamente excluído vai trabalhar. Enquanto isso, todo o mundo pretende que volte contente e feliz para se encontrar com uma mulher que já não é a "menina sexy" que escolheu para compartilhar a sua vida, e cujos peitos teme não voltar a contemplar a não ser como um grande biberão com um único destinatário.
Deveriam produzir-se ainda muitas mudanças para que o novo ser que chegou ao mundo se encontre com duas pessoas que tenham as mesmas possibilidades de levantá-lo, cuidá-lo, protegê-lo e compartilhá-lo com mais divertimento do que sofrimento."
in Revista Mãe ideal
Há trinta anos, um pai que estivesse na sala de partos, junto da sua mulher, à espera que a cabecinha do bebé saísse, era um acto impensável.
Um claro exemplo é a típica imagem cinematográfica do homem a fumar ansiosamente, caminhando apreensivo, enquanto espera que se abra uma porta e apareça uma enfermeira vestida de branco, dizendo: "Parabéns, é um menino".
Naquela época, nenhum homem pensaria ser parte desse momento íntimo. O seu lugar era este: cá fora.
O parto era uma coisa de mulheres, e o único homem que tinha entrada era o obstetra.
Esta realidade foi mudando com o passar dos anos, e de facto hoje são poucos os pais que ficam de fora. Fora da sala de partos e, por fim fora da situação.
No entanto, estar presente no momento do parto não implica que se seja melhor pai ou marido.
Chegou o momento
O futuro papá chega ao momento do parto com um sentimento tão grande de ansiedade que até seria compreensível atribuir um possível desmaio a uma sobrecarga emocional e não à falta de virilidade de que muitos fazem alarde, enquanto vivem esta situação do lado de fora.
Os futuros papás, especialmente aqueles que esperam o seu primeiro filho, não compreendem (nem têm de compreender) em que consiste o processo de dilatação e expulsão.
Por isso, se sentem o mais ridículo dos homens quando têm de praticar junto com as suas mulheres os exercícios de respiração que fazem parte do curso de preparação para o parto.
Podem dizer piadas a esse respeito, em parte por ignorância e, além disso, porque sentem um certo desassossego perante a sua sensação de exclusão, com a angústia que isso implica e que eles nem sempre podem expressar, e os demais, muitas vezes, nem conseguem perceber. "Se quem tem de respirar é ela, porque é que eu tenho de fazer o mesmo?".
Assim, surgem as perguntas clássicas quando se aproxima a data: "O que faço quando começar o trabalho de parto e não encontrar o médico ou a parteira?
Posso levá-la para o hospital? E se nasce em casa?
E se desmaio, e em vez de a atender a ela, tem de ser ela a cuidar de mim?"
Eu sei que tens ciúmes...
Outra situação bastante frequente perante a proximidade do parto são as dúvidas que o papá sente a respeito à idoneidade do médico e qualidade da instituição. Mas, como questionar a sua mulher sobre a capacidade daquele ser "fantástico" que tem vindo a acompanhá-la ao longo destes meses tão especiais?
E perante esta incerteza, o que é melhor do que estar ali, controlando? (como se realmente entendesse do que se trata).
Muitas vezes, este é um tema de discussão entre os casais, e alguns pais até chegam a sentir ciúmes perante o que vivem como uma nova exclusão do duo grávida-obstetra. Este temor à capacidade do obstetra será logo transmitido ao neonatologista, e posteriormente ao pediatra.Direito ou dever?
Hoje em dia, estar dentro da sala de partos está na moda.
Os homens cansaram-se de sentir-se excluídos. Por um lado, nenhum homem na realidade, sabe com certeza se esse filho é dele, e tão pouco tem as mesmas sensações que a sua mulher durante a gravidez. Por mais que ponha a mão na barriga e perceba que há algo que se move, em nada se parece com o que sente a mamã.
Não consegue sentir que isso que se move é uma pessoa, e muito menos o seu filho. Na realidade, durante a gravidez, o papá vive a experiência do exterior, como se realmente "o trouxesse a cegonha" ou "saísse magicamente de um broto". Alguns papás desejam genuinamente ser protagonistas, junto das suas mulheres, no momento do nascimento.Mas outros embora não o digam não sentem desejos nem capacidade para fazê-lo.
A sociedade é altamente coerciva com este "dever" ("Como é que não vais assistir ao parto? Não sejas cobarde! Vais deixá-la sozinha?"), mesmo que seja contra a vontade do papá.
No entanto, é fundamental ter em consideração que uma presença imposta pode tornar-se um obstáculo para a parturiente, para a equipa assistente e para ele mesmo.
São poucos os homens que conseguem descriminar que não se é o melhor pai por estar na sala de partos, e podem escapar a essa obrigação e respeitar os próprios desejos e limitações.
De figurantes e protagonistas
Muitas vezes, pode ser a mulher a condicionar tácita e explicitamente o seu marido, sem lhe dar hipótese a dizer que não.
O filho é dos dois, e impossível não estar presente nesse momento tão especial.
Mas também há mamãs que preferem estar sozinhas com a equipa médica e sentem a presença do marido como uma potencial interferência. É ela que o tem de dar à luz, e o homem não tem nada para fazer ali.
Indubitavelmente, a verdadeira protagonista do parto é sempre a mulher. E tão pouco há dúvida de que durante a gravidez é ela a depositária de todos os comentários, mimos e atenções.
A barriga carrega-a ela. Os elogios também.Ela é o centro de atenção e de mimos dos familiares e amigos. E ele? Quem apoia o papá? Quem lhe pergunta como se sente, ou se está cansado? Quando nasce o bebé, enquanto a mamã fica em casa com o seu filhinho, o papá deve voltar a trabalhar 48 horas depois do parto, depois de 9 meses de tensa espera e, talvez, uma noite inteira sem dormir. A ele, ninguém oferece flores nem bombons, e habitualmente tão pouco lhe dão, embora seja numa pequena percentagem, o lugar de "herói" junto da sua mulher. E curiosamente, quase não se vêem fotos de papás a chorar de emoção quando levantam pela primeira vez o seu filho recém-nascido, apesar disso ser algo habitual.Todo o tempo passado...
A puérpera que volta do hospital com o seu bebé nos braços amamenta-o a cada três horas, muda-lhe as fraldas e chora; chora porque chove ou porque faz Sol. Está cansada, e ele não sabe o que fazer. Questiona-se quando voltaremos a ter uma vida sexual como antes? Voltaremos a ser um casal? Às vezes, sofre em silêncio, outras tenta fugir, e algumas respira fundo e "faz de papá", relembrando a época em que vestia o equipamento da sua equipa preferida e ia jogar futebol.
Um direito compartilhado
A mamã que trabalha terá noventa dias para acomodar-se ao período perinatal. O papá não. Apenas pode deitar um olhar ao seu filhinho recém-nascido preso ao peito da mamã e novamente excluído vai trabalhar. Enquanto isso, todo o mundo pretende que volte contente e feliz para se encontrar com uma mulher que já não é a "menina sexy" que escolheu para compartilhar a sua vida, e cujos peitos teme não voltar a contemplar a não ser como um grande biberão com um único destinatário.
Deveriam produzir-se ainda muitas mudanças para que o novo ser que chegou ao mundo se encontre com duas pessoas que tenham as mesmas possibilidades de levantá-lo, cuidá-lo, protegê-lo e compartilhá-lo com mais divertimento do que sofrimento."
in Revista Mãe ideal
terça-feira, 20 de maio de 2008
O Parto como doença
Reportagem espanhola sobre "O Parto como doença".
http://www.youtube.com/watch?v=GPv6dgJI6eo (parte 1)
http://www.youtube.com/watch?v=10GuxNj7lzM (parte 2)
http://www.youtube.com/watch?v=GPv6dgJI6eo (parte 1)
http://www.youtube.com/watch?v=10GuxNj7lzM (parte 2)
Filme a não perder
Stephanie Daley fala de inúmeros assuntos interessantes para doulas. Acho que todos os pais e em vias de se tornarem pais deviam ver.
Acreditar em nós mesmas é um assunto tão profundo quanto inexacto.
Fica a sugestão!
http://www.stephaniedaley-themovie.com/
Acreditar em nós mesmas é um assunto tão profundo quanto inexacto.
Fica a sugestão!
http://www.stephaniedaley-themovie.com/
A importancia do ferro na gravidez
"Effects of routine oral iron supplementation with or without folicacid for women during pregnancy"
Rev 2006
http://www.cochrane.org/reviews/en/ab004736.html
Resultado:"There is not enough evidence to determine with confidence if routinedaily or intermittent iron or iron-folic acid supplementation inpregnancy improves functional and health outcomes for women andbabies"
na página 193 do livro A cesariana do Michel Odent ele diz:
"Um estudo britânico envolvendo mais de 150 000 gravidezes mostrou que o peso médio mais elevado á nascença correspondia ao grupo de mulheres que tinham uma taxa de hemoglobina entre 8,5 e 9,5. É quando a taxa de hemoglobina não consegue vir para baixo de 10,5 que aumentam os riscos de nascimentos de bebés com pouco peso, de partos prematuros e de preeclampsias."
É importante lembrar tb que o ferro em excesso inibe a absorção de zinco que faz crescer o bebé. E como o ferro tem propriedades oxidantes, aumenta a produção de radicais livres que pode aumentar os riscos de preeclampsia.
A mãe pode comer um raminho de salsa todos os dias se acha que não comsome ferro suficiente em todos os outros alimentos.
Rev 2006
http://www.cochrane.org/reviews/en/ab004736.html
Resultado:"There is not enough evidence to determine with confidence if routinedaily or intermittent iron or iron-folic acid supplementation inpregnancy improves functional and health outcomes for women andbabies"
na página 193 do livro A cesariana do Michel Odent ele diz:
"Um estudo britânico envolvendo mais de 150 000 gravidezes mostrou que o peso médio mais elevado á nascença correspondia ao grupo de mulheres que tinham uma taxa de hemoglobina entre 8,5 e 9,5. É quando a taxa de hemoglobina não consegue vir para baixo de 10,5 que aumentam os riscos de nascimentos de bebés com pouco peso, de partos prematuros e de preeclampsias."
É importante lembrar tb que o ferro em excesso inibe a absorção de zinco que faz crescer o bebé. E como o ferro tem propriedades oxidantes, aumenta a produção de radicais livres que pode aumentar os riscos de preeclampsia.
A mãe pode comer um raminho de salsa todos os dias se acha que não comsome ferro suficiente em todos os outros alimentos.
O bebé não engorda?
http://www.who.int/childgrowth/standards/chart_catalogue/en/index.html
as novas tabelas da OMS, para crianças com aleitamento materno exclusivo.
substituem as dos livrinhos dos bebes
Podem sempre imprimir e oferecer ao vossos pediatras (espero que não seja necessário :)
as novas tabelas da OMS, para crianças com aleitamento materno exclusivo.
substituem as dos livrinhos dos bebes
Podem sempre imprimir e oferecer ao vossos pediatras (espero que não seja necessário :)
Cordão á volta do pescoço?????
"Minha experiência com circulares de cordão é razoável. Muitas pacientes me procuravam com medo de uma cesariana porque o seu médico falava que "o cordão esta enrolado no pescoço, portanto uma cesariana era mandatária, sob pena do nenê entrar em sofrimento".
Circulares de cordão são banalidades na nossa espécie. Um número muito grande de crianças nasce assim. Eu tinha a informação que a incidência era de 30%, mas talvez seja um número antigo ou inadequado. De qualquer sorte, uma quantia considerável de crianças vem ao mundo desta forma. Já tive partos com 3 voltas bem firmes no pescoço, e com apgar 9/10.É engraçado ver a expressão das pacientes quando conto pra elas que o que me preocupa não é o pescoço, mas o cordão. O fato do pescoço estar sendo pressionado é pouco importante se comparado com a compressão do cordão. A fantasia da imensa maioria das mulheres (mas também dos homens) é que a criança está se "enforcando" no cordão. Elas ficam surpresas quando explico que o bebê não está respirando, então porque o medo da asfixia? Acontece que existe espaço suficiente para o sangue transitar pela estrutura do cordão, protegida pela geléia de Warthon que o recobre, mesmo com voltas em torno do pescocinho. Além disso, se houver uma diminuição na taxa de passagem de oxigênio pelo cordão isso será percebido pela avaliação intermitente durante o trabalho de parto. E esse evento NUNCA é abrupto. DIPs de cordão, como os chamamos, ficam dando avisos durante horas, e são diminuições fortes apenas durante as contrações, com o retorno para um batimento normal logo após. Marcar uma cesariana por um cordão enrolado no pescoço é um erro.
Sei como é simples e fácil apavorar uma mãe fragilizada contando histórias macabras a esse respeito, mas a verdade é que não se justifica nenhuma conduta intervencionista em virtude deste achado. Por outro lado, a presença deste diagnóstico tão disseminado nos consultórios e nas conversas entre pacientes nos chama a atenção porque, se não é um problema médico, é uma questão sociológica. Esse exame parece funcionar como um acordo subliminar entre dois personagens escondidos no inconsciente dos participantes da trama, médico e paciente. De um lado temos uma paciente amedrontada, desempoderada diante de uma tarefa que parece ser muito maior do que ela. Acredita piamente no que o "representante do patriarcado" (no dizer de Max) lhe diz. Não retruca, não critica; sequer pergunta. Nada sabe, mas precisa do auxílio daquele que detém um saber fundamental aos seus olhos. Diante das incertezas, da culpa, do medo e da angústia ela se entrega, aliena-se. Fecha os olhos e coloca o "anel", que faz com que ela mesma desapareça, entregando-se docilmente aos desígnios dos que detém o poder sobre seu destino. Oferece seu corpo para que dele se faça o que for necessário. Na outra ponta está o médico. Sofre em silêncio a dor da sua incapacidade. Pensa baixinho para que ninguém leia seus pensamentos. Sabe que pouco sabe, mas também tem plena noção do valor cultural que desempenha. Nada entende do milagre do nascimento, mas percebe seus rituais, muitas vezes ridículos, outras vezes absurdos e perigosos, produzem uma espécie de tranquilização nas mulheres. Não se encoraja a parar de encenar, porque teme que não lhe entendam. Continua então repetindo mentiras, esperando que não descubram o quão falsas e frágeis elas são. É muitas vezes tomado pelo "pânico consciencial", que é o medo diante de uma tomada de consciência.
Muitas vezes age como um sacerdote primitivo que, por uma iluminação divina ou por conhecimento adquirido, percebeu que suas rezas e ritos de nada influenciam as colheitas, e que o que governa estes fenômenos está muito além de suas capacidades. Entretanto, sabe que os nativos precisam dos rituais, que ele percebe agora como inúteis, porque assim se dissemina a confiança e a esperança. Mente, mas de uma forma tão brilhante, sofisticada e tecnológica, que deveras acredita no engodo que produz. Ambos, mulher e médico, precisam aliviar suas angústias diante de algo poderoso, imprevisível e incontrolável. Olham-se e tramam o golpe. O plano que deixará ambos aliviados diante do enfrentamento. Mentem-se com os olhos. Eu finjo saber; você finge acreditar. Peço os exames. Todos. E mais um pouco. Procuro até encontrar aquilo que nos fornecerá a chave. A minúscula desculpa. Eu, com ela nas mãos, posso realizar os rituais que me desafogam da necessidade de suportar a angústia de olhar e nada fazer. Você, poderá escapar da dor de aguardar e fazer o trabalho por si. Poderá dizer que "tentou", mas, foi melhor assim. O nenê poderia correr perigo. O cordão poderia deixar meu filho com problemas mentais, etc. Feito. Pedido o exame, lá estava: O cordão, mas poderia ser o líquido, a posição, a placenta, a ossatura, as parafusetas protodiastólicas. Quem se importa? O carneiro, a virgem, o milho, todos são sacrificados. Quem se importa? Livramo-nos da dor. Anestesiamos nossas fragilidades e angústias. Ritualizamos, encenamos e todos acreditam. Nem todos! Alguns acordam, mesmo que leve muito, muito tempo."
Dr. Ricardo Herbert Jones Médico obstetra e homeopata Porto Alegre - RS
Circulares de cordão são banalidades na nossa espécie. Um número muito grande de crianças nasce assim. Eu tinha a informação que a incidência era de 30%, mas talvez seja um número antigo ou inadequado. De qualquer sorte, uma quantia considerável de crianças vem ao mundo desta forma. Já tive partos com 3 voltas bem firmes no pescoço, e com apgar 9/10.É engraçado ver a expressão das pacientes quando conto pra elas que o que me preocupa não é o pescoço, mas o cordão. O fato do pescoço estar sendo pressionado é pouco importante se comparado com a compressão do cordão. A fantasia da imensa maioria das mulheres (mas também dos homens) é que a criança está se "enforcando" no cordão. Elas ficam surpresas quando explico que o bebê não está respirando, então porque o medo da asfixia? Acontece que existe espaço suficiente para o sangue transitar pela estrutura do cordão, protegida pela geléia de Warthon que o recobre, mesmo com voltas em torno do pescocinho. Além disso, se houver uma diminuição na taxa de passagem de oxigênio pelo cordão isso será percebido pela avaliação intermitente durante o trabalho de parto. E esse evento NUNCA é abrupto. DIPs de cordão, como os chamamos, ficam dando avisos durante horas, e são diminuições fortes apenas durante as contrações, com o retorno para um batimento normal logo após. Marcar uma cesariana por um cordão enrolado no pescoço é um erro.
Sei como é simples e fácil apavorar uma mãe fragilizada contando histórias macabras a esse respeito, mas a verdade é que não se justifica nenhuma conduta intervencionista em virtude deste achado. Por outro lado, a presença deste diagnóstico tão disseminado nos consultórios e nas conversas entre pacientes nos chama a atenção porque, se não é um problema médico, é uma questão sociológica. Esse exame parece funcionar como um acordo subliminar entre dois personagens escondidos no inconsciente dos participantes da trama, médico e paciente. De um lado temos uma paciente amedrontada, desempoderada diante de uma tarefa que parece ser muito maior do que ela. Acredita piamente no que o "representante do patriarcado" (no dizer de Max) lhe diz. Não retruca, não critica; sequer pergunta. Nada sabe, mas precisa do auxílio daquele que detém um saber fundamental aos seus olhos. Diante das incertezas, da culpa, do medo e da angústia ela se entrega, aliena-se. Fecha os olhos e coloca o "anel", que faz com que ela mesma desapareça, entregando-se docilmente aos desígnios dos que detém o poder sobre seu destino. Oferece seu corpo para que dele se faça o que for necessário. Na outra ponta está o médico. Sofre em silêncio a dor da sua incapacidade. Pensa baixinho para que ninguém leia seus pensamentos. Sabe que pouco sabe, mas também tem plena noção do valor cultural que desempenha. Nada entende do milagre do nascimento, mas percebe seus rituais, muitas vezes ridículos, outras vezes absurdos e perigosos, produzem uma espécie de tranquilização nas mulheres. Não se encoraja a parar de encenar, porque teme que não lhe entendam. Continua então repetindo mentiras, esperando que não descubram o quão falsas e frágeis elas são. É muitas vezes tomado pelo "pânico consciencial", que é o medo diante de uma tomada de consciência.
Muitas vezes age como um sacerdote primitivo que, por uma iluminação divina ou por conhecimento adquirido, percebeu que suas rezas e ritos de nada influenciam as colheitas, e que o que governa estes fenômenos está muito além de suas capacidades. Entretanto, sabe que os nativos precisam dos rituais, que ele percebe agora como inúteis, porque assim se dissemina a confiança e a esperança. Mente, mas de uma forma tão brilhante, sofisticada e tecnológica, que deveras acredita no engodo que produz. Ambos, mulher e médico, precisam aliviar suas angústias diante de algo poderoso, imprevisível e incontrolável. Olham-se e tramam o golpe. O plano que deixará ambos aliviados diante do enfrentamento. Mentem-se com os olhos. Eu finjo saber; você finge acreditar. Peço os exames. Todos. E mais um pouco. Procuro até encontrar aquilo que nos fornecerá a chave. A minúscula desculpa. Eu, com ela nas mãos, posso realizar os rituais que me desafogam da necessidade de suportar a angústia de olhar e nada fazer. Você, poderá escapar da dor de aguardar e fazer o trabalho por si. Poderá dizer que "tentou", mas, foi melhor assim. O nenê poderia correr perigo. O cordão poderia deixar meu filho com problemas mentais, etc. Feito. Pedido o exame, lá estava: O cordão, mas poderia ser o líquido, a posição, a placenta, a ossatura, as parafusetas protodiastólicas. Quem se importa? O carneiro, a virgem, o milho, todos são sacrificados. Quem se importa? Livramo-nos da dor. Anestesiamos nossas fragilidades e angústias. Ritualizamos, encenamos e todos acreditam. Nem todos! Alguns acordam, mesmo que leve muito, muito tempo."
Dr. Ricardo Herbert Jones Médico obstetra e homeopata Porto Alegre - RS
segunda-feira, 19 de maio de 2008
sábado, 17 de maio de 2008
III Encontro Alternativas em Sintra

A Mater Lua vai estar presente no III Encontro Alternativas em Sintra.
Programa completo: http://encontroalternativas.blogspot.com/
No dia 1 de Junho não percam a palestra - As Doulas na humanização do Parto
Entrada Livre - Biblioteca Municipal de Sintra
Contamos com a vossa presença :)
Festa da Amizade
O Núcleo de Sintra da Associação Doulas de Portugal, vai estar presente hoje dia 17 de Maio na festa da amizade em Sº João das Lampas (Sintra), com o intuito de divulgar o nosso trabalho.
Eu vou dar uma aula de Pilates Pais&Filhos ás 16.30.
Apareçam!
Eu vou dar uma aula de Pilates Pais&Filhos ás 16.30.
Apareçam!
terça-feira, 13 de maio de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
Nascer è Natural!
Eu, a Sonia Sousa a Mariana Ferreira e a Susana Pinho ( Doulas da ADP )estamos a organizar um workshop especialmente dirigido a casais gravidos.
Intitulado Nascer É Natural, este workshop pretende dotar os casais de informações importantes e que podem influenciar na sua tomada de decisão, relativamente ao evento do parto.
Este workshop não substitui um curso de preparação para o nascimento mas, pode funcionar como complemento ou como um formato compactado das informações essenciais.
O workshop realizar-se-á com um limite mínimo de 3 (casais) participantes e um máximo de 12.
Esperamos por vós!
Programa:
22de Maio das 9h às 19h
Informações e inscrições através dos telefones: 219 317 300 ou 969 659 913
ou através do mail: contacto@barrigasebebes.com
9h00 - 10h30: Yoga e Sessão Criativa
10h3o - 10h45 Coffee break
10h45 - 12h00 Gravidez e Parto: processos fisiológicos; Medicalização do Parto: vantagens e desvantagens; Evidências Científicas vs. Rotinas
instituídas
12h00 - 13h00 A contracção, o medo da dor e a respiração; Necessidades Básicas das Mulheres em Trabalho de Parto/Métodos não Médicos para
alívio da dor
13h00 - 14h30 Intervalo para Almoço
14h45 - 15h45 Doulas e Movimentos de Humanização do Parto; Gerar – Nutrir – Parir – Amar
15h45 - 17h00 Pós - Parto; Amamentação
o 17h00 - 17h15 Coffee break
17h15 - 18h00 Pilates: posições; reforço da musculatura pélvica e do períneo/como proteger o períneo
18h00 - 19h00 Meditação e Relaxamento
€75,00 por casal
Local: Barrigas&Bebés
(Deverá liquidar antecipadamentea quantia de 25€ para garantir a sua presença para o NIB 0007 0000 00337385692 23)
(nº mínimo de participantes 3 casais/ nº máximo de participante 12 casais)
Intitulado Nascer É Natural, este workshop pretende dotar os casais de informações importantes e que podem influenciar na sua tomada de decisão, relativamente ao evento do parto.
Este workshop não substitui um curso de preparação para o nascimento mas, pode funcionar como complemento ou como um formato compactado das informações essenciais.
O workshop realizar-se-á com um limite mínimo de 3 (casais) participantes e um máximo de 12.
Esperamos por vós!
Programa:
22de Maio das 9h às 19h
Informações e inscrições através dos telefones: 219 317 300 ou 969 659 913
ou através do mail: contacto@barrigasebebes.com
9h00 - 10h30: Yoga e Sessão Criativa
10h3o - 10h45 Coffee break
10h45 - 12h00 Gravidez e Parto: processos fisiológicos; Medicalização do Parto: vantagens e desvantagens; Evidências Científicas vs. Rotinas
instituídas
12h00 - 13h00 A contracção, o medo da dor e a respiração; Necessidades Básicas das Mulheres em Trabalho de Parto/Métodos não Médicos para
alívio da dor
13h00 - 14h30 Intervalo para Almoço
14h45 - 15h45 Doulas e Movimentos de Humanização do Parto; Gerar – Nutrir – Parir – Amar
15h45 - 17h00 Pós - Parto; Amamentação
o 17h00 - 17h15 Coffee break
17h15 - 18h00 Pilates: posições; reforço da musculatura pélvica e do períneo/como proteger o períneo
18h00 - 19h00 Meditação e Relaxamento
€75,00 por casal
Local: Barrigas&Bebés
(Deverá liquidar antecipadamentea quantia de 25€ para garantir a sua presença para o NIB 0007 0000 00337385692 23)
(nº mínimo de participantes 3 casais/ nº máximo de participante 12 casais)
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Mater Lua * Nascer em Paz
Eu, a Susana Pinho e a Carla Silveira formámos um núcleo regional (Sintra) da Associação Doulas de Portugal.
Este é o nosso logo, feito pela Sara.... está lindo não está?
A Sara tem mãos de anjo....
o nosso blog http://materlua.blogspot.com/
terça-feira, 6 de maio de 2008
Dia 1 de Junho
Ás 15h palestra - As Doulas na humanização do parto – Carla Silveira, Catarina Pardal e Susana Pinho.
No III Encontro Alternavas em Sintra
programa completo:
http://encontroalternativas.blogspot.com/
Entrada Livre - Biblioteca Municipal de Sintra
Conto com a vossa presença :)
Vamos ter um stand a representar o núcleo regional da ADP - Sintra
Lua Mater - Nascer em Paz
No III Encontro Alternavas em Sintra
programa completo:
http://encontroalternativas.blogspot.com/
Entrada Livre - Biblioteca Municipal de Sintra
Conto com a vossa presença :)
Vamos ter um stand a representar o núcleo regional da ADP - Sintra
Lua Mater - Nascer em Paz
Passeios na Primavera
A Fundação Ecoservis é uma Instituição orientada para a defesa da saúde e do meio-ambiente, sabendo que da saúde do ecossistema depende a nossa própia saúde e bem-estar. Dos 40ha mantidos em Modo de Produção Biológico, foram seleccionados dois espaços distintos para criar aprendizagem em forma de divertimento. De modo a que esta se faça ao ritmo de cada um, propomos um sábado, 17 de Maio, passado em harmonia com a natureza, dedicado a diferentes actividades orientadas de acordo com as faixas etárias dos membros de cada família. Ao fim da manhã reúnem-se todos, para um almoço vegetariano e uma tarde de convívio.
Objectivo: Introdução à vida das abelhas, observação de colmeias e apresentação de algumas plantas melíferas, aromáticas e medicinais, de crescimento expontâneo.
Para as crianças reservou-se no campo, um espaço distinto de fantasia, em que o adulto que as acompanha terá também o seu lugar na experiência.
Programa
Passeio das Colmeias
Dirigido a adultos e jovens a partir dos 12 anos
09:30 – Recepção na Fundação Ecoservis
09:45 – Formação em sala
Apresentação de conceitos básicos sobre apicultura e plantas expontâneas
10:30 – Saída para o campo
10:45 – Merenda
11:15 – Passeio com observação de colmeias* e identificação de plantas melíferas
12:45 – Regresso à Fundação
13:00 – Almoço seguido de convívio
* Serão disponibilizados fatos de protecção para visita às colmeias.
Passeio das Fadas e dos Gnomos
Dirigido a crianças até aos 10 anos e respectivos acompanhantes
09:30 - Recepção na Fundação Ecoservis
10:00 – Saída para o campo
10:30 – Pic-nic
11:00 – Vamos ao encontro das Fadas e dos Gnomos?
Actividades de interacção com a natureza
12:30 – Passeio de regresso à Fundação
13:00 – Almoço seguido de convívio
Local
Fundação Ecoservis
Travessa do Cordoeiro, nº1
Pé de Cão
2350 – 177 Olaia – Torres Novas
Para mais informações contactar:
Clara Coelho - 967004298
Ana Alpande - 916582778
Inscrições
As inscrições deverão ser efectuadas até ao dia 14 de Maio, através dos contactos telefónicos indicados ou para o e-mail eco.servis@sapo.pt .
O número de participantes será limitado a:
Passeio das colmeias – 15 participantes
Passeio das Fadas e dos Gnomos – 10 crianças com acompanhantes
Preços
Crianças até aos 7 anos – Grátis / Crianças dos 7 aos 14 anos - 12,50€ /Adultos - 25,00€
Os preços incluem: transporte da fundação até aos locais das actividades; merenda a meio da manhã e almoço.
Notas:
É aconselhável trazer calçado e vestuário confortável, água e chapéu para o sol.
Só se aceitam inscrições de crianças para o passeio das Fadas e Gnomos se as mesmas forem acompanhadas por um adulto.
Objectivo: Introdução à vida das abelhas, observação de colmeias e apresentação de algumas plantas melíferas, aromáticas e medicinais, de crescimento expontâneo.
Para as crianças reservou-se no campo, um espaço distinto de fantasia, em que o adulto que as acompanha terá também o seu lugar na experiência.
Programa
Passeio das Colmeias
Dirigido a adultos e jovens a partir dos 12 anos
09:30 – Recepção na Fundação Ecoservis
09:45 – Formação em sala
Apresentação de conceitos básicos sobre apicultura e plantas expontâneas
10:30 – Saída para o campo
10:45 – Merenda
11:15 – Passeio com observação de colmeias* e identificação de plantas melíferas
12:45 – Regresso à Fundação
13:00 – Almoço seguido de convívio
* Serão disponibilizados fatos de protecção para visita às colmeias.
Passeio das Fadas e dos Gnomos
Dirigido a crianças até aos 10 anos e respectivos acompanhantes
09:30 - Recepção na Fundação Ecoservis
10:00 – Saída para o campo
10:30 – Pic-nic
11:00 – Vamos ao encontro das Fadas e dos Gnomos?
Actividades de interacção com a natureza
12:30 – Passeio de regresso à Fundação
13:00 – Almoço seguido de convívio
Local
Fundação Ecoservis
Travessa do Cordoeiro, nº1
Pé de Cão
2350 – 177 Olaia – Torres Novas
Para mais informações contactar:
Clara Coelho - 967004298
Ana Alpande - 916582778
Inscrições
As inscrições deverão ser efectuadas até ao dia 14 de Maio, através dos contactos telefónicos indicados ou para o e-mail eco.servis@sapo.pt .
O número de participantes será limitado a:
Passeio das colmeias – 15 participantes
Passeio das Fadas e dos Gnomos – 10 crianças com acompanhantes
Preços
Crianças até aos 7 anos – Grátis / Crianças dos 7 aos 14 anos - 12,50€ /Adultos - 25,00€
Os preços incluem: transporte da fundação até aos locais das actividades; merenda a meio da manhã e almoço.
Notas:
É aconselhável trazer calçado e vestuário confortável, água e chapéu para o sol.
Só se aceitam inscrições de crianças para o passeio das Fadas e Gnomos se as mesmas forem acompanhadas por um adulto.
Aproveitem... até 18 de Maio
Massagem Meditativa Thai Yoga
no Barrigas e Bebés – Odivelas
Vivências
Actividades corporais integrativas e lúdicas com Massagem Meditativa Thai Yoga
*Massagem para casais
Dias 7, 8 e 9 e 14, 15 e 16 de maio (quarta, quinta e sexta feira) Das 19h30 às 21h
Investimento avulso € 30 / cartão de 3 vivencias € 75 por casal
*Auto Massagem para Grávidas
Dia 8 e 15 de maio (quinta-feira)
Das 12h30 as 14h e das 17h30 as 19h
Investimento avulso € 20 / cartão de 2 dias € 30
*Thai Massagem para publico em geral
Dias 8 e 9 de maio (quinta e sexta-feira) das 14h as 16hDia
10 de maio (sábado) das 10h as 12h
Investimento avulso € 25 /cartão de 3 dias € 65 por pessoa
*Curso de Introdução (inclusive ao Curso de Massagem Pós Parto)
Dias 14 e 15 de maio das 9h as 12h
Investimento:€ 85
Neste curso não precisa de experiencia anterior
*Curso de Massagem na Recuperação Pós Parto
Dias 16 e 17 de maio das 9h as 18h (almoço das 13h as 14h30)
Investimento: € 150
Para profissionais da área terapêutica ou de assistência à puerperas (doulas, enfermeiras, massagistas e outros)
Consultas
Consultas individuais para gravidas, puérperas, pais e publico em geral
Duração 1h30 - € 50, consultar horários de atendimentos
A Massagem Thai é uma técnica completa que contem elementos do Yoga e Medicinas Ayurveda e Chinesa. Ela atua no corpo de forma completa com alongamentos, pressão suave e um ritmo lento e contínuo.A massagem tem um papel significativo na preparação da futura mamãe, pois a experiência do contato corporal durante a gestação, o trabalho de parto e após o nascimento do bebé ajudam-na a tocar com mais eficiência e transmitir carinho, conforto e segurança a seu filho.
Mais informações nos site www.divinasmaes.com.br
Contactos: Barrigas e Bebês – 219317300 com Rita e Sônia ou 964936174 com Claudia – contacto@barrigasebebes.com
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Fraldas ecologicas

Novas fraldas FUZZI BUNZ...tudo em um!
Desenvolvidas nos EUA por uma mãe “a tempo inteiro” em resposta ao grave problema de assaduras do seu filho, estão agora disponíveis na loja da Naturkinda.
O seu sistema inovador de “bolso” foi já reconhecido, tendo-lhe sido atribuída uma patente (EUA)
Como é que funcionam?- Tem um sistema de bolso interior que permite retirar a lingueta absorvente. O tecido exterior é impermeável feito de 100% poliuretano.- O revestimento interior é feito de tecido polar muito suave. Macio no contacto com a pele do bebé, repele a humidade, mantendo a pele seca, sem assaduras, deixando o bebé confortável.- O bolso interior permite adequar o material absorvente utilizado às necessidades do bebé.- Os elásticos nas pernas permitem um ajustamento perfeito à anatomia do seu bebé e são cosidos de forma a não estarem em contacto directo com a pele. Os elásticos são cosidos com reforço para evitar “fugas”.- Sistema de fecho com molas de pressão, com várias posições e que permite um ajustamento perfeito à cintura e pernas do bebé.
Fáceis de utilizar, lavar e secar são ideais para uma saída, facilitando as operações de mudança de fralda!
Tamanhos disponíveis:
Small:
I (0 - 8 meses); P(3 - 8 kg); C(12 - 25 cm); G(33 cm)
Medium:
I(6 - 36 meses); P(7 - 14 kg); C(22 - 33 cm); G(38 cm)
Large:
I(12+ meses); P(11 – 20 kg); C(30 - 40 cm); G(40 cm)
I - Idade
P - Peso
C - coxa
G* - Gancho*Comprimento da fralda entre a parte da frente e a parte de trás. Atenção que estas medidas têm em consideração, só uma lingueta absorvente.Como medir as coxas? Medir onde o elástico normalmente fica, à volta da parte mais grossa da coxa.Como medir o gancho? Medir desde o meio das costas, na linha da cintura até ligeiramente abaixo do umbigo, onde, normalmente fica a fralda.
Cheias de cor e alegria estas fraldas vão tornar os rabinhos dos nossos bebés bem apetecíveis para andar à mostra:
Para mais informações, podem sempre contactar a naturkinda (geral@naturkinda.com ou 919907805 ) ou visitar o site da Fuzzi Bunz.
Desenvolvidas nos EUA por uma mãe “a tempo inteiro” em resposta ao grave problema de assaduras do seu filho, estão agora disponíveis na loja da Naturkinda.
O seu sistema inovador de “bolso” foi já reconhecido, tendo-lhe sido atribuída uma patente (EUA)
Como é que funcionam?- Tem um sistema de bolso interior que permite retirar a lingueta absorvente. O tecido exterior é impermeável feito de 100% poliuretano.- O revestimento interior é feito de tecido polar muito suave. Macio no contacto com a pele do bebé, repele a humidade, mantendo a pele seca, sem assaduras, deixando o bebé confortável.- O bolso interior permite adequar o material absorvente utilizado às necessidades do bebé.- Os elásticos nas pernas permitem um ajustamento perfeito à anatomia do seu bebé e são cosidos de forma a não estarem em contacto directo com a pele. Os elásticos são cosidos com reforço para evitar “fugas”.- Sistema de fecho com molas de pressão, com várias posições e que permite um ajustamento perfeito à cintura e pernas do bebé.
Fáceis de utilizar, lavar e secar são ideais para uma saída, facilitando as operações de mudança de fralda!
Tamanhos disponíveis:
Small:
I (0 - 8 meses); P(3 - 8 kg); C(12 - 25 cm); G(33 cm)
Medium:
I(6 - 36 meses); P(7 - 14 kg); C(22 - 33 cm); G(38 cm)
Large:
I(12+ meses); P(11 – 20 kg); C(30 - 40 cm); G(40 cm)
I - Idade
P - Peso
C - coxa
G* - Gancho*Comprimento da fralda entre a parte da frente e a parte de trás. Atenção que estas medidas têm em consideração, só uma lingueta absorvente.Como medir as coxas? Medir onde o elástico normalmente fica, à volta da parte mais grossa da coxa.Como medir o gancho? Medir desde o meio das costas, na linha da cintura até ligeiramente abaixo do umbigo, onde, normalmente fica a fralda.
Cheias de cor e alegria estas fraldas vão tornar os rabinhos dos nossos bebés bem apetecíveis para andar à mostra:
Para mais informações, podem sempre contactar a naturkinda (geral@naturkinda.com ou 919907805 ) ou visitar o site da Fuzzi Bunz.
Nascer em Portugal: Sofrimento ou Prazer
Debate Pais & Filhos
Dia 28 de Maio às 19:00
na sala Luís de Freitas Branco, no Centro Cultural de Belém, haverá um debate iniciativa da Revista Pais & Filhos, onde estarão presentes especialistas na área de obstetrícia, anestesiologia, psicologia e pediatria.
A entrada é gratuita.
As interessadas em participar deverão preencher o cupão que vem na Revista Pais & Filhos
Nº 208 do Mês de Maio ( Página 58) que já está nas Bancas, e enviar para Revista Pais & Filhos, conforme instruções na revista.
Dia 28 de Maio às 19:00
na sala Luís de Freitas Branco, no Centro Cultural de Belém, haverá um debate iniciativa da Revista Pais & Filhos, onde estarão presentes especialistas na área de obstetrícia, anestesiologia, psicologia e pediatria.
A entrada é gratuita.
As interessadas em participar deverão preencher o cupão que vem na Revista Pais & Filhos
Nº 208 do Mês de Maio ( Página 58) que já está nas Bancas, e enviar para Revista Pais & Filhos, conforme instruções na revista.
Mostra de filmes sobre parto
Parto Orgásmico - Mostra paralela ao Festival Caminhos do Cinema Português
Esta mostra de filmes sobre a experiência do parto vai buscar o seu título a um dos filmes em exibição. Serão apresentados filmes dos Países Baixos, EUA, Rússia, Guatemala, México, Argentina, Brasil eEspanha.
O que os une é a forma como nos apresentam partos naturais em que o poder é restituído à mulher, não sendo este seu ritual depassagem mediado por máquinas ou drogas.
As únicas drogas presentes são as hormonas naturais. ["The same pleasurable stimuli triggeredduring sex, can also be released during birth." Debra Pascali-Bonaro,em http://www.orgasmicbirth.com/].
Fica o convite para entrar nesta viagem pela intimidade de vários nascimentos e por diferentes modelos de cuidado perinatal, que seguramente o levará a reexaminar a forma como se vive o parto emPortugal. As sessões de filmes são seguidas de palestras sobre diversos temas à volta da questão do parto e debates.
Local da mostra:Festival Caminhos do Cinema Português Mini-auditório do Edifício AAC (Associação Académica de Coimbra)Rua Padre António Vieira3000-315 Coimbra
Data e hora da mostra:De 22 de Maio a 25 de Maio
Das 10h às 13h30
Entrada grátis
Programa
22 de Maio 10h
Mary Zwart - Abertura oficial da mostra de filmes "Parto Orgásmico"
1. Parir acompanhadas!/Dando à Luz - HumPar/53''Argentina/Espanhol/Legenda Português
2. Birth into being: The Russian Waterbirth Experience/ Elena Tonetti-Vladimirova (produtor)/2007[re-edição de Novy Svet, 1999]/28'Russia/Inglês
3. Born in Water: a sacred journey/Jennifer Gallardo & AnaCarpio/2001/33'Guatemala e EUA/Inglês
4. Em posição de escolher!/ Dando à Luz - HumPar/1'13''Argentina/Espanhol/Legenda Português
5. De parto/Mariona Ortiz & Anna Masllorens/2006/53'Espanha/Espanhol
Colóquio
12h/13h30Ana Raposeira e Cristina da Silva - "O papel da Doula no apoio à maternidade"
António Ferreira – "Parto na água em Portugal"
23 Maio 10hEspecial Profissionais de Saúde (mas também para públicogeral)
6. Por tu bien/Icíar Bollaín/2004/3'Espanha/Espanhol/Legenda Português
7. An inspired beggining: a film portrait of the Midwifery SchoolAmsterdam/ Roel Van Dalen/1996/48'Países Baixos/ Holandês/ Legendas: inglês
8. Só 3 ou 4 minutos.../ Dando à Luz - HumPar/32''Argentina /Espanhol/Legenda Português
9. Gentle Birth Choices/Barbara Harper/1993/46'EUA/Inglês
Colóquio 12h/13h30Mary Zwart – "Models of care and EU directives for midwives"
António Ferreira – "Parto domiciliar versus parto hospitalar"
24 de Maio 10h10. Orgasmic Birth/Debra Pascali-Bonaro/2008/87'EUA/Inglês/ Legendas português
Palestra 12h/13h30"Parto e Erotismo" com Ricardo Jones e Zeza Jones
25 de Maio 10h
11. Sem pressa!/ Dando à Luz - HumPar/36''Argentina/Espanhol/Legenda Português
12. Grávida!!: Informação sobre gestação e parto em língua gestualholandesa/Anna Hiddinga/2002/53'Países Baixos/Língua gestual holandesa com legendas em holandês/tradução directa em português e em língua gestual portuguesa
13. Video in the delivery room/Saskia Van Rees/1999/15'Países Baixos/Inglês
14. Birth Day/Frank Ferrel (produtor)/2007/11'México/Português (dobrado)
15. Proximidade e Cuidado/Clarissa Campolina & Sérgio Borges/2005/17'Brasil/Português
Colóquio 12h/13h30Mary Zwart – "Informed choice, informed consent"
Debate Final
Palestrantes
Ana Raposeira, 38 anos, mãe de 2 meninas. Trabalha na área de apoio afamílias desde 2004, como Conselheira de aleitamento materno da linhaSOS Amamentação e como Doula de acompanhamento durante a gravidez e oparto. É membro da direcção da Associação Doulas de Portugal edelegada distrital de Leiria da Humpar- Associação Portuguesa pelaHumanização do Parto. Participa em palestras, eventos e acções deformação na área da maternidade e amamentação.
António Ferreira, 45 anos. Enfermeiro Especialista em Saúde Materna eObstétrica. Membro do Comité Nacional para o Aleitamento Materno.Activista da Humanização do Nascimento e parto humanizado,responsável pela área de enfermagem da HUMPAR.
Cristina da Silva, 32 anos, mãe de 1 menino. Acompanha mulheres nagravidez e parto desde finais de 2006. É membro da direcção daAssociação Doulas de Portugal e delegada distrital de Coimbra daHumpar - Associação Portuguesa de Humanização do Parto. É autora doblog "Sobre(viver) a Cesariana"(http://sobcesaria.blogspot.com/),colabora no blog da Associação Doulas de Portugal(http://doulasdeportugal.blogspot.com/) e modera um fórum de apoiodireccionado especialmente para mulheres submetidas à cesariana egrávidas.
Mary ZwartParteira desde 1969, formada pela Escola de Parteiras de Amsterdão.Estudos avançados: enfermagem, epidemiologia, formadora de parteiras.Envolvida na reintrodução do modelo de cuidado de parteiras nos EUA,em países da América Latina e em países membros e candidatos amembros da UE. Professora, oradora internacional e autora de inúmerosartigos em publicações e organizações internacionais sobre o modelode cuidado de parteiras. Membro de KNOV (Organização Real dasParteiras Holandesas), ENCA (European Network of Consumers andChildbirthorganisations), MBFI (MotherBabyfriendly Initiative) eFórum do Cuidado Primário da UE.
Neusa Berlese Oliveira Jones, EnfªEnfermeira ObstetraFiliado à ReHuNa - Rede pela Humanização do Parto e NascimentoMembro de equipe de parto domiciliar e hospitalarEnfermeira do Hospital Presidente Vargas - Porto AlegreMembro da ANDO - Associação Nacional de DoulasProfessora convidada dos cursos de formação de enfermeiras obstetras -ESP/UFRGS - RS
Ricardo Herbert Jones, MDGinecologista - Obstetra - Homeopata Filiado à ReHuNa - Rede pela Humanização do Parto e Nascimento Membro da HumPar - Rede pela Humanização do Parto - PortugalConsultor da ANDO - Associação Nacional de DoulasRepresentante do IMBCO para o Brasil - International MotherbabyChildbirth OrganizationMembro do Intituto Jean Bergés de Psicanálise e MedicinaProfessor convidado dos cursos de capacitação de doulas da ANDO -Brasil
Esta mostra de filmes sobre a experiência do parto vai buscar o seu título a um dos filmes em exibição. Serão apresentados filmes dos Países Baixos, EUA, Rússia, Guatemala, México, Argentina, Brasil eEspanha.
O que os une é a forma como nos apresentam partos naturais em que o poder é restituído à mulher, não sendo este seu ritual depassagem mediado por máquinas ou drogas.
As únicas drogas presentes são as hormonas naturais. ["The same pleasurable stimuli triggeredduring sex, can also be released during birth." Debra Pascali-Bonaro,em http://www.orgasmicbirth.com/].
Fica o convite para entrar nesta viagem pela intimidade de vários nascimentos e por diferentes modelos de cuidado perinatal, que seguramente o levará a reexaminar a forma como se vive o parto emPortugal. As sessões de filmes são seguidas de palestras sobre diversos temas à volta da questão do parto e debates.
Local da mostra:Festival Caminhos do Cinema Português Mini-auditório do Edifício AAC (Associação Académica de Coimbra)Rua Padre António Vieira3000-315 Coimbra
Data e hora da mostra:De 22 de Maio a 25 de Maio
Das 10h às 13h30
Entrada grátis
Programa
22 de Maio 10h
Mary Zwart - Abertura oficial da mostra de filmes "Parto Orgásmico"
1. Parir acompanhadas!/Dando à Luz - HumPar/53''Argentina/Espanhol/Legenda Português
2. Birth into being: The Russian Waterbirth Experience/ Elena Tonetti-Vladimirova (produtor)/2007[re-edição de Novy Svet, 1999]/28'Russia/Inglês
3. Born in Water: a sacred journey/Jennifer Gallardo & AnaCarpio/2001/33'Guatemala e EUA/Inglês
4. Em posição de escolher!/ Dando à Luz - HumPar/1'13''Argentina/Espanhol/Legenda Português
5. De parto/Mariona Ortiz & Anna Masllorens/2006/53'Espanha/Espanhol
Colóquio
12h/13h30Ana Raposeira e Cristina da Silva - "O papel da Doula no apoio à maternidade"
António Ferreira – "Parto na água em Portugal"
23 Maio 10hEspecial Profissionais de Saúde (mas também para públicogeral)
6. Por tu bien/Icíar Bollaín/2004/3'Espanha/Espanhol/Legenda Português
7. An inspired beggining: a film portrait of the Midwifery SchoolAmsterdam/ Roel Van Dalen/1996/48'Países Baixos/ Holandês/ Legendas: inglês
8. Só 3 ou 4 minutos.../ Dando à Luz - HumPar/32''Argentina /Espanhol/Legenda Português
9. Gentle Birth Choices/Barbara Harper/1993/46'EUA/Inglês
Colóquio 12h/13h30Mary Zwart – "Models of care and EU directives for midwives"
António Ferreira – "Parto domiciliar versus parto hospitalar"
24 de Maio 10h10. Orgasmic Birth/Debra Pascali-Bonaro/2008/87'EUA/Inglês/ Legendas português
Palestra 12h/13h30"Parto e Erotismo" com Ricardo Jones e Zeza Jones
25 de Maio 10h
11. Sem pressa!/ Dando à Luz - HumPar/36''Argentina/Espanhol/Legenda Português
12. Grávida!!: Informação sobre gestação e parto em língua gestualholandesa/Anna Hiddinga/2002/53'Países Baixos/Língua gestual holandesa com legendas em holandês/tradução directa em português e em língua gestual portuguesa
13. Video in the delivery room/Saskia Van Rees/1999/15'Países Baixos/Inglês
14. Birth Day/Frank Ferrel (produtor)/2007/11'México/Português (dobrado)
15. Proximidade e Cuidado/Clarissa Campolina & Sérgio Borges/2005/17'Brasil/Português
Colóquio 12h/13h30Mary Zwart – "Informed choice, informed consent"
Debate Final
Palestrantes
Ana Raposeira, 38 anos, mãe de 2 meninas. Trabalha na área de apoio afamílias desde 2004, como Conselheira de aleitamento materno da linhaSOS Amamentação e como Doula de acompanhamento durante a gravidez e oparto. É membro da direcção da Associação Doulas de Portugal edelegada distrital de Leiria da Humpar- Associação Portuguesa pelaHumanização do Parto. Participa em palestras, eventos e acções deformação na área da maternidade e amamentação.
António Ferreira, 45 anos. Enfermeiro Especialista em Saúde Materna eObstétrica. Membro do Comité Nacional para o Aleitamento Materno.Activista da Humanização do Nascimento e parto humanizado,responsável pela área de enfermagem da HUMPAR.
Cristina da Silva, 32 anos, mãe de 1 menino. Acompanha mulheres nagravidez e parto desde finais de 2006. É membro da direcção daAssociação Doulas de Portugal e delegada distrital de Coimbra daHumpar - Associação Portuguesa de Humanização do Parto. É autora doblog "Sobre(viver) a Cesariana"(http://sobcesaria.blogspot.com/),colabora no blog da Associação Doulas de Portugal(http://doulasdeportugal.blogspot.com/) e modera um fórum de apoiodireccionado especialmente para mulheres submetidas à cesariana egrávidas.
Mary ZwartParteira desde 1969, formada pela Escola de Parteiras de Amsterdão.Estudos avançados: enfermagem, epidemiologia, formadora de parteiras.Envolvida na reintrodução do modelo de cuidado de parteiras nos EUA,em países da América Latina e em países membros e candidatos amembros da UE. Professora, oradora internacional e autora de inúmerosartigos em publicações e organizações internacionais sobre o modelode cuidado de parteiras. Membro de KNOV (Organização Real dasParteiras Holandesas), ENCA (European Network of Consumers andChildbirthorganisations), MBFI (MotherBabyfriendly Initiative) eFórum do Cuidado Primário da UE.
Neusa Berlese Oliveira Jones, EnfªEnfermeira ObstetraFiliado à ReHuNa - Rede pela Humanização do Parto e NascimentoMembro de equipe de parto domiciliar e hospitalarEnfermeira do Hospital Presidente Vargas - Porto AlegreMembro da ANDO - Associação Nacional de DoulasProfessora convidada dos cursos de formação de enfermeiras obstetras -ESP/UFRGS - RS
Ricardo Herbert Jones, MDGinecologista - Obstetra - Homeopata Filiado à ReHuNa - Rede pela Humanização do Parto e Nascimento Membro da HumPar - Rede pela Humanização do Parto - PortugalConsultor da ANDO - Associação Nacional de DoulasRepresentante do IMBCO para o Brasil - International MotherbabyChildbirth OrganizationMembro do Intituto Jean Bergés de Psicanálise e MedicinaProfessor convidado dos cursos de capacitação de doulas da ANDO -Brasil
Chá da Naoli
a famosa receita para um bom parto...
❖ Receta del Té Mexicano
de Chocolate y Canela Para Parto ❖
De Naolí Vinaver
Se pone a hervir 1 litro de agua y se le agrega dejando hervir por 15 minutos:
•2-3 rajas de canela.
•Un buen trozo de chocolate, tan puro como sea posible.
•5-10 bolas de pimienta negra entera.
•3 hojas de aguacate, secas o frescas.
•1-2 ramas de romero, de preferencia fresco pero puede ser seco.
•Azúcar morena al gusto, o bien miel agregada a la taza antes de beber.
Ingredientes opcionales para aumentar el efecto de las contracciones:
•Jengibre fresco en rebanaditas.
•1-2 cucharaditas de páprika o pimentón rojo en polvo.
•Orégano, albahaca y tomillo en cantidades de media cucharadita.
•6-8 hojas frescas (o secas) de Zoapatle (montanoa tomentosa).
•1 cucharada de tintura de zoapatle en brandy.
Beber este té generosamente durante el trabajo de parto para calentar, estimular, relajar y a la vez energizar el cuerpo de la parturienta. La partera y dobla así como el compañero pueden beber el té, solamente sin los ingredientes opcionales.
Este té puede asimismo beberse para estimular el comienzo del trabajo de parto en casos en que las fechas se acerquen a la semana 42.
HUMMMM que delicia....
E funciona mesmo....
retirado do site da Naoli
http://www.nacimientonatural.com/Naoli-Vinaver/Recetas-y-Recomendaciones.html
❖ Receta del Té Mexicano
de Chocolate y Canela Para Parto ❖
De Naolí Vinaver
Se pone a hervir 1 litro de agua y se le agrega dejando hervir por 15 minutos:
•2-3 rajas de canela.
•Un buen trozo de chocolate, tan puro como sea posible.
•5-10 bolas de pimienta negra entera.
•3 hojas de aguacate, secas o frescas.
•1-2 ramas de romero, de preferencia fresco pero puede ser seco.
•Azúcar morena al gusto, o bien miel agregada a la taza antes de beber.
Ingredientes opcionales para aumentar el efecto de las contracciones:
•Jengibre fresco en rebanaditas.
•1-2 cucharaditas de páprika o pimentón rojo en polvo.
•Orégano, albahaca y tomillo en cantidades de media cucharadita.
•6-8 hojas frescas (o secas) de Zoapatle (montanoa tomentosa).
•1 cucharada de tintura de zoapatle en brandy.
Beber este té generosamente durante el trabajo de parto para calentar, estimular, relajar y a la vez energizar el cuerpo de la parturienta. La partera y dobla así como el compañero pueden beber el té, solamente sin los ingredientes opcionales.
Este té puede asimismo beberse para estimular el comienzo del trabajo de parto en casos en que las fechas se acerquen a la semana 42.
HUMMMM que delicia....
E funciona mesmo....
retirado do site da Naoli
http://www.nacimientonatural.com/Naoli-Vinaver/Recetas-y-Recomendaciones.html
Naoli

O site da Parteira Mexicana Naoli Vinaver
http://www.nacimientonatural.com/Naoli-Vinaver/Bienvenida.html
http://www.nacimientonatural.com/Naoli-Vinaver/Bienvenida.html
LUZ DE
LUNA
LUNAParto y Nacimiento Natural
sábado, 3 de maio de 2008
Feliz dia da Mãe!
Para todas as mães...
Para as que desejam ser mães....
Para a minha mãe....
Um dia muito FELIZ...
Para as que desejam ser mães....
Para a minha mãe....
Um dia muito FELIZ...
Primeiros Socorros Emocionais com Grávidas e Bebés em crise
Vai começar em Julho 08, pela segunda vez em Portugal, uma formação em Primeiros Socorros Emocionas com Grávidas e Bebés em crise, da Dr.ª Paula Diederichs .
Na sua formação Paula Diederichs apresenta de um modo vivencial e muito prático este seu método testado desde há mais de 10 anos na alemanha.
Se quer saber mais pormenores acerca da formação clique formação.
Para ler alguns relatos dos formandos que participaram na 1ª formação clique aqui.
Na sua formação Paula Diederichs apresenta de um modo vivencial e muito prático este seu método testado desde há mais de 10 anos na alemanha.
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Dança do Ventre no Barrigas!

O que diria se lhe fosse proposto a realização de um workshop de Dança do Ventre para grávidas?
Exercícios fluidos que trabalham a zona pélvica e a musculatura que a envolve, ajudando na flexibilidade da área.
A Barrigas & Bebés lança o desafio, como um período de diversão, relaxamento, entrega e partilha!
Sabe-se que os movimentos executados neste tipo de danças promovem a mobilidade da conjuntura óssea pélvica, facilitando a flexibilidade/mobilidade. Em consequência podem surtir efeito na altura do Trabalho de Parto, para além de ser uma actividade lúdica, em que o essencial é a expressão livre e a diversão.
Sabe-se que os movimentos executados neste tipo de danças promovem a mobilidade da conjuntura óssea pélvica, facilitando a flexibilidade/mobilidade. Em consequência podem surtir efeito na altura do Trabalho de Parto, para além de ser uma actividade lúdica, em que o essencial é a expressão livre e a diversão.
A Dança Oriental, mais conhecida como Dança do Ventre é uma Arte milenar, que tem perdurado através dos tempos.
Esta dança tem a função de relaxamento, a função terapêutica e libertadora do stress, estimula positivamente a auto-estima e trabalha o desbloqueamento de tensões psíquicas e físicas, libertando tensões devido ao stress que somos submetidos e que se acumulam em certas zonas, nomeadamente costas (zona lombar), ombros, barriga, pescoço e outras.
O tema do Workshop será Os Véus e a Dança com a sua utilização. Sabe de onde vem a utilização dos véus e a interpretação da dança com a sua utilização ?
Uma das interpretações e talvez a mais bela de todas seria a de que esta tivesse sido originada de uma antiga lenda babilônica que dizia que a deusa Ishtar descia ao mundo subterrâneo e permanecia lá por seis meses. A terra morria e nada nascia. Mas quando seu marido Tammuz descia para vê-la, nos outros seis meses do ano, a terra renascia e todos celebravam. Ishtar, ao descer, passava por sete portais e em cada um deles deixava um de seus atributos: saúde, beleza, poder ..., até chegar nua e indefesa como todos os mortais. Para cada portal atravessado pela deusa, a bailarina se despe de um véu. Para cada um, executa-se um movimento diferente, sugerindo um sentimento ou uma expressão variada.
O Workshop será levado a cabo pela professora de danças orientais Ana Raquel Carmona e é uma inovação em Portugal, já que desconhecemos a existência de iniciativas do género especificamente para Mulheres Grávidas.
Venha experimentar e divertir-se ao mesmo tempo que exercita o seu corpo e descontrai a sua mente. O valor da inscrição neste Workshop é de €25,00, sendo o mínimo de participantes 4 e o máximo 15, para que se mantenha um ambiente agradável e confortável para todas as participantes.
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